Notícia:: Igreja é invadida e mais católicos são mortos na Nigéria

Da Gaudium Press

A violência e a perseguição não dão tréguas aos cristão nigerianos. Dois homens armados entraram numa igreja na cidade de Gome e abriram fogo contra os fiéis que ali estavam em oração. Seis pessoas morreram e dez ficaram feridos gravemente. O atentado ocorreu às 19h30 de quinta-feira.

Na quarta-feira, três ataques a bomba já haviam atingido cidades do nordeste nigeriano, a mesma região onde foi decretado o estado de emergência por causa de atos terroristas anticristãos.

Os radicais islâmicos do grupo Boko Haram, que reivindicaram esses atentados, haviam dirigido um ultimato aos cristãos para que abandonassem o Norte da Nigéria até ontem, quinta feira.

Em entrevista feita para a Rádio Vaticana, Dom Ignatius Ayau Kaigama, arcebispo de Jos, declara: “Estou terrivelmente triste…Estas pessoas matam cristãos enquanto rezam e o fazem quase todos os dias; é um pecado gravíssimo.

Não sei o que podemos fazer agora. Este grupo fundamentalista não sabe nada sobre a sacralidade da vida. Para eles é suficiente matar, destruir e criar divisões entre cristãos e muçulmanos; é este o seu objetivo”.

Não podemos mais nos reunir para rezar, nem de dia nem de noite, e isso é uma barreira para nós e para o Evangelho. É como se estivéssemos numa prisão, afirma o Arcebispo nigeriano.

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Notícia:: Facebook cede diante da pressão das promotoras do aborto

Rebecca Gomperts: Diretora do grupo abortista holandês "Mulheres sobre as ondas".

Do Aci Digital

A plataforma cidadã Hazteoir.org (HO), criticou a rede social Facebook por ceder à pressão do grupo abortista holandês “Mulheres sobre as ondas” e repor uma imagem na qual se oferece instruções sobre como abortar durante as primeiras semanas de gestação.

HO se referiu a uma imagem de perfil que dias atrás a diretora do grupo “Mulheres sobre as ondas”, Rebecca Gomperts, colocou em sua conta de Facebook e que incitava ao aborto, com instruções para terminar uma gravidez de até 9 semanas usando elevadas dose do medicamento Misoprostol, que costuma ser receitado para o tratamento de úlceras.

Facebook apagou a imagem e notificou Gomperts que esta caracterizava uma violação aos seus termos de serviço. Entretanto, o grupo abortista procurou justificar-se alegando que a idéia da foto era que “difundir este procedimento (o aborto), é necessário para ajudar as mulheres a terminar sua gravidez de forma segura em países onde o aborto está proibido, como o caso do Chile”.

HO indicou que “ante a pressão do lobby abortista”, a rede social deu marcha atrás e se desculpou com “Mulheres sobre as ondas”.

“Nossa equipe revisa centenas de milhares de denúncias semanalmente e, como é previsível, ocasionalmente cometemos um engano eliminando conteúdos que não devíamos. Não há problema se você decide voltar a subir a imagem em questão”, indicou Facebook em uma mensagem publicada pela organização abortista.

A plataforma pró-vida assinalou que com esta desculpa Facebook “se rende ao negócio da morte”.

“Mulheres sobre as ondas” é uma organização holandesa cujo objetivo é promover o aborto onde este não é legal. Para isto navegam nas costas dos países que não despenalizaram esta prática, recolhem mulheres grávidas e realizam abortos em águas internacionais para fugir das legislações locais.

“Mulheres sobre as Ondas navega aos países onde o aborto é ilegal. Isto se faz por convite de organizações locais de mulheres. Com o uso do navio, é possível prover abortos médicos a tempo de maneira segura, profissional e legal”, afirma seu website.

Além disso recorrem a Internet para difundir o aborto químico. Inclusive violando as leis de países onde o aborto não é legal, como o Peru, Equador e Chile, ao proporcionar números telefônicos onde se explica como é possível abortar através de medicamentos.

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Notícia:: Papa Bento XVI anuncia consistório e Dom João Braz de Aviz será nomeado Cardeal

Do Aci Digital

Durante a oração do ângelus de hoje, Bento XVI anunciou que no próximo dia 18 de fevereiro haverá um consistório para a criação de 22 novos cardeais, entre os quais estão o arcebispo brasileiro Dom João Braz de Aviz, Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada, e o recém nomeado penitenciário mor da Igreja, o prelado português Dom Manuel Monteiro de Castro.

“Com grande alegria, anuncio que no dia 18 de fevereiro terei um consistório no qual eu nomearei 22 novos membros do Colégio Cardinalício”, disse o Papa.
“Como é sabido, os cardeais têm a tarefa de ajudar o Sucessor de Pedro na realização de seu ministério de confirmar os irmãos na fé, e que o princípio e fundamento da unidade e da comunhão na Igreja”, ressaltou o Pontífice.

Entre os nomeados, está Dom João Braz de Aviz, ex-arcebispo de Brasília que desde o ano passado serve a Igreja como prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada. O arcebispo foi o único brasileiro nomeado desta vez, e a partir de fevereiro deste ano, passará a integrar o grupo de cardeais brasileiros composto por Dom Eugênio Sales, Dom Evaristo Arns, Dom José Falcão, Dom Serafim Fernandes Araújo, Dom Claudio Hummes, Dom Geraldo Majella Agnelo, Dom Eusébio Sheid, Dom Odilo Pedro Sherer e Dom Raymundo Damasceno de Assis.

Em 1994, João Paulo II nomeou Dom João Braz, bispo auxiliar da Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo, onde, desde então, adotou o lema episcopal: Todos sejam um (Jo 17,21). Depois, ele foi bispo de Ponta Grossa, Paraná; arcebispo de Arquidiocese de Maringá, também no Paraná, e por fim, arcebispo de Brasília, cargo que ocupou de 2004 até o fim de 2010. Em 4 de janeiro de 2011, ele foi nomeado pelo Papa Bento XVI como prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica, recordou hoje o Portal Canção Nova Notícias.

Já a nomeação de Dom Manuel Monteiro de Castro, de 73 anos, chega no mesmo dia em que outro cardeal português, Dom José Saraiva Martins, prefeito emérito da Congregação para as Causas dos Santos, cumpre o seu 80.º aniversário, deixando assim de integrar a lista de “eleitores” num eventual conclave para a eleição papal.

Até a nomeação desta sexta-feira o atual Papa criou 62 cardeais, e desde 2005 a Itália é o país com maior número de eleitores (23), seguindo-se os EUA (10 cardeais eleitores), Alemanha e Brasil (cinco cada), França, Espanha, México e Polónia (quatro cada).

Abaixo segue a lista dos novos cardeais da Igreja:

1. Arcebispo Fernando Filoni, Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos;
2. Dom Manuel Monteiro de Castro, Penitenciário-Mor;
3. Dom Santos Abril y Castelló, Arcipreste da Basílica de Santa Maria Maior;
4. Arcebispo Antonio Maria Vegliò, presidente do Conselho Pontifício para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes;
5. Dom Giuseppe Bertelli, Presidente da Pontifícia Comissão para a Cidade do Vaticano e presidente do Governatorado do mesmo Estado;
6. Arcebispo Francesco Coccopalmerio, Presidente do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos;
7. Dom João Braz de Aviz, Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica;
8. Arcebispo Edwin O’Brien Frederik, Pro-Grão-Mestre da Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém;
9. Rev. Domenico Calcagno, Presidente da Administração do Patrimônio da Sé Apostólica;
10. Arcebispo Giuseppe Versaldi, presidente da Prefeitura dos Assuntos Econômicos da Santa Sé;
11. Sua Beatitude George Alencherry, arcebispo mor de Ernakulam-Angamaly dos Siro-Malabares (Índia);
12. Dom Thomas Christopher Collins, arcebispo de Toronto (Canadá);
13. Dom Dominik Duka, Arcebispo de Praga (República Tcheca);
14. Dom Willem Jacobus Eijk, arcebispo de Utrecht (Holanda);
15. Dom Giuseppe Betori, Arcebispo de Florença (Itália);
16. Dom Timothy Michael Dolan, Arcebispo de Nova York (Estados Unidos);
17. Dom Rainer Maria Woelk, Arcebispo de Berlim (República Federal da Alemanha);
18. Dom John Tong Hon, bispo de Hong Kong (China);

O Papa também decidiu elevar à dignidade de cardeal os seguintes clérigos:

1. Sua Beatitude Lucian Muresan, arcebispo mor de Fagaras e Alba Iulia dos Romenos (Romênia);
2. Monsenhor Julien Ries, sacerdote da diocese de Namur e professor emérito de história das religiões na Universidade Católica de Louvain;
3. Pe. Prospero Grech, OSA, Professor Emérito de várias universidades romanas e Consultor da Congregação para a Doutrina da Fé;
4. Pe. Karl Becker, SJ, Professor Emérito da Pontifícia Universidade Gregoriana, Consultor durante muitos anos da Congregação para a Doutrina da Fé.

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Notícia:: Iluminada por Cristo, Igreja enxerga através das nuvens

Da Rádio Vaticana

No dia da Epifania do Senhor, o Pontífice rezou a oração mariana do Angelus apresentando a todos os fiéis o significado desta festividade litúrgica.

“É uma festa muito antiga, que tem suas origens no Oriente cristão; ressalta o mistério da manifestação de Jesus Cristo a todos os povos, representados nos Magos que foram adorar o Rei dos Judeus, recém-nascido, em Belém”.

Esta “nova luz” que se acendeu na noite de Natal começa hoje a resplandecer no mundo, como sugere a imagem da estrela, num sinal celestial que atraiu a atenção dos Magos e os guiou em seu caminho rumo à Judeia.

Bento XVI explicou que “todo o período do Natal e da Epifania é marcado pelo tema da luz, e ligado também ao fato que, no hemisfério Norte, depois do solstício do inverno, os dias começam a ficar mais longos”. Mas além de sua posição geográfica, para todos os povos vale a palavra de Cristo:

“Jesus é o sol que surgiu no horizonte da humanidade para iluminar a existência de cada um de nós e guiar-nos rumo à terra da liberdade e da paz, onde viveremos sempre em plena comunhão com Deus e entre nós. E o anúncio do mistério da Salvação foi confiado por Cristo à sua Igreja”. 

Segundo o Papa, o mundo, apesar de seus recursos, não é capaz de dar à humanidade uma luz que oriente seu caminho. A civilização ocidental parece ter perdido o sentido de orientação, parece navegar à vista. A Igreja, ao contrário, graças à Palavra de Deus, enxerga através das nuvens. Não possui soluções técnicas, mas fixa seu olhar para a meta, oferecendo a luz do Evangelho a todos os homens de boa vontade, de toda nação e cultura.

Em suas saudações finais, o Papa fez felicitou-se com as Igrejas Orientais que, segundo o calendário Juliano, celebram neste domingo, 7, o Santo Natal.

Ele recordou ainda que a Epifania é também o Dia Missionário das Crianças, promovido pela Pontifícia Obra da Santa Infância. Reunidas em grupo, crianças de todo o mundo são formadas para uma sensibilidade missionária e ajudam em projetos de solidariedade para seus coetâneos. O Papa agradeceu todos estes meninos, meninas e jovens, convidando-os a estarem sempre prontos a ‘dar uma mão’ a quem precisa.

Em espanhol, Bento XVI disse:

Vamos abrir nossos corações prostrados diante do Menino Jesus e apresentar-Lhe o melhor de nós, sobretudo o desejo de acolher o seu Evangelho, a sua luz, e edificar um mundo em que brilhem a solidariedade, a concórdia e a justiça”.

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Notícia:: Papa afirma que “A verdadeira Estrela-guia é o próprio Cristo”

Da Rádio Vaticana

Bento XVI celebrou esta manhã na Basílica de São Pedro a missa da solenidade da Epifania do Senhor, durante a qual conferiu a ordenação episcopal aos presbíteros Mons. Charles John Brown, Núncio apostólico na Irlanda, e Mons. Marek Solczyński, Núncio apostólico na Geórgia e na Armênia.

“A Epifania é uma festa da luz”, pois anuncia a vinda ao mundo Daquele que é a luz verdadeira – explicou o Pontífice no início da homilia, em que relacionou a missão dos Reis Magos do Oriente à dos dois novos bispos, ressalvando as diferenças nas respectivas vocações e tarefas. 

Discorrendo sobre os Reis, o Papa disse que eles se diferenciaram dos outros astrônomos da época porque somente eles seguiram a estrela reconhecida como a estrela da promessa, aquela que indicava o caminho para o verdadeiro Rei e Salvador.

“Eram homens à procura da promessa, à procura de Deus. Para eles o que contava era a própria verdade, não a opinião dos homens. Por isso, enfrentaram as privações e o cansaço de um caminho longo e incerto. Foi a sua coragem humilde que lhes permitiu prostrar-se diante de um menino filho de gente pobre e reconhecer Nele o Rei prometido”.

Para Bento XVI, pode-se ver em tudo isto alguns traços essenciais do ministério episcopal: o bispo também deve ser um homem de coração inquieto, que não se satisfaz com as coisas rotineiras deste mundo, mas segue a inquietação do coração; deve ser um homem de coração vigilante, que percebe a linguagem sutil de Deus e sabe discernir a verdade da aparência; deve ser repleto da coragem da humildade; deve ser capaz de ir à frente indicando o caminho, seguindo Aquele que a todos nos precedeu, a verdadeira estrela da promessa: Jesus Cristo.

A este ponto da homilia, o Papa recordou as características fundamentais do ministério episcopal: anunciar o Evangelho de Jesus Cristo, guardar o depósito sagrado da nossa fé, ir à frente e guiar, a misericórdia e a caridade para com os necessitados e os pobres nas quais se reflete o amor misericordioso de Deus para conosco e, finalmente, a oração contínua.

Dissertando sobre as inquietudes do coração, o Papa explicou que Deus nos procura e não descansa enquanto não nos encontrar, e esta foi a missão dos Apóstolos: acolher a inquietação de Deus pelo homem e levar o próprio Deus aos homens. E será a missão dos novos bispos: deixar-se tocar pela inquietação de Deus a fim de que o anseio de Deus pelo homem possa ser satisfeito.

Voltando à Estrela-guia que orientou os Magos, Bento XVI destacou que apenas a Palavra de Deus podia indicar-lhes definitivamente o caminho:

Criação e Escritura, razão e fé devem dar-se as mãos para nos conduzirem ao Deus vivo. Muito se discutiu sobre o tipo de estrela que guiou os Magos, mas a grande estrela, a verdadeira Supernova que nos guia é o próprio Cristo: “Ele é a explosão do amor de Deus, que faz brilhar sobre o mundo o grande fulgor do seu coração. Os Magos do Oriente, como os Santos, nos indicam o caminho. Neles, o contacto com a Palavra de Deus provocou uma explosão de luz através da qual o esplendor de Deus ilumina este nosso mundo e nos indica o caminho”.

O Papa, enfim, advertiu os novos bispos que com a Ordenação Episcopal, eles são chamados a ser estrelas de Deus para os homens, guiando-os pelo caminho que leva à verdadeira Luz: Cristo.

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Estudo sobre a ressurreição de Cristo:: 12 homens que mudaram o mundo

Tudo o que aconteceu nesses dias pascais convoca todos os apóstolos, de modo particular Pedro, para a construção da era nova que começou na manhã de Páscoa. Como testemunhas do Ressuscitado, são eles as pedras de fundação de sua Igreja. A fé da primeira comunidade dos crentes tem por fundamento o testemunho de homens concretos, conhecidos dos cristãos e, na maioria dos casos, vivendo ainda entre eles. Estas “testemunhas da Ressurreição de Cristo” são, antes de tudo, Pedro e os Doze, mas não somente eles: Paulo fala claramente de mais de quinhentas pessoas às quais Jesus apareceu de uma só vez, além de Tiago e de todos os apóstolos. (Cat. §642)

Não foram necessárias muitas pessoas, muitas reuniões, muitos protestos, muitas passeatas e nem muitos “twittaços”. Para mudar o mundo, Jesus reuniu 12 homens. Pescadores. Simples. Sem estudo. 12 homens que mudaram e mudam até hoje a estrutura do que chamamos sociedade.

Quando eu digo mudar o mundo, quero dizer no sentido literal. A fé desses 12 homens contagiou e contagia pessoas até hoje. Os seus ensinamentos encorajaram e encorajam pessoas a morrerem por algo que elas não viram. Sua doutrina fez e faz com que pessoas defendam essa Igreja com tanto entusiasmo, que podem dar a vida em nome desse Jesus que eles não viram ressuscitar dos mortos.

Esse testemunho derrubou governos, converteu reis, mudou constituições…

As mudanças no mundo não vieram de um homem doutorado, ilustre, PhD, cheio de títulos. Elas aconteceram por causa de 12 pescadores.

As pessoas que os ouviam, não tinham provas concretas e documentadas da ressurreição de Cristo. Não haviam conhecimentos técnicos elaborados sobre o que tinha acontecido. Mas porque as pessoas acreditaram nos apóstolos? Porque eles conseguiram mudar o mundo?

A resposta é simples. Eles simplesmente testemunharam com entusiasmo e vida, aquilo que eles experimentaram. Dizem por ai que as palavras convencem, mas os testemunhos arrastam. Foi muito isso que aconteceu. É isso que acontece ao nosso redor ainda hoje.

Por mais que as pessoas queiram encontrar algo científico e lógico na fé, é na simplicidade da experiência com Jesus que tudo se explica. Sim irmãos, Ele ainda aparece para nós. De uma forma diferente é verdade. Mas Ele ainda aparece para nós.

Os catedráticos ateus costumam afirmar que a religião é o ópio do povo. Isso é a resposta que eles encontraram para sua busca ineficaz de Deus no meio do saber. Para achar Deus, é preciso se rebaixar a simplicidade de uma dona de casa que reza o terço, a um pai de família que trabalha a semana inteira e abre mão de dormir até mais tarde para ir a missa com a família.

Os simples de coração são como os apóstolos: Não tem explicação para tudo, tem receios e medos, mas não abandonam o mestre. Eles sabem em quem depositaram sua confiança e tem certeza que no tempo do Senhor e na sua presença tudo se explica.

Hoje nós somos esses simples de coração. Somos parte da Igreja de Cristo que tem como fundamento 12 pescadores. Dela tiramos os ensinamentos e as experiências que levamos para os irmãos que ainda insistem em buscar tudo pela razão. Somos hoje os embaixadores da fé em todos os lugares que estamos: escola, trabalho, família e tantos outros ambientes.

Precisamos ser também como eles no entusiasmo e na alegria de evangelizar. Afinal tivemos ou não uma experiência com Jesus? Ele falou ou não ao nosso coração? Você experimentou ou não o Senhor?

Precisamos sim testemunhar o Senhor Jesus vivo e ressuscitado todos os dias da nossa vida!

Pax Domini

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Evangelho do Dia:: É caminhando nos caminhos do Senhor que o preparamos para os irmãos

Mesmo que já tenhais progredido muito no caminho, tendes ainda assim de o preparar, a fim de que, do ponto aonde chegastes, avanceis sempre mais...

Do Evangelho Quotidiano

Naquele tempo, João começou a pregar dizendo: Depois de mim vai chegar outro que é mais forte do que eu, diante do qual não sou digno de me inclinar para lhe desatar as correias das sandálias. Eu batizei-vos em água, mas Ele há-de batizar-vos no Espírito Santo. Por aqueles dias, Jesus veio de Nazaré da Galileia e foi batizado por João no Jordão. Quando saía da água, viu serem rasgados os céus e o Espírito descer sobre Ele como uma pomba. E do céu veio uma voz: Tu és o meu Filho muito amado, em ti pus todo o meu agrado. ( Mc 1,7-11)

Comentário feito pelo Beato Guerric d’Igny (c. 1080-1157), abade cisterciense

Preparai os caminhos do Senhor. Irmãos, os caminhos do Senhor que nos pedem que preparemos preparam-se percorrendo-os, e é preparando-os que os percorremos. Mesmo que já tenhais progredido muito no caminho, tendes ainda assim de o preparar, a fim de que, do ponto aonde chegastes, avanceis sempre mais. E assim, a cada passo que dais, o Senhor cujo caminho preparais vem ao vosso encontro, sempre novo, sempre maior. É, pois, com razão que o justo reza dizendo: Instruí-me, Senhor, nos Vossos mandamentos, e os guardarei com fidelidade (Sl 118, 33). Talvez se lhe tenha chamado caminho eterno porque, se é verdade que a Providência previu o caminho de cada um e lhe fixou um termo, também é certo que a bondade daquele para o Qual avançais não tem limites. É por isso que, ao chegar, o viajante sábio e decidido pensa que está apenas no princípio (Fil 3, 13); esquecendo o que tem atrás de si, dirá todos os dias: Hoje começo. […]

Mas nós que falamos de progresso neste caminho, praza ao céu que tenhamos, pelo menos, começado! Em minha opinião, quem se pôs a caminho já está no bom caminho; mas é necessário que tenhamos realmente começado, que tenhamos encontrado o caminho da cidade habitável, como diz o salmo (106, 4). Porque são poucos os que o encontram, diz a própria Verdade (Mt 7, 14). E numerosos os que vagueiam na solidão. […]

E Tu, Senhor, preparaste-nos um caminho, basta que consintamos em o percorrer. Tu ensinaste-nos o caminho da Tua vontade quando nos disseste: Este é o caminho, andai por ele (Is 30, 21). Trata-se do caminho que o profeta tinha prometido: O deserto será atravessado por um caminho que se chamará caminho sagrado; nenhum ser impuro passará por ele (Is 35, 8). Fui jovem, agora sou velho (Sl 36, 25) e, se bem me lembro, nunca vi seres impuros percorrerem o Teu caminho; embora tenha visto alguns puros que conseguiram percorrê-lo até ao fim.

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