Deputado homossexual Jean Wyllys insulta parlamentar cristão

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Já não é de hoje que o deputado homossexual Jean Wyllys (PSOL-RJ) que diz ser contra a intolerância, é intolerante quando o assunto é o cristianismo. Já mostramos aqui no blog Dominus Vobiscum alguns dos seus “pitis” contra o então papa Bento XVI e contra a Igreja. Como das outras vezes o adversário era muito maior que ele (tanto que nem se dignaram a responder as flatulências verbais dele), parece que ele resolveu vociferar contra alguém que ele julga de menor porte: Seu companheiro parlamentar Deputado Marcos Feliciano (PSC).

A crise dessa vez se deu por em virtude da escolha do deputado Feliciano como líder da Comissão dos Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Veja o que ele escreveu em seu twitter (desta vez printaram o twitter dele, já que ele tem uma estranha mania de apagar o que escreve posteriormente):

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A atitude de Jean Wyllys se dá por um simples motivo: Marcos Feliciano é cristão protestante. Bastou apenas isso para o Pastor Feliciano ser tachado de fundamentalista, homofóbico e racista. Pode isso Arnaldo?

Agora, se você leitor não aceita o homossexualismo como algo normal, você é taxado de homofóbico. Mas se você agir com um cristão da mesma forma que este deputado repetidas vezes agiu, não há problema algum. Se a pessoa pede tolerância, não deveria ela ser tolerante também?

Veja mais sobre o assunto clicando aqui

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Marcha pela vida e contra o aborto reúne mais de meio milhão de pessoas em Washington D.C.

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Do ACI Digital

Cerca de 650 mil pessoas se congregaram nesta sexta-feira, 25, em Washington D.C. na “Marcha pela Vida”, protestando contra a legalização do aborto nos Estados Unidos sob o lema “40 Anos = 55 milhões de bebês mortos como produto do aborto”. A marcha realizou-se no marco do 40º aniversário de “Roe vs. Wade”, a decisão de 1973 com a que a Corte Suprema dos Estados Unidos legalizou o aborto em todo o país.

Centenas de milhares de participantes, em sua maioria jovens, enfrentaram as baixas temperaturas e neve, para comparecer à Marcha pela Vida deste 25 de janeiro.

Os milhares de jovens participantes na marcha deste ano expressaram seu entusiasmo e esperança, enquanto defendiam a dignidade de toda vida humana, desde sua concepção até a morte natural. Em declarações ao grupo ACI, Tony Visintainer, um seminarista de 23 anos, assegurou que a marcha deste ano teve “muita energia”.

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“Não sei se for pelo 40º aniversário”, assinalou, “mas há uma diferença na atmosfera”.

Visintainer indicou que a multidão estava cantando e dançando nas ruas da capital dos Estados Unidos.

Os manifestantes escutaram os oradores em um ato prévio no National Mall, antes de caminhar rumo à Corte Suprema. Muitos levavam cartazes expressando seu apoio à vida, e rezavam em silêncio.

Christy Guillory, estudante na escola secundária St. Emory, do estado de Louisiana, estava “muito emocionada” por estar na marcha pela primeira vez, apesar do clima frio.

“A neve é algo novo para mim”, disse, acrescentando que a experiência de estar lá, junto à grande multidão pró-vida era “muito para assimilar”.

Guillory disse que assistiu à marcha este ano para “dar testemunho” das vidas dos não nascidos, ecoando os sentimentos de muitos outros participantes.

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Derek Smith chegou de Chillicothe, no estado de Ohio, com membros da sua paróquia para participar da marcha e dar testemunho. Ele explicou que se converteu à Igreja Católica logo depois de sua primeira participação na Marcha pela Vida, quatro anos atrás.

“Realmente, isto é o que me fez me decidir ser católico”, disse Smith, indicando que uma coisa que mudou sua forma de pensar sobre a Igreja foi “o poder atrás da marcha, tanto em orações como na dedicação das pessoas que participam.

Algumas mulheres e homens que compareceram à marcha falaram sobre a experiência de dor que o aborto deixou em seus corações e em suas mentes.
Josephine Todd, de 59 anos, teve um aborto em 1980, antes de converter-se em pró-vida.

Ela assinalou que veio à Marcha pela Vida para “dar meu coração” e defender o que é correto, mostrando “o que nunca devi ter feito”, e alentando outros a não cometerem seu erro.

A assistência entre os estudantes universitários também foi alta, com muitas universidades mandando números altos de estudantes à capital dos Estados Unidos para participar da marcha. Grupos pró-vida de várias universidades da Ivy League, entre as que se encontram as de Harvard, Yale e Princeton, reuniram-se para uma foto grupal antes de começar e emprestaram seu apoio à marcha.

Caroline Bazinet, uma estudante da Universidade de Princeton, indicou as similitudes entre os movimentos pelos direitos civis e os movimentos pró-vida. Bazinet explicou que é importante ajudar as pessoas manifestando-se pelos membros perdidos de sua geração, para que percebam que a vida de milhões de crianças foram perdidas.

Por sua parte, Chrissy Rodriguez, estudante de 20 anos da Universidade de Harvard, disse que confia na habilidade do movimento pró-vida para mudar as coisas.

“Sou apenas uma pessoa”, disse, “mas sou uma pessoa que pode gritar ao mundo: É nisto que acredito!”.

>> Leia também meu último post sobre política parditária no Blog Cività Dei<<

Vem ai o Estatuto da diversidade sexual.Prepare-se para tirar o nome dos seus pais da carteira de identidade!

Tirar o nome de seus pais da carteira de identidade? Se o estatuto for aprovado, é o que acontecerá!

Passamos o período das eleições. Agora quem ganhou, ganhou, quem perdeu, perdeu. Não existe choro nem vela. Se eu e você votamos corretamente, só o tempo dirá. Todo caso o que me preocupa não são as pessoas eleitas, mas o que elas vão fazer com o poder que nós – sociedade – demos a ela. Porém não quero falar aqui das eleições municipais, mas de um projeto que está rodando a nossa sociedade e se apresenta como um perigo para as nossas famílias: O estatuto da diversidade sexual. Mas o que é isso?

O estatuto da diversidade sexual é mais uma investida do movimento gayzista para implantar no Brasil uma espécie de ditadura totalitária gay. A proposta foi elaborada com contribuições de movimentos sociais e é endossada pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT). Os principais pontos de projeto são bastante polêmicos pois desejam mudar a estrutura de valores que consideramos fundamentais, entre eles a família. Veja quais são estes tópicos:

  • Acabar com a família tradicional – O conceito de família é pai, mãe e filhos. A ideia é acabar com este conceito e fazer com que as famílias possam ser constituídas de dois homens e duas mulheres e não necessariamente de duas mães ou dois pais;
  • Retirar os termos “pai” e “mãe” dos documentos – Uma vez que a pessoa possa ter dois “pais” ou duas “mães”, é melhor tirar o nome deles da carteira para não constranger a pessoa;
  • Acabar com as festas tradicionais das escolas (dia dos pais, das mães) – Para “não constranger” os que não fazem parte da família tradicional;
  • A partir de 14 anos, os adolescentes disporão de cirurgia de mudança de sexo custeada pelo SUS – Eu estou com um cirurgia marcada para tirar uma pinta pelo SUS faz um ano. Para isso eles não tem dinheiro, mas para um adolescente mudar de sexo eles vão ter…

Além disso, o estatuto abriria uma brecha para a tal ideologia de gênero. Se você não sabe o que é isso clique aqui para saber mais.

Outro aspecto bastante questionável é o fato deste estatuto prever uma cota de trabalho em organismos públicos para travestis e transsexuais. Ou seja, não adianta você estudar para passar em um concurso público, pois alguém com menos preparo poderá assumir sua vaga se ele (ou ela) se declarar travesti ou transsexual. Isso quem afirma não sou eu, mas Maria Berenice Dias, presidente da Comissão de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Veja um trecho de sua entrevista no site Athos GLS (não aconselho que acessem. apenas quis mostrar que a entrevista é real):

“Está prevista uma cota no mercado de trabalho para travestis e transexuais, na atividade pública. Nos presídios, deve haver um cuidado com o lugar onde essa população fica. Aqui no Rio Grande do Sul, travestis e transexuais ficam em celas separadas, mas ficam dentro de um presídio masculino, quando deveriam ficar no presídio feminino.”

Eu particularmente me pergunto sobre como seria um presídio que abrigasse mulheres e travestis, e um outro que abrigasse homens e lésbicas. Um tanto quanto estranho na minha opinião… Além do mais, se já existe uma cota para negros e agora tivermos também uma cota para gays, o que vai restar para o resto da população? Bom se você quiser saber o conteúdo deste estatuto, entre no blog do Carmadélio clicando aqui.

Hoje este estatuto já foi entregue a OAB e agora precisa de 1% de assinaturas do total de eleitores do país para ser levado a diante. Traduzindo: 1,4 milhões de assinaturas. Eles querem fazer com esta lei, o mesmo que foi feito com a Ficha Limpa (conseguir o número de assinaturas que permite ser entregue como um projeto de iniciativa popular). A bancada LGTB já está se mobilizando para isso e em 2013 eles devem trabalhar forte para conseguir estas assinaturas. Além disso, a lei conta com o apoio das ministras Marta Suplicy (Cultura) e Eleonora Menicucci (Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres).

Vale a pena ressaltar que a nível municipal, a ABGLT terá alguns aliados a mais: Entre as 155 candidaturas de representantes assumidamente homossexuais em 2012, cerca de 10% foram eleitas no país. Foram eleitos gays, lésbicas, transexuais e travestis para vereadores em diversas cidades brasileiras. Os campos da esquerda, com destaque para PT (Partido dos trabalhadores) e PSB (Partido Socialista Brasileiro), foram os partidos que mais apresentaram candidatos coloridos.

Acho que o povo cristão (e aqui incluo os católicos e protestantes) precisa começar a pensar em como fazer para que este estatuto medonho não seja aprovado, ou senão, preparar-se para tirar o nome da sua mãe e do seu pai da sua carteira de identidade… lamentavelmente!

Que Nossa Senhora proteja o Brasil!

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Ditadura do relativismo: Por que querem destruir a verdade?

Gostaria de tocar novamente no assunto do post anterior (O que é o relativismo e por que devemos nos preocupar com ele?), por acreditar que este assunto deveria ser ser levado bem mais a sério pelos católicos. Encontrei hoje um trecho do Programa Escola da Fé –  do Professor Felipe Aquino – onde ele fala sobre a ditadura do relativismo. Assista com atenção!

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O que é o relativismo e por que devemos nos preocupar com ele?

Se você costuma navegar em sites e blogs católicos, ou é daqueles que busca notícias a respeito da Igreja Católica Apostólica Romana, provavelmente já deve ter lido algo sobre o perigo da ditadura relativismo. Porém como hoje  as informações chegam num raio de segundos, pode ser que você não tenha se voltado para o assunto com a devida atenção, haja visto que o Papa Bento XVI tem dito que esse é um dos maiores problemas que a nossa sociedade vive.

Por isso, gostaria de pedir alguns minutos do seu precioso tempo para tentar explicar a você o que é o relativismo e por que ele é assim tão perigoso.

O relativismo é uma linha de pensamento que nega que possa haver uma verdade absoluta e permanente, ficando por conta de cada um definir a “sua” verdade e aquilo que lhe parece ser o seu bem. Se olharmos o mundo assim, podemos ter a falsa impressão de que tudo é relativo. Esta linha de pensamento é antiga. É celebre a frase do filósofo sofista grego Protágoras, que dizia: “A pessoa se torna a medida de todas as coisas”.

Tentarei exemplificar. Suponhamos que você diga a um amigo que uma pessoa saindo do Rio para São Paulo chegue mais rápido de avião do que de bicicleta. Sabemos que caso não haja nenhum problema durante a viagem, a pessoa que for de avião chegará muito mais rápido. O problema do relativismo é que se seu amigo for um daqueles “turrões”, que sempre quer ter razão, ele vai dizer: Depende, isso é relativo. Na minha opinião a pessoa chega mais rápido de bicicleta do que de avião. Embora você tente explicar ao relativista a verdade, ele vai preferir a verdade “dele” à “verdadeira verdade”, mesmo sabendo que você tem argumentos lógicos.

A Igreja rejeita o relativismo porque há verdades que são permanentes e imutáveis. Cristo disse: “Eu sou a Verdade” (Jo 14,6); “a verdade vos libertará” (Jo 8,32); e disse a Pilatos que veio ao mundo exatamente “para dar testemunho da verdade” (Jo 18,37). São Paulo relatou que “Deus quer que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade” (1Tm 2,4) e que “ a Igreja é a coluna e o fundamento da verdade” (1Tm 3, 15).

Ora, se negarmos que existe uma única verdade objetiva e perene, o Cristianismo fica destruído desde a sua raiz. O Evangelho é o dicionário da Verdade.

Um outro aspecto que se deve observar é que se existissem diversas verdades, não existiria “o bem a fazer e o mal a evitar”, pois o bem e o mal seriam relativos. Com isso a moral católica, que moldou o Ocidente, e a nossa civilização estaria completamente destruída.

Porém a grande preocupação da Igreja hoje é como este relativismo está entrando na sociedade: Através das universidades, das diversas formas de expressões artísticas (música, teatro, cinema, teledramaturgia, etc), e na imprensa de modo geral. Esta forma de relativismo tem atingido a nossa juventude com força. Expressões como “cada um na sua” são ouvidas a todo momento.

Em vários momentos o Papa Bento XVI tem alertado os católicos sobre o perigo do relativismo religioso. É preciso tomar muito cuidado com isso!

O Papa Bento XVI tem falado do perigo da “ditadura do relativismo”, que vai oprimindo quem não a aceita. Quem não estiver dentro do “politicamente correto” é anulado, desprezado, zombado com cinismo. Sobre isso o Sumo Pontífice falou em 18 de abril de 2005 na homilia da Santa Missa preparatória do conclave que o elegeu:

“Não vos deixeis sacudir por qualquer vento de doutrina (Ef 4, 14). Quantos ventos de doutrina viemos a conhecer nestes últimos decênios, quantas correntes ideológicas, quantas modalidades de pensamento! O pequeno barco do pensamento de não poucos cristãos foi freqüentemente agitado por essas ondas, lançado de um extremo para o outro: do marxismo ao liberalismo ou mesmo libertinismo; do coletivismo ao individualismo radical; do ateísmo a um vago misticismo religioso; do agnosticismo ao sincretismo… Todos os dias nascem novas seitas e se realiza o que diz São Paulo sobre a falsidade dos homens, sobre a astúcia que tende a atrair para o erro (cf. Ef 4, 14). O ter uma fé clara, segundo o Credo da Igreja, é, muitas vezes, rotulado como fundamentalismo. Entrementes, o relativismo ou o deixar-se levar para cá e para lá por qualquer vento de doutrina aparece como orientação única à altura dos tempos atuais. Constitui-se assim uma ditadura do relativismo, que nada reconhece de definitivo e deixa como último critério o próprio eu e suas veleidades”.

O fato é que o relativismo derruba as normas morais válidas para todos os homens; ele é ateu; vê na religião e na moral católicas um obstáculo e um adversário, pois Deus é visto como um escravizador do homem e a moral católica destinada a tornar o homem infeliz. Ele coloca a ciência como uma deusa que vai resolver todos os problemas do homem, mas se esquece de dizer que o homem nunca foi tão infeliz como hoje; nunca houve tantos suicídios, nunca se usou tanto antidepressivo e remédios para os nervos; nunca se viu tanta decadência moral (aborto, prostituição, pornografia, prática homossexual…), destruição da família e da sociedade.

Fonte: Site Veritatis Splendor

O relativismo é a desculpa para aqueles que se recusam a viver uma vida com renúncias. Sacrifício é uma palavra inútil para os relativistas.

Infelizmente, esse perigoso relativismo religioso, que tudo destrói, penetrou sorrateiramente também na Igreja, especialmente nos seminários e na teologia. Isso levou o Papa João Paulo II a alertar aos bispos na Encíclica “Veritatis Spendor”, de 1992, sobre o perigo desse relativismo que anula a moral católica. No centro da “crise”, o saudoso Pontífice viu uma grave “contestação ao patrimônio moral da Igreja”. Ele diz:

“Não se trata de contestações parciais e ocasionais, mas de uma discussão global e sistemática do patrimônio moral… Rejeita-se, assim, a doutrina tradicional sobre a lei natural, sobre a universalidade e a permanente validade dos seus preceitos; consideram-se simplesmente inaceitáveis alguns ensinamentos morais da Igreja…

João Paulo II, revela qual é a sua causa – o homem quer ocupar o lugar de Deus:

“A Revelação ensina que não pertence ao homem o poder de decidir o bem e o mal, mas somente a Deus” (cf. Gen 2,16-17). Não é lícito que cada cristão queira fazer a fé e a moral segundo o “seu” próprio juízo do bem e do mal.

Ainda sobre o tema, vale a pena citar um trecho de uma aula do professor Felipe Aquino na TV Canção Nova em meados de fevereiro de 2009:

“É por causa desse relativismo moral que encontramos vez ou outra religiosos e sacerdotes que aceitam o divórcio, o aborto, a pílula do dia seguinte, o casamento de homossexuais, a ordenação de mulheres, a eutanásia, a inseminação artificial, a manipulação de embriões, o feminismo… e outros erros que o Magistério da Igreja condena explicita e veementemente. Esse mesmo relativismo é a razão que move os contestadores do Papa, do Vaticano, dos Bispos e da hierarquia da Igreja, como se estes tivessem usurpado o poder sagrado e não o recebido do próprio Cristo pelo Sacramento da Ordem. Esse relativismo fez surgir na Igreja a “teologia liberal” de Rudolf Bultman, que por sua vez alimentou uma teologia “da libertação”, que é “feminista”, e agora falam já de uma “teologia gay”…

A melhor forma de combater o relativismo é conhecer a doutrina da Santa Igreja Católica Apostólica Romana e a verdade ensinada por Jesus Cristo e nunca se deixar levar pelas opiniões de terceiros e nem mesmo pelas suas próprias opiniões, afinal de contas, a verdade tem um nome: Jesus Cristo!

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Santo do Dia: Santo Agostinho, bispo e Doutor da Igreja.

Olá irmãos! Hoje além de comemorar 6 anos de namoro (tô pensando em casar!) celebramos também Santo Agostinho, dispensa comentários, mas vamos conhecer um pouco mais sobre o bispo e Doutor da Igreja!

Santo Agostinho

Agostinho nasceu em Tagaste, no norte da África, em 354, filho de Patrício (convertido) e da cristã Santa Mônica, a qual rezou durante 33 anos para que o filho fosse de Deus.

Aconteceu que Agostinho era de grande capacidade intelectual, profundo, porém, preferiu saciar seu coração e procurar suas respostas existentes tanto nas paixões, como nas diversas correntes filosóficas, por isso tornou-se membro da seita dos maniqueus.

Santo Agostinho, rogai por nós!

Com a morte do pai, Agostinho procurou se aprofundar nos estudos, principalmente na arte da retórica. Sendo assim, depois de passar em Roma, tornou-se professor em Milão, onde envolvido pela intercessão de Santa Mônica, acabou frequentando, por causa da oratória, os profundos e famosos Sermões de Santo Ambrósio. Até que por meio da Palavra anunciada, a Verdade começou a mudar sua vida.

O seu processo de conversão recebeu um “empurrão” quando, na luta contra os desejos da carne, acolheu o convite: “Toma e lê”, e assim encontrou na Palavra de Deus (Romanos 13, 13ss) a força para a decisão por Jesus:“…revesti-vos do Senhor Jesus Cristo…não vos abandoneis às preocupações da carne para lhe satisfazerdes as concupiscências”.

Santo Agostinho, que entrou no Céu com 76 anos de idade (no ano 430), converteu-se com 33 anos, quando foi catequizado e batizado por Santo Ambrósio. Depois de “perder” sua mãe, voltou para a África, onde fundou uma comunidade cristã ocupada na oração, estudo da Palavra e caridade. Isto, até ser ordenado Sacerdote e Bispo de Hipona, santo, sábio, apologista e fecundo filósofo e teólogo da Graça e da Verdade.

Santo Agostinho, rogai por nós!

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Pode um católico ser espírita ao mesmo tempo?

Pax Domini! Depois de uma ausência necessária para descansar e colocar os estudos em ordem, estou retomando aos poucos as postagens no blog Dominus Vobiscum. Aos amigos que visitam este espaço virtual, sabem que eu havia passado no vestibular de Licenciatura em Filosofia. Pois é, as aulas começaram e agora eu terei que reorganizar o tempo para tudo, pois são muitas leituras. Como já ando bastante cansado com a correria que tive no começo do ano por causa do casamento, precisei dar uma descansada. Aproveito para agradecer a equipe do Blog que continuou postando e não deixou a peteca cair!

Quero muito postar este vídeo, para dar um pontapé em um assunto que vem me preocupando: Essa história de ver católico dizer que também é espírita, ou que é católico mas acredita na reencarnação. Embora quisesse respeitar a sequência do Catecismo, acho importante falar sobre isso.

Assistam este vídeo e reflitam sobre ele. Em breve voltarei com mais postagens sobre o tema.

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Santo do Dia: São Maximiliano Maria Kolbe, mártir da caridade.

Bom dia irmãos, tudo bem? Hoje celebramos São Maximiliano Maria Kolbe que foi santificado em Roma no dia 10 de outubro de 1982 pelo Papa João Paulo II .

São Maximiliano Maria Kolbe, rogai por nós!

São Maximiliano Maria Kolbe

Raimundo Kolbe nasceu em 1894, na Polônia, numa família operária que o introduziu no seguimento de Cristo e, mais tarde, ajudou-o entrar para a família franciscana, onde tomou o nome de Maximiliano Maria.

Ao ser mandado para terminar sua formação em Roma, Maximiliano, inspirado pelo seu desejo de conquistar o mundo inteiro a Cristo por meio de Maria Imaculada, fundou o movimento de apostolado mariano chamado ‘Milícia da Imaculada’. Como sacerdote foi professor, mas em busca de ensinar o caminho da salvação, empenhou-se no apostolado através da imprensa e pôde, assim, evangelizar em muitos países, isto sempre na obediência às autoridades, tanto assim que deixou o fecundo trabalho no Japão para assumir a direção de um grande convento franciscano na Polônia.

Com o início da Segunda Grande Guerra Mundial, a Polônia foi tomada por nazistas e, com isto, Frei Maximiliano foi preso duas vezes, sendo que a prisão definitiva, ocorrida em 1941, levou-o para Varsóvia, e posteriormente, para o campo de concentração em Auschwitz, onde no campo de extermínio heroicamente evangelizou com a vida e morte. Aconteceu que diante da fuga de um prisioneiro, dez pagariam com a morte, sendo que um, desesperadamente, caiu em prantos:

“Minha mulher, meus filhinhos! Não os tornarei a ver!”. Movido pelo amor que vence a morte, São Maximiliano Maria Kolbe dirigiu-se ao Oficial com a decisão própria de um mártir da caridade, ou seja, substituir o pai de família e ajudar a morrer os outros nove e, foi aceita, pois se identificou: “Sou um Padre Católico”.

Será que temos padres tão corajosos assim hoje em dia? Voltando ao assunto…

Como já foi mencionado ele foi canonizado pelo Papa João Paulo II em 10 de Outubro de 1982, na presença de Franciszek Gajowniczek (15 de Novembro de 1901 – 13 de Março de 1995), o homem cujo lugar tomou e que sobreviveu aos horrores de Auschwitz.

Em Julho de 1998 a Igreja de Inglaterra ergueu uma estátua de Kolbe em frente àAbadia de Westminster em Londres, como parte de um conjunto monumental dedicado à memória de dez mártires do século XX.

São Maximiliano Maria Kolbe é padroeiro dos eletricistas, toxicodependentes, família, rádio amador e Esperantistas.

São Maximiliano Maria Kolbe, rogai por nós!

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Santo do Dia: Santo Eusébio de Vercelli

Olá, tudo bem? Hoje celebramos um testemunho “tremendo” vocacional e repleto de amor pela Igreja na vida de Santo Eusébio de Vercelli. Vamos conhecer um pouco mais sobre ele?

Santo Eusébio de Vercelli, rogai por nós!

Santo Eusébio de Vercelli

Santo Eusébio de Vercelli nasceu 2 de março de 283 em Sardenha (Itália), e segundo a tradição mudou-se com a mãe e a irmã menor para Roma após o martírio de seu pai em procura de lucro com a Política e o Direito. Encontrado por Jesus, converteu-se e recebeu as águas do Batismo e o novo nome de Eusébio, pois foi batizado pelo Papa Eusébio.

De simples leitor da Igreja de Roma, Eusébio foi ordenado sacerdote e depois em 345, Bispo em Vercelli, onde exerceu seu ministério com zelo, muito amor às almas e à Verdade. Dentre tantas inspirações para a Diocese, Eusébio vivia comunitariamente com seus sacerdotes, e desta comunhão conseguiu forças para vencer os bons combates do dia-a-dia.

Dedicou-se com grande empenho à evangelização das zonas rurais e em grande parte pagãs. Fundou uma sociedade sacerdotal inspirada no modelo monástico da qual sairam importantes bispos e santos.

Santo Eusébio de Vercelli por opor-se ao Arianismo que buscava erroneamente negar a divindade de Cristo, foi exilado com outros santos Bispos pelo imperador Constâncio.

Despachado com algemas para a Palestina, Eusébio sofreu torturas e sobreviveu por seis anos fechado numa prisão. Quando liberto aproveitou para visitar as Igrejas do Oriente. Ao voltar foi acolhido como vencedor pelos irmãos no Episcopado, Clero e todo o povo até entrar no Céu em 370, venceu o Arianismo com Santo Hilário e unificou as Igrejas.

A Igreja celebrava a sua memória litúrgica em 16 de dezembro, mas o Papa Paulo VI em 1969, com a reforma do calendário litúrgico, transferiu a sua comemoração para o dia 2 de agosto como memória facultativa.

Bento XVI sobre ele disse: 

“O pastor e os fiéis da Igreja estão no mundo mas não são do mundo. Por isso, os pastores devem exortar a seus fiéis a não considerar as cidades do mundo como sua morada estável, mas a buscar a definitiva (…) Jerusalém celestial (…) Esta decisão permite aos pastores e aos fiéis a salvaguardar a escala justa de valores, sem dobrar-se nunca às modas do momento e às injustas pretensões do poder político. (…) Por isto, eusébio recomendava sempre aos seus fiéis ‘guardar com especial esmero a fé, manter a concórdia e a ser assíduos na oração’”. (Alocução de 17 out. 2007, praça de S. Pedro – VISnews 071017‏)

Santo Eusébio de Vercelli, rogai por nós!

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