Professor Felipe Aquino: Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno! Veja como foi a entrega do título…

Lana Cristina, correspondente do Blog Dominus Vobiscum

Conforme foi noticiado aqui pelo Cadu há alguns dias, o Professor Felipe Aquino recebeu a honraria da Ordem dos Cavaleiros de São Gregório Magno. Hoje, 19 de julho, antes da Celebração da Santa Missa, na Sede da Comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista, SP, Dom Benedito Beni, Bispo da diocese de Lorena, entregou ao Professor a carta que confere a honraria, enviada pela Santa Sé.

Dom Beni saudou o Professor, presente com sua esposa, filhos e netos  e em seguida solicitou que a carta fosse lida em latim pelo Padre Wagner Ferreira e em português pelo Padre Donizete Heleno.

O Bispo lembrou a importância da honraria, destacando que  neste momento em que a diocese de Lorena completa 75 anos, esta honraria homenageia também todos os leigos que se dedicam a evangelização.

Dom Beni, ao lado de Monsenhor Jonas e diversos outros sacerdotes de várias dioceses do  Brasil e do mundo, celebrou a Santa Missa. Durante a homilia Dom Beni novamente  se dirigiu ao Professor Felipe Aquino, afirmando que hoje todos estão felizes pela vida  dele, ao qual chamou de “grande homem de Deus” e que nesta honraria a Santa Sé está reconhecendo tudo que ele tem feito para defender a doutrina Cristã e a fé.

Ao término da Santa Missa houve um momento para que algumas pessoas pronunciassem algumas palavras: Monsenhor Jonas foi o primeiro, falando de momentos da vida em comum com o Professor, que segundo suas palavras “demonstra humildade até nisso, pois é doutorado, mas prefere ser tratado como simples professor”, citou ainda os princípios da Comunidade Canção Nova no qual o homenageado era atuante, o seu testemunhar do inicio do namoro do professor e a celebração, 40 anos atrás,  do seu matrimonio com Zilá, relembrando ainda o momento em que o professor largou a carreira militar para se dedicar a lecionar e a Igreja; logo após foi a vez do filho do homenageado, Davi, se pronunciar, em um emocionado e descontraído discurso,onde  lembrou de fatos da vida familiar, da vida com os filhos e esposa, arrancando lágrimas de seu Pai e de alguns presentes; por fim o Professor Felipe, agradeceu comovido, a Dom Beni por sugerir o nome dele para receber a honraria, lembrou o quanto é atuante e presente na diocese de Lorena, onde ministra aulas de História da Igreja no Instituto Teológico, agradeceu a Monsenhor Jonas por manter as portas sempre abertas para que ele pudesse falar e lecionar e terminou afirmando que fez tudo pela Igreja e que espera continuar a servir a Igreja até o ultimo dia de sua vida.

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Evangelho do Dia:: Humildade e oração. É isso que precisamos cultivar em nossas vidas

Do Evangelho Quotidiano

Naquele tempo, Jesus exclamou: Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração e encontrareis descanso para o vosso espírito. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. (Mt 11,28-30)

Comentário feito pela Beata Teresa de Calcutá (1910-1997), fundadora das Irmãs Missionárias da Caridade

Para nos tornarmos santos, precisamos de humildade e oração. Jesus ensinou-nos a rezar e também nos disse para aprendermos, seguindo o Seu exemplo, a ser mansos e humildes de coração. Só alcançaremos uma e outra coisa se soubermos o que é o silêncio. Tanto a humildade como a oração provêm de um ouvido, de uma inteligência e de uma língua que provaram o silêncio junto de Deus, pois Deus fala no silêncio do coração. Esforcemo-nos verdadeiramente por aprender a lição de santidade de Jesus, cujo coração era manso e humilde. A primeira lição dada por este coração é a de examinarmos a nossa consciência, sendo que o resto – amar, servir – surge logo a seguir. Este exame não é exclusivamente da nossa competência, mas releva de uma colaboração entre nós e Jesus. Não vale a pena perder tempo a contemplar inutilmente as nossas misérias; trata-se, isso sim, de elevar o coração a Deus e deixar que a Sua luz nos ilumine.

Se fores humilde, nada te afetará, nem a lisonja, nem a desgraça, pois saberás o que és. Se te repreenderem, não te sentirás desencorajado; e se alguém te disser que és santo, não te colocarás num pedestal. Se fores santo, agradece a Deus; se fores pecador, não te fiques por aí. Cristo diz-te para aspirares muito alto: não para seres como Abraão ou David, ou como qualquer outro santo, mas como o nosso Pai celeste (Mt 5,48). Não fostes vós que Me escolhestes, fui Eu que vos escolhi (Jo 15,16).

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Músicas que levam a Deus: O Amado – Ir. Kelly Patrícia

Não posso negar que a música católica está dentro de mim. Do mesmo modo que me considero um evangelizador, também me considero um musicista. Penso que a boa música católica tem o poder de nos fazer rezar, meditar e refletir. Ela nos leva para Deus. Ando meio afastado da música por alguns motivos particulares, mas sei que preciso retornar a ela. Afinal ela é um instrumento que me leva a Deus. Costumo rezar quando ouço uma linda canção.

Falando em nos levar para o céu através da música, uma das cantoras católicas (para mim a melhor delas) que me faz alcançar o céu em muitas de suas canções chama-se Irmã Kelly Patrícia. Alguns cantores cantam com o coração, mas ela é diferente: É o  seu coração que canta através dela. Algumas pessoas acham que o cantor católico tem que fazer o povo pular e fazer barulho. Eu penso diferente: Acho que a boa música católica tem que nos levar a oração.

Quero deixar aqui uma de suas belíssimas cancões: O Amado. O vídeo abaixo faz parte do seu DVD. Infelizmente não o tenho mas irei adquirir em breve. Ouça e reze!

[youtube http://youtu.be/i1HD8jWgRZI]

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Santo do Dia: São Símaco

Hoje celebramos um Santo que foi Papa: São Símaco enfrentou um período da história em que a Igreja sofria com pressões internas e externas (toda comparação com nosso Papa Bento XVI e nós que assumimos este compromisso com a Igreja pode parecer mera coincidência).

São Símaco

Ele nasceu na Ilha da Sardenha no século V. Pertenceu ao clero romano e foi eleito Papa em 498. No tempo de Símaco, a Igreja era duramente atingida por perseguições.

Muitas famílias tradicionais de Roma, bem como o Senado, buscavam de todas as formas influenciar a ação da Igreja, trazendo assim muitos prejuízos; isto perdurou por um tempo até levantar-se Símaco. O santo Papa combateu e venceu estes “invasores”, recuperando assim a total liberdade da Igreja, na sua organização e disciplina.

São Símaco, rogai por nós!

Com a queda do império romano e a invasão dos vândalos, godos, visigodos e longobardos, que começavam a dominar o Ocidente, São Símaco, na ousadia, entrou nas intrigas sociais e políticas, para assim tomar partido da paz e da harmonia e não de algum dos lados. Na função eficiente de pai comum, suscitou a inveja do imperador do Oriente que começou a perseguir os cristãos; em resposta a esta atitude corrigiu Símaco:

“Lança um olhar, o Imperador, a tantos príncipes que perseguiram a Igreja e vê como todos eles tiveram triste fim, ao passo que a Igreja perseguida continua com tanto mais glória, quanto mais violenta lhe foi a perseguição”.

Símaco era conciliador, homem de justiça e sinal de paz.

Em 514 ele partiu para a glória celeste e intercede por nós, para que nos tempos de hoje, por amor a Cristo e à Igreja, sejamos promotores da paz.

São Símaco, rogai por nós!

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Série Espiritualidade: De como não devemos tomar a peito as coisas exteriores

Do livro “Imitação de Cristo”

Jesus: Filho, convém fazeres-te ignorante em muitas coisas, e reputares-te como que morto sobre a terra, para que todo o mundo te esteja crucificado. Importa também que te faças surdo a muitas coisas, cuidando antes do que serve à tua paz. Mais útil é desviares os olhos do que não te agrada e deixares a cada um seu parecer, do que entrares em discussões. Se estiveres bem com Deus e considerares seus juízos, não te será custoso dares-te por vencido.

A alma: Ah! Senhor, a que chegamos? Eis que choramos uma perda temporal, trabalhamos e corremos para ganhar mesquinho lucro, mas do dano espiritual nos esquecemos e mal nos lembramos, ou tarde. Olha-se muito pelo que pouco ou nada vale, e não se faz caso do que é sumamente necessário, porque o homem inteiramente se entrega às coisas exteriores, e, se prontamente não se recolher, nela descansa com prazer.

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