Notícia:: Novo atentado contra igreja fere cinco pessoas na Nigéria

Da Rádio Vaticano

Um novo atentado com um carro-bomba na frente de uma igreja num subúrbio da capital da Nigéria, Abuja, deixou dois feridos graves e provocou feridas leves em vários fiéis, segundo informam as autoridades locais.

“O rito ainda não havia acabado quando o carro explodiu, senão, haveria ainda mais mortos” – declarou uma testemunha, que contou que a explosão destruiu também vários outros automóveis estacionados perto da Igreja “Embaixada de Cristo” em Sulieja.

As autoridades supõem que o atentado foi obra da organização islâmica Boko Haram, à qual são atribuídos diversos ataques contra igrejas, delegacias de polícia e bares noturnos.

Segundo organizações de direitos humanos, mais de 250 pessoas morreram nos atentados perpetrados pelo grupo desde janeiro. Em um dos ataques mais violentos, 43 pessoas morreram na explosão de uma bomba no dia de Natal em uma igreja católica próxima a Abuja. Boko Haram rechaça qualquer estilo de vida ocidental e aterroriza principalmente o norte da Nigéria, de maioria muçulmana, onde há semanas ordenou os cristãos a abandonarem a região.

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AVISO:: Estamos assumindo aqui no blog Dominus Vobiscum uma campanha de oração pela Jornada Mundial da Juventude. A proposta é que todo católico reze um terço por dia de hoje até o evento que acontecerá em 2013 no Rio de Janeiro. Você topa o desafio?

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Evangelho do Dia:: Eu creio! Ajuda a minha pouca fé!

Evangelho Quotidiano

Naquele tempo, Jesus desceu do monte, com Pedro, Tiago e João. Ao chegarem junto dos outros discípulos, viram em torno deles uma grande multidão e uns doutores da Lei a discutirem com eles. Assim que viu Jesus, toda a multidão ficou surpreendida e acorreu a saudá-lo. Ele perguntou: Que estais a discutir uns com os outros? Alguém de entre a multidão disse-lhe: Mestre, trouxe-te o meu filho que tem um espírito mudo. Quando se apodera dele, atira-o ao chão, e ele põe-se a espumar, a ranger os dentes e fica rígido. Pedi aos teus discípulos que o expulsassem, mas eles não conseguiram. Disse Jesus: Ó geração incrédula, até quando estarei convosco? Até quando vos hei-de suportar? Trazei-mo cá. E levaram-lho. Ao ver Jesus, logo o espírito sacudiu violentamente o jovem, e este, caindo por terra, começou a estrebuchar, deitando espuma pela boca. Jesus perguntou ao pai: Há quanto tempo lhe sucede isto? Respondeu: Desde a infância; e muitas vezes o tem lançado ao fogo e à água, para o matar. Mas, se podes alguma coisa, socorre-nos, tem compaixão de nós. Se podes…! Tudo é possível a quem crê, disse-lhe Jesus. Imediatamente o pai do jovem disse em altos brados: Eu creio! Ajuda a minha pouca fé! Vendo, Jesus, que acorria muita gente, ameaçou o espírito maligno, dizendo: Espírito mudo e surdo, ordeno-te: sai do jovem e não voltes a entrar nele. Dando um grande grito e sacudindo-o violentamente, saiu. O jovem ficou como morto, a ponto de a maioria dizer que tinha morrido. Mas, tomando-o pela mão, Jesus levantou-o, e ele pôs-se de pé. Quando Jesus entrou em casa, os discípulos perguntaram-lhe em particular: Porque é que nós não pudemos expulsá-lo? Respondeu: Esta casta de espíritos só pode ser expulsa à força de oração. (Mc 9,14-29)

Comentário feito por Catecismo da Igreja Católica § 160-165

Para ser humana, a resposta da fé, dada pelo homem a Deus, deve ser voluntária. Por conseguinte, ninguém deve ser constrangido a abraçar a fé contra vontade. Efectivamente, o ato de fé é voluntário por sua própria natureza. […] Isto foi evidente, no mais alto grau, em Jesus Cristo (II Concílio do Vaticano, Dignitatis Humanae). De fato, Cristo convidou à fé e à conversão, mas de modo nenhum constrangeu alguém. […] Para obter a salvação é necessário acreditar em Jesus Cristo e n’Aquele que O enviou para nos salvar (Mc 16,16; Jo 3,36; 6,40). […]

A fé é um dom gratuito de Deus ao homem. Mas nós podemos perder este dom inestimável. […] Para viver, crescer e perseverar até ao fim na fé, temos de a alimentar com a Palavra de Deus; temos de pedir ao Senhor que no-la aumente (Mc 9,24; Lc 17,5; 22,32); ela deve agir pela caridade (Gl 5,6; Tg 2,14-26), ser sustentada pela esperança (Rm 15,13) e permanecer enraizada na fé da Igreja.

A fé faz com que saboreemos, como que de antemão, a alegria e a luz da visão beatífica, termo da nossa caminhada nesta Terra. Então veremos Deus face a face (1Cor 13,12), tal como Ele é (1Jo 3,2). A fé, portanto, é já o princípio da vida eterna. […] Por enquanto, porém, caminhamos pela fé e não vemos claramente (2Cor 5,7). […] Luminosa por parte d’Aquele em quem ela crê, a fé é muitas vezes vivida na obscuridade, e pode ser posta à prova. O mundo em que vivemos parece muitas vezes bem afastado daquilo que a fé nos diz: as experiências do mal e do sofrimento, das injustiças e da morte parecem contradizer a Boa-Nova. […] É então que nos devemos voltar para as testemunhas da fé: Abraão, que acreditou, esperando contra toda a esperança (Rm 4,18); a Virgem Maria, […] na peregrinação da fé (II Concílio do Vaticano, Lumen Gentium); e tantas outras testemunhas da fé: envoltos em tamanha nuvem de testemunhas, devemos desembaraçar-nos de todo o fardo e do pecado que nos cerca e correr com constância o risco que nos é proposto, fixando os olhos no guia da nossa fé, Jesus, O qual a leva à perfeição (Hb 12,1-2).

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