O Papa Francisco é o líder mais influente no Twitter, revela estudo

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Um estudo do Projeto Reputation Metrics de Media Reputation Intangibles (MRI) da Universidade de Navarra (Espanha) revelou que embora não seja o usuário com o maior número de seguidores e que só tenha feito 100 publicações nesta rede social, o Papa Francisco definitivamente é o líder mundial com mais influência no Twitter.

Segundo o estudo, os mais de 22 mil retweets (RTs) que recebe cada publicação do Santo Padre no Twitter, convertem-no “com muita diferença”, no “líder com maior impacto e influência” nesta rede social.

“O segundo classificado, Nicolás Maduro, gera menos de 5.000 RT por tweet. Barack Obama, que era o líder indiscutível por popularidade (número de seguidores), fica em quarto lugar nesta classificação”, assinalou o relatório do projeto da Universidade de Navarra. O estudo também destacou o aumento em 161 por cento no número de seguidores nas contas do Papa Francisco em diversos idiomas.

“No fim da sede vacante de Bento XVI, as contas @Pontifex somavam 3 milhões de seguidores. As boas-vindas ao novo Papa supôs ganhar 800,000 seguidores em 4 dias (17 de março de 2013). No fim de junho conseguiu dobrar a quantidade inicial de seguidores. No fim de julho quebrou a barreira dos 8 milhões de seguidores”.

A investigação encontrou também um grande crescimento de seguidores de língua espanhola (300%), enquanto que os que falam inglês aumentaram em (71%).

Porém a conta que apresentou o maior crescimento foi a de língua portuguesa, que ganhou seguidores na ordem de 500%. Isto certamente pelo efeito da visita do Papa Francisco ao Brasil com ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio 2013. De acordo com o estudo, o tweet mais popular do Santo Padre foi o realizado depois de sua eleição, em março deste ano.

Nessa ocasião publicou: “Queridos amigos, de coração vos agradeço e peço para continuardes a rezar por mim. Papa Francisco.”, alcançando 98.100 retweets e 55.200 marcações como favorito.

Da ACI Digital
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O que a ONU tem a ver com o aborto?

onu-abortionNão é fácil falar desse grande movimento abortista. A coisa parece tão grande, (e de fato é grande) que quando começamos a desmembrar todas as coisas, chega a parecer uma maluca teoria da conspiração. Mas não é. O que estou escrevendo de forma sintética aqui no blog está amparado em diversos documentos recolhidos ao longo dos anos por aqueles que trabalham na Defesa da Vida. A verdade é que a indústria do aborto algo é demoníaco. Digo sem medo, pois é o demônio quem luta para tirar a vida dos filhos de Deus.

Em 2004, quando ainda era missionário da Canção Nova, recebi em uma sexta feira a tarde, a missão de gravar um programa Trocando Ideias em São Paulo com o Monsenhor Michel Schooyans. A gravação seria no sábado em São Paulo pela manhã de forma que passei a noite buscando informações sobre quem era este senhor e por que ele era tão importante para realizarmos este grande esforço.

A resposta foi muito satisfatória: Michel Schooyans é Doutor em filosofia e teologia e é um sacerdote da arquidiocese de Mechelen-Bruxelas. Foi professor da Université Catholique de Louvain, professor visitante em várias universidades americanas, ex-professor da Universidade Católica de São Paulo, e tem muitos livros sobre filosofia política, as ideologias contemporâneas, as políticas populacionais e realizou várias missões no terceiro mundo. Membro da Pontifícia Academia de Ciências Sociais do Vaticano, do Instituto Real de Relações Internacionais, em Bruxelas, o Instituto de política demográfica, em Paris, o Population Research Institute, em Washington.

Na época, o Mons. Schooyans havia feito um grande trabalho junto a ONU, sobretudo quanto à política demográfica por alguns anos, a pedido do Vaticano. Suas revelações para mim foram bombásticas: A ONU quer implantar a política de controle populacional no mundo!

Segundo ele, no decorrer dos últimos quarenta anos, a ONU organizou várias grandes conferências dedicadas a programas de controle da população. Dentro das recentes, as mais conhecidas são a do Rio (1992) sobre o meio ambiente, no Cairo (1994) sobre população e desenvolvimento, de Pequim (1995) sobre a mulher.

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Monsenhor Michel Schooyans

A do Cairo, por exemplo, elaborou um pano de ação de vinte anos para frear o crescimento da população mundial, especialmente nos países pobres. Nesta conferência, a ONU manifestou a adesão ao controle demográfico e definiu conceitos totalmente novos para o mundo, conceitos estes que já vinham sendo defendidos pelas grandes fundações internacionais.

Para executar esses programas, agências da ONU, com o Banco Mundial, o FNUAP, a Organização Mundial da Saúde, dispõem de recursos enormes, vindo dos países ricos, sobretudo dos Estados Unidos (via a USAID) e da União Européia. Contam também com a colaboração de Organizações não governamentais (ONGs), tais como a IPPF (cuja filial no Brasil é a BEMFAM) e o Population Council. Os governos nacionais dos próprios países pobres cooperam na execução desses programas, especialmente através de esterilizações em massa de mulheres. Só no Nordeste do Brasil, e já em 1992, se estimava que 37% das mulheres casadas entre 15 e 44 anos estavam esterilizadas.

Entre as novas diretrizes estabelecidas no documento de conclusão emitido pela ONU, provenientes da conferência encontram-se estas:

  • O conceito de saúde reprodutiva, considerado como algo mais do que a simples ausência de doenças;
  • O direito das mulheres ao acesso a serviços de abortos quando a prática não for contrária à lei;
  • A urgência das ONG’s, ainda que não sejam constituídas por profissionais da saúde, de cooperar e supervisionar (ou pressionar) os governos na prestação dos serviços de saúde reprodutiva (incluindo o serviço ao aborto legal);
  • Os direitos reprodutivos, que derivam do conceito de saúde reprodutiva, como um novo tipo de direito humano (que futuramente poderia incluir o direito ao aborto);

Em 1996 a ONU promoveu, informalmente, a famosa Reunião de Glen Cove, numa ilha próxima a Nova York, onde reuniu as recém criadas ONG’s e movimentos feministas. Ali se estabeleceu o plano de gradual pressão sobre os vários países, em especial sobre os da América Latina, no sentido de acusá-los de violarem os direitos humanos ao não legalizarem o aborto. Entre outras metas para implantarem o aborto no mundo estava a de conseguir fazer com que o direito ao aborto entrasse oficialmente na Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Na raiz desses programas, há uma ideologia: a ideologia da segurança demográfica. Essa reinterpreta a antiquada oposição Leste (comunista) – Oeste (capitalista) em termos de oposição Norte (rico) – Sul (países pobres). O Norte, que representa 20% da humanidade e cuja população envelhece dramaticamente e tem pavor do crescimento da população jovem do Sul, que representa 80% da humanidade. O Norte quer então conter, isto é bloquear, o crescimento da população do Sul e sonegar-lhe os saberes de ponta que abririam aos países pobres o caminho da valorização, por eles mesmo, dos seus recursos naturais.

As raízes dessa ideologia se encontram nas teses, sempre desmentidas, de Malthus (“A produção alimentícia não pode acompanhar o crescimento da população; deixemos agir a seleção natural que elimina os mais fracos”), do utilitarismo neoliberal (o homem vale o que vale o mercado), das éticas do direito ao prazer individual sem limites, da reformulação da teoria do espaço vital: O Sul é o “quintal” do Norte.

Para saber mais sobre as denúncias do Monsenhor Michel Schooyans, clique aqui

Fontes de pesquisa (internet): Blog do TibaMovimento endireitarBrasil MedicinaPortal Zenit de Notícias.
Referência Bibliográfica: [1] “CONTEXTUALIZAÇÃO DA DEFESA DA VIDA NO BRASIL –Como foi planejada a introdução da cultura da morte no país” – Elaborado pela Comissão em Defesa da Vida da Diocese de Guarulhos, pela Comissão em Defesa da Vida da Diocese de Taubaté, ambas compondo a Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul -1 da CNBB. // [2] “O Aborto e sua legalização”, elaborado pela presidente do movimento Pró-Vida Família, Prof. Humberto L. Vieira, ex-consultor da OMS (Organização Mundial da Saúde), consultor legislativo do Senado Federal e membro vitalício e consultor da Pontifícia Academia para a Vida, nomeado por João Paulo II. // [3] “Ubi PT, Ibi abortus” de Padre Luiz Carlos Lodi, Presidente do Pró-Vida de Anápolis.

Veja também:: A história de um pequeno ser humano… | A Odisséia da vida | Perguntas e respostas sobre os fetos e embriões à Luz da Igreja Católica |O que a Igreja Católica diz a respeito do aborto? | A violência dos métodos abortivos | A origem do Movimento abortista e da cultura de morte | O aborto como instrumento de controle demográfico | A Mãe do Aborto | Planned Parenthood: A Maior organização abortista do mundo

Planned Parenthood: A Maior organização abortista do mundo

plannedparenthood62A Planned Parenthood é a empresa que mais mata seres humanos em desenvolvimento intra-uterino no mundo. A empresa criada pela Mãe do Aborto “Margareth Sanger” não tem limites e é isto que vamos mostrar para vocês neste post. Infelizmente nós católicos defensores da vida somos taxados de “fundamentalistas”, “antiquados” e “radicais”. O dinheiro acaba promovendo o outro lado da moeda e sempre se fala da “bondade” dos abortistas, de como eles estão “interessados” no bem das pessoas. O problema é de bondade não tem nada. O negócio é um só: Money, dinheiro, bufunfa, grana, verdinhas, conta no banco… Pagando bem, até racismo e eugenia valem.

Para começar o show de horrores, convido você a assistir este vídeo, retirado de um grande site católico chamado Humanitatis. Nele podemos ver a filial Ohio da Planned Parenthood aceitando doação para matar minorias no estado. Sem titubear a funcionária diz que eles fazem aborto seletivo, sim. Se isso não é eugenia e racismo, o que é? Veja! (Observação: O áudio se encontra na língua nativa)

[youtube http://youtu.be/4iQhCv00dZY]

Esta empresa atua fazendo lobbys nas mais diversas áreas e financiando campanhas políticas para se infiltrar neste meio e conseguir uma legislação favorável aos seus intuitos. Um claro exemplo disso é recente: Barack Obama teve parte de sua campanha financiada pela Planned Parenthood e depois de eleito se tornou favorável a leis pró-aborto, inclusive já noticiadas aqui no Blog Dominus Vobiscum. O valor da pequena ajuda abortista, pousa nas cifras de 15 milhões de dólares.

Lobby aliás é uma das coisas que esta empresa melhor sabe fazer. Ano passado por exemplo, ela pressionou a Fundação Susan G. Komen for the Cure, que pesquisa a cura do câncer de mama, pois a mesma ameaçou cortar as doações que mantinha aos abortistas, pois descobriu irregularidades nos exames que a PP dizia realizar. Óbvio que isso provocou uma reação de toda a imprensa e dos intelectuais de esquerda dos Estados Unidos. Neste mesmo período, a Planned Parenthood Federation of America publicou seu relatório financeiro de julho de 2004 a junho de 2005, onde mostra que sua arrecadação total chega a quase 900 milhões de dólares.

Tudo bem, pode ser que você duvide das minhas palavras (apesar de estarem documentadas), mas o que dizer de ex-funcionários desta organização?

Abby Johnson foi diretora de uma clínica de abortos da cadeia Planned Parenthood. Realizou dois abortos e depois de algum tempo e muito sofrimento psicológico, converteu-se em defensora da vida e abraçou a fé católica. Óbvio que ela foi pressionada e teve que viver uma série de batalhas judicias depois que abandonou a cultura do aborto. A matéria completa você lê aqui.

Ramona Treviño se uniu à lista de homens e mulheres que sofrem uma conversão radical enquanto trabalham para abortistas.No dia 6 de maio ela renunciou ao trabalho que exerceu por três anos e à “metade dos ganhos da minha família”. Embora na clínica de Treviño não fossem praticados abortos, ela “tinha que fornecer as referências (às grávidas que procuram abortar). Tinha que dar o número, difundir a informação sobre os lugares… onde podiam obter um aborto”. Veja mais aqui.

Mas se você pensa que a sujeira toda termina aqui, se prepare para o próximo post, pois alguém muito maior que a Planned Parenthood resolveu comprar a ideia do controle demográfico que incentiva o aborto. Aguarde!

Veja também:: A história de um pequeno ser humano… | A Odisséia da vida | Perguntas e respostas sobre os fetos e embriões à Luz da Igreja Católica |O que a Igreja Católica diz a respeito do aborto? | A violência dos métodos abortivos | A origem do Movimento abortista e da cultura de morte | O aborto como instrumento de controle demográfico | A Mãe do Aborto

A Mãe do Aborto

Sanger, Margaret HA carinha de vovó simpática que você vê na foto ao lado realmente engana qualquer um que desconheça Margaret Sanger, que na verdade foi uma personalidade decisiva para a conquista feminista do direito ao aborto na metade do século 20. Sua história se confunde com a evolução do movimento feminista pelo controle da natalidade. Seu nome, no entanto, é solenemente omitido de relatórios e fundamentações que se destinam a um público maior. Não é preciso dizer muito sobre ela para entender esta omissão, basta expor um trecho de seu principal livro The Pivot of Civilization (1919):

“[os habitantes dos bairros pobres] que, devido a sua natureza animal, reproduzem-se como coelhos e logo poderiam ultrapassar os limites de seus bairros ou de seus territórios, e contaminar então os melhores elementos da sociedade com doenças e genes inferiores”.

Ela resume, mais adiante, em um artigo na sua revista, Birth Control Review, do mesmo ano:

mais nascimentos entre as pessoas aptas e menos entre as não aptas, esse é o principal objetivo do controle da natalidade”.

A IPPF (International Planning Parenthood Federation) – em tradução: Federação Internacional de Planejamento de Paternidade, foi fundada por ela e hoje possui 142 filiais no mundo. No Brasil, a BEMFAM – sua afiliada, tem um orçamento médio anual de 2 milhões e meio de dólares para seus projetos.

No livro já citado “Pivot of Civilization” e em sua revista “Birth Control Review” ela disse:

“Controle de natalidade – mais filhos dos saudáveis, menos dos incapazes”;

“Controle de natalidade – para criar uma raça de puro-sangue”;

“Os filantropos que dão recursos para atendimentos nas maternidades encorajem os sãos e os grupos mais normais do mundo a igualar o fardo da irracional e indiscriminada fecundidade de outros, que trazem com ele, sem nenhuma dúvida, um peso morto de desperdício humano. Em vez de reduzir e tentar eliminar as espécies que mais comprometem o futuro da raça e do mundo eles tendem a tornar essas raças dominantes numa proporção ameaçadora” [1]

Já no livro Um Plano para a Paz (1932), p. 106, Margaret Sanger propôs a criação de um departamento no Congresso Americano para:

“Manter as portas da imigração fechadas à entrada de certos estrangeiros cuja condição seja reconhecidamente prejudicial à força da raça, tais como retardados mentais e disléxicos, idiotas, lentos, loucos, portadores de sífilis, epiléticos, criminosos, prostitutas profissionais e outros nesta classe barrados pela lei de imigração de 1924.” [2]

Além disso ela afirmou:

Aplicar uma estrita e rígida política de esterilização e segregação àquele grau da população cuja prole já seja manchada por algum defeito ou cujas características genéticas passadas de pai para filho sejam tais que traços censuráveis possam ser transmitidos aos descendentes. [2]

Um outro documento de estratégias para mudanças da legislação, resultante da 9ª Conferência da IPPF -, que aliás é a maior organização privada internacional abortista de controle de população, estabelece:

“Vemos, pois que um terceiro papel das associações nacionais (no Caso do Brasil a BEMFAM) o de encontrar novas áreas para a atividade dos grupos de pressão… poderá exercer pressão em favor de mudanças da legislação referente ao aborto, para colocá-la de acordo com a política da IPPF e as atitudes culturais da população” (Gente sin Opción, pág. 59/60)

“De tal modo, as associações nacionais deverão operar até mesmo à margem da lei e até contra a lei, onde a legislação é dúbia ou não está sincronizada com a opinião pública” (idem pág. 77)

Evidentemente todas essas estratégias e diretrizes não ficaram apenas nesses documentos.
Para materializar essas ações algumas medidas foram tomadas:

a) destinação de recursos nos chamados “Projetos de População”;
b) criação de associações e movimentos feministas para implementarem as medidas;
c) criação e manutenção de um “lobby” junto ao Congresso Nacional para trabalhar pela aprovação de leis que atendam àqueles objetivos;
d) criação e manutenção do “Grupo Parlamentar de Estudos de População e Desenvolvimento” para apresentação e aprovação de projetos de lei que consubstanciassem as medidas propostas;
d) destinação de recursos específicos para “assessoramento” a parlamentares a nível federal.
e) pressão dos países ricos, nas conferências internacionais, para que se adote o “planejamento familiar” com o objetivo de controlar o crescimento da população através da contracepção da esterilização e do aborto.

[1] M. Sanger, Pivot of Civilization – N. York, Bretano’s, 1992, p. 177, in Father of Modern Society – Elasah Drogin. // [2] Sanger, “A Plan For Peace”, Birth Control Review, April 1932, p. 106
Fontes de pesquisa (internet): Blog do TibaMovimento endireitar, Brasil Medicina. Portal Zenit de Notícias.

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