Estudo sobre a juventude de Jesus:: Pai como José; Mãe como Maria; Filho como Jesus…

A submissão de Jesus a sua Mãe e a seu pai legal cumpre com perfeição o quarto mandamento. Ela é a imagem temporal de sua obediência filial a seu Pai celeste. A submissão diária de Jesus a José e a Maria anunciava e antecipava a submissão da Quinta-feira Santa: “Não a minha vontade…” (Lc 22,42). A obediência de Cristo no cotidiano da vida condida inaugurava já a obra de restabelecimento daquilo a desobediência de Adão havia destruído. (CIC§532)

É impossível não ler esse parágrafo do Catecismo da Igreja Católica e não pensar nas famílias de hoje em dia. Impossível não olhar para a Sagrada Família e não comparar com as famílias que temos… Quanto nos falta. Se por um lado os pais gostariam que seus filhos fossem obedientes como Jesus era obediente, os filhos bem que desejavam ter uma mãe ou um pai como Maria e José. Queremos que o outro seja modelo, no entanto, nós é quem devemos ser os modelos. Você filho, precisa querer ser um filho como Jesus. Você mãe, precisa querer ser como Maria. Você Pai, precisa querer ser como José.

Todavia, olhando para as famílias de hoje, vemos um enorme empurra empurra quanto as responsabilidades, e assim as famílias vão definhando. Já não se ensina mais aos filhos a obediência e a submissão. Os pais já não tem valores para serem passados. Hoje os pais querem ser “amigos” dos filhos, mas esquecem que deveriam ser “pais” de seus filhos. Se Deus os fez Pai e Mãe, sejam Pais e Mães. Maria e José eram dóceis. Mas também eram firmes. Maria e José eram amorosos. Mas sabiam por limites. Jesus era o Rei do Universo. Mas em casa era filho. Tinha hora. Tinha tarefas. Tinha deveres. Tinha direitos.

É preciso que tanto os pais como os filhos, se coloquem nos seus devidos lugares e se ponham no lugar da família de Nazaré. Aos pais, cabe educar. Aos filhos cabe obedecer e aprender. A todos cabe o amor.

Pai, seja Pai de verdade.
Mãe, seja mãe como Maria.
Filho, espelhe-se em Jesus.

O Catecismo diz que Jesus só conseguiu dizer o sim a vontade de Deus, naquela quinta-feira Santa, porque soube dizer sim ao Pai da Terra quando criança. Os nossos grandes “sins” são feitos dos outros pequenos. Muitas vezes queremos ser missionários, evangelizadores que dizem o seu sim a coisas tão difíceis, mas não damos o nosso sim a coisas tão fáceis. Pense nisso!

Dominus Vobiscum

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