Estudo sobre a ressurreição de Cristo:: Eles também duvidaram

Mesmo confrontados com a realidade de Jesus ressuscitado, os discípulos ainda duvidam, a tal ponto que o fato lhes parece impossível: pensam estar vendo um espírito. “Por causa da alegria, não podiam acreditar ainda e permaneciam perplexos” (Lc 24,41). Tomé conhecerá  a mesma provação da dúvida e quando da última aparição na Galiléia, contada por Mateus, “alguns, porém, duvidaram” (Mt 28,17). Por isso, a hipótese segundo a qual a ressurreição teria sido um “produto” da fé (ou da credulidade) dos apóstolos carece de consistência. Muito pelo contrário, a fé que tinham na Ressurreição nasceu – sob a ação da graça divina – da experiência direta da realidade de Jesus ressuscitado. (Cat. §644)

Falando ainda da Ressurreição de Jesus Cristo, precisamos falar de um ponto importante desse acontecimento, que traz um ensinamento importante para nós nos dias atuais: Alguns discípulos mesmo ouvindo o testemunho dos outros não acreditaram que Jesus havia ressuscitado. Foi preciso que Jesus aparece a eles, e que eles mesmos tocassem no Cristo para acreditar que aquele que estava diante deles era o Cristo e não um fantasminha legal.

Se por um lado podemos recriminar o fato da pouca fé de alguns discípulos, por outro lado, podemos perceber ai que não houve farsa e nem mentira deles quanto a uma suposta trama para inventar a ressurreição. Eles também passaram pela sua cruz até ter a certeza da vitória de Jesus. E não foi fácil! A aparição do Senhor aos discípulos, em particular a São Tomé, nos mostra que Jesus aproveitou da falta de fé dele, para ratificar o acontecimento. Ao tocar nas chagas de Jesus, Tomé se convenceu, e passou a convencer outros que Jesus havia vencido a morte.

Ícone: A Incredulidade de São Tomé.

Ao estudar a palavra da Deus, precisamos atentar a detalhes como esses que citei. É importante analisar as reações dos personagens bíblicos ao desenrolar da história, para compreender as coisas. E nesse caso é essencial para entendermos que Jesus verdadeiramente ressuscitou. Não foi algo inventado, pensado, “macomunado”. Não foi uma mentira. A Ressurreição de Cristo foi um acontecimento verdadeiro. Ele de fato está vivo!

Das duas uma. Ou Jesus ressuscitou de fato, ou os discípulos eram excelentes atores que enganavam a todos, inclusive aos mais próximos deles. Nossa fé é baseada no testemunho dos apóstolos: Aquele que ouvimos, e aquele que vemos quando lemos a palavra de Deus.

Por isso se você ver ou ouvir qualquer tipo de doutrina que venha a colocar em cheque a verdade fundamental da nossa fé, fique atento: Precisamos combater este tipo de heresia que ainda hoje insiste em nos rodear.

Somos testemunhas do Ressuscitado e não podemos fazer de outra forma.

Pax Domini

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Brasil: Um país onde os políticos não tem a educação que deveriam ter

Fotos e imagens assim vemos a torto e a direita no cenário político do nosso país: Deputados e vereadores se ofendendo mutuamente. Fazem das Câmaras a casa da mãe Joana

Quem assiste a TV Senado ou a TV Câmara, ou outras emissoras similares já deve ter visto algum “bate-boca” entre políticos com as frases que vou citar abaixo:

– Vossa excelência é um grande idiota (1)

– Vossa excelência é um grande imbecil! (2)

– Vossa excelência deixe de ser ignorante… (3)

Se não foram exatamente essas frases, você ouviu outras deste mesmo nível ou até com um linguajar bem pior. Quem não se recorda da Senadora Marta Suplicy, que quando ministra, mandou o povo que sofria com a greve dos aeroportos “relaxar e gozar”?

Coisas assim me dão a certeza que muitos dos políticos de hoje são descontrolados, despreparados para o debate, sem vocabulário e, sobretudo, sem a educação para o cargo que ocupam. Um político precisa ser versado na arte das palavras e preparado para diante do debate não perder a compostura. Não é bom para o país, termos pessoas que nos representem xingando e esbravejando a torto e a direita.

É preciso ter consciência que quando ocupamos um cargo (seja ele qual for) estamos representando alguém. Um vendedor representa a empresa na qual trabalha. Se ele grita com um cliente, ele não suja apenas seu nome. Suja o nome da empresa na qual trabalha. Um político representa o povo que votou nele. Se o político é despreparado para o cargo que ocupa, significa que todos os eleitores que votaram nele serão mal representados.

Digo isso, porque a coisa no Brasil está feia! Pior que a encomenda. Não bastasse os políticos brasileiros atacarem uns aos outros no mesmo país com xingamentos grosseiros, agora perderam a noção do senso cívico e começaram a atacar os chefes de estado.

Esses dias, o Deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) ao saber da reunião do Santo Padre – Bento XVI (Chefe da Igreja Católica e Chefe do Estado do Vaticano), com o seu Corpo Diplomático, o chamou publicamente de nazista e genocida em potencial para que o mundo inteiro escute. (Veja o discurso do Santo Padre aqui).

Esse deputado, defensor da causa gay, é o mesmo que participou de um Reality Show famoso. Ele já está se destacando entre os homossexuais como a voz do LGBT no congresso, haja vista que Marta Suplicy anda perdendo seu trono desde que recuou e mexeu na PL 122 – A Lei da Mordaça Gay tentando aprová-la.

Eu como cidadão ao ler tal coisa, confesso que senti vergonha de ser brasileiro, e de ter no Congresso do meu país alguém tão despreparado como este senhor. Aqui não estou nem falando como católico. Falo como cidadão brasileiro. Repito: Um político precisa estar pronto para o debate, usar as palavras na hora certa da melhor forma possível. É lamentável a postura de um deputado que ofende publicamente um Chefe de Estado. Aliás, é lamentável, um deputado brasileiro que ofende qualquer pessoa. Quem votou neste senhor, não se esqueça: foi protagonista desse fato vergonhoso! Que ele falasse da sua discordância com o discurso do Papa. Isso ele e todos os cidadãos têm direito de fazê-lo. Mas como deputado usar os termos chulos e vulgares que ele usou, acho que é sem cabimento nenhum.

Como eu não votei, não voto, e nunca votaria em alguém com este tipo de perfil, me uno aos amigos que estão organizando um movimento chamado #RetrateseDepJeanWyllys. Eles estão organizando um twittaço no dia 19 de janeiro às 18h, pedindo que essa retratação seja feita não porque ele concorda ou não com o Papa, mas pelo cargo que ele ocupa no Brasil, e por ter xingado publicamente uma autoridade civil que merece o respeito por ocupar tal cargo. Repito: Um deputado não pode ofender um chefe de estado. Se não me engano, isso em outros países seria um caso de política internacional. Acho que isso é mais que um dever: É uma obrigação! Um político brasileiro jamais pode faltar com diplomacia para um chefe de estado em lugar nenhum e em hipótese alguma, sobretudo nos meios de comunicação. Acredito que precisamos nos manifestar sobre isso, exigindo uma postura adequada dos nossos políticos. Já que estão lá, porque não se comportar direitinho? Ninguém tem o direito que de exigir que ele concorde com o Papa ou com a Igreja. Mas por se tratar de um deputado, é necessário o mínimo de educação.

Quando eu era criança, minha mãe dizia que quem falasse palavrão ou xingasse alguém, ia ficar com um ovo quente na boca para queimar a língua e aprender a ter modos. Graças a Deus nunca precisei disso. Mas acho que alguns “Vossa excelência” que temos por ai, mereciam um ovinho quente na boca. Ah mereciam!

Pax Domini

Obs.: Se você deseja enviar uma mensagem para o citado Deputado, clique aqui e acesse o site. É bom que você escreva. Ele precisa saber o que pensamos a respeito da sua postura inadequada.

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Evangelho do Dia:: Quem cuida dos pobres, cuida de Cristo

Os pobres têm sede de água, mas também de paz, de verdade e de justiça..

Do Evangelho Quotidiano

Naquele tempo, veio ter com Jesus um leproso. Caiu de joelhos e suplicou-Lhe: Se quiseres, podes purificar-me. Compadecido, Jesus estendeu a mão, tocou-o e disse: Quero, fica purificado. Imediatamente a lepra deixou-o, e ficou purificado. E logo o despediu, dizendo-lhe em tom severo: Livra-te de falar disto a alguém; vai, antes, mostrar-te ao sacerdote e oferece pela tua purificação o que foi estabelecido por Moisés, a fim de lhes servir de testemunho. Ele, porém, assim que se retirou, começou a proclamar e a divulgar o sucedido, a ponto de Jesus não poder entrar abertamente numa cidade; ficava fora, em lugares despovoados. E de todas as partes iam ter com Ele. (Mc 1,40-45)

Comentário feito por Beata Teresa de Calcutá (1910-1997), fundadora das Irmãs Missionárias da Caridade

Os pobres têm sede de água, mas também de paz, de verdade e de justiça. Os pobres estão nus e têm necessidade de roupas, mas também de dignidade humana e de compaixão para com os pecadores. Os pobres estão sem abrigo e têm necessidade de um abrigo feito de tijolos, mas também de um coração alegre, compassivo e cheio de amor. Eles estão doentes e têm necessidade de cuidados médicos, mas também de uma mão amiga e de um sorriso acolhedor.

Os excluídos, os que são rejeitados, os que não são amados, os prisioneiros, os alcoólicos, os moribundos, os que estão sós e abandonados, os marginalizados, os intocáveis e os leprosos […], os que estão na dúvida e confusos, os que não foram tocados pela luz de Cristo, os que têm fome da palavra e da paz de Deus, as almas tristes e angustiadas […], os que são um fardo para a sociedade, os que perderam toda a esperança e a fé na vida, os que esqueceram como se sorri e os que já não sabem o que é receber um pouco de calor humano, um gesto de amor e de amizade – todos eles se voltam para nós para serem reconfortados. Se lhes viramos as costas, viramos as costas a Cristo.

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