O Papa termina último livro da trilogia Jesus de Nazaré

A Sala de Imprensa da Santa Sé anunciou na manhã da última quinta feira (03/08/2012) que o Papa Bento XVI terminou durante estes dias, em sua residência do verão de Castel Gandolfo, o terceiro volume de sua obra “Jesus de Nazaré” dedicado à infância de Cristo.

O texto da Sala de Imprensa da Santa Sé explica ademais que se está procedendo às traduções em diversas línguas, que serão feitas diretamente do original em alemão. Espera-se que a publicação do livro se realize ao mesmo tempo nas línguas de maior difusão, o que “exigirá um espaço de tempo prudente para uma tradução precisa deste importante e esperado texto”, conclui o comunicado.

O novo volume é a continuação de “Jesus de Nazaré”, publicado em 2007; e “Jesus de Nazaré. Da entrada em Jerusalém até a Ressurreição”, publicado em 2011. Ambos os livros publicados em sete idiomas e em formato eletrônico, e que já superaram o milhão de cópias vendidas.

Eu consegui ler o primeiro volume da série. Infelizmente ainda não li o segundo. Mas vindo do maior teólogo vivo do mundo, este material certamente irá enriquecer espiritualmente muitos católicos no mundo todo!

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O governo federal e as organizações que trabalham para legalização do aborto

Neste vídeo, o Padre Paulo Ricardo nos apresenta os últimos passos dados em direção à legalização do aborto no Brasil. Infelizmente estes passos contam com o apoio do Governo Federal. É preciso estar atentos. Um vídeo para ser visto e revisto!

[youtube http://youtu.be/uOn-_xeWsW8]

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Santos do dia:: S. Justo e S. Pastor

Hoje a Igreja celebra a vida de dois Santos Mártires: São Justo e São Pastor.

Foram dois estudantes de Alcalá de Henares, Castela, que quando souberam por um condiscípulo que o governador Daciano estava para entrar na cidade, saíram imediatamente da escola e correram ao encontro do cruel perseguidor. Daciano então ordenou que fossem torturados. Mas para a surpresa do governador, ao invés de ouvir gritos e murmúrios, percebeu que Eles começaram a cantar, bendizendo aqueles que lhes preparavam o martírio. O governador vendo isto ficou extremamente irritado e ordenou que lhes cortassem as cabeças. Isto aconteceu no ano de 304.

São Justo e São Pastor, rogai por nós!

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O Seu rosto resplandeceu como o Sol

Do Evangelho Quotidiano

Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João e levou-os, só a eles, a um monte elevado. E transfigurou-se diante deles. As suas vestes tornaram-se resplandecentes, de tal brancura que lavadeira alguma da terra as poderia branquear assim. Apareceu-lhes Elias, juntamente com Moisés, e ambos falavam com Ele. Tomando a palavra, Pedro disse a Jesus: Mestre, bom é estarmos aqui; façamos três tendas: uma para ti, uma para Moisés e uma para Elias. Não sabia que dizer, pois estavam assombrados. Formou-se, então, uma nuvem que os cobriu com a sua sombra, e da nuvem fez-se ouvir uma voz: Este é o meu Filho muito amado. Escutai-o. De repente, olhando em redor, já não viram ninguém, a não ser só Jesus, com eles. Ao descerem do monte, ordenou-lhes que a ninguém contassem o que tinham visto, senão depois de o Filho do Homem ter ressuscitado dos mortos. Eles guardaram a recomendação, discutindo uns com os outros o que seria ressuscitar de entre os mortos. (Marcos 9,2-10)

Comentário feito por Pedro o Venerável (1092-1156), abade de Cluny

Será de espantar que o rosto de Jesus tenha resplandecido como o sol, pois se Ele mesmo era o sol? Ele era o sol, mas escondido atrás de uma nuvem. Agora a nuvem afasta-se, e Ele resplandece por um instante. Que nuvem é essa que se afasta? Não é a própria carne em si, mas a fraqueza da carne que desaparece por um momento.

Essa nuvem é aquela de que o profeta fala: O Senhor, montado sobre uma nuvem veloz […] (Is 19,1): é a nuvem da carne que cobre a divindade, leve porque tal carne não traz em si nada de mal; é a nuvem que dissimula o esplendor divino, leve porque irá elevar-se até ao esplendor eterno. É a nuvem da qual se diz, no Cântico dos Cânticos: Anseio sentar-me à sua sombra (Ct 2,3). Leve nuvem, carne que é a do Cordeiro que tira o pecado do mundo (Jo 1,29); e, tirado o pecado do mundo, eis que o mundo se eleva nas alturas dos céus, aliviado do peso de todos os seus pecados.

O sol coberto por esta carne não é aquele que se levanta sobre os bons e os maus (Mt 5,45), mas o Sol de justiça (Ml 3,20), que se levanta apenas para os que temem a Deus. Estando habitualmente coberta pela nuvem da carne, essa luz verdadeira, que, ao vir ao mundo, a todo o homem ilumina (Jo 1, 9) brilha hoje com todo o seu esplendor. Hoje, ela glorifica essa mesma carne; mostra-a deificada aos apóstolos, para que os apóstolos a revelem ao mundo.

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Virgindade Perpétua de Maria:: Escritos de São Jerônimo – Capítulo 20

Posto aqui mais um capítulo da Carta de São Jerônimo a Helvídio a respeito da Virgindade Perpétua da Virgem Maria. Neste texto podemos encontrar uma breve disposição da dogmática mariana – Maternidade Divina e Virgindade Perpétua – veemente e uma breve exortação a luz da grandeza Divina de Cristo.

CAPÍTULO XX

Agora dirijo meu ataque contra a passagem na qual, desejando mostrar seu talento você faz uma comparação entre virgindade e casamento. Eu não poderia deixar de rir, e penso no provérbio: viu você alguma vez uma dança cautelosa?

Você pergunta: “São as virgens melhores do que Abraão, Isaac e Jacó, que foram casados? Não são as crianças diariamente moldadas pelas mãos de Deus no útero de suas mães? E se assim é, somos constrangidos a nos ruborizarmos pelo pensamento de Maria tendo um marido depois do parto? Se julgam que há alguma desgraça nisto, não deviam coerentemente acreditar que Deus nasceu da Virgem por parto normal. Porque de acordo com esses, há mais desonra numa virgem dando à luz a Deus pelos órgãos geradores, do que numa virgem que se juntou a seu próprio esposo depois que deu à luz”.

Acrescente, se quiser, Helvídio, as outras humilhações da natureza, o útero de nove meses se tornando cada vez maior, a doença, o parto, o sangue, os cueiros. Imagine você mesmo o menino envolto na placenta. Imagine a dura manjedoura, o choro do menino, a circuncisão no oitavo dia, o tempo de purificação, de modo que possa ficar comprovado que tudo era impuro. Não enrubescemos, você não nos impõe silêncio. Maior humilhação Ele sofreu por mim, a maior que o atingiu. E quando você tiver dado todos os detalhes, não estará apto a apontar nada mais vergonhoso do que a cruz que confessamos, na qual acreditamos e pela qual triunfamos sobre todos nossos inimigos.

( Tradução: José Fernandes Vidal e Carlos Martins Nabeto – Central de Obras do Cristianismo Primitivo)

Veja Também:: Capítulos 1 e 2 | Capítulos 3 e 4 | Capítulo 5 e 6 | Capítulos 7 e 8 | Capítulos 9 e 10 | Capítulos 11 e 12 | Capítulos 13 e 14 | Capítulo 15 | Capítulo 16 | Capítulo 17 | Capítulo 18 | Capítulo 19

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