Um estudo sobre Maria, modelo perfeito da fé

Bom, passada a páscoa voltamos aos nossos estudos cotidianos. E estamos falando da Fé. No último post do estudo, estávamos apontando Maria como exemplo perfeito da nossa fé. Então para agilizar nosso estudo, resolvi fazer uma pesquisa em vários sites que freqüentemente acesso e assino embaixo. Fazer essa busca na internet sobre Maria, modelo perfeito da Fé Católica foi antes de tudo uma graça para mim. A devoção que tenho a Nossa Senhor é muito discreta. Discreta como ela sempre foi. Contemplar e meditar os seus atos é uma grande graça. Certamente alegra o coração de Deus aquele que o faz. Separei uma série de textos para você se aprofundar no assunto e meditar sobre a obediência de Maria. Boa leitura!

Maria. peregrina da Fé – Maria Santíssima, nossa Mãe, é bem-aventurada porque acreditou, isto é, porque viveu de Fé, peregrinou na Fé. Santa Teresinha de Lisieux, disse um dia que “um sermão para lhe agradar e fazer-Ihe bem, deveria mostrar-lhe a vida real da Virgem, não aquilo que se poderia supor e que esta vida real da Virgem deveria ter sido muito simples”. Também disse ela que “as pessoas apresentam a Virgem Maria como inalcançável e seria preciso mostrá-la imitável, fazendo aparecer as suas virtudes, dizendo claramente que Ela viveu de Fé”.

Maria meditava em seu coração todas estas palavras – O Concílio Vaticano II nos ensinou a ver Maria como a “figura” da Igreja, isto é, seu exemplo perfeito e sua primícia. Mas pode Maria servir de modelo à Igreja também em seu título de “Mãe de Deus”. Isso não só é possível, mas que alguns Padres da Igreja chegaram a dizer que, sem esta imitação, o título de Maria seria inútil para alguém: “De que me serve – diziam – que Cristo tenha nascido uma vez de Maria em Belém, se não nasce também pela fé em minha alma?”.

Influência da Virgem Maria na vida da Igreja – Maria precedeu-nos na via da fé: crendo na mensagem do anjo, ela é a primeira a acolher, e de modo perfeito, o mistério da Encarnação (cf. Redemptoris Mater, 13). O seu itinerário de crente inicia ainda antes do princípio da maternidade divina e desenvolve-se e aprofunda-se durante toda a sua experiência terrena. Maria educa os cristãos a viverem a fé como caminho empenhativo e envolvente, que, em todas as épocas e situações da vida, requer audácia e perseverança constante.

Não foi fácil a vida de Nossa Senhora – Gostei muito desse texto escrito pela Fernamda Maria Barroca, sobre as lutas de Nossa Senhora. De fato, Maria foi uma mulher guerreira, mas em toda essa sua vida de luta, Deus fez sobressair em Maria duas coisas: o silêncio e a fé.

Maria, a mulher perfeita – Nunca deveríamos nos cansar de olhar para Maria como modelo de toda mulher. Em Maria, virgindade e maternidade se fundem numa maravilhosa harmonia. Nela, contemplamos a maturidade afetiva que, integrada pela fé, oferece-nos um novo caminho de libertação e de alegria na própria vida.

Vida mariana – Sem dúvida, nos é impossível trazer na mente e no coração a figura de Maria, sem nos sentir movidos ao seu amor, sem experimentar a necessidade de lho demonstrar, procurando dar-lhe prazer e viver como verdadeiros filhos seus. Desse modo a vida “mariana”, isto é, a vida de intimidade com Maria, pode penetrar toda a nossa vida “cristã” e conduzir-nos à maior fidelidade no cumprimento dos deveres, porque nada pode agradar mais à divina Mãe do que ver os filhos cumprirem com amor a vontade do seu Jesus.

O mundo inteiro espera a resposta de Maria – Um texto muito lindo escrito pelo grande São Bernardo, abade e doutor da Igreja, séc. XII.

A Virgem Orante –  A Virgem Maria sempre foi considerada não só orante, mas mestra da oração. Na sua “escola” de silêncio e de contemplação se aprende a entrar em comunhão com Deus. À casa de Nazaré, devemos voltar muitas vezes para contemplar Maria na sua atitude orante à espera da vinda do Salvador, do libertador do seu povo. Em Maria, os sentimentos e a esperança do povo se fazem realidade. É a pobre de Javé que suplica e intercede, e Deus, olhando a sua sinceridade e humildade, a escolhe como mãe do seu Filho unigênito.

“A coragem que tiveste…” – Chega uma hora na vida, quando é preciso ter uma fé e uma esperança como aquela de Maria. Isso quando parece que Deus já não escuta as nossas súplicas, quando, se diria que ele desmente, a si mesmo e suas promessas, quando nos faz passar de derrota em derrota, e os poderes das trevas parecem triunfar em todas as frentes ao nosso redor, e dentro de nós se faz noite, como naquele dia “sobre toda a terra” (Mt 27,45).

Um coração mariano – O Papa João Paulo II tinha um coração profundamente mariano. Buscava no exemplo de Maria, ser um fiel seguidor de Jesus. Na sua encíclica sobre a Eucaristia, mais uma vez demonstrou a fineza de sua alma, quando nos ensinou que a Mãe de Jesus tem uma profunda ligação com o mistério do Santíssimo Sacramento da Eucaristia.

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