Notícia:: 200 pessoas foram detidas na Nigéria por suspeitas a atentados contra católicos

Segundo a Associação Ajuda à Igreja que Sofre, seriam mais de 35 mil, sobretudo em Jos e nas regiões meridionais. Entre eles, se encontram muitos católicos.

Da Rádio Vaticana com inserções do blog Dominus Vobiscum

Estamos acompanhando aqui no blog, tudo que tem acontecido com os católicos da Nigéria. Embora alguns católicos no Brasil prefiram ignorar o que acontece com nossos irmãos perseguidos, nós queremos e fazemos questão de mostrar aqui algo que é real e que afeta aqueles que creem como eu e você no Nosso Senhor Jesus Cristo.

Na Nigéria, subiu a 200 o número de pessoas detidas após os sangrentos atentados das semanas passadas contra os cristãos, reivindicados pelo movimento islâmico Boko Haram. Segundo os investigadores, trata-se, sobretudo, de “mercenários provenientes do Chade”. Somente na quarta-feira o Presidente Jonathan Goodluck destituiu o chefe da polícia, afirmando que a decisão representa um primeiro passo para reorganizar a Força Armada nigeriana para torná-la mais eficaz e capaz de enfrentar os desafios da segurança interna.

Entretanto, aumenta o número de pessoas em fuga para as regiões mais seguras. Segundo a Associação Ajuda à Igreja que Sofre, seriam mais de 35 mil, sobretudo em Jos e nas regiões meridionais. Entre eles, se encontram muitos católicos. Esperança não falta ao Bispo de Bauchi, Dom Malachy Goltok, Diocese que se encontra no nordeste do país, onde desde o Natal muitas famílias emigraram em direção ao sul. “Estou certo de que quando a situação se normalizar, todos retornarão”, disse à agência Misna.

“O atentado do dia de Natal contra a igreja da Madalena fez aumentar o medo de violências sectárias. Todavia a greve geral contra o aumento da gasolina também criou dificuldades.” A greve, marcada por duas semanas de protestos, provocou a paralisação das atividades econômicas por causa da abolição dos subsídios que por anos mantiveram baixos os preços dos combustíveis, permitindo a milhões de pessoas viajar apesar da falta de trabalho e da pobreza.

Na diocese de Bauchi, os cristãos são cerca 36 mil, uma minoria que se dedica ao comércio. Muitos deles não se encontravam na cidade no domingo à noite, quando a explosão de uma bomba quase demoliu a igreja de Nossa Senhora de Loreto. A explosão não causou vítimas nem feridos; segundo o bispo, se trata de um sinal de Deus a ter esperança em um futuro de paz. “Os cristãos de Bauchi – sublinha Dom Goltok – têm aqui suas casas, as suas lojas e a sua vida: sempre foram parte integrante do tecido social e continuarão a sê-lo, precisamente como os muçulmanos que vivem no sul”.

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