“A falsidade é a marca do diabo!” – Afirma Bento XVI

Em suas palavras prévias à oração do Ângelus, junto aos fiéis reunidos em sua residência de Castel Gandolfo, o Papa Bento XVI recordou a traição de Judas, que permaneceu não por amor, mas por vingança, e cuja culpa mais grave “foi a falsidade, que é a marca do diabo“.

O Santo Padre assinalou “Ele poderia ter ido embora, como fizeram os outros discípulos, ou melhor, deveria ter ido embora, se tivesse sido honesto. Porém, ficou com Jesus. Ficou não por causa da fé, nem por amor, mas com a intenção secreta de se vingar do Mestre. Por quê? Porque Judas se sentia traído por Jesus, e decidiu que, por sua vez, iria traí-lo”.

Judas era um Zelota, e queria um Messias vencedor, para guiar uma revolta contra os romanos. Mas Jesus tinha decepcionado essas expectativas. O problema é que Judas não foi embora, e sua culpa mais grave foi a falsidade, que é a marca do diabo“.

O Papa indicou que por isso Jesus disse aos doze apóstolos que “um de vós é um diabo!”.

Bento XVI assinalou que no Evangelho de hoje indica que muitos seguidores de Jesus se afastaram dele e deixaram de acompanhá-lo “porque não acreditaram nas palavras de Jesus que dizia: Eu sou o pão vivo descido do céu. O que comer deste pão viverá eternamente“.

Para eles esta revelação permanecia incompreensível, a entendiam em sentido material, enquanto que aquelas palavras preanunciavam o mistério pascal de Jesus, em que Ele daria a si mesmo pela salvação do mundo“.

O Santo Padre recordou que depois Jesus se dirige aos apóstolos e lhes pergunta se eles também querem ir-se, e como em outras situações, foi Pedro quem tomou a palavra e respondeu em nome dos doze: “Senhor, a quem iríamos nós? Tu tens as palavras de vida eterna. E nós cremos e sabemos que tu és o Santo de Deus“.

Ao concluir, o Santo Padre pediu à Virgem Mara que “nos ajude a crer em Jesus, como São Pedro, e a ser sempre honestos com Ele e com todos

Baseado em texto do site acidigital.com

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Bento XVI: “A esperança do Evangelho deve ser levada, pelos leigos, até os que vivem na escuridão do mundo!”

O Papa Bento XVI explicou que a nova evangelização que o mundo atual precisa, requer por parte dos leigos um testemunho valente e acreditável, que permita levar a esperança do Evangelho a todos os âmbitos da sociedade. Em uma mensagem que saiu hoje, com a data de 10 de agosto, enviada aos participantes do Fórum Internacional da Ação Católica que se realiza no Iasi, România, até o dia 26 deste mês, o Santo Padre reflete sobre o tema do evento, a “corresponsabilidade eclesial e social” dos leigos, no marco do próximo Ano da Fé e do Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização.

A corresponsabilidade –explica o Papa– requer uma mudança de mentalidade, em particular, sobre o papel dos leigos na Igreja, que não devem ser considerados como meros colaboradores do clero, mas como pessoas verdadeiramente corresponsáveis no trabalho da Igreja“.

Por isso é importante, afirma, “que se consolide um laicato maduro e esforçado, capaz de dar a sua própria contribuição específica para a missão da Igreja, de acordo com os ministérios e tarefas em que cada um toma parte na vida da Igreja, e sempre em comunhão amigável com os bispos“.

Bento XVI alentou depois a sentir “como próprio o esforço de obrar pela missão da Igreja: com a oração, com o estudo, com a participação ativa na vida eclesial, com um olhar atento e positivo para o mundo, na contínua busca dos sinais dos tempos”.

Não se cansem de afinar sempre mais, com um esforço formativo sério e cotidiano, os aspectos da sua vocação peculiar de fiéis leigos, chamados a ser testemunhas valentes e acreditáveis em todos os âmbitos da sociedade, para que o Evangelho seja luz que leva esperança às situações problemáticas, de dificuldade, de escuridão, que os homens de hoje encontram com frequência no caminho da vida“.

O Papa indica também que “guiar ao encontro com Cristo, anunciando sua mensagem de salvação com linguagens e modos compreensíveis ao nosso tempo, caracterizado por processos sociais e culturais em rápida transformação, é o grande desafio da nova evangelização“. “Nesta fase da história, à luz do Magistério Social da Igreja, trabalhem também para ser sempre mais um laboratório de ‘globalização da solidariedade e da caridade’, para crescer, com toda a Igreja, na corresponsabilidade de oferecer um futuro de esperança à humanidade, tendo a coragem de formular propostas exigentes“.

Depois de alentar a trabalhar em comunhão com os Bispos e com o Sucessor de São Pedro, o Papa afirma que os leigos “são chamados hoje a renovar o esforço de caminhar pelo caminho da santidade, mantendo uma vida de oração intensa, favorecendo e respeitando os caminhos pessoais e de fé e valorizando as riquezas de cada um, com o acompanhamento dos sacerdotes assistentes e de responsáveis capazes de educar a corresponsabilidade eclesial e social“.

Que tenham uma vida ‘transparente’, guiada pelo Evangelho e iluminada pelo encontro com Cristo, amado e seguido sem temor“, alenta o Santo Padre.

Para concluir, Bento XVI alenta a cultivar “relações pessoais autênticas com todos, começando pela família, e ofereçam sua disponibilidade na participação, a todos os níveis da vida social, cultural e política tendo sempre como objetivo o bem comum“.

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Santo do Dia: Santa Mônica.

Bom dia! Tudo bem?

Hoje fazemos memória a Santa Mônica, mãe de Santo Agostinho,  que nos provou com sua vida que realmente “tudo pode ser mudado pela força da oração.”. Você sabia disso?

Santa Mônica

Santa Mônica nasceu no norte da África, em Tagaste, no ano 332, numa família cristã que lhe entregou – segundo o costume da época e local – como esposa de um jovem chamado Patrício.

Como cristã exemplar que era, Mônica preocupava-se com a conversão de sua família, por isso se consumiu na oração pelo esposo violento, rude, pagão e, principalmente, pelo filho mais velho, Agostinho, que vivia nos vícios e pecado. A história nos testemunha as inúmeras preces, ultrajes e sofrimentos por que Santa Mônica passou para ver a conversão e o batismo, tanto de seu esposo, quanto daquele que lhe mereceu o conselho: “Continue a rezar, pois é impossível que se perca um filho de tantas lágrimas”.

Santa Mônica, rogai por nós!

Santa Mônica tinha três filhos. E passou a interceder, de forma especial, por Agostinho, dotado de muita inteligência e uma inquieta busca da verdade, o que fez com que resolvesse procurar as respostas e a felicidade fora da Igreja de Cristo. Por isso se envolveu em meias verdades e muitas mentiras. Contudo, a mãe, fervorosa e fiel, nunca deixou de interceder com amor e ardor, durante 33 anos, e antes de morrer, em 387, ela mesma disse ao filho, já convertido e cristão: “Uma única coisa me fazia desejar viver ainda um pouco, ver-te cristão antes de morrer”.

Por esta razão, o filho Santo Agostinho, que se tornara Bispo e doutor da Igreja, pôde escrever: “Ela me gerou seja na sua carne para que eu viesse à luz do tempo, seja com o seu coração para que eu nascesse à luz da eternidade”.

Para refletirmos: Será que estamos dedicando tempo nas nossas orações para interceder pelos nos amigos, filhos, jovens, crianças? Seja você mesmo o caminho para a conversão da humanidade, seja o canal! Tem uma frase (não conheço o autor) que diz: 

“Se hoje estou em pé, é porque minha mãe se põe de joelhos por mim!”

Santa Mônica, rogai por nós!

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Santo do Dia: São Bartolomeu, apóstolo!

Hoje celebramos São Bartolomeu, o apóstolo. Mencionado na Sagrada Escritura (João 1,45-51) como Natanel (= dom de Deus) fez o que muios fazem: julgamento. Jesus na sua sabedoria e divindade quebra todo o preconceito de Natanel (Bartolomeu):

Jesus viu Natanael vindo até ele, e disse a seu respeito: “Eis um verdadeiro israelita, em quem não há fraude”. Natanael exclamou: “Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és o Rei de Israel”. Jesus respondeu-lhe: “Crês só porque te disse: ‘Eu vi-te sob a figueira’? Verás coisas maiores do que essas”. (João 1,45)

Os três Evangelhos sinópticos chamam-lhe sempre Bartolomeu ou Bar-Talmay (filho de Talmay em aramaico). Nasceu em Caná da Galiléia, naquela pequena aldeia onde Jesus transformou a água em vinho.

São Bartolomeu, rogai por nós!

Bartolomeu é modelo para quem quer se deixar conduzir pelo Senhor, pois, assim encontramos no Evangelho de São João: “Filipe vai ter com Natanael e lhe diz: ‘É Jesus, o filho de José de Nazaré'”. Depois de externar sua sinceridade e aproximar-se do Cristo, Bartolomeu ouviu dos lábios do Mestre a sua principal característica: “Eis um verdadeiro israelita no qual não há fingimento” (Jo 1,47).

Pertencente ao número dos doze, São Bartolomeu conviveu com Jesus no tempo da vida pública e pôde contemplar no dia-a-dia o conteúdo de sua própria profissão de fé: “Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és o rei de Israel”. Depois da Paixão, glorificação do Verbo e grande derramamento do Espírito Santo em Pentecostes, conta-nos a Tradição que o apóstolo Bartolomeu teria evangelizado na Índia, passado para a Armênia e, neste local conseguido a conversão do rei Polímio, da esposa e de muitas outras pessoas, isto até deparar-se com invejosos sacerdotes pagãos, os quais martirizaram o santo apóstolo, após o arrancarem a pele, mas não o Céu, pois perseverou até o fim.

São Bartolomeu, rogai por nós!

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Santo do Dia: Santa Rosa de Lima

Bom dia, tudo bem? Como já foi mencionado no post Santa Rosa de Lima, intercessora da JMJ Rio 2013, rogai por nós! hoje vamos falar desta mulher que foi a primeira Santa da América Latina!

Santa Rosa de Lima

Hoje celebramos a memória da primeira santa da América do Sul, Padroeira do Peru, das Ilhas Filipinas e de toda a América Latina. Santa Rosa nasceu em Lima (Peru) em 1586; filha de pais espanhóis, chamava-se Isabel Flores, até ser apelidada de Rosa por uma empregada índia que a admirava, dizendo-lhe: “Você é bonita como uma rosa!”.

Santa Rosa de Lima, rogai por nós!

Rosa bem sabia dos elogios que a envaideciam, por isso buscava ser cada vez mais penitente e obedecer em tudo aos pais, desta forma, crescia na humildade e na intimidade com o amado Jesus. Quando o pai perdeu toda a fortuna, Rosa não se perturbou ao ter que trabalhar de doméstica, pois tinha esta certeza: “Se os homens soubessem o que é viver em graça, não se assustariam com nenhum sofrimento e padeceriam de bom grado qualquer pena, porque a graça é fruto da paciência”.

A mudança oficial do nome de Isabel para Rosa ocorreu quando ela tomou o hábito da Ordem Terceira Dominicana, da mesma família de sua santa e modelo de devoção: Santa Catarina de Sena e, a partir desta consagração, passou a chamar-se Rosa de Santa Maria. Devido à ausência de convento no local em que vivia, Santa Rosa de Lima renunciou às inúmeras propostas de casamento e de vida fácil: “O prazer e a felicidade de que o mundo pode me oferecer são simplesmente uma sombra em comparação ao que sinto”.

Começou a viver a vida religiosa no fundo do quintal dos pais e, assim, na oração, penitência, caridade para com todos, principalmente índios e negros, Santa Rosa de Lima cresceu na união com Cristo, tanto quanto no sofrimento, por isso, tempos antes de morrer, aos 31 anos (1617), exclamou: “Senhor, fazei-me sofrer, contanto que aumenteis meu amor para convosco”.

Foi canonizada a 12 de abril de 1671 pelo Papa Clemente X.

Santa Rosa de Lima, rogai por nós!

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Série Espiritualidade: Dos diversos movimentos da natureza e da graça

Do livro “Imitação de Cristo”

Jesus: Filho, observa com diligência os movimentos da natureza e da graça: pois são muito opostos uns aos outros e tão sutis que só a custo podem ser discernidos, mesmo por um homem espiritual e interiormente iluminado. Todos, sim, desejam o bem e intentam algum bem nas suas palavras e obras; por isso se enganam muitos com a aparência do bem. A natureza é astuta; a muitos atrai, enreda e engana, e não tem outra coisa em mira senão a si mesma. Mas a graça anda com simplicidade, evita a menor aparência do mal, não usa de enganos, e tudo faz puramente por Deus, no qual descansa como em seu último fim.

A natureza tem horror à mortificação, não quer ser oprimida, nem vencida, nem sujeita, nem submeter-se voluntariamente a outrem. A graça, porém, aplica-se à mortificação própria, resiste à sensualidade, quer estar sujeita, deseja ser vencida e não quer usar da própria liberdade: gosta de estar sob a disciplina, não cobiça dominar sobre outrem, mas quer viver, ficar e permanecer sempre debaixo da mão de Deus, sempre pronta, por amor de Deus, a se curvar humildemente a toda criatura humana. A natureza trabalha por seu próprio interesse e só atenta no lucro que de outrem lhe pode advir. A graça, porém, pondera não o que lhe seja útil ou cômodo, mas o que a muitos seja proveitoso. A natureza gosta de receber honras e homenagens; a graça, porém, refere fielmente a Deus toda honra e glória.

A natureza teme a confusão e desprezo; mas a graça alegra-se de sofrer injúrias pelo nome de Jesus. A natureza aprecia a ociosidade e o bem estar do corpo; a graça, porém, não pode estar ociosa e abraça com prazer o trabalho.

A natureza gosta de possuir coisas esquisitas e lindas e aborrece as vis e grosseiras; mas a graça se compraz nas simples e modestas, não despreza as ásperas, nem recusa vertir-se de hábito velho. A natureza cuida dos bens temporais, alegrase por um lucro pequeno, entristece-se por um prejuízo e irrita-se com uma palavrinha injuriosa. A graça, porém, cuida das coisas eternas, não se apega às temporais, não se perturba com a sua perda, nem se ofende com palavras ásperas; porquanto pôs o seu tesouro e sua glória no céu onde nada perece.

A natureza é cobiçosa, antes quer receber do que dar; gosta de ter coisas próprias e particulares. Mas a graça é generosa e liberal, foge de singularidades, contenta-se com pouco e considera “maior felicidade o dar que o receber”( At 20,35). A natureza inclina-se para as criaturas, para a própria carne, para as vaidades e passatempos. Mas a graça nos conduz a Deus e às virtudes, renuncia às criaturas, foge do mundo, detesta os apetites carnais, restringe as vagueações e peja-se de aparecer em público. A natureza gosta de ter qualquer consolação exterior com que deleite os sentidos. A graça, porém, só em Deus procura seu consolo e se delicia no sumo bem, mais que em todas as coisas visíveis.

A natureza tudo faz para seu próprio interesse e proveito, nada sabe fazer de graça, mas espera sempre, pelo bem que faz, receber outro tanto ou melhor em elogios ou favores e deseja que se faça grande caso de seus efeitos e dons. A graça, porém, não busca nenhuma coisa temporal, nem deseja outro prêmio, senão Deus só, e do temporal não deseja mais do que quanto lhe possa servir para conseguir a vida eterna.

A natureza preza-se de muitos amigos e parentes, ufana-se de sua posição elevada e linhagem ilustre, procura agradar aos poderosos, lisonjeia os ricos, aplaude os seus iguais. A graça, porém, ama os próprios inimigos, não se gaba do grande número de seus amigos, não faz caso de posição e nobreza, se lhes não vê unida maior virtude. Favorece mais ao pobre que ao rico, tem mais compaixão do inocente do que do poderoso, alegra-se com o sincero, e não com o mentiroso. Estimula sempre os bons e maiores progressos, para que se assemelhem, pelas virtudes, ao Filho de Deus. A natureza logo se queixa da penúria e do trabalho. A graça sofre com paciência a pobreza.

A natureza atribui tudo a si, em proveito seu peleja a porfia. A graça, porém, atribui tudo a Deus, de quem tudo dimana como de sua origem; nenhum bem atribui a si com arrogante presunção, não questiona, nem prefere a sua opinião à dos outros, mas em todo juízo e parecer se sujeita à sabedoria eterna e ao divino exame. A natureza deseja saber segredos e ouvir novidades, quer exibir-se em público e experimentar muitas coisas pelos sentidos; deseja ser conhecida e fazer aquilo donde lhe resultem louvor e admiração. A graça não cuida de novidades e curiosidades, porque tudo isso nasce da corrupção antiga, pois nada há de novo e estável sobre a terra. Ensina, pois, a refrear os sentidos, a evitar a vã complacência e ostentação, a ocultar humildemente o que provoque admiração e louvor, busca em todas as coisas e ciências proveito espiritual e a honra e glória de Deus. Não quer que a louvem, nem às suas obras, mas que Deus seja bendito em seus dons, que ele prodigaliza a todos por mera bondade.

A graça é uma luz sobrenatural e um dom especial de Deus; é propriamente o sinal dos escolhidos e o penhor da salvação eterna, pois eleva o homem das coisas terrenas ao amor das celestiais, e de carnal o torna espiritual. Quanto mais, pois, é oprimida e dominada a natureza, tanto maior graça é infundida, e tanto mais cada dia é renovado o homem interior, conforme a imagem de Deus.

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Santa Rosa de Lima, intercessora da JMJ Rio 2013, rogai por nós!

No dia 23 de agosto, temos uma grande alegria, pois podemos celebrar a memória de Santa Rosa de Lima , primeira santa da América do Sul, Padroeira do Peru, das Ilhas Filipinas e de toda a América Latina.
Ela foi escolhida como intercessora  da próxima  Jornada Mundial da Juventude no Brasil pelo seu exemplo de fidelidade aos planos de Deus, mesmo nos momentos de dificuldade, através da imitação do Cristo pobre e crucificado.

Ela dizia:

«Saibam todos que à tribulação, segue-se a graça; reconheçam que, sem o peso das aflições, não se pode chegar à plenitude da graça; compreendam que com o aumento dos trabalhos cresce simultaneamente a medida dos carismas. Não se deixem enganar: esta é a única escada verdadeira do paraíso, e sem a cruz não há caminho pelo qual se possa subir ao céu».

Peçamos a intercessão de Santa Rosa de Lima por todos os jovens, para que sejam fortes nas dificuldades e fiéis à vontade de Deus!

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“Maria é Rainha amando, servindo, e velando por seus filhos” – Papa Bento XVI

Ao meditar a catequese nesta manhã, a festa que a Igreja celebra hoje, Maria Rainha, o Papa Bento XVI explicou que a realeza da Mãe de Deus se materializa no amor e serviço aos seus filhos, em vigilância constante pelas pessoas e suas necessidades.

No Palácio Apostólico de Castel Gandolfo e diante de milhares de fiéis presentes, o Santo Padre disse que “Maria é rainha porque ela está associada, portanto, apenas o seu Filho, tanto a viagem terrestre, e na glória do céu. Grande santo Efrém da Síria, diz sobre a realeza derivada da maternidade divina de Maria: Ela é a Mãe do Senhor, o Rei dos Reis e nos mostra Jesus como salvação, a vida e nossa esperança “.

À medida que se lembrava o Servo de Deus Paulo VI, na Exortação Apostólica Marialis Cultus: Na Virgem Maria tudo é relativo a Cristo e tudo depende dEle: tendo em vista Ele, Deus Pai a escolheu desde toda a eternidade como Mãe toda santa e a adornou com os dons do Espírito Santo que não foram concedidas a nenhum outro.

Explicando a realeza da Mãe de Deus, o papa disse que existe  entre as pessoas “uma idéia popular de rei ou rainha, relacionado a uma pessoa com poder e riqueza, mas este não é o tipo de realeza de Jesus e Maria. Pensemos no Senhor, a realeza de Cristo está sendo tecida de humildade, serviço, amor e acima de tudo servir, de ajudar e de amar. “

Em seguida, disse: “Jesus foi proclamado rei na cruz com a inscrição escrita por Pilatos, o Rei dos Judeus. Naquele momento, a cruz é mostrada para ser rei, e como rei sofre com nós, por nós, amando a fundo e, assim, cria regras e de amor, verdade e justiça. “

Como na Última Ceia para lavar os pés dos seus, de modo a realeza de Jesus não tem nada a ver com os poderosos da terra. É um rei que serve os seus servidores, como tem demonstrado ao longo de sua vida. e o mesmo vale para Maria é rainha a serviço de Deus e da humanidade, é rainha do amor que vive o dom de si a Deus para entrar no projeto da salvação humana.

O Papa, disse a nota da Rádio do Vaticano, o que Maria disse ao anjo: “Eis aqui a serva do Senhor e o canto no Magnificat:”. Deus olhou a humildade de sua serva “Ela nos ajuda, é precisamente Rainha amando-nos e ajudando-nos em todas as nossas necessidades, é nossa irmã e humilde serva “.

E assim chegamos ao ponto: como Maria exerceu esse serviço real e amor cuidando de nós, seus filhos: filhos  que se dirigem a ela em oração, para agradecer ou pedir a sua proteção materna e ajuda celeste então talvez , tendo perdido seu caminho, oprimidos pela dor ou angústia sobre as vicissitudes tristes e dolorosos da vida.
Na serenidade ou escuridão de existência, nós nos dirigimos à Maria encomendando nossa intercessão contínua, de modo que o Filho temos toda a graça necessária e misericórdia para o nosso peregrinar ao longo das estradas do mundo.
Àquele que governa o mundo e tem na sua mão o destino do universo confiantes, através da Virgem Maria.

Para ela, há séculos, o Santo Padre explicou, “é invocada como Rainha do Céu Celestial, oito vezes, depois da oração do Santo Rosário, implora na Ladainha de Loreto como Rainha dos Anjos, dos Patriarcas , dos profetas, dos apóstolos, mártires, confessores, de virgens, de Todos os Santos e Famílias “.

O ritmo dessas invocações antigas e orações diárias, a Salve Rainha, ajudar-nos a entender que a Virgem Santa, nossa Mãe, que com o seu Filho Jesus na glória do céu, está sempre conosco, em todos os dias de nossas vidas” .

Por isso, ele continuou, “o título de Rainha é um grau de confiança, alegria do amor. Saibam que aquele que está segurando, em parte, o destino do mundo é bom, nos ama e nos ajuda em nossas dificuldades” .

Queridos amigos, a devoção à Virgem é um elemento importante da vida espiritual. Em nossa oração não deixar confiante em direção a ela. Maria vai interceder por nós junto do seu Filho“, recordou Bento XVI.

Para concluir o Papa convidou a contemplar a Mãe de Deus e imita-la ” a fé, a abertura completa ao plano de Deus de amor, a acolhida generosa de Jesus. Aprenda a viver, seguindo o exemplo de Maria. Rainha do Céu está perto de Deus, mas também a mãe perto de cada um de nós, que nos ama e ouve a nossa voz. Obrigado pela sua atenção. “

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Catecismo da Igreja Católica é a Pedra Angular que nos mantém firmes na Fé

 Com motivo da proximidade do Ano da Fé, proclamado pelo Papa Bento XVI, o historiador da Igreja e consultor de vários dicastérios, Dom Wilhelm Imkamp, afirmou que o Catecismo é a pedra angular que nos mantém enraizados à fé.

O Ano da Fé, proclamado pelo Papa Bento XVI, começará no dia 11 de outubro de 2012, no 50° aniversário da inauguração do Concílio Vaticano II e terminará em 24 de novembro de 2013, na Solenidade de Cristo Rei do Universo, também se comemorará o 20º aniversário da publicação do Catecismo da Igreja Católica.

Em uma entrevista concedida ao jornal Avvenire, Dom Imkamp recordou que “sem a assimilação do catecismo, a fé se evapora, se desvanece”, mas “existe a esperança de uma correção como são, por exemplo projetos como os do YouCat”, o catecismo para jovens elaborado principalmente na Alemanha e distribuído pela primeira vez entre os jovens durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Madri 2011.

O Prelado ressaltou que a sociedade de hoje, necessita uma verdadeira recepção do Catecismo e que este se converta em um fundamento para a transmissão dos conteúdos da fé. Isto “servirá para a preparação para os sacramentos, para o plano de formação e para os programas didáticos dos professores de religião, obviamente até para a preparação dos sacerdotes”, indicou.

Dom Imkamp, que também é reitor do Santuário de Maria Versperbild na Bavaria (Alemanha), assinalou que com ocasião da chegada do Ano da Fé no mês de outubro Maria é “a porta da fé e por isso também a porta do Céu”.

Explicou que embora na Alemanha a Igreja seja pouco convincente para os jovens, as Jornadas Mundiais da Juventude e os novos movimentos eclesiais, poderiam mudar as coisas: “a contribuição eclesial com seu complicado sistema de comissões e de conselhos não é percebido na sua grandeza espiritual, mas sim como um simples ente de direito público que se esforça em todos os sentidos para ter importância social”, lamentou.

Finalmente, explicou que é urgente preparar aos jovens para os sacramentos, já que “são um tesouro a ser descobertos e para oferecer”.

O Catecismo fonte de fé assistida pelo Espírito Santo

A Igreja considera como propulsor do Catecismo ao Beato João Paulo II, quem em 1985, pediu a criação do Catecismo durante o vigésimo aniversário da clausura do Concílio Vaticano II em uma sessão extraordinária do Sínodo dos bispos para agradecer a Deus os enormes frutos espirituais nascidos do Concílio.

O Catecismo da Igreja Católica é a exposição da fé da Igreja e da doutrina católica, iluminadas pelas Sagradas Escrituras, pela Tradição apostólica e pelo Magistério eclesiástico fruto da renovação iniciada no Concílio Vaticano II.

Sua redação junto à elaboração do novo Código de Direito Canônico, o Código de Direito das Iglesias Orientais católicas, o Compêndio de Doutrina Social da Igreja católica e o Diretório Catequético General se converteu no ponto de referência oficial para o ressurgimento da Igreja e para redação dos catecismos católicos do mundo inteiro.

Texto origina em acidigital.com
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Como anda sua afetividade?

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Desde que comecei a postar orações aqui no Dominus Vosbiscum, tenho separado uma parte das manhãs de quarta-feira,  além desta manhã ter sido atribulada eu não sabia qual oração postar… Durante o almoço, mais uma vez o assunto foi afetividade e sexualidade.

Tenho notado que muitas pessoas passam por esses problemas de afetividade e sexualidade, vejo que cada um reage de uma maneira à estes sentimentos, outros simplesmente não reagem.

Por isso, compartilho uma oração pela Afetividade e Sexualidade e lhe chamo a orar por essa área da sua vida também! Peço que não a leia simplesmente a oração, deixe seu coração e mente se acalmar, pense em todas as formas de afetividade e sexualidade que já viveu ou vive, coloque-as no Senhor…

“Senhor, eu meu coloco na tua presença nesse momento. Peço-te perdão por todos os meus pecados do momento presente e  pelos pecados que cometi no meu passado. Faço o propósito de buscar um sacerdote o quanto antes para viver uma boa confissão e receber o sacramento da reconciliação. Entrego-te, a minha afetividade e a minha sexualidade. Recebe, Senhor a minha vida sentimental. Percorra todas as áreas da minha vida. Cura todas as feridas e carências do meu coração. Cura também Senhor todos os traumas desde o período em que eu estava no ventre materno até o dia hoje. Liberta-me de todas as consequências que trago do pecado em mim. As consequências dos meus pecados e dos pecados dos meus antepassados.  Liberta-me, Senhor de todos os espíritos malignos que afetam minha afetividade e a minha sexualidade. Liberta-me de todos os vícios na sexualidade. Perdão, Senhor, por todas as pessoas que já machuquei nessas áreas. Dai-me a graça de perdoar todas as pessoas que me feriram também. Derrama o seu sangue sobre todo o meu ser. Lava-me, purifica-me e liberta-me, no poder do teu nome, Senhor. Amém”

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