Batina: Usar ou não usar? A ciência diz que o uso da batina faz diferença sim!

Queira ou não queira o caso envolvendo o Padre Paulo Ricardo e a carta assinada por 27 sacerdotes ainda anda dando o que falar. Não apenas pelo fato estapafúrdio de ver clérigos (ainda que vermelhos e ávidos defensores da excomungada Teologia da Libertação) recriminando um sacerdote que ensina a verdadeira doutrina, mas também pelo conteúdo das acusações. Sei que o padre Paulo já falou sobre o caso, sei que o bispo também já se pronunciou com um texto um tanto quanto confuso e indefinido, mas queria chamar a atenção sobre um fato levantado na carta: O uso ou não da batina e do clerygman pelos sacerdotes e seminaristas.

Hoje lendo o blog Tubo de Ensaio me deparei com esse texto escrito pelo blogueiro Marcio Antônio Campos, que fala de uma pesquisa sobre o uso da batina. Veja que interessante:

Nos últimos dias vários blogs católicos promoveram uma campanha em defesa do padre Paulo Ricardo, muito conhecido por sua atuação midiática, seus vídeos sobre temas diversos (especialmente o marxismo cultural) e suas participações na Canção Nova. Ele foi atacado em uma carta aberta por 27 outros padres, que o caluniaram das mais diversas formas; uma das “acusações” foi a de que o padre insistia na importância do uso da batina (por mais que padres e até bispos adorem andar disfarçados de leigos por aí, as regras da Igreja Católica obrigam o sacerdote a usar batina ou pelo menos o clergyman, aquele colarinho próprio dos padres). O argumento dos fãs do disfarce é o velho ditado “o hábito não faz o monge”, segundo o qual é perfeitamente possível ser um bom padre sem usar o traje clerical, e que a batina por si só não impede um padre de cometer barbaridades (aliás, concordo com o segundo ponto e discordo do primeiro). O mesmo raciocínio se aplicaria ao hábito das ordens religiosas masculinas e femininas. Mas uma pesquisa de Hajo Adam e Adam Galinsky, da Northwestern University, publicada no Journal of Experimental Social Psychology, parece dar razão ao padre Paulo Ricardo: o traje faz diferença, sim.

A pesquisa avaliou o impacto do traje não na maneira como quem o veste é percebido pelos outros, mas no modo como a pessoa percebe a si mesma quando está usando a roupa característica de sua função. Uma reportagem de Tom Jacobs destrincha a pesquisa mostrando como os participantes da experiência (estudantes de graduação, pelo que entendi) melhoraram seus resultados em testes que exigiam atenção e cuidado quando vestiam jaleco do tipo usado por médicos ou em laboratórios. Para comparar, outros estudantes também estavam com o mesmíssimo uniforme, mas foram informados de que se tratava de jalecos do tipo usado por artistas quando estão pintando. Esse grupo não apresentou nenhuma melhora nos resultados dos testes. “Parece haver algo especial sobre a experiência física de vestir certa peça de roupa”, escreveram os pesquisadores.

E onde entram as roupas usadas por líderes religiosos (e aí não estamos falando só da batina dos padres ou do hábito de frades, monges e freiras)? Galisnky e Adam fizeram um comentário no site Science and religion today explicando que o resultado de sua pesquisa também poderia ser aplicado aos trajes dos clérigos, e que seu uso seria importante “não apenas pela impressão que [o traje] causa nos outros, mas também pela influência que a vestimenta tem sobre os próprios líderes”, já que a roupa “pode exercer influência sobre o modo como quem a usa sente, pensa e se comporta, através do significado simbólico associado a ela”. Assim como uma toga significa justiça, um terno caro significa poder e um jaleco de laboratório significa atenção e foco científico, o traje clerical é associado a “fé, dedicação e ao compromisso de liderança responsável na comunidade religiosa”, e o líder religioso “pode exercer suas tarefas e inspirar seguidores de forma mais efetiva quando usa esse tipo de vestimenta”. É importante ressaltar que o traje não impede nenhum líder religioso de agir mal; mas, pelo que Galinsky e Adam concluem, a roupa tem, sim, um efeito sobre quem a usa. Parece que o padre Paulo Ricardo ganhou um argumento científico para seu esforço pelo uso da batina.

Voltei. Eu penso que se nessa confusão toda acontecer algo estapafúrdio como o Arcebispo de Cuiabá resolver proibir o uso da batina entre seus seminaristas e sacerdotes ele estará dando um tiro no pé, porque ele estará indo de encontro ao que diz a Igreja:

Código de Direito Canônico – 284: “Os clérigos usem hábito eclesiástico conveniente, de acordo com as normas dadas pelas conferências dos Bispos e com os legítimos costumes locais.”

Nota de rodapé do cânone 284: Após entendimentos laboriosos com a Santa Sé, ficou determinado que os clérigos usem, no Brasil, um traje eclesiástico digno e simples, de preferência o “clergyman”(camisa clerical) ou “batina”.

Hoje eu convido aos meus irmãos e amigos que lêem este blog a defender a causa do uso da batina e do clerygman por parte dos padres. Ajudemos os nossos irmãos sacerdotes e seminaristas na retomada da fiel vestimenta dos padres. Dizem que o hábito não faz o monge. Realmente pode não fazer. Mas que ajuda, com certeza ajuda.

Veja também:: Comunicado do Padre Paulo Ricardo a respeito da carta, das injúrias e dos signatários da mesma | Com a tag #padrepauloricardo católicos se manifestam em apoio ao sacerdote |  Caso Padre Paulo Ricardo. Saiba como ajudar! | Se calarem a voz dos profetas, as pedras falarão | Perseguição do clero diocesano de Cuiabá contra o Pe. Paulo Ricardo de Azevedo | Perseguição ao padre Paulo Ricardo | Ajude ao Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Júnior |Padres do Regional Oeste II da CNBB se levantam contra Padre Paulo Ricardo

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Brasil: A terra do contrário. Aqui católico vota em abortista e bebe do próprio veneno

“Lá na terra do contrário, o cachorro faz miau,
E quem late é o canário, e o gatinho faz au au,
E acontece cada coisa, como nunca ninguém viu,
Lá na terra do contrário, no verão é que faz frio…”

(Padre Zezinho)

Há alguns anos atrás, Padre Zezinho escreveu uma canção sobre a Terra do Contrário. Embora eu tenha cá minhas restrições quanto à ideologia deste sacerdote, algumas de suas composições são muito relevantes. Hoje cedo conversando com um amigo sobre esse “tal Anteprojeto de Lei que está sendo votado para favorecer o aborto e eutanásia” ele me fez recordar essa canção dizendo: O Brasil está igual a terra do contrário que o Padre Zezinho cantava. Essa afirmação é de fato bem pertinente. Vivemos de fato na Terra do Contrário. Veja que interessante:

Uma recente pesquisa do data folha afirma que 71% da população brasileira é contra a descriminalização do aborto e eutanásia. Já outro instituto o Vox Popoli vai mais além e afirma que 82% dos brasileiros pensam desta forma. Essa mesma população escolhe representantes políticos para defender sua posição nos mais diversos assuntos. E o que acontece? Como o Brasil é a terra do contrário, os políticos que deveriam defender a opinião da maioria dos brasileiros sobre a descriminalização do aborto acabam agindo contra tudo e contra todos em prol do interesse de organizações internacionais e “descriminalizando o aborto”.

Não é um contra senso isso que vivemos? Sim é. Realmente nós vivemos na terra do contrário. Mas qual o problema se temos futebol, carnaval e muita cerveja para esquecer os problemas?

Elegemos os judas que vão nos apunhalar pelas costas. Colocamos no poder pessoas que vão agir contra os nossos interesses. Damos poder a quem quer transformar o nosso país católico em uma horda cética sem fé e sem rumo. E o pior caríssimos é que tudo acontece na nossa cara, assistimos de camarote, nos indignamos, revoltamos e nada fazemos.  E eles por sua vez o que eles fazem? Cantam para nós aquela famosa músiquinha: “Tô nem ai, tô nem ai… Pode chorar com seus problemas que eu não vou ouvir!”

Porque estou escrevendo tudo isso? Caríssimos este ano é ano de eleição. E mais uma vez vamos escolher representantes a nível municipal. É preciso que falemos sobre isso, por que nossa fé é recheada de valores que precisam ser protegidos pelos políticos que elegemos. É um contra testemunho votar em pessoas que não se propõe a defender a vida, a família, a ordem, a saúde, a liberdade de expressão e tantos outros valores que nós cidadãos ensinamos as nossas famílias.

Ensinamos nossos filhos a respeitar a vida e elegemos pessoas que aprovam leis que favorecem o assassinato de crianças e idosos. Ensinamos os nossos a respeitarem a família e votamos em pessoas que favorecem o divórcio e valorizam o casamento gay. Queremos nossos filhos vivendo cada fase de sua vida de maneira sadia e correta, mas votamos em políticos que querem distribuir camisinhas nas escolas favorecendo o sexo promíscuo entre adolescentes.

Parece ou não parece a terra do contrário? Nossa sociedade é ou não é a sociedade do contrário?

Felizmente hoje encontrei um bom vídeo divulgado pelos amigos blogueiros católicos que preciso divulgar também. Quem sabe ele não ajude a mexer com o coração do que tem o péssimo hábito de na hora do voto não olhar para os valores que tem, vendendo seu voto por 30 moedas e destruindo a sociedade brasileira, colocando políticos descompromissados com nossa fé para destruir o que temos de mais valoroso como nação: Nossa sociedade.

Veja também:: Anteprojeto de lei favorecendo o aborto e a eutanásia é aprovado por comissão de juristas em Brasília |Lá vem eles querendo descriminalizar o aborto no Brasil… Ninguém merece! | O que é a descriminalização do aborto? | Steve Jobs em biografia, agradece sua mãe biológica por não o abortar | 180, o filme – 33 minutos que mudarão sua opinião sobre aborto | Vitória da Vida: Senado de Porto Rico aprova Código Penal que proíbe o aborto |  Médico adverte que Obama usa falácias para impor lei de saúde abortista | Pro-vidas revelam: Orações de exorcismo também ajudaram a fechar clínica de abortos nos EUA | Bispo dos EUA afirma que Imposição de anticoncepcionais é mensagem de desprezo aos católicos | Católicos reagem e lançam campanha nos EUA contra decisão abortista do governo Obama | Governo mão de ferro de Obama quer obrigar católicos a financiarem esterilização e anticoncepcionais | Obama diz: Quem não ajudar a causa gayzista não terá apoio americano

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Evangelho do Dia:: Perdoar ao nosso irmão de todo o nosso coração

Evangelho Quotidiano

Naquele tempo, Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou-Lhe: Senhor, se o meu irmão me ofender, quantas vezes lhe deverei perdoar? Até sete vezes? Jesus respondeu: Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Por isso, o Reino do Céu é comparável a um rei que quis ajustar contas com os seus servos. Logo ao princípio, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos. Não tendo com que pagar, o senhor ordenou que fosse vendido com a mulher, os filhos e todos os seus bens, a fim de pagar a dívida. O servo lançou-se, então, aos seus pés, dizendo: Concede-me um prazo e tudo te pagarei. Levado pela compaixão, o senhor daquele servo mandou-o em liberdade e perdoou-lhe a dívida. Ao sair, o servo encontrou um dos seus companheiros que lhe devia cem denários. Segurando-o, apertou-lhe o pescoço e sufocava-o, dizendo: Paga o que me deves! O seu companheiro caiu a seus pés, suplicando: ‘Concede-me um prazo que eu te pagarei. Mas ele não concordou e mandou-o prender, até que pagasse tudo quanto lhe devia. Ao verem o que tinha acontecido, os outros companheiros, contristados, foram contá-lo ao seu senhor. O senhor mandou-o, então, chamar e disse-lhe: Servo mau, perdoei-te tudo o que me devias, porque assim mo suplicaste; não devias também ter piedade do teu companheiro, como eu tive de ti? E o senhor, indignado, entregou-o aos verdugos até que pagasse tudo o que devia. Assim procederá convosco meu Pai celeste, se cada um de vós não perdoar ao seu irmão do íntimo do coração. (Mt 18,21-35)

Comentário feito por São Francisco de Sales (1567-1622), bispo de Genebra e doutor da Igreja

A primeira palavra que Nosso Senhor pronunciou sobre a cruz foi uma oração por quem O crucificava, fazendo o que diz este texto de São Paulo Nos dias da Sua vida terrena, apresentou orações e súplicas (Heb 5,7). Certamente que aqueles que crucificaram o Nosso divino Salvador não O conheciam […], porque se O tivessem conhecido não O teriam crucificado (1Co 2,8). Por conseguinte, Nosso Senhor, vendo a ignorância e a fraqueza daqueles que O torturavam, começou a desculpá-los e ofereceu por eles esse sacrifício ao Seu Pai Celeste, porque a oração é um sacrifício […]: Perdoa-lhes, Pai, porque não sabem o que fazem. (Lc 23,34). Tão grande era a chama de amor que ardia no coração do nosso manso Salvador, que na mais suprema das Suas dores, no momento onde a intensidade dos tormentos parecia impedi-Lo de rezar por Si, pela força do Seu amor, esquece-Se de Si próprio, mas não das Suas criaturas. […]

Com isso desejava que compreendêssemos que o amor que nos tem não pode ser enfraquecido por nenhum tipo de sofrimento, e ensinar-nos qual o dever do nosso coração para com o nosso próximo. […]

Ora, o Divino Senhor que Se empenhou em pedir perdão para os homens foi certamente ouvido e o Seu pedido atendido, porque Seu divino Pai não podia recusar-Lhe nada que Ele Lhe pedisse.

 

Veja também:: Exame de consciência para uma boa confissão

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Evangelho do Dia:: Você acolhe Jesus em sua vida?

Evangelho Quotidiano

Naquele tempo, Jesus veio a Nazaré e falou ao povo na sinagoga: Em verdade vos digo: Nenhum profeta é bem recebido na sua pátria. Posso assegurar-vos, também, que havia muitas viúvas em Israel no tempo de Elias, quando o céu se fechou durante três anos e seis meses e houve uma grande fome em toda a terra; contudo, Elias não foi enviado a nenhuma delas, mas sim a uma viúva que vivia em Sarepta de Sídon. Havia muitos leprosos em Israel, no tempo do profeta Eliseu, mas nenhum deles foi purificado senão o sírio Naaman. Ao ouvirem estas palavras, todos, na sinagoga, se encheram de furor. E, erguendo-se, lançaram-no fora da cidade e levaram-no ao cimo do monte sobre o qual a cidade estava edificada, a fim de o precipitarem dali abaixo. Mas, passando pelo meio deles, Jesus seguiu-o seu caminho. (Lc 4,24-30)

Comentário feito por São João Crisóstomo (c. 345-407), presbítero em Antioquia, depois bispo de Constantinopla, doutor da Igreja

Os pobres no adro da igreja pedem esmola. Quanto dar? Cabe-vos a vós decidir; não fixarei montante, a fim de vos evitar qualquer embaraço. Comprai na medida das vossas posses. Tendes uma moeda? Comprai o céu! Não que o céu seja barato, mas é a bondade do Senhor que o permite. Não tendes moedas? Dai-lhes um copo de água fresca (Mt 10,42). […]

Podemos comprar o céu e deixamos de o fazer! Por um pão que deis, recebereis o paraíso. Oferecei objectos de pouco valor, e recebereis tesouros; oferecei as adversidades, e obtereis a imortalidade; dai bens perecíveis, e recebereis em troca bens imperecíveis. […] Quando se trata dos bens perecíveis, revelais muita perspicácia; porque manifestais tal indiferença quando se trata da vida eterna? […] De resto, podemos estabelecer um paralelo entre os vasos cheios de água que se encontram à porta das igrejas para purificar as mãos e os pobres que estão sentados fora do edifício para purificardes a vossa alma através deles. Lavastes as mãos na água: da mesma maneira, lavai a alma através da esmola. […]

Uma viúva, reduzida a uma pobreza extrema, deu hospitalidade a Elias (1R 17,9ss): a sua indigência não a impediu de o acolher com grande alegria. Então, em sinal de reconhecimento, recebeu numerosos presentes, que simbolizavam o fruto do seu gesto. Este exemplo talvez vos faça desejar acolher um Elias. Mas porque pedis Elias? Proponho-vos o Senhor de Elias, e não lhe ofereceis hospitalidade. […] Eis o que Cristo, o Senhor do universo, nos diz: Sempre que fizestes isto a um destes Meus irmãos mais pequeninos, a Mim mesmo o fizestes (Mt 25,40).

Veja também:: Exame de consciência para uma boa confissão

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Comunicado do Padre Paulo Ricardo a respeito da carta, das injúrias e dos signatários da mesma

Extraído do Site Christo Nihil Praeponere

Queridos irmãos,

Após as recentes manifestações ao redor de minha pregação no dia 20 de fevereiro de 2012, durante o 26º Vinde e Vede, pedi ao senhor Arcebispo para me ausentar de Cuiabá durante esta semana e procurar conselho espiritual e assistência jurídica. Agora que o senhor Arcebispo se manifestou super partes no sentido de paz e de reconciliação, sinto o dever de comunicar o seguinte:

1) Lamento que as minhas palavras tenham sido mal interpretadas;

2) Penso que seja esclarecedor que as pessoas levem em consideração as circunstâncias da pregação. Aquele dia do encontro era voltado para a espiritualidade do Movimento Sacerdotal Mariano, fundado em 1972 pelo Padre Stefano Gobbi. O áudio de toda a pregação foi postado na internet, link aqui, e nele se pode notar o contexto em que aquelas palavras foram pronunciadas. Note-se, por exemplo, que me incluo sempre entre os padres pecadores e que a finalidade daquelas palavras era levar as pessoas à oração pela santificação dos sacerdotes. É sabido que um dos principais carismas do Movimento Sacerdotal Mariano é a oração pela santificação dos sacerdotes;

3) Sem querer acrescentar uma ferida àquelas já abertas, mas também sem dissimular minha posição, devo atestar que não me reconheço na imagem que foi apresentada de minha pessoa, de meu pensamento e de meu ministério;

4) Reconheço que as pessoas têm o direito de questionar a prudência e a oportunidade de uma pregação como aquela. Não tenho pretensão de estar sempre certo em minhas decisões práticas. Mas continua sendo minha opinião, aberta ao questionamento e à revisão, que seja uma verdadeira caridade para com os fiéis adverti-los para o fato de que a Igreja luta atualmente contra uma crise do clero. Sou da posição que, neste caso, o escândalo do silêncio seria muito maior do que a sincera e honesta admissão do problema, por doloroso que isto seja;

5) Que esta crise do clero não atinja todos os padres, com ou sem batina, me parecia uma coisa tão óbvia, que não achei necessário comentar. Mas prometo ser mais cauteloso no futuro. É evidente que eu não tinha pretensão de expor naquela breve palestra toda minha visão a repeito do atual estado do clero católico. Creio que os numerosos fiéis que me acompanharam nestes 20 anos de ministério viram em mim um padre que, reconhecendo os próprios pecados, procura amar a Igreja em geral e o sacerdócio em particular. Foi à formação de irmãos no sacerdócio que dediquei as melhores energias de minha vida;

6) É importante também ressaltar que de minha parte não pretendo divulgar os nomes dos 27 signatários da carta. Cumpre porém ressaltar o seguinte: não é verdade que o clero incardinado em Cuiabá se revoltou em massa contra minhas posições. Para uma mais exata avaliação da realidade divulgo apenas que são 5 padres diocesanos incardinados em Cuiabá, 5 em outras circunscrições e 17 religiosos;

7) Quanto à reconciliação e à restauração da justiça, serão dados passos pastorais e, se necessário, jurídicos. Mas não creio que a internet seja o lugar apropriado para este caminho de reparação. Sei que nos tempos do Big Brother, do Twitter e do Facebook minha visão pode parecer antiquada. Peço, no entanto, que compreendam minha opção de silêncio, ao menos até a solução final que, uma vez alcançada, comunicarei aos amigos;

8) Esta comunicação não seria completa sem que terminasse num agradecimento de coração pelos inúmeros e variados sinais de amizade, confiança e solidariedade que recebi. A todos um sincero e comovido “Deus lhes pague!”

Nestes dias, o nosso site recebeu um número imenso de mensagens oferecendo apoio de toda espécie: orações, jejuns, sacrifícios e provas sinceras de amor e estima. Meu celular não parava de tocar e de receber SMS. Foram literalmente milhares de fiéis, centenas de sacerdotes, alguns bispos e amigos de várias proveniências (um bispo anglicano, vários pastores evangélicos, cristãos em geral e até agnósticos!).

Uma palavra especial para os inúmeros blogs e páginas da internet que manifestaram o seu apoio. Com toda sinceridade não sei como expressar o peso da gratidão a não ser reconhecendo que lhes sou muito obrigado.

Agradeço ao meu Arcebispo pela paciência e o carinho paterno manifestado a ambas as partes envolvidas neste triste episódio.

Quanto a meus pais e minha família… não tenho palavras. No céu vocês verão o meu coração.

Espero poder corresponder, com a graça de Deus, a toda esta expectativa. Asseguro que todos estão muito presentes em minha Eucaristia diária. Continuemos unidos na gratidão a Deus, à Virgem Maria, aos anjos e aos santos de nossa devoção. Continuem a interceder por esta nossa luta e que Deus abençoe a todos.

Várzea Grande, 11 de março de 2012.
Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior

Obs 1.: Na matéria acima os grifos são do Blog Dominus Vobiscum

Obs 2.: Ficamos felizes com a mensagem do Padre Paulo Ricardo e reiteramos nosso apoio a sua pessoa e ao seu ministério. Este blog é continuará sendo um dos maiores divulgadores deste apostolado. Acreditamos na Igreja e esperamos que o trabalho catequético e doutrinal do Padre continue acontecendo.

Obs 3.: Em toda a situação que vivemos fica claro que os católicos não são trouxas e que não querem uma Igreja vermelha. Este tempo já passou. Queremos uma Igreja Católica no Brasil que seja ligada a Roma, ao Papa e fiel na catequese e no ensinamento de Cristo. Na Igreja católica não existe lugar para marxistas!

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Notícia:: Anteprojeto de lei favorecendo o aborto e a eutanásia é aprovado por comissão de juristas em Brasília

Da ACI Digital

Em uma votação realizada hoje, 9, a comissão de juristas instaurada em 2011 pelo senado brasileiro para reformular o texto do código penal, incluindo os artigos que contemplam as penas para o aborto e a eutanásia, aprovou hoje em uma votação de 16 votos favoráveis e 1 único contra, a versão do texto em que são ampliadas as causas nas quais o crime do aborto pode ser praticado impunemente e prevendo penas mínimas para a eutanásia e até mesmo sua aprovação em determinadas circunstâncias.

Vale explicitar que a legalização do aborto estava proposta pelo anteprojeto de novo Código Penal nos seguintes termos:

Não será criminalizado o aborto durante os três primeiros meses de gestação sempre que um médico constatar que a mulher não apresenta condições psicológicas de arcar com a maternidade. Já no caso da Eutanásia esta seria punida com penas mais brandas que o homicídio em geral.

O resultado era previsível. Segundo a agência Senado, na audiência realizada na Subcomissão de Segurança Pública na quinta-feira (8), o procurador Luiz Carlos Gonçalves, relator da comissão especial de juristas encarregada de elaborar o anteprojeto havia afirmado que existia “a tendência de propor a ampliação dos casos de permissão legal para o aborto, sem, no entanto, descriminalizar a prática”. Hoje, o Código Penal dispõe que não são punidos os casos de aborto quando a saúde da gestante estiver em risco e quando ela tiver sido vítima de violência sexual.

“Nossa proposta não despenaliza o aborto, mas ela leva em consideração a situação de mulheres que abortam, portanto, ela se preocupa com a saúde da gestante que hoje não está contemplada na Lei Penal” explicou o procurador.

Logo após a audiência na Subcomissão de Segurança Pública realizada ontem, a agência Senado também informou que o ministro do STJ Gilson Dipp (que preside a comissão relatora do anteprojeto de lei), citou casos em estudo para uma possível permissão do aborto: “quando a mulher for vítima de inseminação artificial com a qual não tenha concordância; e quando o feto estiver irremediavelmente condenado à morte por anencefalia e outras doenças físicas e mentais graves”.

Apesar da mobilização de líderes pró-vida na audiência na qual o texto foi votado hoje, os manifestantes não tiveram a palavra, ao contrário do ocorrido em outras recentes discussões sobre o tema em Brasilia, onde pró-vidas e feministas puderam manifestar-se.

A comissão, que contava com a participação de conhecidos militantes da legalização do aborto e da eutanásia como o Dr. Luiz Flávio Gomes e a Dra. Luiza Nagib Eluf , revisaram diversos pontos do Código até chegarem aos crimes contra a vida.

Apesar das manifestações e vaias dos militantes pró-vida presentes na audiência o anteprojeto de lei foi aprovado praticamente por unanimidade. Por outro lado, as representantes de organizações feministas e abortistas, que também estiveram representadas nas últimas discussões sobre os temas relativos ao aborto em Brasília, saíram da audiência satisfeitas com o resultado do projeto que amplia as causas nas quais este pode ser feito impunemente até os três meses da gestação.

O anteprojeto será agora encaminhado para o senado pelo presidente da comissão de juristas, o ministro Gilson Dipp.  A comissão tem um prazo até maio de 2012 para enviar o texto completo ao senado. Tratando-se de uma votação de 16 contra 1, fontes do movimento pró-vida informaram que uma mudança de opinião da comissão nestes pontos é mais que improvável. O texto, porém, ainda tem um longo caminho pela frente até a sua aprovação final.

Segundo explicaram fontes do senado à agência ACI Digital, quando o texto for enviado para os senadores em maio, estes terão uma discussão privada sobre o conteúdo do anteprojeto e depois uma discussão em plenária. Sendo aprovado pela plenária do senado o texto automaticamente se torna um projeto de lei (PL).

Como PL ele poderá ser submetido a algumas comissões do senado para depois ser enviado ao plenário da casa. Em seguida será enviado à Câmara de Deputados onde passará por tramite semelhante. Se a Câmara aprovar sem ressalvas todo o projeto votado no Senado, este ganha o caráter de lei. Caso contrário retornará ao Senado para novas votações. Nestas idas e vindas entre o senado e a câmara poderia haver modificações nas cláusulas nas quais o aborto e a eutanásia estariam praticamente despenalizados.

Tratando-se de um anteprojeto de lei formulado por uma comissão de juristas composta por ferrenhos defensores da legalização do aborto e da eutanásia, pró-vidas de todo o Brasil insistem no pedido aos senadores, para que durante as discussões sobre o texto recém aprovado pela comissão especial de juristas, estes representantes do povo rejeitem estes pontos da reforma do Código Penal, já que o Brasil é, em sua grande maioria (71% da população de acordo ao Datafolha) é contrário à legalização do aborto e da eutanásia.

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Evangelho do Dia:: Estamos cuidando do que o Senhor nos confiou?

Tenhamos cautela, para que as nossas más ações não firam, quais espinhos, a cabeça do Senhor. Foram os espinhos do coração que feriram a palavra de Deus, como diz o Senhor no evangelho quando conta que o grão do semeador caiu entre os espinhos, e que estes cresceram e sufocaram o que tinha sido semeado (Mt 13,7).

Evangelho Quotidiano

Naquele tempo, disse Jesus aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos do povo. Escutai outra parábola: Um chefe de família plantou uma vinha, cercou-a com uma sebe, cavou nela um lagar, construiu uma torre, arrendou-a a uns vinhateiros e ausentou-se para longe. Quando chegou a época das vindimas, enviou os seus servos aos vinhateiros, para receberem os frutos que lhe pertenciam. Os vinhateiros, porém, apoderaram-se dos servos, bateram num, mataram outro e apedrejaram o terceiro. Tornou a mandar outros servos, mais numerosos do que os primeiros, e trataram-nos da mesma forma. Finalmente, enviou-lhes o seu próprio filho, dizendo: ‘Hão-de respeitar o meu filho.’ Mas os vinhateiros, vendo o filho, disseram entre si: ‘Este é o herdeiro. Matemo-lo e ficaremos com a sua herança.’ E, agarrando-o, lançaram-no fora da vinha e mataram-no. Ora bem, quando vier o dono da vinha, que fará àqueles vinhateiros? Eles responderam-lhe: Dará morte afrontosa aos malvados e arrendará a vinha a outros vinhateiros que lhe entregarão os frutos na altura devida. Jesus disse-lhes: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra que os construtores rejeitaram transformou-se em pedra angular? Isto é obra do Senhor e é admirável aos nossos olhos? Por isso vos digo: O Reino de Deus ser-vos-á tirado e será confiado a um povo que produzirá os seus frutos. Os sumos sacerdotes e os fariseus, ao ouvirem as suas parábolas, compreenderam que eram eles os visados. Embora procurassem meio de o prender, temeram o povo, que o considerava profeta. (Mt 21,33-43.45-46)

Comentário feito por São Máximo de Turim (?-c. 420), bispo

A vinha do Senhor do universo, diz o profeta, é a casa de Israel (Is 5,7). Ora, tal casa somos nós […] e como nós somos Israel, somos a vinha. Zelemos pois por que não nos nasçam dos sarmentos, em vez de uvas de doçura, uvas de ira (Ap 14, 19), para que não nos digam […]: Porque é que, esperando Eu que desse boas uvas, apenas produziu agraços? (Is 5,4). Terra ingrata! Ela, que deveria oferecer a seu Dono frutos de doçura, trespassou-O com agudos espinhos. De igual forma os Seus inimigos, que deveriam ter acolhido o Salvador com toda a devoção da sua fé, coroaram-n’O com os espinhos da Paixão. Para eles essa coroa significava ultraje e injúria, mas aos olhos do Senhor, era a coroa das virtudes. […]

Tende cautela, irmãos, para que não seja dito acerca dessa terra que vós sois: Esperou que lhe desse boas uvas, mas ela só produziu agraços (Is 5,2) […]. Tenhamos cautela, para que as nossas más ações não firam, quais espinhos, a cabeça do Senhor. Foram os espinhos do coração que feriram a palavra de Deus, como diz o Senhor no evangelho quando conta que o grão do semeador caiu entre os espinhos, e que estes cresceram e sufocaram o que tinha sido semeado (Mt 13,7). […] Velai portanto para que a vossa vinha não dê espinhos em vez de uvas; para que a vossa vindima não produza vinagre em vez de vinho. Todo aquele que faz vindima sem dela dar aos pobres recolhe vinagre e não vinho; e aquele que enceleira as suas colheitas de trigo sem delas distribuir aos indigentes, não é o fruto da esmola que põe de reserva, mas os cardos da avareza.

Veja também:: Exame de consciência para uma boa confissão

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Com a tag #padrepauloricardo católicos se manifestam em apoio ao sacerdote

O Brasil inteiro se manifestou, mas foram os cariocas quem levantaram a tag #padrepauloricardo para os TT’s do Rio de Janeiro. Em um dia onde os TT’s mundiais foram dominados por tags em homenagem as mulheres, os católicos da Cidade Maravilhosa conseguiram essa façanha: Colocar a tag #padrepauloricado em 2º lugar nos TT’s do seu estado. Essa façanha para mim é bastante significativa, haja vista que nos outros twittaços que fizemos, conseguimos chegar aos TT’s nacionais e aos TT’s Paulistanos, porém essa foi a primeira vez que um twittaço católico alcança essa marca entre os cariocas.

Além dessa façanha, outra vitória do twittaço: Conseguimos ultrapassar a marca de 10.000 assinaturas da petição pública em apoio ao Padre Paulo Ricardo. Essa marca é muito importante para nós católicos. Com ela podemos mostrar que muita gente admira e absorve o conteúdo doutrinal que o Padre Paulo nos dá diariamente.

Assine a petição em apoio ao padre Paulo Ricardo

E é por essas e outras que queremos mostrar ao clero e ao Arcebispo de Cuiabá que o Brasil está com o Padre Paulo. Está com a Igreja de Cristo e veementemente contra todo e qualquer movimento marxista. Não queremos padres flertando com o comunismo. Queremos padres que sejam padres de verdade e doem suas vidas ao Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. Se não houvessem padres vacilantes, Nossa Senhora em suas aparições não nos teria alertado. Se não houvessem padres querendo viver uma vida diferente da que se propuseram, certamente o Padre Paulo Ricardo não teria falado sobre isso. E o que foi falado não se refere apenas a Arquidiocese de Cuiabá, mas a todas as dioceses do Brasil.

Abaixo quero deixar para você que não pode estar conosco, alguns dos twits que marcaram o twittaço #padrepauloricardo. Confiram!

Gustavo Zanforlim (@guzanforlim)
#padrepauloricardo esta catequizado muitos católicos

Sanclayver Araujo (@Sanclayver_)
Autenticidade, profetismo. Continue #padrepauloricardo

Fabiana Leite (@leite_fabi)
#padrepauloricardo Em um mundo dominado pelo pecado, relativismo e tantas outras mazelas nós precisamos de padres fiéis à Igreja!

Evelyn Mayer Almeida (@evelynsmalmeida)
E já passamos de 10 mil assinaturas em prol de #padrepauloricardo contra… 27 hereges? Ah, vá! É a #Virgem esmagando a cabeça da #serpente

Pe. Leandro (@peleandroluis)
A Santa Igreja se levanta em apoio ao #padrepauloricardo

Daiane Paz (@daianeppacheco)
Precisamos de Sacerdotes FIÉIS e Santos, que ajudem o Povo na caminhada! NÃO precisamos de revolucionários e de COVARDES. #padrepauloricardo

Ivna Donald (@ivnadonald)
Chirsto Nihil Praeponere #PadrePauloRicardo

Luiz Fernando (@Luiz_mobilizar)
Chega d perseguição a Padres coerentes, como o #padrepauloricardo!! A Igreja precisa de Sacerdotes assim!… vamos unir forças

Genira Santos (@Genira_Nina)
Tem padre contra, mas o povo é a favor… EU APOIO O #padrepauloricardo

Tatiane Amaral (@tatianeamarall)
Precisamos de mais padre como o senhor #padrepauloricardo

Pe. Fabiano Carvalho (@ascendat)
O problema da heresia da libertação é que não querem se converter, então se incomodam com o #padrepauloricardo.

Carlos Vendramini (@crf_vendramini)
Rogo os 27 padres de Cuiabá que se convertam ao Catolicismo. Apoio #padrepauloricardo

Cicero Lucas (@leanseissigma)
#padrepauloricardo Acaba de alcançar 10.000 assinaturas a seu favor. São 10.000 x 27. Viva a verdadeira Igreja Católica!

wagner campos (@lamimaniaco)
Médico usa jaleco, PM usa farda, padre usa…. batina. Eu Apoio #padrepauloricardo

Viviane (@a_catequista)
Os 27 padres de Cuiabá são grandes ecologistas. Pagaram o maior MICO com a tal carta aberta e repovoaram as florestas! #padrepauloricardo

ieda floss pedrotti (@iedapedrotti)
Se calarem os profetas as pedras falarão #padrepauloricardo

Ana Maria Bueno (@anamariabueno)
A Santíssima Virgem está tomando conta.#padrepauloricardo

Olavo de Carvalho (@OdeCarvalho)
Assinem a petição em apoio ao #padrepauloricardo –

Wagner Moura (@wagnermoura)
BISPO SÚBITO! #PadrePauloRicardo

Wagner Moura (@wagnermoura)
Batatinha quando nasce se esparrama pelo chão. O capeta quando atenta faz teólogo da libertação!! Longa vida a #padrepauloricardo

Rádio Beatitudes (@radiobeatitudes)
Estamos em oração por #padrepauloricardo

Veja também:: Caso Padre Paulo Ricardo. Saiba como ajudar! | Se calarem a voz dos profetas, as pedras falarão | Perseguição do clero diocesano de Cuiabá contra o Pe. Paulo Ricardo de Azevedo | Perseguição ao padre Paulo Ricardo | Ajude ao Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Júnior |Padres do Regional Oeste II da CNBB se levantam contra Padre Paulo Ricardo

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Dicas para viver bem a Quaresma:: Fazer uma penitência

Na quaresma fazemos alusão aos quarenta dias que Jesus passou no deserto. Também neste período nos preparamos para fazer memória a Semana que antecedeu a crucifixão e morte de nosso Senhor Jesus Cristo. Por isso a tradição da Igreja nos ensina a, sobretudo neste tempo, fazermos jejuns e penitência.

A penitência que fazemos na quaresma não tem como finalidade testar nossa resistência ou provar nosso amor a Nosso Senhor Jesus Cristo. Até porque, de nada adianta penitenciar-se e não lutar contra o pecado. O objetivo dela é a disciplina das vontades. A penitência é uma ajuda para que aprendamos a resistir aos nossos apetites interiores.

Quando oferecemos ao Senhor algum tipo de penitência, não é o tipo da penitência que está em jogo, mas o fato de você disciplinar as suas vontades. Sabemos que quem controla seus desejos e impulsos, tem grandes avanços no campo espiritual. A pessoa que controla seu interior, não se deixa mover pelos seus sentimentos, afetos, desejos e vontades.

Pode parecer besteira, mas o simples fato de você oferecer ao Senhor durante a quaresma a penitência de não tomar refrigerantes, não comer doces, evitar a TV, dormir mais cedo, acordar mais cedo, não comer carne, não fumar, não ingerir bebidas alcólicas ou outros tipos de penitência, nos ajuda muito a dominar nosso interior. Isso vai treinando nossa resistência.

Como eu faço?

Todos os anos eu escolho uma penitência para fazer. Não escolho mais de uma porque sei que não vou aguentar. Geralmente eu escolho algo que eu sei que sentirei falta nesses quarenta dias, e partilho com alguém próximo a mim. A partilha tem como objetivo verificar se não estou sendo muito rigoroso comigo mesmo, ou se não estou com orgulho espiritual demasiado, querendo fazer algo que esteja longe das minhas capacidades físicas.

Eu já fiz diversas penitências. Em um dos anos anteriores, quando era mais jovem (rss…) eu dormi no chão os quarenta dias. Hoje a minha coluna já não agüenta isso. Já fiz penitências de passar a quaresma sem doces, sem comer carne, de dormir cedo…

Esse ano eu estou fazendo a penitência de não tomar refrigerante. Pode parecer fácil para você, mas para mim é bem difícil. Só de ver uma garrafinha gelada, ou ouvir o barulho da latinha abrindo já dá água na boca. Mas é uma questão de disciplina. Nesse calor vem a sede e a vontade, mas nessa hora agente pensa na disciplina. Oferece pelas almas do purgatório e pela conversão dos pecadores e segue em frente.

Essa é uma dica que eu dou e que tem sido frutuosa na minha vida. #FicaDica!

Pax Domini!

Veja também:: Dicas para viver bem a Quaresma:: Silêncio interior | Faça um bom propósito | Fazer o jejum toda sexta-feira | Rezar a Via Sacra

Livro Maria Sempre Virgem e SantaVeja também o novo livro do Cadu (Administrador do Blog Dominus Dominus Vobiscum): Maria Sempre Virgem e Santa. Nele você vai encontrar ensinamentos seguros da doutrina da Igreja a respeito da Santíssima Virgem Maria, além das orações mais tradicionais da nossa Igreja à Virgem Mãe de Deus. Vendas apenas pela internet nos sites Clube de Autores e Agbook. Um livro para quem deseja ser mais íntimo de Nossa Senhora.

Evangelho do Dia:: o Rico e o Lázaro


"...entre nós e vós há um grande abismo, de modo que, se alguém pretendesse passar daqui para junto de vós, não poderia fazê-lo, nem tão pouco vir daí para junto de nós."

Evangelho Quotidiano

Naquele tempo, disse Jesus aos fariseus: Havia um homem rico que se vestia de púrpura e linho fino e fazia todos os dias esplêndidos banquetes. Um pobre, chamado Lázaro, jazia ao seu portão, coberto de chagas. Bem desejava ele saciar-se com o que caía da mesa do rico; mas eram os cães que vinham lamber-lhe as chagas. Ora, o pobre morreu e foi levado pelos anjos ao seio de Abraão. Morreu também o rico e foi sepultado. Na morada dos mortos, achando-se em tormentos, ergueu os olhos e viu, de longe, Abraão e também Lázaro no seu seio. Então, ergueu a voz e disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim e envia Lázaro para molhar em água a ponta de um dedo e refrescar-me a língua, porque estou atormentado nestas chamas. Abraão respondeu-lhe: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em vida, enquanto Lázaro recebeu somente males. Agora, ele é consolado, enquanto tu és atormentado. Além disso, entre nós e vós há um grande abismo, de modo que, se alguém pretendesse passar daqui para junto de vós, não poderia fazê-lo, nem tão pouco vir daí para junto de nós. O rico insistiu: Peço-te, pai Abraão, que envies Lázaro à casa do meu pai, pois tenho cinco irmãos; que os previna, a fim de que não venham também para este lugar de tormento. Disse lhe Abraão: Têm Moisés e os Profetas; que os ouçam! Replicou-lhe ele: Não, pai Abraão; se algum dos mortos for ter com eles, hão-de arrepender-se. Abraão respondeu-lhe: Se não dão ouvidos a Moisés e aos Profetas, tão-pouco se deixarão convencer, se alguém ressuscitar dentre os mortos. (Lc 16,19-31)

Comentário feito por São Nersés Snorhali (1102-1173), patriarca armênio

Como o rico que amava a vida de prazeres,
Eu amei os prazeres efémeros,
Com este meu corpo animal,
Nos prazeres insensatos. […] 

E, de tantas benfeitorias
Que me deste gratuitamente,
Não Te devolvi o dízimo
Que de Ti tinha recebido. 

Mas tudo o que estava sob o meu tecto
Feito de terra, ar e mar,
As Tuas benfeitorias inumeráveis,
Pensava que eram propriedade minha. 

De tudo isso nada dei ao pobre
E para as suas necessidades nada pus de lado:
Nem comida, para o esfomeado
Nem roupa, para o corpo nu. 

Nem abrigo, para o indigente,
Nem morada, para o hóspede estrangeiro,
Nem visitei os doentes,
Nem cuidei dos prisioneiros (cf Mt 25,31ss). 

Não me entristeci com a tristeza
Do homem triste, por causa do que lhe pesava;
Nem partilhei a alegria do homem feliz
Mas ardi de inveja dele. 

Todos eles são outros Lázaros […]
Que jazem à minha porta. […]
Quanto a mim, surdo ao seu apelo,
Não lhes dei as migalhas da minha mesa. […] 

Lá fora, pelo menos, os cães da Tua lei
Consolavam-nos com a língua;
E eu, que ouvia o Teu mandamento,
Com a língua feri aquele que se Te assemelhava (cf. Mt 25,45). […] 

Mas dá-me aqui na terra arrependimento,
Para que faça penitência pelos meus pecados. […]
Para que as minhas lágrimas parem
A fornalha ardente e as suas chamas. […] 

E, em vez da conduta de um homem sem misericórdia,
Estabelece, no mais fundo de mim, a piedade misericordiosa,
Para que, ao praticar a misericórdia com o pobre,
Eu possa obter misericórdia.

Veja também:: Exame de consciência para uma boa confissão

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