Hoje às 18h de Brasília católicos promovem twittaço em defesa do Papa Bento XVI

Ele poderia ter usado o argumento de que foi mal informado e pedir desculpas. Podia ter ficado quieto. Mas resolveu falar e ratificou tudo que havia dito antes. Para ele o Papa Bento XVI, chefe de Estado do Vaticano e líder dos católicos no mundo não passa de um nazista e genocida em potencial. Ele disse que não ofendeu os católicos. Só esqueceu de dizer que ofendeu o nosso líder e um Chefe de Estado.

O Papa não precisa de defesa, mas como brasileiro e católico que paga impostos eu me senti envergonhado por ter um deputado na nossa bancada que não mede palavras e não se controla ao ser contrariado e sai por ai indevidamente xingando o Sumo Pontíficie. Queremos pessoas com controle emocional e psíquico para ocupar tal cargo. Fique esperto nobre deputado. Sua atitude foi para o paredão e Vossa Excelência foi eliminado com 100% dos votos.

Por isso hoje às 18h de Brasília vamos twittar  #RetrateseDepJeanWyllys.

A ofensa do Deputado ao Santo Padre Bento XVI já virou notícia fora do Brasil. E por isso, nós brasileiros que vamos receber no próximo ano a Jornada Mundial da Juventude e o Santo Padre Bento XVI, precisamos responder pacificamente a esse ato desmedido do deputado citado.

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Padres do Deserto: Sentenças do Pai Agatão

Apotegmas do Pai Agatão - Do Site Central de Obras do Cristianismo Primitivo

Hoje temos três sentenças do Pai Agatão. Elas vão nos falar sobre discernimento, Amor a Deus, desapego, trabalho santificado e qual a importância de vigiar seus pensamentos.

1. Era dito do Pai Agatão que alguns monges vieram procurá-lo, tendo ouvido falar de seu grande discernimento. Desejando ver se ele perdia a paciência disseram-lhe: “Você não é aquele do qual dizem ser um grande fornicador e um homem orgulhoso?” – “Sim, é verdade”, ele respondeu. Eles continuaram, “Você não é aquele Agatão que está sempre dizendo bobagens?” – “Sou eu”. Novamente, ele disseram: “Você não é Agatão, o herético?” Ao que ele replicou: “Eu não sou um herético”. Então eles perguntaram-lhe: “Diga-nos: por que você aceitou tudo que atiramos sobre você, mas repudiou este último insulto?” Ele replicou: “As primeiras acusações tomei para mim, pois é bom para minha alma. Mas heresia é separação de Deus. Vejam: eu nada tenho para ser separado de Deus”. A este dito, eles ficaram surpresos pelo seu discernimento e retornaram, edificados.

2. Freqüentemente o abade Agatão dava este conselho ao seu discípulo: “Nunca pegues para ti algo que não gostarias de imediatamente dar a alguém”.

3. Um dia perguntou-se ao abade Agatão: “O que é melhor: a ascese corporal ou a custódia da mente?”. Respondeu: “Os homens são como as árvores; o trabalho corporal é a folhagem e a custódia da mente é o fruto: ora, todas as árvores que não dão fruto – está escrito – serão cortadas e lançadas ao fogo. Com relação aos frutos, portanto, deve-se vigiar o que nos acontece, isto é, guardar nossa mente. Também temos necessidade da sombra e da beleza da folhagem, que representam a ascese corporal”. De resto, o abade Agatão era muito dedicado e infatigável no trabalho; sustentava-se sozinho; assíduo no trabalho manual, contentava-se com pouco alimento e roupas simples.

Leia também >> Quem eram os padres do deserto? | Padres do Deserto: Sentenças do Pai Abraão

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Evangelho do Dia:: Os que sofriam de enfermidades caíam sobre Ele para Lhe tocarem

Teve pena da Sua obra e veio procurá-la, descendo misericordiosamente para onde ela tinha perecido miseravelmente...

Do Evangelho Quotidiano

Naquele tempo, Jesus retirou-se para o mar com os discípulos. Seguiu-o uma imensa multidão vinda da Galileia. E da Judeia, de Jerusalém, da Idumeia, de além-Jordão e das cercanias de Tiro e de Sídon, uma grande multidão veio ter com Ele, ao ouvir dizer o que Ele fazia. E disse aos discípulos que lhe aprontassem um barco, a fim de não ser molestado pela multidão, pois tinha curado muita gente e, por isso, os que sofriam de enfermidades caíam sobre Ele para lhe tocarem. Os espíritos malignos, ao vê-lo, prostravam-se diante dele e gritavam: Tu és o Filho de Deus! Ele, porém, proibia-lhes severamente que o dessem a conhecer. (Mc 3,7-12)

Comentário feito por São Bernardo (1091-1153), monge cisterciense e doutor da Igreja

Segui o exemplo de Nosso Senhor, que quis sofrer a Sua Paixão para assim aprender a compaixão, sujeitar-se à miséria para assim compreender os miseráveis. Tal como aprendeu a obedecer, sofrendo (Heb 5,8), quis aprender também a misericórdia. […] Talvez acheis bizarro o que acabo de dizer de Cristo: Ele que é a sabedoria de Deus (1 Cor 1,24), que tinha Ele a aprender? […]

Reconheceis que ele é Deus e homem numa só pessoa. Enquanto Deus, é eterno, teve sempre conhecimento de tudo; enquanto homem, nascido no tempo, aprendeu muitas coisas no tempo. Desde que começou a ser na nossa carne, começou também a aprender pela experiência as misérias da carne. Teria sido mais feliz e sábio para os nossos primeiros pais não terem de fazer esta experiência, mas o seu criador veio procurar aquele que estava perdido (Lc 19,10). Teve pena da Sua obra e veio procurá-la, descendo misericordiosamente para onde ela tinha perecido miseravelmente. […]

Não foi simplesmente para partilhar a sua desgraça, mas por empatia com a sua miséria e para os libertar: para Se tornar misericordioso, não como um Deus na Sua felicidade eterna, mas como um homem que partilha a situação dos homens. […] Maravilhosa lógica de amor! Como teríamos nós podido conhecer esta misericórdia admirável se ela não Se tivesse inclinado sobre a miséria existente? Como teríamos podido compreender a compaixão de Deus se ela tivesse permanecido humanamente estranha ao sofrimento? […] À misericórdia de um Deus, Cristo uniu pois a de um homem, sem a mudar, mas multiplicando-a, como está escrito: Tu salvarás os homens e os animais, Senhor. Ó Deus, como fizeste abundar a Tua misericórdia! (Sl 35, 7-8 Vulg).

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