Nova equipe de colaboradores do Blog Dominus Vobiscum (e vem mais gente boa por ai!)

Na parte de cima: Cadú (Administrador do Blog) e Amanda (esposa do Cadú)
Logo abaixo: Alex C. Vasconcelos, Guilherme Souza e Lana Cristina

Uma excelente notícia para os leitores do blog Dominus Vobiscum: A partir de agora você terá uma equipe escrevendo aqui. O que era o trabalho de um, agora é trabalho de vários servos de Deus, que atenderam ao meu pedido e também porque não dizer, disseram sim ao chamado do Senhor.

Já faz algum tempo que queria formar uma equipe que tivesse “a cara deste blog”. Recentemente eu fiz um apelo aqui e logo apareceram amigos que resolveram usar deste veículo para dar a sua contribuição na evangelização pela internet de forma voluntária. Com isso fique esperto pois a qualquer momento você terá um novo post por aqui a qualquer momento! Eles já começaram a trabalhar e assim que o blog entrar em pleno funcionamento, tenha certeza: virá muita informação de qualidade para você!

Mas quem pensa que a equipe para por ai se engana: Ainda estamos esperando a confirmação de algumas pessoas que se comprometeram a ajudar neste projeto!  Abaixo segue a lista da equipe…

Cadú – Pernambucano, casado e residente em Osasco. Catequista, músico e prestes a iniciar a faculdade de Licenciatura em Filosofia. Administrador geral do blog Dominus Vobiscum. A ele cabe escrever os posts sobre Defesa da Fé e assuntos pertinentes a Diocese de Osasco, bem como ajudar os outros colaboradores em suas necessidades.

Amanda Bettoni – Santista, casada (Esposa do Cadú) e residente em Osasco. Membro da Pastoral da comunicação diocesana. Vai ficar responsável por postar diariamente o Comentários da Palavra!

Alex C. Vasconcelos – Alagoano. Casado. Advogado. Notário da Câmara Eclesiástica da Arquidiocese de Maceió. Membro do ECC (Encontro de Casais com Cristo) da Paróquia Divino Espírito Santo, em Maceió, onde participa também, juntamente com sua esposa, do Ministério de Acólitos e Ancilas. Autor e editor do blog Sacrifício Vivo e Santo. Ficará responsável pela categoria Espiritualidade. Em breve prestará outros bons serviços aos leitores deste blog!

Guilherme Souza – Coordenador “paroquial” da PJ em Vera Cruz, Diocese de Marilia/SP. Trabalhou por um ano na comissão diocesana da PJ. Hoje faz parte da coordenação regional e diocesana do Setor Juventude. Acabou de publicar o livro: Juventude: A Feliz Idade. Participa também da RCC,  onde realiza pregações, palestras, em retiros e encontros desde de crianças até adultos. Ficará responsável pela atualização do Santos da Nossa Igreja.

Lana Cristina – Lana Cristina, casada, 38 anos, cursou a Escola Mater Ecclesiae no RJ, fez parte de um grupo de estudos com Dom Estevão Bettencourt, estudante de Teologia, tendo coordenado por varios anos grupo de jovens e cursos de crisma, foi catequista por 2 anos, atualmente participando de Grupo de Oração da Renovação Carismática. Ficará responsável por postar aqui no blog sobre as Palavras de Bento XVI.

De minha parte só resta agradecer a todos pela disponibilidade. Sei o quanto custa tirar parte do seu dia para trabalhar na evangelização. E sendo este um trabalho voluntário e sem fins lucrativos, o sim de vocês a este projeto se torna ainda mais nobre. E aos que vem por ai, fica registrado também o meu abraço. Quero anunciá-los aqui o quanto antes!

Pax Domini

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O Papa Bento XVI fala sobre a oração de Jesus na última ceia

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Na Catequese deste dia, diretamente da Sala Paulo VI, o Papa Bento XVI, leva-nos a continuar meditando sobre a oração de Jesus que nos é mostrada nos Evangelhos.  Hoje, em especial, sobre o momento solene da oração na Última Ceia.

O Papa nos indica que “a cena temporal e emocional do momento no qual Jesus se despede dos amigos é a iminência da sua morte que Ele sente próxima naquele momento”, nos mostrando assim que Jesus vinha preparando seus discípulos para a sua rejeição por parte dos anciãos, sumo sacerdotes e pelos escribas, bem como para o seu sofrimento e morte.

A proximidade da Páscoa, que fazia memória da libertação dos Israelitas, “libertação experimentada no passado e esperada de novo no presente e para o futuro, se tornava viva nas celebrações familiares da Páscoa. A última ceia se insere neste contexto, mas com uma novidade de fundo. Jesus olha para a sua paixão, morte e ressurreição plenamente consciente. Ele quer viver esta ceia com seus discípulos, Jesus celebra a sua Páscoa, antecipa a sua Cruz e a sua Ressurreição”.

O Papa identifica dois verbos diferentes, mas que se complementam.  Paulo e Lucas em seus textos falam de Eucaristia – Agradecimento, enquanto Marcos e Mateus destacam a Benção – Eulogia. Em ambos os casos os termos gregos eucaristéin e eulogéin têm a ver com a beraka hebraica, isto é, a grande oração de agradecimento e de benção da tradição de Israel que inaugurava as grandes refeições. (…) As palavras da instituição da Eucaristia se colocam neste contexto de oração; na mesma oração, o louvor e a benção da beraka se tornam benção e transformação do pão e do vinho no Corpo e no Sangue de Jesus.”.

O Papa ressalta ainda a importância dos gestos: quem parte o pão e entrega o cálice é o que chefia a família, que também acolhe e recebe não só a família, mas inclusive o que não faz parte dela. Na mesma mesa na qual Deus se entrega, Jesus acolhe. Jesus, que sabia que estava para ser levado à morte vergonhosa da cruz, antecipa ali a sua morte e ressurreição, fazendo tornar-se realidade o que antes tinha somente afirmado: “’Eu dou a minha vida para depois tomá-la de novo. Ninguém me tira: eu a dou. Tenho o poder de dá-la e o poder de tomá-la de novo. Este é o mandamento que recebi do meu Pai’ (Jo 10, 17-18).”, ou seja, Jesus reafirma sua missão de amor incondicional e total, que doa para obedecer e realizar a vontade do Pai.

O Papa relembra também o texto de Lucas (Luc 22, 31-32) onde há um item precioso dentre todos da Última Ceia, no qual podemos ver a “profundidade comovente da oração de Jesus para os seus naquela noite, a atenção por cada um. Partindo da oração de agradecimento e benção, Jesus chega ao dom eucarístico, ao dom de si mesmo e, enquanto doa a realidade sacramental decisiva, se dirige a Pedro.” Ao orar, Jesus os sustenta, mostrando que o caminho de Deus também passa pelo Mistério Pascal. “E a oração é particularmente por Pedro, para que, uma vez convertido, confirme os irmãos na fé. O evangelista Lucas recorda que foi exatamente o olhar de Jesus a procurar o rosto de Pedro no momento no qual ele havia apenas consumado a sua tríplice negação, para dar-lhe força de retomar o caminho em direção a Ele: ‘Naquele instante, enquanto ainda falava, um galo cantou. Então o Senhor se voltou e fixou o olhar em Pedro, e Pedro se recordou da palavra que o Senhor lhe havia dito’ (Luc 22,60-61)”.

Bento XVI, zelosamente, nos afirma a importância de nossa participação atual na Eucaristia: “Queridos irmãos e irmãs, participando da Eucaristia, vivemos em modo extraordinário a oração que Jesus fez e continuamente faz por cada um a fim que o mal, que todos encontramos na vida, não tenha a vitória e possa agir em nós a força transformante da morte a da ressurreição de Cristo. Na Eucaristia, a Igreja responde ao mandamento de Jesus: “Fazei isto em memória de mim” (Luc 22,19; cfr I Cor 11, 24-26); repete a oração de agradecimento e de benção e, com ela, as palavras da transubstanciação do pão e do vinho no Corpo e Sangue do Senhor”.

Esta riquíssima catequese nos apresenta a bela realidade de que ao participarmos da Mesa Eucarística, nos alimentamos do Corpo e Sangue do Filho de Deus e assim nos unimos a esta oração, feita pelo próprio Cristo, para que a nossa vida, apesar de nossas limitações, seja modificada e não desperdiçada e perdida.

Finalizando, o Santo Padre, nos exorta para que “peçamos ao Senhor depois de estarmos devidamente preparados, também com o Sacramento da Penitência, que a nossa participação à sua Eucaristia, indispensável para a vida  do cristão seja sempre  o ponto mais alto de toda a nossa oração. Pedimos que, unidos profundamente à sua mesma oferta ao Pai, que possamos também nós transformar as nossas cruzes em sacrifício livre e responsável, de amor a Deus e aos irmãos”.

Como sempre faz, ao final da Catequese, o Papa dirigiu-se aos peregrinos de língua portuguesa:

“Saúdo cordialmente os peregrinos de língua portuguesa, desejando-vos que o ponto mais alto da vossa oração seja uma digna participação na Eucaristia para poderdes, também vós, transformar as cruzes da vossa vida em sacrifício livre de amor a Deus e aos irmãos. Obrigado pela vossa presença. Ide com Deus”.

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Falando sobre o juízo final

Ele (Jesus) nos mandou pregar ao povo e testemunhar que é ele quem foi constituído por Deus juiz dos vivos e dos mortos. Dele todos os profetas dão testemunho, anunciando que todos os que nele crêem recebem o perdão dos pecados por meio de seu nome. (At 10,42-43)

O texto acima retirado do livro dos Atos dos Apóstolos faz parte da pregação de Pedro na casa de Cornélio. Nele o primeiro Papa afirma que Jesus foi constituído por Deus para julgar os vivos e os mortos. Ou seja, Jesus será o juiz que vai julgar todos os homens no dia do juízo final.

Quem não conhece a doutrina católica, pode até sentir certo receio quando ouve sobre o juízo final e último julgamento. Afinal de contas, os filmes e livros que falam sobre este assunto, formulam teorias malucas e tenebrosas sobre este dia. Como o ser humano adora uma boa fábula, muitos acabam levando estes ensinamentos ao pé da letra e daí vem o medo infundado sobre o fim dos tempos.

Porém nós que somos católicos e lutamos para viver a nossa fé, não podemos esquecer que o juiz é Jesus, o Filho de Deus, o mesmo que morreu por mim e por você. Não há porque temê-lo, sobretudo se você ao longo de sua vida se esforçou para viver os seus ensinamentos. Mesmo que tenha caído em pecado, se você se valeu do sacramento da confissão e se arrependeu verdadeiramente dos seus erros, tenha certeza de que o juiz verá o seu esforço e isso será levando em conta. Duas coisas nós temos que ter como certas:

  1. No fim dos tempos seremos julgados por Jesus, que virá na sua segunda vinda, pra julgar os vivos e os mortos;
  2. Se conhecemos seus ensinamentos e vivemos nos esforçando para vivê-los, sejamos confiantes: Ele nos julgará pelos nossos atos!

Não sabemos como de fato será este julgamento. Porém sabemos como ele vai se basear para julgar, afinal de contas o Senhor já deu indícios disso em seu Evangelho:

Quando o Filho do Homem voltar na sua glória e todos os anjos com ele, sentar-se-á no seu trono glorioso. Todas as nações se reunirão diante dele e ele separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. Colocará as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda. Então o Rei dirá aos que estão à direita: – Vinde benditos de meu Pai, tomai posse do Reino que vos está preparado desde a criação do mundo, porque tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes; nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a mim. Perguntar-lhe-ão os justos: – Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, com sede e te demos de beber? Quando foi que te vimos peregrino e te acolhemos, nu e te vestimos? Quando foi que te vimos enfermo ou na prisão e te fomos visitar? Responderá o Rei: – Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes. Voltar-se-á em seguida para os da sua esquerda e lhes dirá: – Retirai-vos de mim, malditos! Ide para o fogo eterno destinado ao demônio e aos seus anjos. Porque tive fome e não me destes de comer; tive sede e não me destes de beber; era peregrino e não me acolhestes; nu e não me vestistes; enfermo e na prisão e não me visitastes. Também estes lhe perguntarão: – Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, peregrino, nu, enfermo, ou na prisão e não te socorremos? E ele responderá: – Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que deixastes de fazer isso a um destes pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer. E estes irão para o castigo eterno, e os justos, para a vida eterna. (Mt 25, 31-43)

O Senhor nos julgará com amor. Mas também será justo. No livro do Auto da Compadecida, o personagem João Grilo “engana” a Deus. Mas no julgamento final não iremos repetir a feito de nordestino sabido. Deus tudo vê e tudo sabe. Portanto não precisamos temer o julgamento, mas viver os ensinamentos do Senhor hoje. Assim não nos desclassificaremos da eternidade junto a Deus.

Aqui é hora de fazer um sincero e verdadeiro exame de consciência e se for o caso, recolocar a sua vida dentro do eixo dos ensinamentos de Jesus. E sempre é tempo para pensarmos nisso, pois quem nos garante o amanhã? O tempo para mudar de vida é hoje! É agora!

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São Bento, modelo para os dias que correm

Naquele tempo, Pedro disse a Jesus: “Nós deixamos tudo e seguimos-te. Qual será a nossa recompensa?” Jesus respondeu-lhes: “Em verdade vos digo: No dia da regeneração de todas as coisas, quando o Filho do Homem se sentar no seu trono de glória, vós, que me seguistes, haveis de sentar-vos em doze tronos para julgar as doze tribos de Israel. E todo aquele que tiver deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos ou campos por causa do meu nome, receberá cem vezes mais e terá por herança a vida eterna.” (S. Mateus 19,27-29)

Comentário ao Evangelho do dia feito por Papa Bento XVI

[Segundo a Regra de S. Bento], para ser capaz de decidir responsavelmente, também em cada mosteiro o Abade deve ser um homem que escuta “os conselhos dos irmãos” (Regra, 3, 2), porque “muitas vezes Deus revela a solução melhor a um irmão mais jovem” (Regra, 3, 3). Esta cláusula torna admiravelmente moderna uma Regra escrita há quase quinze séculos! Um homem de responsabilidades públicas, mesmo em pequenos âmbitos, deve ser sempre também um homem que sabe ouvir e aprender de quanto ouve. [A Regra de S. Bento] pode oferecer indicações úteis não só para os monges, mas também para todos os que procuram um guia no seu caminho rumo a Deus. Pela sua ponderação, a sua humanidade e o seu discernimento entre o essencial e o secundário na vida espiritual, ela tem mantido a sua capacidade iluminadora até hoje. Paulo VI, proclamando a 24 de Outubro de 1964 São Bento Padroeiro da Europa, pretendeu reconhecer a admirável obra realizada pelo Santo com a sua Regra para a formação da civilização e da cultura europeias. Hoje, a Europa, que acabou de sair de um século profundamente ferido por duas guerras mundiais, e depois pelo desmoronamento das grandes ideologias que se revelaram trágicas utopias, está em busca da própria identidade. Para criar uma unidade nova e duradoura, são sem dúvida importantes os instrumentos políticos, econômicos e jurídicos, mas é preciso também suscitar uma renovação ética e espiritual que se inspire nas raízes cristãs do Continente, porque de outra forma não se pode reconstruir a Europa. Sem esta linfa vital, o homem permanece exposto ao perigo de sucumbir à antiga tentação de querer remir-se sozinho, utopia que, de formas diferentes, causou na Europa do século XX, como revelou o Papa João Paulo II, “uma regressão sem precedentes na história atormentada da humanidade” (Insegnamenti, XIII/1, 1990, p. 58). Procurando o verdadeiro progresso, encaremos então, ainda hoje, a Regra de São Bento como uma luz para o nosso caminho. Esse grande monge permanece hoje um verdadeiro mestre em cuja escola podemos aprender a arte de viver o humanismo verdadeiro.

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Documentário sobre a vida de São Bento

Hoje comemoramos a vida de um dos grandes Santos da Igreja e padroeiro da Europa: São Bento da Nursia. Para comemorar este dia, estou postando aqui um documentário que tive a alegria de dirigir enquanto missionário da comunidade Canção Nova. Este foi apresentado pelo amigo Marcelo Pereira e teve a participação de Dom João Evangelista Kovas, prior do Mosteiro de São Paulo.

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Santo do dia: São Bento!

Hoje celebramos São Bento que é um grande abade (abade, vem da palavra abbá que significa pai) e patrono da Europa. E nós fazemos lembrança da vida e mistério deste grande santo conhecendo um pouco mais sobre ele.

São Bento, rogai por nós!

São Bento

Bento nasceu em Núrsia, na Úmbria por volta do ano 480. Nasceu em uma família nobre que o enviou para estudar na “Cidade Eterna”, ou seja, Roma em plena decadência do império. Depois de concluir seus estudos resolveu fazer um retiro e foi morar numa gruta afastada por 3 anos. Logo após este período ele passou a atrair outros que se tornaram discípulos de Cristo pelos passos traçados por ele, que buscou nas Regras de São Pacômio e de São Basílio uma maneira ocidental e romana de vida monástica. Foi assim que nasceu o famoso mosteiro de Monte Cassino. A Regra Beneditina, devido a sua eficácia de inspiração que formava cristãos santos por meio do  seguimento dos ensinamentos de Jesus e da prática dos Mandamentos e conselhos evangélicos, logo encantou e dominou a Europa, principalmente com a máxima “Ora et labora”, ou seja, “Orar e trabalhar, contemplar e agir”. Morreu no dia 21 de Março de 547. Duzentos anos após a sua morte, a Regra Beneditina havia-se espalhado pela Europa inteira, tornando-se a forma de vida monástica por toda a Idade Média.

Medalha de São Bento

Uma grande devoção a São Bento é a conhecida medalha com a Oração de São Bento:

A Cruz sagrada seja minha Luz.
Não seja o Dragão meu guia.
Retira-te Satanas!
Nunca me aconselhes coisas vãs!
É mal o que tu me ofereces.
Bebe tu mesmo do teu veneno.

Rogai por nós bem aventurado São Bento, para que sejamos dignos das promessas de Cristo

Em Latim
Crux Sacra Sit Mihi Lux
Non Draco Sit Mihi Dux
Vade Retro Sátana
Nunquam Suade Mihi Vana
Sunt Mala Quae Libas
Ipse Venena Bibas

É mais um exemplo de vida e dedicação ao Evangelho de Jesus Cristo que nós devemos colocar em prática na nossa vida pessoal e comunitária. A velha e conhecida frase: Uma fé sem obras, é uma fé morta!

São Bento, rogai por nós!

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