“A Lei de Deus encontra seu cumprimento no Amor!”, afirma Bento XVI.

Em suas palavras prévias à oração do Angelus, junto aos fiéis reunidos em Castel Gandolfo, Bento XVI assinalou que a Lei de Deus, que “emerge” na Liturgia da Palavra deste domingo, “encontra seu pleno cumprimento no amor“.

O Santo Padre sublinhou que “a Lei de Deus é sua Palavra que guia o homem no caminho da vida, o faz sair da escravidão do egoísmo e o introduz na ‘terra’ da verdadeira liberdade e da vida“.

Por isso na Bíblia a Lei não é vista como um peso, uma limitação opressora, mas como o dom mais precioso do Senhor, o testemunho de seu amor paterno, de sua vontade de estar perto de seu povo, de ser seu Aliado e escrever com ele uma história de amor“.

Bento XVI recordou que “no Antigo Testamento, aquele que em nome de Deus transmite a Lei ao povo é Moisés“, perto da terra prometida.

E eis aqui o problema: quando o povo se estabelece na terra, e é depositário da Lei, sente-se tentado a pôr sua segurança e sua alegria em algo que já não é a Palavra do Senhor: nos bens, no poder, em outras ‘divindades’ que, em realidade são vãs, são ídolos“.

O Papa indicou que quando o homem põe sua segurança nesses falsos deuses “a Lei de Deus permanece, mas já não é o mais importante, a regra de vida; converte-se na verdade em um revestimento, uma cobertura, enquanto a vida segue outros caminhos, outras regras, interesses individuais e de grupo com frequência egoístas“.

Assim, a religião perde seu sentido autêntico que é viver na escuta de Deus para fazer sua vontade, e se reduz à prática de costumes secundários, que satisfazem sim a necessidade humana de sentir-se bem com Deus. Este é o grave risco de cada religião, que Jesus assinalou em seu tempo, mas que também se pode verificar, infelizmente, no cristianismoPortanto, as palavras de Jesus no Evangelho de hoje contra os escribas e os fariseus devem fazer-nos pensar também em nós mesmos“, indicou.

Ao concluir suas palavras, o Santo Padre pediu “que a Virgem Maria, a quem agora nos dirigimos em oração, ajude-nos a escutar com coração aberto e sincero a Palavra de Deus, para que oriente nossos pensamentos, nossas escolhas e nossas ações, cada dia“.

Texto Original no Site http://www.acidigital.com

Siga-nos e fique por dentro das novidades:
  
Anúncios

Bento XVI ensina que rezar não é perder tempo!

O Papa Bento XVI afirmou que o martírio de São João Batista, cuja morte a Igreja recorda neste 29 de agosto, ensina aos cristãos de hoje que a Verdade não se negocia e que seguir a Cristo exige o “martírio” da fidelidade cotidiana. O Papa também lembrou aos presentes que rezar nunca é uma perda de tempo.

O Santo Padre fez uma intensa reflexão sobre a vida de São João Batista, o precursor de Jesus, em sua catequese da audiência geral celebrada na manhã de quarta feira, 29 de agosto,em Castel Gandolfo diante de milhares de fiéis  reunidos na Piazza della Libertà.

Bento XVI explicou que: “celebrar o martírio de São João Batista lembra também a nós, cristãos do nosso tempo, que não podemos nos esquivar do compromisso com o amor de Cristo, sua Palavra, a Verdade. “A Verdade é a verdade e não pode ser negociada“, asseverou.

A vida cristã, continuou o Papa, “exige, por dizê-lo de algum jeito, o ‘martírio’ da fidelidade cotidiana ao Evangelho, quer dizer, o valor de deixar que Cristo cresça em nós e Ele seja quem oriente nosso pensamento e nossas ações“.

O Santo Padre precisou que tudo isto só é possível quando em nossa vida a relação com Deus é sólida.

Oração não é tempo perdido, não é tirar o tempo das nossas atividades, incluindo as apostólicas, é exatamente o contrário: só se formos capazes de ter uma vida de oração fiel, constante, confiante, será o próprio Deus que nos dará a força e a capacidade para viver de modo feliz e sereno, superar as dificuldades e testemunhá-Lo com coragem”, enfatizou.

Bento XVI disse ademais que “São Marcos narra sua morte trágica no Evangelho de hoje. João Batista inicia sua pregação sob o imperador Tibério, no ano 27-28, e o convite dirigido às pessoas que se reuniam para ouvi-lo é o de preparar o caminho para acolher o Senhor, para endireitar as veredas tortuosas da própria vida através de uma conversão radical de coração”.

Mas João Batista não se limita a pregar o arrependimento, mas a reconhecer Jesus como o “Cordeiro de Deus” que veio tirar o pecado do mundo. Tem em si a profunda humildade de mostrar Jesus como o verdadeiro Mensageiro de Deus, colocando-se à parte para que Cristo possa crescer, ser escutado e seguido“, afirmou.

Como último ato, João Batista testemunha com o sangue sua fidelidade aos mandamentos de Deus, sem hesitar ou retroceder, cumprindo até o final sua missão. São Beda, monge do século IX, diz de João Batista em sua  homilia: A [Cristo] deu a sua vida, ainda que não tenha sido obrigado a negar Jesus Cristo, foi condenado apenas por calar a verdade. Mas calou a verdade, morreu por Cristo, que é a Verdade. Exatamente por amor à verdade, não cedeu a seus valores e não teve medo de dirigir palavras fortes àqueles que tinham se perdido no caminho de Deus“.

João é o dom divino que seus pais, Zacarías e Isabel tinham invocado durante muito tempo, um grande dom, humanamente inesperado, porque ambos eram de idade avançada e Isabel era estéril, “mas nada é impossível para Deus“.

O Santo Padre disse logo que “o anúncio do nascimento ocorre exatamente num lugar de oração, o templo de Jerusalém, quando toca a Zacarias o grande privilégio de entrar no lugar mais sagrado do templo para fazer a oferta do incenso ao Senhor”.

O nascimento de João Batista também foi marcado pela oração: o cântico de alegria, de louvor e de gratidão que Zacarias eleva ao Senhor e que recitamos todas as manhãs nas Laudes, o “Benedictus”, exalta a ação de Deus na história e indica profeticamente a missão de seu filho João, preceder o Filho de Deus feito carne, a fim de preparar seu caminho“.

O Papa ressaltou também que “toda a existência do Precursor de Jesus é alimentada por um relacionamento com Deus, especialmente o tempo vivido no deserto regiões desérticas que são locais de tentação, mas também lugar onde o homem sente a própria pobreza por estar privado de recursos e seguranças materiais e então compreende que o único ponto de referência seguro é o próprio Deus. Mas João Batista não é apenas um homem de oração, de contato constante com Deus, mas também um guia para este relacionamento”.

O evangelista Lucas, recordando a oração que Jesus ensinou aos seus discípulos, o “Pai Nosso”, observa que o pedido é feito pelos discípulos com estas palavras: “Senhor, ensina-nos a orar, como João ensinou os seus discípulos“.

Para concluir, o Papa Bento XVI fez votos para que “São João Batista interceda por nós, a fim de que saibamos conservar sempre a primazia de Deus em nossa vida“.

Após a alocução o Papa Bento XVI saudou os peregrinos de diversas línguas, entre elas o português:

Amados peregrinos de Portugal e do Brasil, e demais pessoas de língua portuguesa, sede bem-vindos! Uma saudação particular aos fiéis de Chã Grande, Natal e do Rio de Janeiro. Que o exemplo e a intercessão de São João Batista vos ajudem a viver a vossa entrega a Deus sem reservas, sobretudo por meio da oração e da fidelidade ao Evangelho, para que Cristo cresça em vós, guiando os vossos pensamento e ações. Com estes votos, de bom grado a todos abençoo”.

Texto original em http://www.acidigital.com

Siga-nos e fique por dentro das novidades:
  

“A falsidade é a marca do diabo!” – Afirma Bento XVI

Em suas palavras prévias à oração do Ângelus, junto aos fiéis reunidos em sua residência de Castel Gandolfo, o Papa Bento XVI recordou a traição de Judas, que permaneceu não por amor, mas por vingança, e cuja culpa mais grave “foi a falsidade, que é a marca do diabo“.

O Santo Padre assinalou “Ele poderia ter ido embora, como fizeram os outros discípulos, ou melhor, deveria ter ido embora, se tivesse sido honesto. Porém, ficou com Jesus. Ficou não por causa da fé, nem por amor, mas com a intenção secreta de se vingar do Mestre. Por quê? Porque Judas se sentia traído por Jesus, e decidiu que, por sua vez, iria traí-lo”.

Judas era um Zelota, e queria um Messias vencedor, para guiar uma revolta contra os romanos. Mas Jesus tinha decepcionado essas expectativas. O problema é que Judas não foi embora, e sua culpa mais grave foi a falsidade, que é a marca do diabo“.

O Papa indicou que por isso Jesus disse aos doze apóstolos que “um de vós é um diabo!”.

Bento XVI assinalou que no Evangelho de hoje indica que muitos seguidores de Jesus se afastaram dele e deixaram de acompanhá-lo “porque não acreditaram nas palavras de Jesus que dizia: Eu sou o pão vivo descido do céu. O que comer deste pão viverá eternamente“.

Para eles esta revelação permanecia incompreensível, a entendiam em sentido material, enquanto que aquelas palavras preanunciavam o mistério pascal de Jesus, em que Ele daria a si mesmo pela salvação do mundo“.

O Santo Padre recordou que depois Jesus se dirige aos apóstolos e lhes pergunta se eles também querem ir-se, e como em outras situações, foi Pedro quem tomou a palavra e respondeu em nome dos doze: “Senhor, a quem iríamos nós? Tu tens as palavras de vida eterna. E nós cremos e sabemos que tu és o Santo de Deus“.

Ao concluir, o Santo Padre pediu à Virgem Mara que “nos ajude a crer em Jesus, como São Pedro, e a ser sempre honestos com Ele e com todos

Baseado em texto do site acidigital.com

Siga-nos e fique por dentro das novidades:
  

Bento XVI: “A esperança do Evangelho deve ser levada, pelos leigos, até os que vivem na escuridão do mundo!”

O Papa Bento XVI explicou que a nova evangelização que o mundo atual precisa, requer por parte dos leigos um testemunho valente e acreditável, que permita levar a esperança do Evangelho a todos os âmbitos da sociedade. Em uma mensagem que saiu hoje, com a data de 10 de agosto, enviada aos participantes do Fórum Internacional da Ação Católica que se realiza no Iasi, România, até o dia 26 deste mês, o Santo Padre reflete sobre o tema do evento, a “corresponsabilidade eclesial e social” dos leigos, no marco do próximo Ano da Fé e do Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização.

A corresponsabilidade –explica o Papa– requer uma mudança de mentalidade, em particular, sobre o papel dos leigos na Igreja, que não devem ser considerados como meros colaboradores do clero, mas como pessoas verdadeiramente corresponsáveis no trabalho da Igreja“.

Por isso é importante, afirma, “que se consolide um laicato maduro e esforçado, capaz de dar a sua própria contribuição específica para a missão da Igreja, de acordo com os ministérios e tarefas em que cada um toma parte na vida da Igreja, e sempre em comunhão amigável com os bispos“.

Bento XVI alentou depois a sentir “como próprio o esforço de obrar pela missão da Igreja: com a oração, com o estudo, com a participação ativa na vida eclesial, com um olhar atento e positivo para o mundo, na contínua busca dos sinais dos tempos”.

Não se cansem de afinar sempre mais, com um esforço formativo sério e cotidiano, os aspectos da sua vocação peculiar de fiéis leigos, chamados a ser testemunhas valentes e acreditáveis em todos os âmbitos da sociedade, para que o Evangelho seja luz que leva esperança às situações problemáticas, de dificuldade, de escuridão, que os homens de hoje encontram com frequência no caminho da vida“.

O Papa indica também que “guiar ao encontro com Cristo, anunciando sua mensagem de salvação com linguagens e modos compreensíveis ao nosso tempo, caracterizado por processos sociais e culturais em rápida transformação, é o grande desafio da nova evangelização“. “Nesta fase da história, à luz do Magistério Social da Igreja, trabalhem também para ser sempre mais um laboratório de ‘globalização da solidariedade e da caridade’, para crescer, com toda a Igreja, na corresponsabilidade de oferecer um futuro de esperança à humanidade, tendo a coragem de formular propostas exigentes“.

Depois de alentar a trabalhar em comunhão com os Bispos e com o Sucessor de São Pedro, o Papa afirma que os leigos “são chamados hoje a renovar o esforço de caminhar pelo caminho da santidade, mantendo uma vida de oração intensa, favorecendo e respeitando os caminhos pessoais e de fé e valorizando as riquezas de cada um, com o acompanhamento dos sacerdotes assistentes e de responsáveis capazes de educar a corresponsabilidade eclesial e social“.

Que tenham uma vida ‘transparente’, guiada pelo Evangelho e iluminada pelo encontro com Cristo, amado e seguido sem temor“, alenta o Santo Padre.

Para concluir, Bento XVI alenta a cultivar “relações pessoais autênticas com todos, começando pela família, e ofereçam sua disponibilidade na participação, a todos os níveis da vida social, cultural e política tendo sempre como objetivo o bem comum“.

Siga-nos e fique por dentro das novidades:
  

“Maria é Rainha amando, servindo, e velando por seus filhos” – Papa Bento XVI

Ao meditar a catequese nesta manhã, a festa que a Igreja celebra hoje, Maria Rainha, o Papa Bento XVI explicou que a realeza da Mãe de Deus se materializa no amor e serviço aos seus filhos, em vigilância constante pelas pessoas e suas necessidades.

No Palácio Apostólico de Castel Gandolfo e diante de milhares de fiéis presentes, o Santo Padre disse que “Maria é rainha porque ela está associada, portanto, apenas o seu Filho, tanto a viagem terrestre, e na glória do céu. Grande santo Efrém da Síria, diz sobre a realeza derivada da maternidade divina de Maria: Ela é a Mãe do Senhor, o Rei dos Reis e nos mostra Jesus como salvação, a vida e nossa esperança “.

À medida que se lembrava o Servo de Deus Paulo VI, na Exortação Apostólica Marialis Cultus: Na Virgem Maria tudo é relativo a Cristo e tudo depende dEle: tendo em vista Ele, Deus Pai a escolheu desde toda a eternidade como Mãe toda santa e a adornou com os dons do Espírito Santo que não foram concedidas a nenhum outro.

Explicando a realeza da Mãe de Deus, o papa disse que existe  entre as pessoas “uma idéia popular de rei ou rainha, relacionado a uma pessoa com poder e riqueza, mas este não é o tipo de realeza de Jesus e Maria. Pensemos no Senhor, a realeza de Cristo está sendo tecida de humildade, serviço, amor e acima de tudo servir, de ajudar e de amar. “

Em seguida, disse: “Jesus foi proclamado rei na cruz com a inscrição escrita por Pilatos, o Rei dos Judeus. Naquele momento, a cruz é mostrada para ser rei, e como rei sofre com nós, por nós, amando a fundo e, assim, cria regras e de amor, verdade e justiça. “

Como na Última Ceia para lavar os pés dos seus, de modo a realeza de Jesus não tem nada a ver com os poderosos da terra. É um rei que serve os seus servidores, como tem demonstrado ao longo de sua vida. e o mesmo vale para Maria é rainha a serviço de Deus e da humanidade, é rainha do amor que vive o dom de si a Deus para entrar no projeto da salvação humana.

O Papa, disse a nota da Rádio do Vaticano, o que Maria disse ao anjo: “Eis aqui a serva do Senhor e o canto no Magnificat:”. Deus olhou a humildade de sua serva “Ela nos ajuda, é precisamente Rainha amando-nos e ajudando-nos em todas as nossas necessidades, é nossa irmã e humilde serva “.

E assim chegamos ao ponto: como Maria exerceu esse serviço real e amor cuidando de nós, seus filhos: filhos  que se dirigem a ela em oração, para agradecer ou pedir a sua proteção materna e ajuda celeste então talvez , tendo perdido seu caminho, oprimidos pela dor ou angústia sobre as vicissitudes tristes e dolorosos da vida.
Na serenidade ou escuridão de existência, nós nos dirigimos à Maria encomendando nossa intercessão contínua, de modo que o Filho temos toda a graça necessária e misericórdia para o nosso peregrinar ao longo das estradas do mundo.
Àquele que governa o mundo e tem na sua mão o destino do universo confiantes, através da Virgem Maria.

Para ela, há séculos, o Santo Padre explicou, “é invocada como Rainha do Céu Celestial, oito vezes, depois da oração do Santo Rosário, implora na Ladainha de Loreto como Rainha dos Anjos, dos Patriarcas , dos profetas, dos apóstolos, mártires, confessores, de virgens, de Todos os Santos e Famílias “.

O ritmo dessas invocações antigas e orações diárias, a Salve Rainha, ajudar-nos a entender que a Virgem Santa, nossa Mãe, que com o seu Filho Jesus na glória do céu, está sempre conosco, em todos os dias de nossas vidas” .

Por isso, ele continuou, “o título de Rainha é um grau de confiança, alegria do amor. Saibam que aquele que está segurando, em parte, o destino do mundo é bom, nos ama e nos ajuda em nossas dificuldades” .

Queridos amigos, a devoção à Virgem é um elemento importante da vida espiritual. Em nossa oração não deixar confiante em direção a ela. Maria vai interceder por nós junto do seu Filho“, recordou Bento XVI.

Para concluir o Papa convidou a contemplar a Mãe de Deus e imita-la ” a fé, a abertura completa ao plano de Deus de amor, a acolhida generosa de Jesus. Aprenda a viver, seguindo o exemplo de Maria. Rainha do Céu está perto de Deus, mas também a mãe perto de cada um de nós, que nos ama e ouve a nossa voz. Obrigado pela sua atenção. “

Siga-nos e fique por dentro das novidades:
  

Catecismo da Igreja Católica é a Pedra Angular que nos mantém firmes na Fé

 Com motivo da proximidade do Ano da Fé, proclamado pelo Papa Bento XVI, o historiador da Igreja e consultor de vários dicastérios, Dom Wilhelm Imkamp, afirmou que o Catecismo é a pedra angular que nos mantém enraizados à fé.

O Ano da Fé, proclamado pelo Papa Bento XVI, começará no dia 11 de outubro de 2012, no 50° aniversário da inauguração do Concílio Vaticano II e terminará em 24 de novembro de 2013, na Solenidade de Cristo Rei do Universo, também se comemorará o 20º aniversário da publicação do Catecismo da Igreja Católica.

Em uma entrevista concedida ao jornal Avvenire, Dom Imkamp recordou que “sem a assimilação do catecismo, a fé se evapora, se desvanece”, mas “existe a esperança de uma correção como são, por exemplo projetos como os do YouCat”, o catecismo para jovens elaborado principalmente na Alemanha e distribuído pela primeira vez entre os jovens durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Madri 2011.

O Prelado ressaltou que a sociedade de hoje, necessita uma verdadeira recepção do Catecismo e que este se converta em um fundamento para a transmissão dos conteúdos da fé. Isto “servirá para a preparação para os sacramentos, para o plano de formação e para os programas didáticos dos professores de religião, obviamente até para a preparação dos sacerdotes”, indicou.

Dom Imkamp, que também é reitor do Santuário de Maria Versperbild na Bavaria (Alemanha), assinalou que com ocasião da chegada do Ano da Fé no mês de outubro Maria é “a porta da fé e por isso também a porta do Céu”.

Explicou que embora na Alemanha a Igreja seja pouco convincente para os jovens, as Jornadas Mundiais da Juventude e os novos movimentos eclesiais, poderiam mudar as coisas: “a contribuição eclesial com seu complicado sistema de comissões e de conselhos não é percebido na sua grandeza espiritual, mas sim como um simples ente de direito público que se esforça em todos os sentidos para ter importância social”, lamentou.

Finalmente, explicou que é urgente preparar aos jovens para os sacramentos, já que “são um tesouro a ser descobertos e para oferecer”.

O Catecismo fonte de fé assistida pelo Espírito Santo

A Igreja considera como propulsor do Catecismo ao Beato João Paulo II, quem em 1985, pediu a criação do Catecismo durante o vigésimo aniversário da clausura do Concílio Vaticano II em uma sessão extraordinária do Sínodo dos bispos para agradecer a Deus os enormes frutos espirituais nascidos do Concílio.

O Catecismo da Igreja Católica é a exposição da fé da Igreja e da doutrina católica, iluminadas pelas Sagradas Escrituras, pela Tradição apostólica e pelo Magistério eclesiástico fruto da renovação iniciada no Concílio Vaticano II.

Sua redação junto à elaboração do novo Código de Direito Canônico, o Código de Direito das Iglesias Orientais católicas, o Compêndio de Doutrina Social da Igreja católica e o Diretório Catequético General se converteu no ponto de referência oficial para o ressurgimento da Igreja e para redação dos catecismos católicos do mundo inteiro.

Texto origina em acidigital.com
Siga-nos e fique por dentro das novidades:
  

Papa Bento XVI afirma que precisamos nos deixar surpreender pelas palavras do Cristo!

Esta manhã, em suas palavras prévias à oração o Angelus, o Papa Bento XVI convidou os fiéis a deixar-se surpreender novamente pelas palavras de Cristo e redescobrir a beleza do sacramento da Eucaristia.

Deixemo-nos, também nós, novamente surpreendermo-nos pelas palavras de Cristo: Ele, semente de trigo lançada nos sulcos da história, é a primicia da humanidade nova, liberada da corrupção do pecado e da morte”, disse Bento XVI ante os milhares de peregrinos reunidos em sua residência do verão em Castel Gandolfo.
Além disso, o Papa convidou os presentes a redescobrirem “a beleza do Sacramento da Eucaristia que expressa toda a humildade e a santidade de Deus: seu fazer-se pequeno –Deus se faz pequeno- parte do universo que quer reconciliar a todos em seu amor”.

Ao explicar o Evangelho deste domingo recordou a parte culminante do discurso de Jesus na sinagoga de Cafarnaum, depois de que no dia anterior deu de comer a milhares de pessoas com apenas cinco pães e dois peixes.
É aí onde “Jesus revela o sentido daquele milagre, quer dizer, que o tempo das promessas se cumpriu: Deus Pai, que com o maná saciou a fome dos israelitas no deserto, agora o mandava a Ele, Filho, como verdadeiro Pão de vida eterna, e este pão é sua carne, sua vida, oferecida em sacrifício por nós”, expressou.

O Santo Padre explicou que na Eucaristia “se trata portanto de acolhê-lo com fé, não escandalizando-se de sua humanidade; e se trata de ‘comer sua carne e beber seu sangue’, para ter em nós mesmos a plenitude da vida”.

É evidente que este discurso não foi feito para obter beneplácitos. Jesus sabe e o pronuncia intencionalmente; e naquele efeito foi um momento crítico, um giro em sua missão pública“.

O Papa sublinhou que “o povo, e os próprios discípulos, eram entusiastas Dele quando realizava sinais prodigiosos; e também a multiplicação dos pães e dos peixes era uma clara revelação do Messias, tanto assim que imediatamente depois a multidão queria levar Jesus em triunfo e proclamá-lo rei de Israel”.

Mas certamente esta “não era a vontade de Jesus, que com aquele extenso discurso termina com o entusiasmo e provoca muitos desacordos. Ele, com efeito, explicando a imagem do pão, afirma ter sido mandado para oferecer a própria vida, e que, quem quer segui-lo deve unir-se a Ele de modo pessoal e profundo, participando do seu sacrifício de amor”.

Bento XVI explicou que esta é a razão pela qual Jesus, instituiu na última ceia o Sacramento da Eucaristia, para que assim, os discípulos pudessem ter em si mesmos sua caridade, como um único corpo unido a Ele, prolongar no mundo seu mistério de salvação.

Escutando este discurso, o povo compreendeu que Jesus não era um Messias como eles queriam”, que “não procurava o consenso de todos para conquistar Jerusalém, e mais ainda, queria ir à cidade Santa para compartilhar a sorte dos profetas e dar a vida por Deus e pelo povo“.

O Santo Padre explicou que “aqueles pães, partidos para milhares de pessoas não queriam provocar uma marcha triunfal, e sim prenunciar o sacrifício da Cruz, no qual Jesus se faz Pão, corpo e sangue oferecidos em expiação pela vida do mundo”, e além disso, com seu discurso pretendia desiludir as multidões e “sobre tudo, provocar uma decisão em seus discípulos. Com efeito, muitos entre eles, a partir de então, já não o seguiram”.

Aproximemo-nos com fé e alegria a este mistério e saciemos nossa alma com o pão da imortalidade”, concluiu Bento XVI.

Siga-nos e fique por dentro das novidades:
  

Somos “Feitos para o Infinito!”: Afirma Bento XVI

O Papa Bento XVI assinalou que não devemos ter medo do que Deus nos pede através das diversas circunstâncias de nossas vidas, porque a natureza do ser humano é ter sido “feitos para o Infinito”.

Em sua tradicional mensagem por ocasião do início da 33ª Reunião para a Amizade entre os Povos que acontece na cidade italiana de Rimini e durará até o dia 25 de agosto, convocada pelo Movimento Comunhão e Libertação, o Santo Padre indicou que “dizer que ‘a natureza do homem é relação com o infinito’ significa então dizer que cada pessoa foi criada para poder entrar em diálogo com Deus, com o infinito”.

O Papa afirmou que as coisas, relações, alegrias e dificuldades que experimenta o ser humano durante sua vida encontram “sua razão última no ser ocasião de relação com o Infinito, voz de Deus que continuamente nos chama e nos convida a elevar o olhar, a descobrir na adesão a Ele, a realização plena de nossa humanidade”.

Não devemos ter medo daquilo que Deus nos pede através das circunstâncias da vida, ainda se fosse a entrega de todo nosso ser a uma forma particular de seguir e imitar a Cristo no sacerdócio ou na vida religiosa.

O Senhor, chamando alguns a viverem totalmente Dele, chama todos a reconhecerem a essência da própria natureza de seres humanos: feitos para o infinito”.

Bento XVI sublinhou que “Deus quer nossa felicidade, nossa plena realização humana”.

Peçamos, então, entrar e permanecer no olhar da fé que caracterizou os Santos, para podermos descobrir as sementes de bem que o Senhor espalha ao longo do caminho da nossa vida e aderir com gozo à nossa vocação”.

Bento XVI assinalou que “falar do homem e do seu desejo de infinito significa antes de mais nada reconhecer sua relação constitutiva com o Criador. O homem é uma criatura de Deus”.

O Santo Padre lamentou que atualmente “esta palavra –criatura- parece quase fora de moda: prefere-se pensar no homem como um ser realizado em si mesmo e artífice absoluto do próprio destino”.

“”.A consideração do homem como criatura resulta ‘incômoda’ porque implica uma referência essencial a algo diferente ou melhor, a Alguém mais –não gestionável pelo homem- que entra a definir de modo essencial sua identidade; uma identidade relacional, cujo primeiro dado é a dependência originária e ontológica daquele que nos quis e nos criou

O Papa explicou que “esta dependência, da qual o homem moderno e contemporâneo busca liberar-se, não só não esconde ou diminui, mas revela de modo luminoso a grandeza e a dignidade suprema do homem, chamado à vida para entrar em relação com a Vida mesma, com Deus”.

Texto original em acidigital.com

Siga-nos e fique por dentro das novidades:
  

Papa Bento XVI nos exorta a rezar pelos nascituros ante a ameaça do aborto

Ante as atuais ameaças contra a vida como o é o aborto, o Papa Bento XVI exortou a rezar intensamente pelos nascituros, em uma mensagem aos responsáveis pela “Obra pela Adoção Espiritual do Concebido” que celebra seu 25º aniversário de fundação este ano.

Os participantes desta iniciativa peregrinam a pé este ano na Polônia, da cidade de Varsóvia até o Santuário de Czestochowa. A adoção espiritual consiste em rezar durante nove meses um mistério do Terço e alguma outra oração com a intenção de proteger a vida nascente ameaçada no seio materno.

Conforme informa a Rádio Vaticano, ao celebrar-se este aniversário, o Arcebispo de Varsóvia, Cardeal Kazimierz Nycz, celebrou uma Missa no mencionado santuário Mariano e leu o texto do Papa.

Nele o Santo Padre alentou aos participantes desta iniciativa que com “profunda fé, promovam os valores evangélicos da vida e do amor para contrastar a ameaça do aborto assim como outras ameaças contra a vida”.

Bento XVI aproveitou também para expressar seu desejo de que “possam entrar cada vez mais nos corações dos homens, e fazer crescer a ajuda espiritual para as crianças cuja vida se vê ameaçada, assim como o compromisso de apoiar aos casais em dificuldade para acolher uma nova vida, e as famílias provadas pelo drama do aborto“.

Para concluir seu chamado ao mundo em defesa dos não nascidos, o Papa recordou que esta iniciativa serve e servirá para “aprofundar nos laços pessoais e comunitários com Cristo reconhecido em cada criança concebida“.

A “Obra pela Adoção Espiritual do Concebido” nasceu em 1987 em Varsóvia, por iniciativa de um grupo pastoral ligado às peregrinações ao Santuário de Czestochowa que este ano realizou seu 301º percorrido. A iniciativa se difundiu por toda a Polônia e por outros lugares no mundo.

Texto original em acidigital.com

Siga-nos e fique por dentro das novidades:
  

Bento XVI: “Maria tem um coração tão grande como o próprio Deus”

Na manhã do dia 15 de agosto, Solenidade da Assunção de Maria, o Papa Bento XVI celebrou, a Santa Missa na paróquia pontifícia de “São Tomás de Villanova”, na localidade de Castel Gandolfo onde o Pontífice passa suas férias. Em sua homilia, o Papa indicou que na Assunção podemos ver que a Virgem Maria,  totalmente unida a Deus, tem um coração tão grande como o do próprio Deus.

Em 1º de novembro de 1950, o Venerável Papa Pio XII proclamava como dogma que a Virgem Maria “terminado o curso da vidaterrena, foi assunta à glória celeste em alma e corpo”. Esta verdade de fé era conhecida pela Tradição, afirmada pelos Padres da Igreja, e era, sobretudo, um aspecto relevante do culto rendido à Mãe de Cristo. O elemento cultual constitui, por assim dizer, a força motora que determinou a formulação deste dogma: o dogma parece um ato de louvor e de exaltação em relação à Virgem Santa. Este emerge também do próprio texto da Constituição apostólica, onde se afirma que o dogma é proclamado “em honra ao Filho, para a glorificação da Mãe e a alegria de toda a Igreja”, recordou Bento XVI aos presentes na celebração eucarístia que presidiu.

É expresso assim na forma dogmática algo que já foi celebrado no culto da devoção do Povo de Deus como a mais alta e estável glorificação de Maria: o ato de proclamação da Assunta se apresentou quase como uma liturgia da fé. E no Evangelho que escutamos agora, Maria mesma pronuncia profeticamente algumas palavras que orientam nesta perspectiva. Diz: “Todas as gerações, de agora em diante, me chamarão feliz” (Lc 1,48). é uma profecia para toda a história da Igreja. Esta expressão do Magnificat, referida por São Lucas, indica que o louvor à Virgem Santa, Mãe de Deus, intimamente unida a Cristo, seu filho, diz respeito à Igreja de todos os tempos e de todos os lugares”, sublinhou.

Segundo o Santo Padre, “a anotação destas palavras da parte do Evangelista pressupõe que a glorificação de Maria estivesse já presente no período de São Lucas e ele a considerou um dever e um compromisso da comunidade cristã para todas as gerações. As palavras de Maria indicam que é um dever da Igreja recordar a grandeza de Nossa Senhora para a fé”.
Esta solenidade é um convite, portanto, a louvar Deus, e a olhar para a grandeza de Nossa Senhora, para que conheçamos Deus na face dos seus”, completou.

“Mas, por que Maria é glorificada na assunção ao Céu? São Lucas, como ouvimos, vê a raiz da exaltação e do louvor à Maria na expressão de Isabel: “Feliz aquela que acreditou” (Lc 1, 45). E o Magnificat, este canto ao Deus vivo e operante na história é um hino de fé e de amor, que brota do coração da Virgem. Ela viveu com fidelidade exemplar e guardou no mais íntimo do seu coração as palavras de Deus ao seu povo, as promessas feitas a Abraão, Isaac e Jacó, fazendo do seu conteúdo sua oração: a Palavra de Deus estava no Magnificat transformada em Palavra de Deus, lâmpada do seu caminho, até torná-la disponível a acolher também em seu ventre o Verbo de Deus feito carne”.

Respondendo à pergunta sobre a relação da solenidade com a vida do homem na terra Bento XVI disse que “A primeira resposta é: na Assunção vemos que em Deus há espaço para o homem, Deus mesmo é a casa com muitas moradas da qual fala Jesus (Jo 14, 2). O próprio Deus é a casa do homem, em Deus há espaço de Deus. E Maria, unindo-se a Deus, não se distancia de nós, não vai para uma galáxia desconhecida, mas quem vai a Deus se aproxima, porque Deus está perto de todos nós, e Maria, unida a Deus, participa da presença de Deus, está muito perto de nós, cada um de nós”.

Há uma bela palavra de São Gregório Magno sobre São Bento que podemos aplicar ainda também a Maria: São Gregório Magno diz que o coração de São Bento tornou-se grande que toda a criação podia entrar neste coração. Isso vale ainda mais para Maria: Maria, unidade totalmente a Deus, tem um coração tão grande que toda a criação pode entrar neste coração, e os testemunhos em todas as partes da terra o demonstram”, afirmou o Papa.

Em Deus, há espaço para o homem, e Deus está perto, e Maria, unida a Deus, está muito perto, tem um coração alargado como o coração de Deus”, frisou.

Mas tem também outro aspecto: não só em Deus há espaço para o homem; no homem há espaço para Deus. Também vemos isso em Maria, a Arca Santa que porta a presença de Deus. Em nós, há espaço para Deus e nesta presença de Deus em nós, tão importante para iluminar o mundo na sua tristeza, em seus problemas, esta presença se realiza na fé: na fé abrimos as portas do nosso ser para que Deus entre em nós, para que Deus possa ser a força que dá vida e caminho ao nosso ser”, ressaltou.

O que dizer, portanto? Coração grande, presença de Deus no mundo, espaço de Deus em nós e espaço de Deus para nós, esperança, ser esperados: esta é a sinfonia desta festa, a indicação que a meditação desta Solenidade nos dá. Maria é aurora e esplendor da Igreja triunfante; ela é a consolação e a esperança para o povo ainda em caminho, diz o Prefácio de hoje”.

Vamos nos confiar à sua materna intercessão, para que o Senhor nos ajude a reforçar nossa fé na vida eterna; nos ajude a viver bem o tempo que Deus nos oferece com esperança. Uma esperança cristã, que não é somente nostalgia do Céu, mas vivo e operoso desejo de Deus aqui no mundo, desejo de Deus que nos torna peregrinos incansáveis, alimentando em nós a coragem e a força da fé que, ao mesmo tempo, é coragem e força no amor”.

Texto baseado em texto do site: acidigital.com

Siga-nos e fique por dentro das novidades: