Notícia:: Estudo constata relação entre HPV (Doença Sexualmente Transmissível) e ataques cardíacos

Do Notícias Pró-Família

Cuidado! Sexo promíscuo pode fazer mais do que partir seu coração. Pode te matar!

Uma doença sexualmente transmissível resistente às camisinhas, o vírus do papiloma humano (HPV), conhecido como a principal causa do câncer do colo do útero, tem também sido ligado a um risco maior de ataque do coração, de acordo com uma nova pesquisa divulgada nesta semana.

Mulheres com variantes provocadoras de câncer do vírus do papiloma humano (HPV) podem estar em risco maior de sofrer doença cardiovascular (DCV) e derrame cerebral, mesmo quando não está presente nenhum fator de risco para o DCV.

Pesquisadores da Seção Médica da Universidade do Texas (conhecida como UTMB) em Galveston são os primeiros a investigar uma conexão potencial entre DCV e HPV, uma das infecções sexualmente transmissíveis mais comuns nos EUA. As descobertas deles foram publicadas na edição de 1 de novembro da Revista do Conselho Americano de Cardiologia.

“Aproximadamente 20 por cento dos indivíduos com DCV não mostram nenhum fator de risco, indicando que outras causas ‘não tradicionais’ podem estar envolvidas no desenvolvimento da doença. O HPV parece ser um desses fatores de risco entre as mulheres”, disse o principal autor Dr. Ken Fujise, diretor da Divisão de Cardiologia da UTMB.

Fujise e seus colegas creem que a ligação pode ser devido ao papel do HPV na inativação de dois genes que suprimem tumores, o p53 e a proteína retinoblastoma (pRb).

“Se esse mecanismo biológico for comprovado, uma droga composta que inibe a inativação do p53 poderia ajudar a impedir o DCV nas mulheres que já estão infectadas com o HPV”, disse Fujise.

O estudo analisou aproximadamente 2.500 mulheres entre as idades de 20 a 59 usando dados de seções transversais da Pesquisa Nacional de Exame de Nutrição e Saúde do período 2003-2006.

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A Transfiguração :: O Pai confirma o ministério do Filho

No limiar da vida pública, o Batismo; no limiar da Páscoa, a Transfiguração. Pelo Batismo de Jesus “declaratum fuit mysterium primae regenerationis – foi manifestado o mistério da primeira regeneração“: o nosso Batismo; a Transfiguração “est sacramentum secundae regenerationis – é o sacramento da segunda regeneração”: a nossa própria ressurreição. Desde já participamos da Ressurreição do Senhor pelo Espírito Santo que age nos sacramentos do Corpo de Cristo A Transfiguração dá-nos um antegozo da vinda gloriosa do Cristo, “que transfigurar nosso corpo humilhado, conformando-o ao seu corpo glorioso” (Fl 3,21). Mas ela nos lembra também “que é preciso passarmos por muitas tribulações para entrarmos no Reino de Deus” (At 14,22) (CIC§556)

Lendo o Catecismo eu nos deparamos com diversos fatos interessantes acerca da transfiguração. Vimos alguns deles nos posts anteriores. Porém, gostaria de fazer a mesma comparação que o catecismo faz usando o episódio da transfiguração e do seu batismo que deu início a sua vida pública. Nós já estudamos o batismo de Jesus aqui no blog. Caso você queira ouça o podcast sobre o batismo de Jesus clicando aqui.

Bom, vamos a comparação. Vimos que no batismo de Jesus, o Pai se manifestou publicamente e diversos sinais foram visíveis por todos que lá estavam (o céu que se abriu, o Espírito em forma de pomba que desceu sobre sua cabeça, a voz que veio do céu…) O interessante é que na transfiguração nós vemos manifestações de Deus muito semelhantes. Ao invés da pomba, os discípulos veem a nuvem. A face de Jesus se transfigura. Mais uma vez uma voz vem do céu.

A transfiguração é a segunda manifestação do Pai que é visível ao ser humano. No batismo de Jesus, muitos viram as manifestações e sairam anunciando. Na transfiguração, apenas três homens viram o “espetáculo” (imagina se você presenciasse tal fato… Será que esqueceria? Jamais…)

“O interessante é que depois do batismo, Jesus vai ao deserto. Depois da transfiguração, Jesus vai para a cruz”.

Para mim, é como se o Pai viesse confirmar o ministério de Jesus. É o momento de intimidade de amor do Pai para com o Filho que vai até as últimas consequências para fazer a vontade desse mesmo. É a explosão de amor deles (o Espírito Santo) que se manifesta.

Amigo leitor não se esqueça disso: Nós hoje participamos desse momento sublime e místico pela ação do Espírito Santo, quando vivemos os Sacramentos. Perceba a força dos sacramentos… Quando você comunga ou confessa por exemplo, você participa de uma forma mística que eu não sei explicar esse momento fantástico. Agora, do mesmo modo, esse momento nos serve para lembrar, que Jesus, por que não negou a sua cruz e foi até o fim, foi amado pelo Pai dessa forma, de uma forma inexplicável e quando nós vivemos (de uma parcela infinitamente menor) as nossas lutas, sem fugir delas, mas nos unindo ao corpo místico de Cristo, carregando nossa cruz e passando pelas tribulações, mesmo que não possamos sentir essa presença, esse toque, estamos sendo amados pelo Pai com a mesma intensidade.

Óbvio que você não vê com seus olhos o céu descer. Nem eu vejo. Somos limitados. Mas com certeza isso acontece e quando acontece, estamos dando mais um passo rumo ao Reino de Deus.

Pax Domini

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Evangelho do Dia:: Trabalhar com as própias mãos, para poder fazer o bem

Do Evangelho Quotidiano

aquele tempo, disse ainda Jesus aos discípulos: Havia um homem rico, que tinha um administrador; e este foi acusado perante ele de lhe dissipar os bens. Mandou-o chamar e disse-lhe: ‘Que é isto que ouço a teu respeito? Presta contas da tua administração, porque já não podes continuar a administrar.’ O administrador disse, então, para consigo: ‘Que farei, pois o meu senhor vai tirar-me a administração? Cavar não posso; de mendigar tenho vergonha. Já sei o que hei de fazer, para que haja quem me receba em sua casa, quando for despedido da minha administração.’ E, chamando cada um dos devedores do seu senhor, perguntou ao primeiro: ‘Quanto deves ao meu senhor?’ Ele respondeu: Cem talhas de azeite.’ Retorquiu-lhe: ‘Toma o teu recibo, senta-te depressa e escreve cinquenta.’ Perguntou, depois, ao outro: ‘E tu quanto deves?’ Este respondeu: ‘Cem medidas de trigo.’ Retorquiu-lhe também: ‘Toma o teu recibo e escreve oitenta.’ O senhor elogiou o administrador desonesto, por ter procedido com esperteza. É que os filhos deste mundo são mais sagazes que os filhos da luz, no trato com os seus semelhantes.

Comentário Do Evangelho do dia feito por São Josemaría Escrivá de Balaguer (1902-1975), presbítero, fundador

Convém não esquecer, portanto, que esta dignidade do trabalho está fundamentada no amor. […] O homem não pode limitar-se a fazer coisas, a construir objetos. O trabalho nasce do amor, manifesta o amor, ordena-se ao amor. Reconhecemos Deus não só no espectáculo da Natureza, mas também na experiência do nosso próprio trabalho, do nosso esforço. O trabalho é, assim, ação de graças, porque nos sabemos colocados por Deus na terra, amados por Ele, herdeiros das Suas promessas. É justo que se nos diga: quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus (1Co 10,31). O trabalho é também apostolado, ocasião de entrega aos outros homens, para lhes revelar Cristo e levá-los até Deus Pai, consequência da caridade que o Espírito Santo derrama nas almas. Entre as indicações que São Paulo dá aos de Éfeso sobre a forma como deve manifestar-se a mudança que representou para eles a sua conversão, […] encontramos esta: o que furtava, não furte mais, mas trabalhe, ocupando-se com as suas mãos nalguma tarefa honesta, para ter com que ajudar a quem tenha necessidade (Ef 4,28). Os homens têm necessidade do pão da terra que sustente as suas vidas e também do pão do Céu que ilumine e dê calor aos seus corações. Com o vosso próprio trabalho, com as iniciativas que se promovam a partir dessa ocupação, nas vossas conversas, no convívio com os outros, podeis e deveis concretizar esse preceito apostólico. Se trabalhamos com este espírito, a nossa vida, no meio das limitações próprias da condição terrena, será uma antecipação da glória do Céu, dessa comunidade com Deus e com os santos, na qual só reinará o amor, a entrega, a fidelidade, a amizade, a alegria. Na vossa ocupação profissional, corrente e ordinária, encontrareis a matéria – real, consciente, valiosa – para realizar toda a vida cristã, para corresponder à graça que nos vem de Cristo.

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A Transfiguração :: A nuvem e a voz

A nuvem indica a presença do Espírito Santo: “Tota Trinitas apparuit: Pater in voce; Filius in homine, Spiritus in nube clara – A Trindade inteira apareceu: o Pai, na voz; o Filho, no homem; o Espírito, na nuvem clara. (CIC§555)

Ainda ontem no post que escrevi eu tentei mostrar o porque que Moisés e Elias apareceram na transfiguração. A lei e os profetas. Eles simbolizavam essa verdade e mostrá-los juntos conversando com Jesus, foi no intuito de dizer aos discípulos que ali estava alguém maior que a Lei e maior que os profetas.

Porém hoje eu queria falar de outra presença forte naquele momento que fora simbolizada pela presença de uma nuvem e de uma voz: A Santíssima Trindade.

Enquanto ainda assim falava, veio uma nuvem e encobriu-os com a sua sombra; e os discípulos, vendo-os desaparecer na nuvem, tiveram um grande pavor. Então da nuvem saiu uma voz: Este é o meu Filho muito amado; ouvi-o! (Lc 9,34-35)

Junto com a voz que veio do céu (voz do Pai), a nuvem (Espírito Santo) simboliza que ali naquele momento a Santíssima Trindade estava de acordo. Não apenas a Lei e os profetas, mas a prória Trindade concordava com o caminho que Jesus trilharia.

Isso em meu coração só fortalece aquilo que eu já dizia: Às vezes, embora Deus não nos mande sofrimento, Ele permite que passemos por alguns sofrimentos para nos levar a glória. O sofrimento nos forma, ou melhor nos conforma a vontade de Deus.

Quando eu digo conformar, estou usando o termo para definir “tomar a forma”, como uma massa de bolo que quando é colocada na forma e levada ao fogo não só cresce como fica com a mesma forma da fôrma… Deu para entender? O sofrimento nos une a Nosso Senhor de uma forma única e só quando passamos pelo sofrimento com Jesus e sem desistir dele, alcançaremos a glória a qual o Senhor nos destina.

Pax Domini

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Notícia:: Congresso pró-vida no Brasil: Combater a cultura de morte promovendo a doutrina da Igreja

Do ACI Digital

Construir uma cultura de vida, segundo a doutrina da Igreja, em um mundo no qual avança a cultura de morte, sintetiza os temas tratados hoje, 3, no primeiro dia do II Congresso pela Verdade e pela Vida da Human Life International em São Paulo, apresentado nesta ocasião a mais de uma centena de sacerdotes, seminaristas e religiosos vindos de todo o Brasil.

O Congresso, que começou às 9:00h no Mosteiro de São Bento na capital paulistana, foi inaugurado pelo Prof. Felipe Nery, que preside o congresso, e que contou com a presença de Dom João Carlos Petrini, presidente da Comissão para Vida e a Família da CNBB, além do Pe. Shenan Boquet, presidente da HLI e Raymond de Souza, diretor de programações para a América Latina da mesma entidade, no primeiro painel de palestrantes do evento.

Falando sobre os desafios da luta pela defesa da vida e promoção da família, o Pe. Boquet não só mencionou a lamentável sentença Roe vs. Wade que despenalizou oaborto nos EUA, mas também recordou a campanha por métodos anti-concepcionais em seu país que vem ferindo a família e banalizando a sexualidade.

“A contracepção também é uma realidade que se tornou muito comum, de tal forma que os médicos prescrevem-nos facilmente, como se fosse uma vitamina”, afirmou.
Padre Shenan partilhou sua experiência de seis anos como pároco nos Estados Unidos, um período em que o sacerdote não fez sequer um casamento sacramental, chamando a atenção para o crescente número de casais que convivem fora domatrimônio religioso.

“É difícil ‘desafiar’ as pessoas e discordar daquilo que já está estabelecido. No entanto, não podemos nos acovardar, mas permanecermos firmes na verdade, para passar adiante esta verdade. Sempre há uma força que vem de Jesus Cristo até nós. Se ficarmos perto d’Ele, teremos coragem e veremos coisas que jamais vimos antes”, assinalou o presidente da HLI.

Por sua parte, Dom Petrini, que também é bispo de Camaçari, BA, falou sobre a misericórdia e a síndrome pós aborto. Na sua palestra Dom João Carlos também falou do Projeto Raquel, que busca ajudar mulheres que sofrem a síndrome.

O Projeto Raquel, segundo explicou o bispo, consiste em uma rede de pessoas que prestam ajuda, incluindo sacerdotes, conselheiros leigos e outros, oferecendo cuidado individual ás pessoas, mulheres e também homens, que estão sofrendo após o envolvimento em algum aborto. É uma rede de cura baseada na misericórdia de Deus.

O destaque da manhã foi a cerimônia de condecoração de Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo de Guarulhos, com o prêmio Cardeal Galen, a mais alta distinção oferecida pela Human Life International.
O Prêmio leva o nome do Bem-Aventurado Clemens August von Galen (1878-1946), que foi Bispo de Münster (Alemanha) durante a era nazista. Levantou sua voz em defesa dos pobres e dos doentes, protestando contra a eutanásia, a perseguição dos judeus e a expulsão dos religiosos.

O bispo recebeu a medalha devido à sua “atuação pastoral e promoção do evangelho da vida” e foi recordado de maneira especial por seu valente posicionamento contra candidatos favoráveis ao aborto, o que levou o bispo a ser hostilizado e duramente criticado pela imprensa.

“É sempre uma ajuda, entusiasmo. Sou agradecido por essa homenagem e por perceber que o trabalho que a gente fez não foi em vão”, afirmou Dom Bergonzini.

A tarde foi encerrada com as palestras de Mons. Juan Carlos Sanahuja, correspondente da Pontifícia Academia pró-vida, quem discursou sobre “Poder global e religião universal”, alertando para os perigos
do fenômeno da New Age e da chamada Nova Ordem Mundial, que, nas palavras do então Cardeal Ratzinger, se reveste de “uma necessidade de destruir o cristianismo, esvaziando-o de sua fé em Cristo e na Igreja, para convertê-lo em mera doutrina de ajuda, solidariedade social ou beneficência”.

Mario Rojas, perito temas de população e demografia e no impacto da crise demográfica na América Latina encerrou a jornada com sua palestra “Inverno demográfico”, alertando sobre a situação “gravíssima” das baixas taxas de natalidade (e portanto de insuficiente reposição da população), desmentindo o mito da superpopulação com abundantes dados e fatos geográficos e políticos. Se bem a situação parece ser mais aguda de países desenvolvidos, Rojas advertiu que a tendência começa a ser experimentada também em países latino-americanos como o Brasil, que em breve estarão envelhecendo com conseqüências econômicas e um brutal impacto social.

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A Transfiguração :: Por que Moisés e Elias apareceram na transfiguração?

Moisés e Elias haviam visto a glória de Deus sobre a Montanha; a Lei e os profetas tinham anunciado os sofrimentos do Messias. A Paixão de Jesus é sem dúvida a vontade do Pai: o Filho age como servo de Deus. (CIC§555)

Quando eu era pequeno, logo depois da minha primeira comunhão, quando passei a ir nas missas quase que diariamente e ler a palavra todos os dias, sempre ficava questionado quando lia ou ouvia na missa a transfiguração do Senhor e via Elias e Moisés. Eu me perguntava: Porque esses dois? Poderia ali estar outros personagens bíblicos? Aquilo foi real ou foi um elemento figurativo?

Bom, a resposta estava a todo tempo em minhas mãos e eu não sabia disso. A resposta estava no Catecismo da Igreja Católica. Veja, se você ler a história de Moisés e do profeta Elias, você verá que eles foram os únicos profetas que viram a glória de Deus. Eles sofreram na carne os sofrimentos que deveriam sofrer em seus tempos e por isso contemplaram a glória. Eis que por isso eles estavam ali como que mostrando aos discípulos de Jesus, que era necessário passar pela luta, pela dor, pelo sofrimento, para fazer a vontade de Deus e assim contemplar a glória. Se você tiver tempo, veja na palavra de Deus a vida de Moisés e de Elias.

Meus irmãos, Jesus não fugiu do sofrimento e a sua transfiguração nos serve para perceber que também não podemos e nem devemos fugir do nosso. Negar o sofrimento é negar o cristianismo que um dia abraçamos. Negar o sofrimento é fechar a porta do céuque o mesmo Senhor abriu para nós um dia. Se engana, o cristão que pensa que porque Jesus sofreu por nós, nós nunca mais poderemos sofrer… Quanta igenuidade. Se assim fosse São Paulo jamais diria;

Agora me alegro nos sofrimentos suportados por vós. O que falta às tribulações de Cristo, completo na minha carne, por seu corpo que é a Igreja. (Cl 1,24)

O sofrimento faz parte do nosso caminho de cristão. Sem ele não existe glória.

Pax Domini

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