Notícia:: Extremistas muçulmanos perpetram outro atentado suicida contra uma igreja na Nigéria

Da ACI Digital

A seita islamista Boko Haram reivindicou a autoria do atentado suicida com um carro bomba perpetrado este domingo em uma igreja da cidade nigeriana de Jos. A potente explosão causou dois mortos e 38 feridos.

Em represália, jovens cristãos levantaram uma barricada em e lincharam e assassinaram a dois muçulmanos que viajavam de motocicletas, conforme informou a Polícia.

Os serviços de emergência confirmaram que na explosão morreram três pessoas, incluindo o suicida, que colidiu o carro que conduzia contra o templo. O Boko Haram sustenta que tratou-se de uma vingança pela morte de muçulmanos realizada por cristãos em Jos e no estado de Plateau.

“Ouvi uma potente explosão perto da igreja e caí no chão. Os edifícios tremeram”, relatou uma testemunha presencial, Ishayaa Makut.

O presidente nigeriano, Goodluck Jonathan, condenou o atentado e pediu aos vizinhos da zona que permaneçam em calma e cumpram a lei. “Estamos redobrando os esforços para vencer nesta guerra contra o terrorismo”, afirmou.

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Notícia:: Novo atentado contra igreja fere cinco pessoas na Nigéria

Da Rádio Vaticano

Um novo atentado com um carro-bomba na frente de uma igreja num subúrbio da capital da Nigéria, Abuja, deixou dois feridos graves e provocou feridas leves em vários fiéis, segundo informam as autoridades locais.

“O rito ainda não havia acabado quando o carro explodiu, senão, haveria ainda mais mortos” – declarou uma testemunha, que contou que a explosão destruiu também vários outros automóveis estacionados perto da Igreja “Embaixada de Cristo” em Sulieja.

As autoridades supõem que o atentado foi obra da organização islâmica Boko Haram, à qual são atribuídos diversos ataques contra igrejas, delegacias de polícia e bares noturnos.

Segundo organizações de direitos humanos, mais de 250 pessoas morreram nos atentados perpetrados pelo grupo desde janeiro. Em um dos ataques mais violentos, 43 pessoas morreram na explosão de uma bomba no dia de Natal em uma igreja católica próxima a Abuja. Boko Haram rechaça qualquer estilo de vida ocidental e aterroriza principalmente o norte da Nigéria, de maioria muçulmana, onde há semanas ordenou os cristãos a abandonarem a região.

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Notícia:: 200 pessoas foram detidas na Nigéria por suspeitas a atentados contra católicos

Segundo a Associação Ajuda à Igreja que Sofre, seriam mais de 35 mil, sobretudo em Jos e nas regiões meridionais. Entre eles, se encontram muitos católicos.

Da Rádio Vaticana com inserções do blog Dominus Vobiscum

Estamos acompanhando aqui no blog, tudo que tem acontecido com os católicos da Nigéria. Embora alguns católicos no Brasil prefiram ignorar o que acontece com nossos irmãos perseguidos, nós queremos e fazemos questão de mostrar aqui algo que é real e que afeta aqueles que creem como eu e você no Nosso Senhor Jesus Cristo.

Na Nigéria, subiu a 200 o número de pessoas detidas após os sangrentos atentados das semanas passadas contra os cristãos, reivindicados pelo movimento islâmico Boko Haram. Segundo os investigadores, trata-se, sobretudo, de “mercenários provenientes do Chade”. Somente na quarta-feira o Presidente Jonathan Goodluck destituiu o chefe da polícia, afirmando que a decisão representa um primeiro passo para reorganizar a Força Armada nigeriana para torná-la mais eficaz e capaz de enfrentar os desafios da segurança interna.

Entretanto, aumenta o número de pessoas em fuga para as regiões mais seguras. Segundo a Associação Ajuda à Igreja que Sofre, seriam mais de 35 mil, sobretudo em Jos e nas regiões meridionais. Entre eles, se encontram muitos católicos. Esperança não falta ao Bispo de Bauchi, Dom Malachy Goltok, Diocese que se encontra no nordeste do país, onde desde o Natal muitas famílias emigraram em direção ao sul. “Estou certo de que quando a situação se normalizar, todos retornarão”, disse à agência Misna.

“O atentado do dia de Natal contra a igreja da Madalena fez aumentar o medo de violências sectárias. Todavia a greve geral contra o aumento da gasolina também criou dificuldades.” A greve, marcada por duas semanas de protestos, provocou a paralisação das atividades econômicas por causa da abolição dos subsídios que por anos mantiveram baixos os preços dos combustíveis, permitindo a milhões de pessoas viajar apesar da falta de trabalho e da pobreza.

Na diocese de Bauchi, os cristãos são cerca 36 mil, uma minoria que se dedica ao comércio. Muitos deles não se encontravam na cidade no domingo à noite, quando a explosão de uma bomba quase demoliu a igreja de Nossa Senhora de Loreto. A explosão não causou vítimas nem feridos; segundo o bispo, se trata de um sinal de Deus a ter esperança em um futuro de paz. “Os cristãos de Bauchi – sublinha Dom Goltok – têm aqui suas casas, as suas lojas e a sua vida: sempre foram parte integrante do tecido social e continuarão a sê-lo, precisamente como os muçulmanos que vivem no sul”.

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Notícia:: Nigéria, terror e fuga de cristãos

Da Rádio Vaticana

Centenas de habitantes fugiram sábado de suas casas no nordeste da Nigéria depois de um novo ataque de islâmicos, que aumentaram os atos de violência contra os cristãos depois que na quarta-feira à noite, expirou um ultimato para que abandonassem o país. Esta escalada causa temor de uma generalização da violência religiosa neste país de 160 milhões de habitantes, o mais populoso da África. No sul predomina a religião cristã, e o norte é majoritariamente muçulmano.

Segundo Ayi Oritsejafor, dirigente da Associação Cristã da Nigéria, “o esquema dessas matanças faz pensar em uma depuração étnica e religiosa sistemática”.

A AFP informa que na cidade de Potiskum (nordeste) “houve tiroteios com os combatentes do Boko Haram (movimento islâmico) durante grande parte da noite, que deixaram mortos e feridos”. De acordo com o chefe da polícia do Estado de Yobe, Lawan Tanko, “é prematuro citar números, porque ainda estamos investigando e fazendo o balanço da situação”, acrescentou. Os habitantes dos bairros próximos à delegacia de polícia, atacada pelos islâmicos na noite de sexta-feira, explicaram que abandonaram suas casas por medo dos ataques dos militares e se refugiaram nas casas de seus familiares e amigos.

Potiskum é uma das áreas que foram colocadas em estado de emergência pelo presidente Goodluck Jonathan dia 31 de dezembro. Situada no coração do norte muçulmano do país, a cidade é regularmente alvo dos ataques de Boko Haram.

A seita Boko Haram, que exige fundamentalmente que se imponha a charia (lei islâmica) em todo o país, assumiu a autoria da última série de ataques contra cristãos que deixaram mais de 20 mortos desde sexta-feira.

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Notícia:: Igreja é invadida e mais católicos são mortos na Nigéria

Da Gaudium Press

A violência e a perseguição não dão tréguas aos cristão nigerianos. Dois homens armados entraram numa igreja na cidade de Gome e abriram fogo contra os fiéis que ali estavam em oração. Seis pessoas morreram e dez ficaram feridos gravemente. O atentado ocorreu às 19h30 de quinta-feira.

Na quarta-feira, três ataques a bomba já haviam atingido cidades do nordeste nigeriano, a mesma região onde foi decretado o estado de emergência por causa de atos terroristas anticristãos.

Os radicais islâmicos do grupo Boko Haram, que reivindicaram esses atentados, haviam dirigido um ultimato aos cristãos para que abandonassem o Norte da Nigéria até ontem, quinta feira.

Em entrevista feita para a Rádio Vaticana, Dom Ignatius Ayau Kaigama, arcebispo de Jos, declara: “Estou terrivelmente triste…Estas pessoas matam cristãos enquanto rezam e o fazem quase todos os dias; é um pecado gravíssimo.

Não sei o que podemos fazer agora. Este grupo fundamentalista não sabe nada sobre a sacralidade da vida. Para eles é suficiente matar, destruir e criar divisões entre cristãos e muçulmanos; é este o seu objetivo”.

Não podemos mais nos reunir para rezar, nem de dia nem de noite, e isso é uma barreira para nós e para o Evangelho. É como se estivéssemos numa prisão, afirma o Arcebispo nigeriano.

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Mártires do novo milênio: Cardeal nigeriano garante que cristãos não têm medo

Da Rádio Vaticana com inserções do Blog Dominus Vobiscum

“Os cristãos nigerianos não vão se intimidar pelos ultimatos dos terroristas da Boko Haram” – garante o Cardeal Anthony Okogie, arcebispo de Lagos. A seita islâmica ligada a Al Qaeda lançou um ultimato ordenando aos cristãos de deixarem os estados do norte do país em três dias, para não serem mortos. Para quem não se lembra, no natal diversos atentados em Igrejas Católicas deixaram 40 mortos. A seita citada acima assumiu a autoria dos atentados. O próprio Bento XVI se pronunciou sobre o caso, condenando os atentados.

Para o Cardeal Okogie, “os terroristas da Boko Haram não têm o direito nem mesmo de pensar certas coisas e não entendem que seu plano está destinado ao fracasso. Se realmente creem nisso, deveriam antes convencer os milhões de muçulmanos que moram no sul, de maioria cristã, a abandonar a região e migrar para o norte”.

O arcebispo diz ainda que os cristãos nigerianos não têm medo das ameaças da Boko Haram: “O amor de Jesus nos guia e enquanto os camicases aceitam se matar por um objetivo injusto, nós, cristãos, estamos prontos a morrer por uma causa justa”.

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Notícia:: Líder muçulmano propõe encontro nacional para enfrentar violência na Nigéria

Da Rádio Vaticana

O clero muçulmano da Nigéria condenou de maneira unânime os atentados contra os cristãos no dia de Natal.

Ao final de um encontro com o Presidente do país, Goodluck Jonathan, realizado na terça-feira, o sultão de Sokoto, Muhammad Sa’ad Abubakar, a autoridade religiosa de referência para todos os muçulmanos nigerianos, afirmou que “não existe nenhum conflito entre Islã e Cristianismo, mas somente entre pessoas más que atacam pessoas boas“. Segundo ele, neste caso, somente a unidade nacional pode derrotar essas pessoas.

“Queremos garantir a todos os nossos irmãos e líderes cristãos que estamos comprometidos com o caminho da verdade, de acordo com a nossa religião e que seguiremos trabalhando, com a ajuda de Deus, pela grandeza deste país”, acrescentou Abubakar.

O sultão propôs ao Presidente nigeriano, de religião cristã, um grande encontro nacional que inclua todos os líderes religiosos e chefes tribais para enfrentar a situação.

Também o Jama’atu Nasril Islam (JNI), o organismo “político” dos islâmicos nigerianos, se desassociou dos atentados, destacando que o “Islã é contrário a todo tipo de violência” e que os atentados de Natal são “um ataque aos princípios e aos ensinamentos do Alcorão”.

Para a Associação dos Cristãos da Nigéria (Can), “a situação no país está sempre mais delicada e poderia degenerar numa guerra de religião à qual o país não conseguiria sobreviver. Depois da violência contra os cristãos, que mataram 40 pessoas, pelo menos 90 mil pessoas abandonaram suas casas no sudeste da Nigéria.

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Notícia:: Bento XVI condena atentados contra as Igrejas da Nigéria

Da Rádio Vaticano

Após rezar a oração do Angelus, falando a milhares de fiéis na Praça São Pedro, e via TV e rádio, a milhões em todo o mundo, o Papa manifestou na manhã desta segunda-feira sua reprovação aos atentados ocorridos domingo na Nigéria (para quem não sabe o que aconteceu, clique aqui e veja a notícia):

“O Santo Natal desperta em nós, de modo ainda mais forte, a oração a Deus para que segure as mãos dos violentos, daqueles que semeiam morte; e para que a justiça e a paz reinem no mundo. No entanto, nossa terra continua sendo manchada pelo sangue de inocentes” – disse o Pontífice.

“Recebi com profunda tristeza a notícia dos atentados que novamente este ano, no dia do Nascimento de Jesus, levaram luto e dor a algumas igrejas da Nigéria. Gostaria de manifestar minha sincera e carinhosa presença junto à comunidade cristã e a todos os que foram atingidos por este absurdo gesto; e convido a rezarem ao Senhor pelas inúmeras vítimas” – prosseguiu.

Concluindo sua exortação, Bento XVI apelou para que com a colaboração de diversos componentes sociais, a segurança e a tranquilidade sejam recuperadas:

“Neste momento, quero repetir mais uma vez, com firmeza: a violência é um caminho que conduz exclusivamente à dor. O respeito, a reconciliação e amor são os caminhos para se chegar à paz”.

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Notícia:: Ataques a Igrejas Católicas no Natal deixam 40 mortos

Do Terra

Ataques a bomba contra igrejas durante as celebrações de Natal mataram 40 pessoas neste domingo na Nigéria, em meio à crescente violência, reivindicada por um grupo islâmico. A seita islamita Boko Haram assumiu a autoria do atentado contra a Igreja de Santa Teresa em Madalla, perto da capital, Abuja, que matou 35 pessoas, enquanto três outras explosões foram registradas em igrejas do país, uma delas na igreja evangélica da cidade de Jos, no centro, na qual morreu um policial que vigiava o templo, e em Damaturu, onde quatro pessoas faleceram.

“Somos responsáveis por todos os ataques dos últimos dias, inclusive a bomba na igreja de Madalla”, disse àAFP, em declarações por telefone, um porta-voz da Boko Haram, Abul Qaqa. “Continuaremos lançando ataques como estes no norte do país nos próximos dias”, advertiu a fonte.

O presidente nigeriano, Goodluck Jonathan, condenou os “atos de violência contra cidadãos inocentes, em uma injustificada afronta a nossa segurança e a nossa liberdade”. Jonathan prometeu que “o governo não vacilará em sua determinação de levar à Justiça todos os que perpetraram atos de violência hoje e no passado”.

O ministro do Interior, Caleb Olubolad, que visitou uma das igrejas atacadas, disse que “é como se ocorresse uma guerra interna no país”. “Devemos estar realmente à altura e enfrentar a situação”. A Casa Branca denunciou “a violência gratuita e as trágicas mortes no dia do Natal”.

“Estamos em contato com os responsáveis nigerianos pelo que parecem ser, no momento, atos terroristas”. Na quinta e na sexta-feiras, confrontos entre o grupo, que promove a criação de um Estado islâmico na Nigéria, e forças de ordem no nordeste do país deixaram 100 mortos. Segundo o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, o ataque foi fruto de um “ódio cego e absurdo”.

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