O Papa, a Igreja e o “casamento” Gay

A família é fundada sobre o matrimônio entre um homem e uma mulher; não se trata duma simples convenção social, mas antes da célula fundamental de toda a sociedade.

O Papa Bento XVI sendo criticado por todos os inimigos da Igreja já não é surpresa: Basta uma frase mais firme do Santo Padre, usando a Moral e a Doutrina Católica, para que essas criaturas nefastas do abismo sem fundo comecem a esbravejar, gritar, latir e fazer seus típicos gemidos.

Eu já esperava que mais cedo ou mais tarde, os adeptos do gayzismo iam aprontar das suas: Perderam a aprovação da PL 122, viram a Marta Suplicy recuar e perder espaço, chegaram a conclusão de que o povo católico não é trouxa, tem vez e voz. Eles estavam apenas esperando algo, para jogar a velha carta de falar mal da Igreja e do Papa para ter visibilidade. Essa carta deles é como o coringa do baralho. Quando aperta, usa o coringa. Coisa de quem está perdendo o jogo. Um moribundo quando está nas últimas, se segura em tudo que é coisa para permanecer de pé.

Por conseguinte, é preciso evitar as políticas públicas que atentam contra a família, que ameaçam a dignidade humana e o próprio futuro da humanidade.

A oportunidade apareceu ontem, quando o Papa conversou com o corpo diplomático acreditado junto à Santa Sé, e falou da educação dos jovens e da família, ressaltando que a verdadeira família é gerada pelo matrimônio entre um homem e uma mulher e que qualquer política pública que atenta contra a família ameaça a dignidade humana e o próprio futuro da humanidade (para ver o texto na íntegra clique aqui. Tire você mesmo as suas conclusões).

E foi ai que a comunidade gayzista começou a esbravejar, espernear, arrancar os cabelos e tirar a calça pela cabeça: O fato do Santo Padre encorajar os políticos do mundo contra as políticas que ameacem a dignidade da verdadeira família é algo que eles não podem suportar, afinal a palavra do Santo Padre tem peso!

Mas sinceramente? Eu não vi nenhuma novidade no discurso do Santo Padre. Não vi nenhuma diferença nas palavras Dele com as palavras da Igreja ao longo do século. A Igreja é, sempre foi, e sempre será contra o casamento de homossexuais. O que há de novo nisso? Nada! É puro burburinho! Barulho! Coisa para aparecer. Afinal de contas ano que vem é ano de eleição e tem muita gente precisando dos votos dos homossexuais.

O que eles querem é fazer barulho, e que nós católicos fiquemos em silêncio. Caladinhos. Quietinhos. Desculpem-nos senhores, mas isso não será possível! A Igreja tem uma posição e nós católicos iremos defendê-la. Não somos contra os homossexuais, mas somos contra as suas práticas. A concepção dos homossexuais de uma família não é a mesma da nossa: Somos adeptos da família composta por um homem e uma mulher e seus filhos. Acreditamos que Deus criou Adão e Eva como modelo de família. Se não fosse assim, Deus teria criado Adão e Ivo. Ou Eva e Iva.

Não queremos uma sociedade formada por casais gays que para procriar usam de fecundação in vitro, e para se divertir praticam o sexo das mais variadas e inusitadas formas. Qual a conseqüência disso para nossos filhos? Desculpem, mas suas idéias não fazem parte do nosso ideal de vida.

Não cremos em um casamento entre pessoas do mesmo sexo. Se vocês têm o direito de lutar para alcançar seus fins, porque nós não temos direito de defender nossa fé? Direitos são iguais. Vamos continuar defendendo nosso conceito de sociedade e de família.

Em 2011 2,5 milhões de pessoas foram visitá-lo. Nos EUA ele é o estrangeiro mais popular entre os americanos.

Se vocês têm líderes (vários que juntando tudo num só não dá meio quilo), nós temos O Líder: Papa Bento XVI. E nosso líder é forte. Basta lembrar que no ano passado 2,5 milhões de pessoas foram visitá-lo em Roma. Basta recordar que nos Estados Unidos ele é o estrangeiro mais popular. O medo de vocês é saber que a voz do Papa é ouvida pelo mundo. E com razão: O Papa é Pop! Popular! Querido! Amado!

E ele continuará sendo querido e amado. Aqui no Brasil isso já é real e assim continuará sendo, sobretudo depois que ele se reunir com os jovens. Continuem falando. Continuem difamando. Continuem xingando e blasfemando. Não adianta. Ele continuará fazendo seu papel, pois Ele é o Chefe da Igreja de Cristo e o Senhor sempre o protegerá. As portas do inferno não prevalecerão sobre essa Igreja e nem sobre seu chefe!

Viva o Santo Padre! Longa vida a Bento XVI!

> Leia também:  Ciência comprova que as pessoas não nascem gays

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Notícia:: Ciência comprova que as pessoas não nascem gays

Da ACI Digital com inserções do blog Dominus Vobiscum

Uma informação que vale a pena ser lida por todos os católicos, sobretudo àqueles que querem se informar sobre a posição da Igreja sobre o homossexualismo. No Site ACI Digital, encontrei uma matéria onde um psicólogo que trabalhou por 21 anos como psicoterapeuta e afirma ser “ex-gay”, diz que embora hajam muitas investigações sobre as possíveis causas genéticas, biológicas ou hormonais da orientação sexual, nunca houve descobertas que permitam aos cientistas chegar à conclusão de que a orientação sexual esteja determinada por um ou vários fatores particulares. “A ciência diz que as pessoas não nascem gays”.

A entrevista original foi dirigida ao jornal espanhol El Pais onde ele falou sobre seu livro “Compreender e sanar a homossexualidade”, que foi colocado a venda em 2004 e que ganhou uma nova revisão em 2012. Segundo a matéria, o livro tem sido bem aceito pelo público, que inclui homossexuais.

Claro que um livro desse porte causa a indignação da causa gayzista. Diversos movimentos de lésbicas, gays, transexuais e bissexuais (conhecidos como LGTB) pediram que o livro fosse retirado das livrarias. Embora o livro aborde pesquisas científicas, ele está sendo considerado um ataque à liberdade de expressão. Nada mais natural da parte do Movimento Gayzista, que busca usar a ciência a sua conveniência. Quando é bom para eles, a ciência é importante. Quando a ciência traz números e dados contra sua causa, eles protestam e fazem barulho.

Compreender e sanar a homossexualidade – Livro que ainda não foi lançado no Brasil, mas que já causa polêmica no mundo.

Compreender e sanar a homossexualidade – Livro que ainda não foi lançado no Brasil, mas que já causa polêmica no mundo.

Richard Cohen, autor do livro, se define como “ex-gay” e afirmou que a Associação Norte-Americana de Psicologia depois de muitas investigações chegou à conclusão de que as pessoas não nascem homossexuais.

Cohen se dizia gay por 21 anos e tinha até um companheiro, mas mesmo assim sofria por viver nesse estado e reconheceu que só não deu o passo para sair dessa vida antes, porque “muitos terapeutas me diziam que eu tinha nascido gay, que não havia nada a ser feito. Que eu devia aceitar e viver uma vida gay”. O autor explicou que atrás das pessoas homossexuais quase sempre há uma história de dor que preferem ocultar.

“Sob meu desejo pelos homens havia uma ferida. Não recordava que meu tio tinha abusado sexualmente de mim. É algo que reprimi durante 25 anos, até que fiz minha terapia. Então encontrei a um mentor masculino, heterossexual. Quando experimentei o luto por esse abuso minhas tendências homossexuais desapareceram”.

Ao referir-se às causas da homossexualidade Cohen sustenta que o abuso sexual é uma das razões e explicou que “nunca é uma coisa só. É uma combinação de vários fatores. 50 por cento de meus clientes sofreu abuso sexual por parte de alguém do mesmo sexo”.

É um mito afirmar que se nasce gay porque cientificamente e isso não é válido. “Mas tampouco se pode dizer que ser gay seja uma opção. A pessoa não acorda um dia e decide ser gay. Há uma série de fatores combinados que fazem que alguém se comporte como gay.

> Leia também: O Papa, a Igreja e o “Casamento Gay”

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Evangelho do Dia:: O mal não pode destruir o Reino de Deus

O poder de Satanás não é infinito. Satanás é uma simples criatura, poderosa pelo fato de ser puro espírito, mas criatura: impotente para impedir a edificação do Reino de Deus.

Do Evangelho Quotidiano

Jesus chegou a Cafarnaúm e no sábado seguinte, entrou na sinagoga e começou a ensinar. E maravilhavam-se com o seu ensinamento, pois os ensinava como quem tem autoridade e não como os doutores da Lei. Na sinagoga deles encontrava-se um homem com um espírito maligno, que começou a gritar: Que tens a ver connosco, Jesus de Nazaré? Vieste para nos arruinar? Sei quem Tu és: o Santo de Deus. Jesus repreendeu-o, dizendo: Cala-te e sai desse homem. Então, o espírito maligno, depois de o sacudir com força, saiu dele dando um grande grito. Tão assombrados ficaram que perguntavam uns aos outros: Que é isto? Eis um novo ensinamento, e feito com tal autoridade que até manda aos espíritos malignos e eles obedecem-lhe! E a sua fama logo se espalhou por toda a parte, em toda a região da Galileia. (Mc 1,21b-28)

Reflexão de hoje retirada do Catecismo da Igreja Católica §391-395

Por detrás da opção de desobediência dos nossos primeiros pais, há uma voz sedutora, oposta a Deus (Gn 3,1-5), a qual, por inveja, os faz cair na morte (Sb 2,24). A Escritura e a Tradição da Igreja vêem neste ser um anjo decaído, chamado Satanás ou Diabo (Jo 8,44; Ap 12,9). Segundo o ensinamento da Igreja, ele foi primeiro um anjo bom, criado por Deus. O Diabo e os outros demónios foram por Deus criados naturalmente bons; mas eles, por si, é que se fizeram maus (Concílio de Latrão).

A Escritura fala dum pecado destes anjos (2Pe 2,4). A queda consiste na livre opção destes espíritos criados, que radical e irrevogavelmente recusaram Deus e o Seu Reino. Encontramos um reflexo desta rebelião nas palavras do tentador aos nossos primeiros pais: Sereis como Deus (Gn 3,5). O Diabo é pecador desde o princípio (1 Jo 3, 8), pai da mentira (Jo 8,44). É o caráter irrevogável da sua opção, e não uma falha da infinita misericórdia de Deus, que faz com que o pecado dos anjos não possa ser perdoado. Não há arrependimento para eles depois da queda, tal como não há arrependimento para os homens depois da morte (São João Damasceno).

A Escritura atesta a influência nefasta daquele a que Jesus chama assassino desde o princípio (Jo 8,44), e que chegou ao ponto de tentar desviar Jesus da missão recebida do Pai (Mt 4,1-11). Foi para destruir as obras do Diabo que apareceu o Filho de Deus (1 Jo 3,8). Dessas obras, a mais grave em consequências foi a mentirosa sedução que induziu o homem a desobedecer a Deus.

No entanto, o poder de Satanás não é infinito. Satanás é uma simples criatura, poderosa pelo fato de ser puro espírito, mas criatura: impotente para impedir a edificação do Reino de Deus.

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