Vaticano participará de jornadas de patrimônio “A vida além da vida”

Foto: Catacumbas de São CalixtoDa ACI Digital

A Santa Sé participa também este ano nas Jornadas Européias do Patrimônio, uma manifestação promovida pelo Conselho da Europa na que tomam parte mais de 50 países do continente. O tema da jornada, que se celebra no domingo 25 de setembro, é: “A vida além da vida”. Segundo um comunicado feito público ontem, na elaboração do programa colaboraram a Pontifícia Comissão para os Bens Culturais da Igreja, os Museus Vaticanos e a Pontifícia Comissão de Arqueologia Sacra. Como parte destas jornadas européias, em 25 de setembro será possível visitar gratuitamente os Museus Vaticanos e todas as catacumbas de Roma que normalmente estão abertas ao público: São Calixto, Domitila, Priscila, Santa Inês e São Sebastião.

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Papa pede vocações para nova evangelização

Do Zenit

Bento XVI, neste último domingo, 18 de setembro de 2011, animou a pedir à Virgem Maria vocações para o serviço da nova evangelização, este domingo, ao introduzir a oração do Angelus com os peregrinos reunidos em Castel Gandolfo.

“Dirijamo-nos em oração à Virgem Maria, para que em toda a Igreja amadureçam vocações sacerdotais, religiosas e leigas para o serviço da nova evangelização”, disse.

O Papa afirmou que “hoje vivemos em uma época de nova evangelização. Vastos horizontes se abrem ao anúncio do Evangelho, enquanto regiões de antiga tradição cristã estão chamadas a redescobrir a beleza da fé”.

Ele destacou quem são os protagonistas desta missão: “homens e mulheres que, como São Paulo, podem dizer: ‘Para mim o viver é Cristo’”. São “pessoas, famílias, comunidades que aceitam trabalhar na vinha do Senhor, segundo a imagem do Evangelho deste domingo. Trabalhadores humildes e generosos que não pedem outra recompensa a não ser participar da missão de Jesus e da Igreja.”

“Queridos amigos, o Evangelho transformou o mundo, e ainda o está transformando, como um rio que rega um imenso campo”, afirmou o pontífice. Na internet, palavras do Papa no Angelus.

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Papa Bento XVI: Como perceber Deus?

Do Zenit

Em uma transmissão na TV pública alemã ARD nesse sábado, 17 de setembro de 2011, o Papa explicou a razão da viagem que realizará à Alemanha nos dias 22 a 25 deste mês.

“Não é turismo religioso e muito menos um show”, disse. “Do que se trata, diz o lema destes dias: Onde está Deus, aí há futuro. Deve se tratar do fato de que Deus volte ao nosso horizonte, este Deus com frequência totalmente ausente, de quem no entanto necessitamos tanto”.

“Talvez vocês me perguntem – prosseguiu o Papa: ‘Mas Deus existe? E se existe, Ele se ocupa verdadeiramente de nós? Podemos chegar até Ele?”

“Sim, é verdade: não podemos colocar Deus sobre a mesa, não podemos tocá-lo como um utensílio ou pegá-lo com a mão, como um objeto qualquer”. “Devemos desenvolver novamente a capacidade de percepção de Deus, capacidade que existe em nós. Podemos intuir algo da grandeza de Deus na grandeza do cosmos”.

“Podemos utilizar o mundo através da técnica, porque ele está construído de maneira racional. Na grande racionalidade do mundo podemos intuir o espírito do criador do qual provém, e na beleza da criação podemos intuir algo da beleza, da grandeza e também da bondade de Deus”, disse o Papa.

“Na Palavra das Sagradas Escrituras podemos escutar palavras de vida eterna que não vêm simplesmente dos homens, mas vêm d’Ele, e nelas escutamos sua voz”.

“E finalmente – afirmou Bento XVI –, quase vemos Deus também no encontro com as pessoas que foram tocadas por Ele. Não penso só nos grandes: de Paulo a Madre Teresa, passando por Francisco de Assis; mas penso em tantas pessoas simples das quais ninguém fala. No entanto, quando nos encontramos com elas, delas emana algo de bondade, sinceridade, alegria, e sabemos que aí está Deus e que Ele também nos toca”.

Por isso – prosseguiu o pontífice –, nestes dias queremos nos empenhar para voltar a ver Deus, para voltar nós mesmos a sermos pessoas pelas quais entre no mundo uma luz de esperança, que é luz que vem de Deus que nos ajuda a viver”.

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Estudo sobre Jesus Cristo: O verbo se fez carne, para nos dar a Vida Eterna

Lembro-me quando ouvi pela primeira vez, alguém me falar do Amor de Deus. Foi em um seminário de Vida no Espírito, na Comunidade Boa Nova em Recife. Na Antiga casa da Comunidade em Piedade. Na ocasião, a cada palavra do meu irmão Hamilton, meu coração ardia de felicidade. Estou relembrando esse fato, porque na medida em que estamos estudando sobre o Porquê do verbo se fazer carne, acabamos retomando aquela pregação primeira do Seminário de Vida no Espírito onde aprendemos que Deus é amor.

Conheço a RCC, já faz 22 anos. E cada vez que estudo sobre esse tema, eu descubro um novo aspecto do assunto. De fato. Deus é amor. Um amor que dá seu Filho Único por nós. Um amor que faz com que Deus permita que seu Filho, imagem e semelhança de Deus, tome a forma de homem para salvar uma criatura.

O Verbo se fez carne para que, assim, conhecêssemos o amor de Deus: “Nisto manifestou-se o amor de Deus por nós: Deus enviou seu Filho Único ao mundo para que vivamos por Ele” (1 Jo 4,9). “Pois Deus amou tanto o mundo, que deu seu Filho Único, a fim de que todo o que crer nele não pereça, mas tenha a Vida Eterna” (Jo 3,16). (CIC§458)

Entenda isso de uma vez por todas: Deus deseja para você e para mim, a eternidade. Nem mais nem menos. Deus quer te dar o céu. Quer restaurar a sua e a minha essência. Nós somos cidadãos do céu. E precisamos sim estar abertos a esse amor e disposto a concluir o caminho que Deus iniciou com seu Filho Jesus Cristo.

Por isso convido você a neste dia, rezar e pedir a Deus, a graça de desejar o céu. Querer o céu. Nem mais, e nem menos que isso. Pois foi por isso que Deus quis que o seu Filho, Jesus Cristo, o Verbo Eterno, se faça carne.

Pax Domini

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Estudo sobre Jesus Cristo: São Gregório de Nissa responde: Porque o verbo se fez carne?

Pax Domini! O nosso estudo da semana responde a seguinte pergunta: Por que o verbo se fez carne?

Uma das respostas a essa pergunta que mais refletiu na minh’alma foi a resposta dada por São Gregório de Nissa, santo nascido na Cesaréia (ou Capadócia). Teólogo, místico e escritor cristão. Padre da Igreja e irmão de São Basílio Magno. Ele disse que o verbo se fez carne por que:

Doente, nossa natureza precisava ser curada; decaída, ser reerguida; morta, ser ressuscitada. Havíamos perdido a posse do bem, era preciso no-la restituir. Enclausurados nas trevas, era preciso trazer-nos à luz; cativos, esperávamos um salvador; prisioneiros, um socorro; escravos, um libertador. Essas razões eram sem importância? Não eram tais que comoveriam a Deus a ponto de fazê-lo descer até nossa natureza humana para visitá-la, uma vez que a humanidade se encontrava em um estado tão miserável e tão infeliz (São Gregório de Nissa)

Como vimos em estudos anteriores, o pecado maculou nossas almas. É preciso entender que para vencer o pecado era necessária a força de um Deus. Se você pegar o Antigo Testamento, você não vai encontrar nenhum sacerdote perdoando os pecados. Isso por que, antes da vinda de Jesus ninguém tinha esse poder. Por isso São Gregório de Nissa foi enumerando os motivos. Foi mostrando que nossa natureza jamais seria restaurada sem a vinda de Jesus Cristo.

Só Jesus pode perdoar os pecados. Só deus poderia restaurar as nossas almas.

E o verbo se fez carne, e habitou entre nós…

Pax Domini

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Estudo sobre Jesus Cristo: O Amor que Salva o mundo…

Um dos nossos primeiros estudos teve o seguinte Título: Fundamentos da Fé Católica. Nesse estudo, nós vimos que todo homem tem sede da verdade. Todo homem busca e anseia a verdade. Vimos também que o pecado nos afastou de Deus. Fez com que o homem perdesse aquilo que era original nele, ou seja, a sua intimidade com Deus.

Nesse estudo vimos também que Deus, vendo e sabendo que o homem não poderia por si só conhecer a verdade, enviou seu próprio Filho para nos reconciliarmos com o Pai e conhecermos a verdade em plenitude.

Deus revelou-se plenamente enviando seu próprio Filho, no qual estabeleceu sua Aliança para sempre. O Filho é a Palavra definitiva do Pai, de sorte que depois dele não haverá outra Revelação. (CIC§73)

Por isso hoje nós vamos conversar sobre o versículo que em minha opinião é um dos mais lindos versículos de toda a bíblia: Jo 3,16.

O Verbo se fez carne para salvar-nos, reconciliando-nos com Deus: “Foi Ele que nos amou e enviou-nos seu Filho como vítima de expiação por nossos pecados” (1Jo 4,10). “O Pai enviou seu Filho como o Salvador do mundo” (1Jo 4,14). “Este apareceu para tirar os pecados” (1Jo 3,5) (CIC§457)

Quando nos perguntamos sobre o porquê que o verbo se fez carne, é nesse versículo que encontramos a resposta.

Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. (Jo 3,16)

Por isso, é preciso antes de tudo saber que o Verbo se fez carne por amor. Foi por amor e só por amor. Um amor tão grande e tão profundo, que por mais que se queira explicar… Simplesmente é inexplicável. É mistério. Como um Deus pode amar tanto a um homem. Como um criador pode tanto amar uma criatura, ao ponto de permitir que seu Filho assuma a forma de uma criatura e dê a vida por ela…

Por isso dizemos que o Amor salva o mundo. Porém não é um amor qualquer. Não é o amor de um homem para com uma mulher. Não é um amor de Pai para filho, por mais lindo e significativo que seja. O amor que salva o mundo é o amor de um Deus pela humanidade. É um amor que nos ensina a viver sem pecar, pelo simples fato que, quanto mais amarmos, mais faremos a vontade de Deus a nosso respeito: A santificação.

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