Notícia:: Comissão médica do Vaticano aprova milagre pela intercessão de Nhá Chica

Do ACI Digital

Nesta quinta-feira, a comissão médica da Congregação das Causas dos Santos aprovou por unanimidade o milagre ocorrido por intercessão da Venerável Serva de Deus Nhá Chica em favor da senhora Ana Lúcia Meirelles Leite.

A grande graça atribuída a Nhá Chica refere-se à professora Ana Lúcia Meirelles Leite, de Caxambu (MG). Ana Lúcia foi curada de um problema congênito muito grave no coração, sem precisar passar por cirurgia, apenas pelas orações de Nhá Chica. O fato realizou-se em 1995.

Em entrevista concedida ao site oficial do Santuário e da ABNC (Associação Beneficente Nhá Chica), Ana Lúcia conta sua história:

“Eu sentia cansaço, não subias escadas, tudo era muito cansativo. NA adolescência tive umas ausências, uma espécie de desmaio, mas eu nunca pensei que pudesse ser alguma coisa relacionada ao coração.

“Os médicos me mandaram para Varginha, para Belo Horizonte e finalmente São Paulo. Foram dezenas de exames apontando um problema cardíaco. Os especialistas, alguns dos melhores do país, chegaram a conclusão que o meu caso era cirúrgico. Só mesmo uma cirurgia poderia resolver o problema”.

“Eu estava com uma passagem de sangue no coração que causava uma hipertensão pulmonar também alta. Eu tinha que fazer uma sutura no coração, tampar o buraco que existia e que deixava o sangue sair. Em São Paulo, a equipe do Dr. Sérgio Almeida, um dos mais renomados cardiologistas do Brasil, do Hospital Beneficência Portuguesa detectou uma comunicação nas aurículas. Era um buraco bem grande no coração. O médico recomendou uma cirurgia urgente”, afirmou.

Entretanto Ana Lúcia não podia ser operada devido a uma febre e outras complicações que começou a apresentar. Depois de rezar intensamente a Nhá Chica a mulher começou a sentir-se melhor. Ana Lúcia relata o que o médico lhe disse após este período:

“A senhora insiste em dizer que não está operada?” Eu respondi: “Dr. Fernando, eu ia operar, não fui e só voltei hoje, seis meses depois para fazer este exame”. Ai ele respondeu: – “O que a senhora tinha que fazer numa cirurgia já está feito! E muito bem feito. Eu cheguei a injetar um liquido pra passar pelo buraco onde a senhora tinha a passagem de sangue. O liquido voltou. Não existe mais a passagem. E o mais estranho é que a hipertensão pulmonar da senhora que era muito alta, não tem mais, está normal. E isto não aconteceria se não tivesse fechado aquela passagem”.

Desta forma, a Venerável Serva de Deus dá mais um passo em direção à beatificação. Em janeiro deste ano, foram reconhecidas suas virtudes heróicas e Nhá Chica foi proclamada venerável.

Segundo informou a Rádio Vaticano resta agora, passar pela comissão de cardeais e bispos que devem confirmar a opinião dos médicos e depois o Papa assinar o decreto de beatificação e marcar a data.

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Notícia:: Censura anticristã nas novas mídias

Do Portal Zenit

Um estudo do National Religious Broadcasters (NRB), da Virgínia, Estados Unidos, aponta graves problemas no tratamento que as novas plataformas de comunicação dão à religião.

Com o título “True Liberty in a New Media Age: An Examination of the Threat of Anti-Christian Censorship and Other Viewpoint Discrimination on New Media Platforms” (Liberdade Verdadeira numa Nova Era Midiática: Análise da Ameaça da Censura Anticristã e da Discriminação de outras Opiniões nas Novas Plataformas), o informe analisa principalmente o Google, a Apple, o Facebook e o Twitter.

Segundo o seu próprio site, a NRB é uma associação internacional apolítica de comunicadores cristãos. Seu relatório expressa preocupação com o fato de um pequeno número de grandes empresas controlarem a indústria da internet: “Nossa conclusão é de que as ideias e outros conteúdos religiosos cristãos enfrentam um perigo claro de censura nas plataformas de comunicação baseadas na rede”.

Algumas empresas já proibiram o conteúdo cristão, enquanto outras estabeleceram diretrizes que no futuro podem levar à censura, diz o informe.

Apple

A Apple bloqueou, em duas ocasiões, aplicações cristãs na loja iTunes devido ao conteúdo religioso.

Em novembro de 2010, retirou seu apoio à Declaração de Manhattan. É uma declaração das crenças cristãs sobre o casamento, a santidade da vida e a liberdade religiosa. Um dos pontos da declaração dizia que a conduta homossexual é imoral, o que, segundo o ponto de vista de Apple, é ofensivo.

Em março de 2011, a Apple censurou também uma aplicação da Exodus International, instituição cristã que diz ajudar pessoas a sair do estilo de vida homossexual. De novo, a empresa declarou que a aplicação era ofensiva e violava suas diretrizes.

Em julho de 2011, a Apple tirou o iTunes da Christian Values Network, um portal que financia organizações de caridade. A empresa informou que a decisão se baseava em reclamações de que algumas organizações assistenciais tinham posturas críticas quanto às iniciativas em favor dos direitos dos homossexuais.

O estudo conclui que, no geral, a política da Apple quanto às suas aplicações é vaga e confusa. Quando se trata de sátiras, humor ou comentários políticos, as normas são diferentes dos casos religiosos, dando ampla margem à livre publicação de conteúdo.

Google

O Google, segundo o relatório, se negou a colocar em seu motor de busca um anúncio pró-vida cristão do Christian Institute, com base na “política de não permitir publicidade relacionando aborto e religião”.

O Christian Institute processou a empresa, que acabou mudando sua política de não permitir anúncios sobre o aborto por parte de grupos religiosos. Porém, o Google ainda bloqueia qualquer anúncio sobre o aborto que contenha a frase “o aborto é assassinato”, afirmação considerada “horripilante”.

Outro problema destacado no informe tem a ver com as diretrizes do Google para suas ferramentas web. O uso gratuito ou com descontos não se aplica a igrejas, grupos religiosos ou organizações que levem em consideração a religião ou orientação sexual ao contratar seus empregados. Segundo a NRB, as igrejas cristãs que solicitaram ao Google o status de “organizações sem fins lucrativos” tiveram o pedido negado.

Quando operou na China com uma versão local, o Google também expressou concordância em cooperar com o governo para bloquear listas de palavras relacionadas com o grupo religioso Falun Gong e o Dalai Lama.

O informe da NRB cita ainda o testemunho de Scott Cleland, ex-subsecretário adjunto norte-americano para Políticas de Informação e Comunicação, que declara que “o Google rejeita os valores tradicionais judaico-cristãos”.

Segundo o informe, o Facebook também censura, apagando comentários anti-homossexuais e mantendo parcerias com organizações que promovem a agenda homossexual.

O discurso do ódio

Com exceção do Twitter, a política das principais plataformas web tem definições muito difusas do que consideram “o discurso do ódio”, criticado pelo informe como um perigo para a liberdade de expressão. O Facebook, por exemplo, proíbe “conteúdo religioso incitante e agendas político-religiosas”.

As normas do Google bloqueiam conteúdo publicitário que critique grupos por sua religião, orientação sexual ou identidade de gênero. O informe indica que esta prática elimina a publicidade dos grupos cristãos pró-família, que se opõem a grupos de defesa dos homossexuais que promovem a legalização do casamento do mesmo sexo. Implica também que as críticas a outras religiões ou seitas teologicamente equivocadas violam a política do Google.

Segundo o estudo, os provedores de serviços de internet Comcast, AT&T e Verizon também violam a liberdade de expressão e suas normas permitiriam censurar qualquer conteúdo cristão.

O informe pede a essas empresas que mudem de política, garantindo a liberdade de expressão e renunciando à censura dos legítimos pontos de vista cristãos.

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Notícia:: O Papa anuncia “Ano da Fé” para 2012

Do ACI Digital

Na homilia da Missa que presidiu esta manhã na Basílica de São Pedro, o Papa Bento XVI anunciou para o ano 2012 o “Ano da Fé” que se estenderá até 2013.

O Santo Padre fez o anúncio durante a Eucaristia conclusiva do encontro “Novos evangelizadores para a nova evangelização” realizado este fim de semana no Vaticano no qual participaram, entre outros, o tenor italiano Andrea Bocelli, Luiza Santiago da Canção Nova e a irmã Verônica Berzosa.

O Papa explicou que este Ano da Fé começará no dia 11 de outubro de 2012, no 50º aniversário da inauguração do Concílio Vaticano II e concluirá em 24 de novembro de 2013, na Solenidade de Cristo Rei do Universo.

O Concílio Vaticano II é um dos eventos mais importantes na história da Igreja. Realizou-se entre 1962 e 1965 congregando bispos de todo o mundo. Produziu um corpo de doutrina que busca promover a fé católica, renovar a vida dos fiéis, adaptar a liturgia e animar a presença dos leigos na vida da Igreja.

Ao anunciar o Ano da Fé, o Papa disse que este tempo procura “dar um renovado impulso à missão de toda a Igreja, para conduzir os homens longe do deserto no qual muito freqüentemente se encontram em suas vidas à amizade com Cristo que nos dá sua vida plenamente”.

Este Ano da Fé, disse o Santo Padre, “será um momento de graça e de compromisso por uma cada vez mais plena conversão a Deus, para reforçar nossa fé nele e para anunciá-lo com gozo ao homem de nosso tempo”.

Os detalhes deste Ano da Fé serão explicados nos próximos dias por Bento XVI através de uma carta apostólica.

O Papa recordou logo no Ângelus que um de seus predecessores, o Beato Paulo VI, também convocou a um Ano da Fé similar, em 1967, ao cumprir-se 900 anos do martírio de São Pedro e São Paulo.

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Série Espiritualidade:: Você sabe o que significa Ascese?

A as­ce­se cristã é o esforço que fazemos para domínarmos os nossos sentidos, corrigirmos as nossas más tendências e vivermos um processo de libertação interior. A Ascese é algo de grande importância no processo de santificação pessoal, sobretudo na fase inicial, ou seja para o processo que vivo hoje (não sei como está o seu processo de santificação). Também se lhe dá o nome de mor­ti­ficação. A Igreja propõe aos fiéis co­mo algumas das práticas ascéticas, o jejum e a abs­ti­nên­cia nos dias penitenciais. Jesus e os San­tos ensinaram, por palavras e exem­plos de vida, a prática equilibrada da ascese cristã.

A Teologia consagra-lhe uma disciplina própria, a Teologia As­cética, indissociável da Teologia Mís­tica, focando, a primeira, as práticas purificadoras e libertadoras de que o cristão movido pela graça tem a iniciativa, e, a segunda, os dons espirituais concedidos gratuita­men­te pelo Espírito Santo para um avanço mais rápido nos caminhos da santidade. Dentro do nosso dia a dia, podemos com prudência e o auxílio dos nossos Diretores Espirituais, fazermos mortificações necessárias para o nosso bem estar. Como por exemplo, renunciar um programa de TV, um vício como cigarro, uma festa que você gostaria de ir, um doce… Enfim, é preciso ir dando pequenos passos, deixando coisas, atitudes, vícios, velhos hábitos… O que você acha disso?

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Estudo sobre Jesus no deserto – Tentações e vitórias:: A escolha entre o perecível e passageiro, ou o eterno

No final dessa permanência, Satanás o tenta por três vezes procurando questionar sua atitude filial para com Deus (CIC§538)

Pegando o Evangelho de São Lucas, no capítulo quatro, vemos a primeira tentação do demônio sobre Jesus:

Disse-lhe então o demônio: Se és o Filho de Deus, ordena a esta pedra que se torne pão.(Lc 4,3)

Quando vemos essa “sugestão” do demônio, logo imaginamos que a intenção do demônio era de fazer Jesus usar o seu poder (de Filho de Deus, e portanto Deus) para saciar sua fome. Porém como diz o Monsenhor Jonas Abib, o demônio fala nas entrelinhas. Ele é astuto. A intenção do demônio era muito pior. E quando você entender qual era essa intenção, você verá que muitas vezes no seu dia, você é tentado da mesma forma.

Vamos analisar a situação: Jesus estava em jejum a quarenta dias e quarenta noites. Estava sozinho e faminto. Mas o que Jesus fazia lá no deserto? Podemos afirmar que Jesus alimentava a alma, fortalecia a alma. Enquanto o corpo sofria a fome, a alma estava sendo alimentada.

Só que, humanamente falando, não vemos a nossa alma sendo alimentada. Não existe um ponteiro que vemos dizendo quando está cheia ou vazia. A tentação que Jesus vive nesse momento é: entre a fome que Ele sente, e o alimento espiritual que Ele não sente. Entre aquilo que é visível, mas transitório, ou aquilo que é invisível porém eterno. A tentação do demônio é quebrar a preparação que Jesus fazia para o tempo que Ele ia viver. A tentação do demônio era fazer com que Jesus escolhesse o que passa, ao invés de escolher o que não passa.

Muitas vezes nós, preferimos o que vemos, sentimos e tocamos ao invés de optarmos por aquilo que a um primeiro plano não vemos. Quando deixamos de esperar a pessoa certa, para ficar com a errada, quando deixamos de esperar e confiar em Deus para dar jeitinho nas coisas, estamos caindo nesse mesmo tipo de tentação.

Muitas pessoas acabam escolhendo o que está a mão, usando do ditado: melhor um pássaro na mão do que dois voando. Porém as vezes o pássaro que está na mão é um urubu, que cheira carniça, come carniça e causa um transtorno terrível trazendo lixo para sua casa. Jesus prefere o que é eterno, ou seja, a palavra de Deus. Ele prefere seguir na sua preparação do que dar um “jeitinho” e transformar a pedra em pão.

Não seja burro (desculpe mas a palavra é essa mesmo: Quem peca é burro de burrice). Quando o demônio lhe tentar entre o que é perecível e passa, e o que é eterno, escolha corretamente. Diga como Jesus:

Está escrito: Não só de pão vive o homem, mas de toda a palavra de Deus (Lc 4,4)

Creia nas promessas de Deus. Elas se cumprem.

Pax Domini

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Estudo sobre Jesus no deserto – Tentações e vitórias:: Papa Bento XVI nos fala sobre a primeira tentação do demônio a Jesus no deserto

Nesse estudo que estamos fazendo quero deixar aqui, uma pequena parte do Grande Livro do Papa Bento XVI – Jesus de Nazaré. Aqui ele explica um pouco do que seria a intenção do demônio com a primeira tentação. Se possível, ainda hoje irei escrever sobre isso.

São Mateus e São Lucas narram três tentações de Jesus, nas quais espelha a luta por causa da sua missão. O núcleo de toda tentação é colocar Deus de lado, o qual, junto às questões sobre o sentido da vida, aparece como algo secundário, se não mesmo de supérfluo e incômodo. Ordenar, construir o mundo de um modo autônomo, sem Deus; reconhecer como realidade apenas as realidades políticas e materiais e deixar de lado Deus, tendo-o como uma ilusão: aqui está a tentação que de muitas formas hoje nos ameaça.

Pertence à essência da tentação o seu aspecto moral: ela não nos convida diretamente para o mal, isso seria grosseiro. Ela pretende mostrar o que é melhor para nós: por finalmente de lado as ilusões e dedicar-se de todas as formas à melhoria do mundo. Além disso, ela se apresenta com a pretensão do verdadeiro realismo: o real é o que aparece (poder e pão); as coisas de Deus, ao contrário, aparecem como um mundo irreal, secundário, do qual não se tem nenhuma necessidade. Trata-se portanto de Deus.

É Ele o real, a realidade mesma, ou não é nada? É o bem, ou devemos nós mesmos inventa-lo? A questão acerca de Deus é a questão fundamental que se levanta na encruzilhada da existência humana. O que é que o redentor do mundo deve ou não fazer: é disto que se trata nas tentações de Jesus. O tentador diz a Ele:

“Se és o Filho de Deus, ordena que estas pedras se transformem em pão” ( Mt 4,3)

…estas palavras serão ditas, pouco depois, pelos escarnecedores junto a cruz:

“Se és o Filho de Deus, então desce da cruz…” (Mt 27,40)

Escárnio e tentação andam aqui perfeitamente juntos: para se tornar digno de fé, Jesus deve apresentar a prova para a sua pretensão.

Esta exigência de prova percorre toda a história da vida de Jesus, visto que constantemente o acusam de não ter provado suficientemente pois não realizou o grande milagre que retirasse toda a ambigüidade e toda a contradição e que a todos clara e indiscutivelmente mostrasse que Ele era ou não. E esta exigência a respeito de Deus, de Cristo e da Igreja tem sido constantemente mantida ao longo de toda a história: “Se tu existe, ó Deus, então Tu mesmo Te deves mostrar. Então deves retirar as nuvens do Teu escondimento e dar-nos a clareza que pretendemos. Se Tu, Cristo, és realmente o Filho e não um dos iluminados, como sempre aparecem na história, então Tu deves mostrar isso de um modo muito mais claro do que fazes. E então Tu deves dar à Tua Igreja, se ela deve ser verdadeiramente deve ser Tua, uma outra medida de clareza, diferente daquela que na realidade tem.”

Trecho do livro: Jesus de Nazaré – Papa Bento XVI

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Estudo sobre Jesus no deserto – Tentações e vitórias:: Preparar-se para o combate: Uma necessidade

No final dessa permanência (os quarenta dias que passou no deserto), Satanás o tenta por três vezes procurando questionar sua atitude filial para com Deus. Jesus rechaça esses ataques que recapitulam as tentações de Adão no Paraíso e de Israel no deserto, e o Diabo afasta-se dele “até o tempo oportuno” (CIC§538)

Ainda vamos falar muito desse parágrafo 538 do Catecismo da Igreja Católica. Se você percebeu, ainda estamos nos referindo a ele, pois é muito rico. Eu meio que fui dividindo esse parágrafo pois ele fala de três realidades distintas: o deserto, o jejum e as tentações.

Já falamos aqui sobre as duas primeiras partes. Agora vamos entrar no terceiro aspecto:as tentações sofridas e vencidas por Jesus.

E já chamo a atenção para um aspecto: Tanto a palavra de Deus, quanto esse versículo (que obviamente se baseia na palavra) afirmam que as tentações aconteceram ao fim dos quarenta dias. E o que isso quer dizer?

Quer dizer que houve um tempo de preparação. Jesus viveu um tempo de intensa oração e e intenso jejum para poder combater o inimigo. O demônio só investiu contra Jesus quando esse tempo estava completo. Para enfrentarmos o mal, é necessário estarmos espiritualmente preparados, além de contarmos muito com a graça de Deus. Quando vamos lutar em uma guerra, ou até mesmo usando de um outro exemplo, quando vamos jogar algum esporte, é preciso um tempo de treino, de preparação.

Às vezes queremos lutar contra o mal, mas não nos colocamos em treino, como o próprio Jesus fez. Achamos é fácil, que é simples. Menosprezar o inimigo, não nos faz vencê-lo. Ao contrário. Em guerras, todos que menosprezaram os inimigos, sucumbiram.

Eu já fui militar. Se vocês não sabem, sou Oficial da Reserva do Exército. Nessa organização, nós fazíamos treinamento físico todos os dias. Às vezes fazíamos corrida, outros dias, treinamentos com toras, outros dias praticávamos esportes… Mas fazíamos isso não para ficarmos em forma. Fazíamos isso porque estávamos no exército. E no exército precisamos estar prontos, pois não sabemos o dia e nem a hora em que o inimigo pode nos atacar.

Se a preparação física é árdua e cansativa, mais ainda e a preparação espiritual. Exige disposição e atitude.

É preciso preparar-se para a batalha, pois quem serve a Deus automaticamente tem a Satanás como inimigo. Por isso faça como Jesus. Se prepare para o combate espiritual. Se arme com o jejum, o silêncio e a oração. O combate vai ser esse até o céu.

Dominus Vobiscum

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