Você conhece a Doutrina Social da Igreja?

Amor ao próximo

O leigo tem uma missão definida dentro da Igreja: A ele cabe a atuação nos diversos setores da sociedade, transformando os ensinamentos de Cristo em ações concretas.

A Igreja Católica não é a instituição mais importante do mundo a toa. Ao longo dos século ela desempenha um papel importante na sociedade. A sua visão sobre o mundo e suas necessidades, faz com que a partir do Cristo (cabeça da Igreja), ela olhe para o mundo de uma outra maneira e reflita sobre os seus principais problemas com outra ótica. Ao olhar o mundo sob a perspectiva dos ensinamentos de Jesus e sob a Luz do Divino Espírito Santo, a Igreja traz uma resposta diferente de todas as respostas que o mundo nos apresenta, independente do problema apresentado. E nestes mais de 2.000 anos a Igreja sempre tratou com carinho e respeito os filhos de Deus, respondendo de forma concreta e realista a todos os questionamentos da sociedade.

Por isso a Igreja Católica tem na sua Doutrina Social, um dos mais importantes documentos para seus membros, pois incentiva a todos (sobretudo os leigos) a conhecerem a perspectiva cristã sobre os mais diversos assuntos, assimilarem este conteúdo e aplicá-los na vida civil e social, ou seja, no nosso dia a dia. Na verdade, esta é a nossa principal tarefa como católicos leigos: A atuação na sociedade. Somos chamados a ser sal na terra e luz no mundo. Somos chamados a entrar na Igreja para aprender, e sair de lá dispostos a colocar em prática em todos os lugares onde estivermos.

Tem muita gente que está na Igreja trabalhando em pastorais e grupos de oração, achando que o “top” do serviço que ela presta a Igreja é ser um ministro da eucaristia, um músico, ou animador de pastoral. Outros (e eu já pensei assim), trazem o desejo de serem leigos que assumem o papel do padre, deixando-o livre para assumir o papel do leigo. Infelizmente pensar assim, é pensar errado, e talvez por isso tenha tanto leigo sofrendo por não encontrar seu lugar na Igreja.

Assim como os padres têm tarefas definidas, assim também o leigo tem as responsabilidades próprias da sua missão, e por isso é necessário que cada um de nós saibamos o nosso lugar nesta grande obra que é a Igreja.

“Não cabe aos pastores da Igreja intervir diretamente na construção política e na organização da vida social. Essa tarefa faz parte da vocação dos fiéis leigos, que agem por própria iniciativa com seus concidadãos… Terá sempre em vista o bem comum e se conformará com a mensagem evangélica e com a doutrina da Igreja. Cabe aos fiéis leigos “animar as realidades temporais com um zelo cristão e comportar-se como artesãos da paz e da justiça” (SRS 42). (CIC §2442)

O Compêndio da Doutrina Social da Igreja é um documento riquíssimo, que todos os leigos têm a obrigação de ler e estudar, e ouso dizer que se o leigo estudar a fundo este documento apenas durante a sua vida e colocá-lo em prática, ele já terá feito muito pela Igreja. Óbvio que todos os documentos da Igreja precisam ser lidos e são importantes, mas o que quero salientar é o caráter prático deste texto e para quem ele se destina: Ele é para nós leigos e nos mostra como fazer tudo a Luz de Cristo. É como uma receita de bolo: É ler, seguir e esperar o resultado.

É importante frisar que tudo que a Igreja propõe tem como objetivo a dignidade do ser humano como filho amado de Deus. A Igreja não dá em nenhum momento ênfases ideológicas e também não é adepta a economias diversas. O que você encontra neste documento, nada mais é do que um caminho para eu e você amarmos de forma concreta os nossos irmãos que fazem parte da mesma sociedade que nós.

Portanto a partir de hoje vamos começar a refletir profundamente este documento e “redescobri-lo” fazendo uma grande partilha sobre a riqueza destes ensinamentos. Desde já eu quero disponibilizar aqui o Compêndio da Doutrina Social da Igreja que foi preparado em pdf pelo excelente apostolado Veritatis Splendor que é um dos mais antigos apostolados católicos da internet: Baixe o Compêndio da Doutrina Social da Igreja clicando aqui. Durante este período, vamos estudá-lo de forma mais detalhada. E vem ai podcasts e hangouts para comentarmos o assunto. A tônica agora é aprender, porque quem aprende faz certinho! E eu estou com a Igreja e quero fazer certinho também!

Quero convidar você a visitar constantemente nosso blog, para se manter por dentro das nossas postagens. Aguardo você por aqui!

Dominus Vobiscum

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Esta é a posição oficial do Dominus Vobiscum: Estamos com o Aécio e #ForaPT

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Sabemos que o único Salvador da humanidade é Jesus Cristo. Mas acreditamos que Aécio Neves pode nos libertar do ardiloso plano de tornar o Brasil um país socialista. A hora é agora!

Nosso blog nunca foi de ficar em cima do muro. Entendemos que a fé católica não comporta políticas como a do Partido dos Trabalhadores. Acompanhamos sobretudo nestes quatro anos o PT e suas atitudes que vão em direção contrária àquilo que fere a Fé Católica. Embora a CNBB como entidade maior dos católicos não se posicione oficialmente (apesar de um documento recente onde convida os católicos a não votarem no PT, feita por parte de seus integrantes da Regional Sul), eu não me omitirei e darei a você o meu recado: Neste segundo turno seremos Aécio Neves e o nosso voto é 45. Ouça nosso podcast!

Aproveito para convocar todos os blogueiros católicos, comunicadores católicos, padres, seminaristas, músicos, coordenadores de Grupo de Oração, a publicarem um áudio ou vídeo para defender esta posição. Agora é o momento que não podemos nos omitir. Por mais que sejamos católicos, dentro da sociedade civil somos cidadãos, com direito a liberdade de expressão.

“Os lugares mais quentes do inferno são destinados aos que, em tempos de grandes crises, mantêm-se neutros”.
(Dante Alighieri)

“O silêncio dos covardes um dia se volta contra eles mesmos! A complacência de hoje é paga com o sangue de amanhã. “Tudo que é necessário para o triunfo do mal é que as pessoas de bem nada façam”
(Edmund Burke)

Papa Francisco reza em cemitério de bebês abortados…

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Foto: AFP – Site http://www.abc.es

“Taeahdongsan”. Um lindo jardim onde se pode ver uma estátua da Sagrada Família. Seria um belo cenário bucólico se não houve um detalhe triste: A imagem está rodeada de centenas cruzes de madeira brancas que representam os não-nascidos, ou seja, um cemitério de seres humanos abortados. Foi neste lugar que o Papa Francisco orou em silêncio neste sábado, em sua visita a Coréia do Sul.

A Coreia do Sul tem uma alta taxa de abortos, e segundo os últimos dados oficiais divulgados em 2005, foram praticadas 340 mil interrupções voluntárias da gravidez contra 440 mil nascimentos. A lei sul-coreana do aborto estabelece regras para a interrupção da gravidez, como estupro, incesto, perigo para a saúde da mãe e doenças hereditárias, e limita o procedimento até 24 semanas de gestação. Mas assim como no Brasil, raramente a lei para pune quem pratica o aborto.

Infelizmente a Coréia do Sul tem políticas de redução da taxa de fertilidade para combater a superpopulação, implantadas na década de 60 pelo governo.

Até onde procurei, não encontrei nenhum pronunciamento do Santo Padre com relação a este trecho da visita, porém diante da imagem que vemos quem precisa de palavras?

Qualquer ser humano que defenda a vida desde a sua concepção não tem como não se emocionar diante de um cenário triste e lamentável: centenas de túmulos de crianças que nem chegaram a nascer. E como não seriam seres humanos aqueles que foram enterrados?

É fato que poucos sites jornalísticos noticiaram a visita (talvez influenciados pelo capital dos abortistas ou pela ideologia da morte). Mas mesmo assim, imagens como estas correm o mundo, sobretudo pela internet, e mostram o comprometimento da Igreja Católica Apostólica Romana com a vida desde a sua concepção.

Quanto a nós brasileiros, cabe lutar (e lutar muito!) para que em um futuro próximo não tenhamos vários cemitérios de fetos, como o “Taeahdongsan” (haja vista que nosso governo atual é comprometidamente participativo da cultura da morte).

Pax Domini

Eleições: CNBB oferece dicas importantes para os eleitores católicos!

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O site Zenit.org publicou um artigo que para mim é bastante interessante. Segundo ele a Regional Leste 1 da CNBB publicou um folder com 10 dicas para essas eleições, intitulado “Vote certo. Vote bem. Somos responsáveis pelo futuro do nosso país”. Eu achei as indicações bastante pertinentes. Analisando-as, percebi que são coerentes com a fé católica e com tudo aquilo pelo que temos lutado e divulgado aqui no blog quanto a fé e política. Óbvio que a CNBB neste folder não se mostra abertamente contra nenhum partido. Mas é aquela história: Quem tem ouvidos para ouvir, que ouça. Diante da “cristianofobia” que vivemos hoje, sabedoria, prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguém.

Na minha opinião pessoal, se a CNBB deu uma baita bola fora emitindo há uns meses atrás um documento pedindo uma reforma política urgente (que corroborava com os desejos petistas de usurpar o poder no Brasil), mas desta vez, preciso reconhecer que o artigo foi bastante feliz. Se me permitem uma pequena crítica, penso que as dicas poderiam ser melhor arranjadas quanto a sua ordem. Mas ainda assim penso que são válidas. Abaixo, mostro na íntegra os pontos levantados pela Conferência dos Bispos do Brasil – Regional Leste 1 (os grifos são meus):

Publicamos abaixo essas recomendações para os eleitores nas eleições de outubro de 2014:

1- Votar é um exercício importante de cidadania; por isso, não deixe de participar das eleições. Seu voto contribui para definir a vida política de nosso país.

2- Verifique se os candidatos estão comprometidos com a superação da pobreza, com a educação, saúde, moradia, saneamento básico, respeito à vida e ao meio ambiente.

3- Veja se seus candidatos estão comprometidos com a justiça, segurança, combate à violência, dignidade da pessoa, respeito pleno pela vida humana desde a sua concepção até a morte natural.

4- Observe se os candidatos representam o interesse apenas de seu grupo ou partido e se pretendem promover políticas que beneficiam a todos. O bom governante governa para todos.

5- Dê o seu voto apenas a candidatos com “ficha limpa”. O homem público deve ter honestidade (idoneidade moral).

6- Fique atento à prática de corrupção eleitoral, ao abuso de poder econômico, à compra de votos. Voto não é mercadoria.

7- Procure conhecer os candidatos, sua conduta, suas ideias e seus partidos. Voto não é troca de favores.

8- Vote em candidatos que respeitem a liberdade religiosa e de consciência, garantindo o ensino religioso confessional e plural.

9- Escolha candidatos que promovam e defendam a família, segundo sua identidade natural conforme o plano de Deus.

10 – Acompanhe os políticos depois das eleições, para cobrar deles o cumprimento das promessas de campanha e apoiar suas ações políticas e administrativas.

Quem acessa meu blog, meu facebook e meu twitter sabe que eu há muito tempo tenho advertido os meus leitores para o perigo do socialismo a frente do nosso país. Eu digo e reafirmo: O Brasileiro continua arriscando muito em deixar os petistas a frente do nosso país, e podemos pagar caro por isso um dia. Porém eu sei que o grande problema do Brasil não é político apenas: É também um problema moral, haja vista que políticos honestos e comprometidos com os valores que trazemos são “moscas brancas”. Mas não podemos desanimar! Para que este quadro mude, é preciso pesquisar muito e votar certo!

Este ano eu estou bastante esperançoso de que o nosso povo finalmente mude o quadro e comece a virar esta mesa. Será bom para a nossa fé, as nossas famílias, as nossas crianças e para a sociedade de um modo geral. Parabenizo a CNBB por este documento e peço que continuem seguindo a linha da defesa da vida, das famílias, da liberdade religiosa e de uma sociedade mais digna. Porém tudo depende do brasileiro aprender a votar corretamente. E para isso, toda ajuda é muito válida!

Pax Domini

Assine a campanha: Salvem os cristãos iraquianos!

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Em outro post onde escrevi sobre a situação dos cristãos no Iraque, afirmei que era necessário que criássemos algo para mobilizar as autoridades no mundo a respeito desta calamidade. Na ocasião mostrei até a campanha do site Aletéia e pedi que você assinasse aderindo ao movimento. O que eu não informei é que esta campanha tem destino: Ela será enviada ao secretário geral da Liga Árabe e seus responsáveis pelos Direitos Humanos, Paz, Segurança e Política externa. Também chegará ao secretário geral da ONU e seu serviço de imprensa . Salvem os cristãos iraquianos, a é a campanha de recolhimento de assinaturas lançada pelo Aletéia no site  CitizenGo.org para que a comunidade internacional e a ONU intervenham e freiem “este verdadeiro genocídio contra os cristãos do Iraque”, cujo episódio recente foi a expulsão dos cristãos de Mosul por parte dos jihadistas do Estado Islâmico.

Esta campanha denuncia as ameaças que os fundamentalistas islâmicos lançaram aos cristãos iraquianos.

“Pela primeira vez desde o século XV não há mais população cristã em Mosul. A lei do islamismo radical se impôs e deu a eles a escolha entre a conversão ao Islã, o pagamento de taxas abusivas, o exílio ou a morte.”

(Assine aqui a petição Salvem os cristãos iraquianos)

Os organizadores da campanha recordaram que “em 2003, antes da invasão norte-americana ao Iraque, havia mais de um milhão de cristãos no país – incluindo seiscentos mil em Bagdá e aproximadamente sessenta mil em Mosul”. Entretanto, onze anos depois da violência e do avanço dos jihadistas do Estado Islâmico, que proclamaram um califado nos territórios ocupados e o imposto ‘sharia’, a diocese de Mosul desapareceu.

“Não temos palavras, porque o que aconteceu é realmente chocante. Os cristãos vivem em Mosul há séculos e essas famílias foram arrancadas de sua cidade, de suas casas, de suas vidas, de repente. Estamos muito preocupados com o futuro dos cristãos neste país” (Bispo auxiliar Caldeu de Bagdá, Dom Saad Syroub).

O Papa Francisco também chamou recentemente à paz e à oração pela situação dos “nossos irmãos perseguidos” no Iraque:

“Foram mandados embora, devem deixar suas casas sem a possibilidade de levar nada.” (Papa Francisco)

(Assine aqui a petição Salvem os cristãos iraquianos)

Muitos cristãos tiveram que fugir para Erbil, a capital do Curdistão iraquiano, onde o governador prometeu proteção, mas já são dois milhões os refugiados internacionais segundo a ONU. Por isso, os organizadores chamam os fiéis a reclamar “à comunidade internacional para agir em defesa dos cristãos no Iraque. A sobrevivência deles depende disso!

Importante: Sua mensagem chegará ao secretário geral da Liga Árabe e seus responsáveis pelos Direitos Humanos, Paz, Segurança e Política externa. Também chegará ao secretário geral da ONU e seu serviço de imprensa”.

Para unir-se à campanha e assinar a petição, ingresse em: http://www.citizengo.org/pt-pt/9825-salvem-os-cristaos-iraquianos

Entenda o que está acontecendo com os cristãos no Iraque

nazaratAtualmente estamos vendo pelo facebook diversos amigos e conhecidos usando o símbolo que você ao lado.  Mas o que está acontecendo? Que história é essa? Será uma nova modinha no facebook? Não caríssimos. Esta é uma letra árabe chamada “nun” que equivale ao nosso “N”. Esta letra tem sido colocada na casa dos cristãos do Iraque para marcá-los e identificá-los, pois a letra “N” é a letra inicial da palavra “nazareno”.  Assim as casas que contém este símbolo tem sido saqueadas e muitos cristãos estão morrendo e fugindo da sua terra.

É por isso os cristãos tem usado em seus “facebooks” ou mídias sociais este símbolo, em protesto ao massacre de cristãos no Iraque por radicais islâmicos e adeptos da Jhirad (Guerra Santa). Apesar de ser algo muito distante de nós brasileiros, não há como deixar passar este evento tão lamentável, haja vista que em quatro anos, mais de 140 mil cristãos foram mortos. Não há como ficar inerte a esta guerra cruel e multifacetada, que já destruiu milhares de cidades, famílias, vidas, lares e sonhos. Porém o mais triste disso tudo é nenhum organismo de defesa dos direitos humanos, nem mesmo a toda poderosa ONU tem feito nada concreto para que esta matança termine. Só agora eles olham para a situação com um certo ar de perplexidade, sendo que a mídia religiosa tem alertado para a situação há muito tempo.

Para você ter ideia de como a coisa é séria, até 2011 o número de cristãos no Iraque já havia se reduzido de 1 milhão e duzentos mil para trezentos mil. Nesta época, já era grande o número de cristãos que tentavam fugir do Iraque e se refugiar em países vizinhos!

Embora somente agora as pessoas estejam tomando consciência disso, este blog já havia falado sobre isso várias vezes. Dá primeira vez no dia 07 de dezembro de 2010 eu publiquei o post Assassinatos, medo e fuga: A realidade dos cristãos do Iraque. Depois em 14 de dezembro de 2010 eu republiquei uma matéria do Portal Zenit que dizia que Especialistas afirmam que guerra religiosa contra os cristãos não é apenas notícia. Por fim, em 24 de julho de 2011 eu republiquei outra matéria do portal Zenit que dizia da existência um plano para expulsar cristãos do Oriente Médio e Iraque.

É que o brasileiro por habitar em um país quase que continental muitas vezes esquece que existe mundo além de suas fronteiras. Infelizmente temos o péssimo hábito de somente olhar para nós mesmos e esquecer o que acontece no mundo. E nós católicos, e os demais cristãos trazemos este péssimo hábito no nosso dia a dia. É um triste mal que precisamos como povo bater no peito a acusar o fato.

Portanto para que você que está por fora de tudo que está acontecendo com os nossos irmãos do Iraque, tentarei fazer um breve resumo do que anda acontecendo e aproveito para pedir a sua oração por todas as famílias cristãs que estão sofrendo no Iraque.

(Participe com sua assinatura ajudamos a salvar os cristãos do Iraque. Clique aqui!)

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Qual a principal causa do conflito?

A principal causa do conflito é religiosa e não política. Desde o século I os cristãos ainda que sendo minoria ocupam a região do Iraque. Ali, eles procuram viver o evangelho, aplicando os ensinamentos de Cristo na sua moral e na sua ética, ensinando e vivendo o perdão a paz. Acontece que para os radicais islâmicos isto é uma afronta aos costumes da religião islâmica.

O confronto entre a espiritualidade e a moral cristã e a islâmica, e a vida ideal dos cristãos, faz que os extremistas islâmicos os considerem como um desafio e um perigo para a presença do islã. Eles têm medo de que alguns muçulmanos se convertam ao cristianismo. E como pensam que a melhor maneira de defender-se é atacar, eles atacam os cristãos, sua igreja e sua religião.

Outro aspecto importante é que os cristãos do Oriente Médio conservaram sua fé e suas tradições durante 21 séculos, apesar das ferozes perseguições que sofreram durante a sua história. Muitos deles rejeitaram a conversão forçada ao islã e, apesar de terem conservado seus idiomas originais, aprenderam o árabe, e alguns deles se especializaram nesta língua.

Atualmente, vemos que a maioria dos cristãos do Oriente Médio é bastante culta e instruída, e pertence a certo nível da sociedade. Isso causa inveja e ódio, e gera um conflito entre eles e os extremistas.

E o terceiro e último motivo após o êxito da revolução islâmica de Jomeini e a queda do comunismo russo, começou o despertar político islâmico, que pretende restituir o estado islâmico mundial, como ocorria na época dos quatro califas, no início do islã.

Este despertar do islamismo político vê na contínua presença dos cristãos nos países islâmicos um obstáculo para a criação do Estado islâmico mundial. Porque, no âmbito religioso, segundo eles, os cristãos falsificaram seu credo e sua Bíblia, e por isso são considerados infiéis; se quiserem continuar morando nos países islâmicos, devem pagar o tributo, converter-se ao islã (que consideram a única verdadeira religião no mundo) ou deixar o país.

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Milhares de cristãos abandonam tudo: Casas, carros, bens, empregos…

O que acontece hoje?

No dia 10 de junho de 2014, os cristãos do Iraque receberam um ultimato por parte do Estado Islâmico (EI) ordenando os cristãos a morrer; se converter ao islamismo; pagar o imposto dos infiéis e viver sob a lei da sharia; ou deixar a cidade imediatamente. Assim iniciaram uma fuga em massa.

Segundo o Bispo copta católico de Luxor, Dom Youhannes Zakaria, alguns líderes islâmicos extremistas estão trabalhando forte para realizar o plano de esvaziar o Oriente Médio da presença dos cristãos. Mas, antes do plano de esvaziamento, vem o plano de islamização, ou seja, obrigar todos os cristãos do Oriente Médio à conversão ao islã: se não aceitarem, devem abandonar o país ou serão mortos.

O Patriarca Siro-ortodoxo, Inácio Efrém II reiterou ainda esta semana as palavras acima, acrescentando que alguns estados financiam os extremistas muçulmanos. Segundo as últimas informações da ONU, a ofensiva dos combatentes sunitas iniciada em janeiro já matou no mínimo 5.576 civis no Iraque, sendo 2.400 mortos só em junho. O número de feridos chega a 11.662 pessoas.

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Cristãos sofrendo perseguição religiosa: Morte, conversão, tributos ou fuga.

O que as autoridades estão fazendo para conter esta calamidade?

“É triste ver a indiferença do mundo inteiro diante do que o Oriente Médio está vivendo. São perseguidos porque são cristãos. São pacíficos. São inocentes. Esse é o grande escândalo. O mundo inteiro deve reagir para dar fim a estes atos e pedir àqueles que financiam esse povo – o Isis – que suspendam as ajudas militares e econômicas.” (Dom Louis Sako – Patriarca dos Caldeus no Iraque)

É duro dizer, mas fora as autoridades da Igreja… nada! Fora a imprensa cristã… nada! Agora nestes últimos dias quando a coisa começou a ficar fora do controle, vemos a mídia secular se movimentar e noticiar alguma coisa, porém lembremos que tudo isso começou antes de 2010 e sobre isso pouco se falava. Resumindo: Nada além de palavras!

O patriarca caldeu Louis Sako e todos os bispos caldeus, siro-católicos, siro-ortodoxos e armênios do norte do Iraque fizeram publicamente um apelo, após encontro realizado em Ankawa, nos arredores da capital curda Erbil. Eles pedem que o governo nacional iraquiano garanta a “tutela necessária” dos cristãos e das outras minorias do país, deem “apoio financeiro às pessoas expulsas de suas casas e que perderam tudo”, paguem “imediatamente” os salários dos funcionários, indenizem os que sofreram perdas materiais e assegurem alojamento e continuidade na prestação de serviços sociais e escolares para as famílias que terão que passar muito tempo longe de casa. Porém até onde se sabe não houve uma resposta do governo para este apelo.

No dia 23 de julho deste ano (2014), em telefonema ao patriarca dos siro-católicos Ignatius Youssef III Younan o Papa Francisco disse:

“Que vergonha o silêncio do assim chamado mundo civilizado”.

Ontem, dia 25 de julho, o Vaticano enviou para os cristãos do Iraque o valor de 30.000 euros. Este valor visa ajudar os cristãos iraquianos que foram forçados a abandonar as suas regiões de origem.

Somente agora (dia 21 de julho de 2014) o Conselho de Segurança da ONU denunciou a perseguição dos jihadistas do Estado Islâmico (EI) mantêm contra as minorias no Iraque, especialmente os cristãos de Mossul, recordando que isso pode constituir um crime contra a Humanidade. Em uma declaração unânime adotada na noite de segunda-feira (21), os 15 países membros do Conselho “condenam nos termos mais enérgicos possíveis a perseguição sistemática por parte do EI e seus grupos partidários de indivíduos pertencentes a minorias e de pessoas que rejeitam a ideologia extremista do EI”. Porém nada além de palavras…

(Participe com sua assinatura ajudamos a salvar os cristãos do Iraque. Clique aqui!)

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Toda esta ação tem sido planejada há muito tempo por grupos de fundamentalistas islâmicos que apoiam a Jhirad (Guerra Santa).

O que nós temos que fazer?

1. Bom, como cristãos a primeira coisa que temos a fazer é rezar e rezar muito. Não basta apenas lembrar e ser solidário, mas assumir a causa dos irmãos rezando por eles e se colocando na presença do Senhor clamando uma intervenção dos céus sobre nossos irmãos.

2. Pensar em iniciativas que possam mostrar (e mobilizar) os cristãos do Brasil e do mundo sobre este problema, a fim de pressionar as autoridades civis para uma ação eficaz diante deste problema. Uma destas iniciativas foi feita pelo site Aleteia que propôs uma petição dirigida à ONU e à Liga Árabe, para que elas atuem rapidamente para colocar fim aos abusos do Estado Islâmico e para que encerre esta tentativa de eliminar os cristãos do Iraque. (Participe da iniciativa clicando aqui)

Agora é com você. Desculpem o texto longo e complexo, mas era necessário.
Pax Domini!

Israel e Palestina: Conheça a história e entenda o conflito

Você já deve ter visto, seja na TV ou na Web as pessoas falando sobre o conflito entre Israel e Palestina. Embora este blog seja voltado para catequese, penso que é importante também abordarmos este assunto aqui, até porque nesta região que hoje se encontra em guerra repousam muitos tesouros da Fé Católica. Ali foi o berço da Civilização Cristã.

É importante dizer que na minha opinião (não é a opinião da Igreja, mas a minha opinião pessoal ok?) o que mais torna esta guerra infeliz é fato de ver o lado palestino usando das velhas táticas terroristas para causar pânico e medo. Nenhuma guerra é boa, mas a pior guerra é aquela que se faz com guerrilha, usando seres humanos como escudo. A paz é possível (sempre é graças a Deus) e o Santo Padre tem feito o possível para que isso aconteça, mas acima de tudo é necessário que haja respeito pelas vidas que lá estão, sobretudo a vida de civis, sejam eles católicos, ortodoxos, judeus ou muçulmanos. Logo abaixo trago a história deste conflito e alguns pontos  que você pode conhecer caso deseje.

É importante frisar também que não sou um especialista no assunto, portanto caso você tenha outras informações que possam ajudar os nossos leitores, comente este post. É conversando que agente aprende e cresce!

Entenda a História

Tudo começou há muito tempo atrás, no século III d.C., onde os judeus foram obrigados a deixar sua terra pelos Romanos. Passado algum tempo, o Islamismo iniciou a sua expansão através de várias conquistas: Damasco, em 635; Jerusalém, em 638; Alexandria, em 643; assédios de Constantinopla, em 673 e 717; Cartago, em 698 e, em 711, chegam à Espanha e ali se fixam após as derrotas para os franceses, em 732.

O tempo passou e em 1897, durante o primeiro encontro sionista (que é um movimento internacional judeu), ficou decidido que os judeus retornariam em massa à Terra Santa, em Jerusalém de onde muitos foram expulsos. Imediatamente teve início a emigração para a Palestina, que era o nome da região no final do século XIX.

Quando os judeus começaram a retornar para a terra que era sua (desde sempre diga-se de passagem), a área pertencia ao Império Otomano, onde viviam cerca de 500 mil árabes. Em 1903, 25 mil imigrantes judeus já estavam vivendo entre eles. Em 1914, quando começou a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), já eram mais de 60 mil.

Em 1948, pouco antes da criação do Estado de Israel, os judeus somavam 600 mil.

O Nazismo e a problemática dos judeus

Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), os nazistas com o desejo de criar uma raça pura, passaram a perseguir os judeus. Por isso o fluxo de imigrantes (e estamos falando de milhões de judeus) se dirigiam à Palestina fugindo das perseguições dos nazistas na Europa. E isto acarretou em um outro problema: Como equacionar esta invasão judaica às terras palestinas?

Em 1947, a ONU tentou solucionar o problema com a criação de um “Estado duplo”: o território seria dividido em dois Estados, um árabe e outro judeu, com Jerusalém como “enclave internacional”. Os judeus aceitaram a proposta. Os árabes não.

As guerras

No dia 14 de maio de 1948, Israel declarou sua independência. Os exércitos de Egito, Jordânia, Síria e Líbano atacaram, mas foram derrotados.

Em 1967, aconteceram os confrontos que mudariam o mapa da região, na chamada “Guerra dos Seis Dias”. Israel derrotou Egito, Síria e Jordânia e conquistou, de uma só vez, toda a Cisjordânia, as Colinas de Golan e Jerusalém Oriental.

Em 1973, Egito e Síria lançaram uma ofensiva contra Israel no feriado de Yom Kippur, o Dia do Perdão, mas foram novamente derrotados.

De lá para cá as guerras não acabaram mais. O fato é que com o apoio de Washington ao longo dos anos, Israel permanece nos territórios ocupados e continua se negando a se retirar de todas as regiões conquistadas durante a Guerra dos Seis Dias, mesmo com toda pressão da ONU.

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Desenho de Emerson Oliveira

Cisma Palestino

Em junho de 2007, a Autoridade Nacional Palestina se dividiu, após um ano de confrontos internos violentos entre os partidos Hamas e Fatah que deixaram centenas de mortos. A Faixa de Gaza passou a ser controlada pelo Hamas, partido sunita do Movimento de Resistência Islâmica, e a Cisjordânia se manteve sob o governo do Fatah, do presidente Mahmoud Abbas.

O Hamas havia vencido as eleições legislativas palestinas um ano antes, mas a Autoridade Palestina havia sido pressionada e não permitiu um governo independente por parte do premiê Ismail Hamiya. Abbas declarou estado de emergência e destituiu Hamiya do cargo, mas o Hamas manteve o controle de fato da região de Gaza.

Quem é o Hamas?

O Hamas é considerado como organização terrorista pelo Canadá, União Europeia, Israel, Japão e Estados Unidos A Austrália e o Reino Unido consideram como organização terrorista somente o braço militar da organização – as Brigadas Izz ad-Din al-Qassam.Outros países, como a África do Sul, a Rússia, a Noruega e o Brasil não consideram o Hamas como organização terrorista. Na Jordânia, o Hamas tinha uma presença forte até o final da década de 1990, o que causava atritos entre o governo jordaniano e Israel. O rei Abdullah fechou a sede do Hamas na Jordânia e expulsou seus líderes.

Em maio de 2011, o líder do Hamas Ismail Haniya condenou a operação norte-americana que matou Osama bin Laden, responsável pelos Ataques de 11 de setembro de 2001, denominando bin-Laden de “guerreiro sagrado”, e a operação como um assassinato.

Hamas e Israel

O Hamas preconiza a luta armada contra Israel e seus civis, por todos os meios, visando à formação de um estado independente palestiniano “… desde o Rio Jordão até o mar”. Sua carta de princípios, redigida em 1988, preconiza o estabelecimento de um estado muçulmano na Palestina histórica – incluindo portanto Israel, a Cisjordânia e a Faixa de Gaza.

Em sua carta fundamental, em seus escritos e muitas de suas declarações públicas, o Hamas usa um discurso de ódio contra Israel. Internamente, o grupo mantém uma agenda propagandística que inclui, por exemplo, a transmissão em seu canal de TV, Al-Aksa TV, de programas como o seriado infantil Pioneiros do Amanhã, de conteúdo antiamericano e antissemitismo.

Apesar disso, os dirigentes do Hamas constantemente descrevem o conflito com Israel como político e não religioso ou antissemita. Segundo seu dirigente, Khalid Meshal, a Carta de Princípios da organização “não prega de modo algum a destruição de Israel”. Leia o que o Hamas pensa sobre a resolução para o conflito:

“Não há solução para o problema palestino a não ser pela jihad (guerra santa). Iniciativas de paz, propostas e conferências internacionais são perda de tempo e uma farsa. O povo palestino é muito importante para que se brinque com seu futuro, seus direitos e seu destino. Como consta do Hadith: “O povo de Al-Sha’m é o açoite (de Alá) na Sua terra. Por meio dele, Ele se vinga de quem Ele quer, dentre os Seus servos. Os hipócritas não podem ser superiores aos crentes, e devem morrer em desgraça e aflição.” (Estatuto do Hamas)

Conheça o estatuto do Hamas e veja que nele existe um ódio aos judeus

Uma proposta de cessar-fogo duradouro

Em fevereiro de 2006, o Hamas, através de Khalid Meshal, propôs um cessar-fogo duradouro – tendo sido sugerida uma trégua de 10 a 15 anos – desde que Israel devolvesse os territórios ocupados na Guerra dos Seis Dias, em 1967.

Novos impasses

Em 2010, a tensão voltou a subir. O premiê israelense, Benjamin Netanyahu, decretou a construção de 1.600 novas casas para judeus no setor oriental de Jerusalém, reivindicado pelos palestinos como sua capital. O anúncio causou oposição até de aliados ocidentais de Israel, como os EUA. A Autoridade Palestina considera a ocupação judaica na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental o maior impedimento para a paz.

Espero que estas informações sejam úteis para que você conheça e se interesse pelo assunto, e mais que isso: Que possamos rezar muito para o fim desta guerra.  Eu particularmente rezo muito pela paz e peço a Deus pelo fim do terrorismo. Na minha opinião tudo aquilo que coloca a vida de inocentes em risco deve ser erradicado do nosso planeta.

O aborto e a política brasileira

dilmaplc32013Recentemente o Brasil aprovou a Lei PLC 3/2013, agora Lei 12.845/2013 uma lei chamada de Cavalo de Tróia, pois não visa apenas cuidar da saúde da mulher, mas “abrir uma enorme brecha” jurídica para a descriminalização do aborto no Brasil. A brecha é tão grande que já se fala em descriminalização do aborto de forma prática. Em um passado recente, é importante recordar que na Campanha Eleitoral de 2010 a então candidata Dilma Roussef havia se comprometido a, se eleita, não aprovar nada que fosse relativo ao aborto e graças a esta promessa ela ganhou a eleição, pois como se sabe, o Brasil é um país laico, mas que em uma maioria professa a fé cristã, sendo a sua população totalmente contrária ao aborto (estima-se cerca de 82% dos brasileiros).

A luta contra a descriminalização do aborto não é apenas religiosa, mas sobretudo política, ideológica e econômica. Mas para você entender esta afirmação, vamos recorrer a história do Brasil em sua época mais negra.

De 31 de março de 1964 (Golpe Militar que derrubou João Goulart) a 15 de janeiro de 1985 (eleição de Tancredo Neves) vivemos a Ditadura Militar. O pais passou por um governo duro que cassava os direitos políticos dos seus opositores, repreendia os movimentos sociais e manifestações de oposição, censurava os meios de comunicação e artistas (músicos, atores, artistas plásticos), enfrentava duramente os movimentos de guerrilha e torturava os opositores ao regime. Não quero entrar aqui no mérito do regime político, até porque quase a totalidade da população brasileira (no qual me incluo) vê esta fase da história como um período triste e lamentável. Porém aqui começa a nascer uma fusão: A união dos movimentos de oposição contra a ditadura militar.

Neste período aliás surge a denominação “movimentos de esquerda”. Os mais antigos hão de se lembrar que antigamente na escola, todos eram obrigados a escrever com a mão direita, e sofriam castigos se desejassem ser “canhotos”. Por isso todo movimento considerado inimigo da ditadura era um movimento de esquerda e incluíam-se entre eles: movimentos sindicalistas, partidos comunistas, partidos socialistas, movimentos e partidos democráticos, movimentos e partidos anarquistas, movimentos de emancipação da mulher e muitos outros. Aqui misturou-se bons movimentos com maus movimentos, boas ideias com más ideias, boas ideologias com ideologias pífias. Foi aqui que o doce passou do ponto.

Ora você certamente conhece esta máxima: “O inimigo do meu inimigo é meu amigo”. Portanto em um dado momento da história, era mais do que natural que todos estes movimentos se unissem e as ideias se misturassem. E foi ai, nesta confusão de ideias de oposição que a ideologia de controle demográfico se fundiu com a noção feminista de decidir pela gravidez ou não e tantas outras ideias.

Hoje por exemplo, temos o PT – Partido dos Trabalhadores – no poder. Este surgiu da força de movimentos sindicais e traz em seus estatutos a defesa do direito da mulher (forma disfarçada de apoiar o aborto) tanto que desde que colocou no poder o Sr. Luís Inácio “Lula” da Silva, o partido deu sinais claros disso.

O PT, “fechou posição quanto à legalização do aborto ao longo do debate interno para a Constituinte, em 1987”.  Dentro do PT, “a defesa do direito ao aborto legal e seguro é uma bandeira histórica do movimento de mulheres, e portanto, das mulheres petistas, organizadas no setorial nos diversos níveis, e dos movimentos sociais. A CUT, particularmente, aprovou no seu 3º Congresso, em 1991, a defesa da legalização do aborto”.

Ademais, “ao reafirmar o socialismo petista [no III Congresso], o PT se reconcilia também com sua formulação da correlação intrínseca entre feminismo e socialismo. O PT, desde sua fundação, incorporou o feminismo como elemento fundamental de transformação da sociedade, isto porque a luta feminista desafia as estruturas do capitalismo, que oprime as mulheres nas diversas dimensões da vida social, política, econômica e cultural”.

Veja os dados abaixo:

  • 2004, o então presidente Lula assinou de próprio punho o PLANO NACIONAL DE POLÍTICA PARA AS MULHERES, onde continha como prioridade nº 3.6, envolver o poder executivo, legislativo e judiciário a fim de despenalizar o aborto. A então Ministra Nilcéia Freire revelou a conversa pessoal dela com Lula a adesão pessoal do presidente e do Partido dele pela legalização do aborto;
  • Abril de 2005 o governo Lula comprometeu-se com a ONU, em legalizar o aborto no Brasil. Registrado no IIº Relatório do Brasil sobre o Tratado de Direitos Civis e Políticos, apresentado ao Comitê de Direitos Humanos da ONU (nº45);
  • Maio de 2005 a comissão da Secretaria para a Política das Mulheres do Governo Lula, após seminário com grupos pró-aborto da ONU, começou a defender não só a legalização do aborto, mas a própria inconstitucionalidade de qualquer criminalização do aborto;
  • Agosto de 2005, o governo reconhece o aborto como Direito Humano da Mulher. Entregou ao comitê da ONU para a Eliminação de todas as Formas de Descriminalização contra a Mulher (CEDAW) documento que confirma a declaração.
  • Setembro de 2005, o governo apresentou ao Congresso o Projeto de Lei 1135/91 de autoria do Dep. José Genoíno – PT, que propunha descriminalizar o aborto até o 9º mês de gestação e por qualquer motivo.
  • Abril de 2006, a discriminação do aborto foi oficialmente incluída pelo PT como diretriz do programa de governo para o segundo mandato do Presidente Lula. O documento intitulado “Diretrizes para a Elaboração do Programa de Governo” foi oficialmente aprovado pelo PT e contém em seu texto: “…o Governo Federal se empenhará na agenda legislativa que contemple a descriminalização do aborto.”
  • Setembro de 2006, quatro dias antes do primeiro turno das eleições, em exatamente, 27 de Setembro, o próprio Presidente Lula incluiu o aborto em seu programa pessoal de governo para o segundo mandato e se compromete em legalizar o aborto no documento intitulado: “Lula Presidente: Compromisso com as mulheres, Programa Setorial de Mulheres 2007-2010”
  • Setembro de 2007, No 3º Congresso Nacional do PT, no documento intitulado: “Por um Brasil de Mulheres e Homens livres e iguais”, o Partido assumiu a descriminalização do aborto e o atendimento de todos os casos no serviço público, como programa do Partido, sendo o primeiro partido no Brasil a assumir a causa como programa.
  • Outubro de 2007A então Ministra Dilma Roussef, em entrevista gravada em vídeo para Folha de São Paulo afirma ser um absurdo que no Brasil ainda não haja a descriminalização do aborto.
  • Em Setembro de 2009 o PT puniu os dois deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso por serem contrários à legalização do aborto.
  • Com o Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, o governo Lula emplacou o discurso: “legalizar o aborto é questão de saúde pública.”
  • Fevereiro de 2010 o Partido dos Trabalhadores, o presidente Lula e a então Ministra Dilma Rousseff, firmaram oficialmente, com assinaturas de próprio punho, o apoio incondicional ao 3º Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) no qual se reafirmou a descriminalização do aborto, a retirada de símbolos religiosos das repartições públicas, a união civil homossexual, entre outros.
  • junho de 2010 o PT e os aliados boicotaram a criação da CPI do Aborto que investigaria as origens dos financiamentos por parte de organizações internacionais para a legalização e a promoção do aborto no Brasil. Por temerem ser revelado o financiamento das fundações internacionais que investem para que o aborto seja legalizado no Brasil, entre elas a Fundação Ford, Fundação Rockfeller, Fundação MacArthur, e muitas outras que já citamos aqui no blog Dominus Vobiscum.
  • O partido do governo não respeitou a própria constituição do país que declara o direito de todos à vida, não respeitou o Pacto de São José da Costa Rica do qual é signatário, onde se confirma a vida começando na concepção. (obs: O pacto de São José da Costa Rica é um pacto internacional, compromisso acima das leis nacionais, ficando abaixo apenas da Constituição Federal)
  • Em Julho de 2010, exatamente dia 16, o governo Lula assinou um documento chamado “Consenso de Brasília” que propõe a liberação completa do aborto para todos os governos da América Latina.
  • Fevereiro de 2010 – A Presidente Dilma Roussef coloca Eleonora Menicucci, feminista e militante pró-aborto, como Ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres; ela que revelou ter feito – inclusive – um curso fora do país de abortamento por sucção.

Aqui vale uma observação: O PSDB – Partido da Social Democracia Brasileira –  hoje não pode e não quer ser considerado um partido de direita, mas de centro-esquerda. O “S” de sua sigla equivale a palavra “Social” que coloca de forma clara, suas raízes vinculadas ao socialismo e portanto é um partido socialista moderado. Também entre os seus existe o desejo da descriminalização do aborto, mas este (pelo que me consta) não está exposto de forma tão partidária, apenas de modo individual de cada membro do partido. Foi o Ministro José Serra no governo de Fernando Henrique Cardoso quem protagonizou uma enorme mancha na saúde pública, assinando a norma técnica para o SUS (Sistema Único de Saúde), ordenando regras para fazer abortos previstos em lei, até o 5º mês de gravidez, além da venda e do uso livre da “pílula do dia seguinte”. Portanto seria ingenuidade de nossa parte dizer que a melhor opção para conter a empreitada petista pró-aborto seria o PSDB. Um erro grave por sinal!

Infelizmente não tive acesso a um histórico tão completo do PSDB e de outros partidos quanto tive do PT, porém se algum leitor tiver estes dados em mãos, ficarei muito feliz em mostrar. Mas como se vê aqui, a polêmica que envolve o aborto não é meramente religiosa, mas ligada a lobbys de organizações internacionais e questões políticas. E fica o aviso: Cuidado com partidos que trazem o termo “Social”, “Socialista” ou “Comunista” em sua sigla, ou em suas ideologias. Provavelmente existe em seus fundamentos o desejo de descriminalização do aborto em suas metas.

Pax Domini

Fontes de pesquisa (internet): Blog do TibaMovimento endireitarBrasil MedicinaPortal Zenit de Notícias.
Referência Bibliográfica: [1] “CONTEXTUALIZAÇÃO DA DEFESA DA VIDA NO BRASIL –Como foi planejada a introdução da cultura da morte no país” – Elaborado pela Comissão em Defesa da Vida da Diocese de Guarulhos, pela Comissão em Defesa da Vida da Diocese de Taubaté, ambas compondo a Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul -1 da CNBB. // [2] “O Aborto e sua legalização”, elaborado pela presidente do movimento Pró-Vida Família, Prof. Humberto L. Vieira, ex-consultor da OMS (Organização Mundial da Saúde), consultor legislativo do Senado Federal e membro vitalício e consultor da Pontifícia Academia para a Vida, nomeado por João Paulo II. // [3] “Ubi PT, Ibi abortus” de Padre Luiz Carlos Lodi, Presidente do Pró-Vida de Anápolis.

Veja também:: A história de um pequeno ser humano… | A Odisséia da vida | Perguntas e respostas sobre os fetos e embriões à Luz da Igreja Católica |O que a Igreja Católica diz a respeito do aborto? | A violência dos métodos abortivos | A origem do Movimento abortista e da cultura de morte | O aborto como instrumento de controle demográfico | A Mãe do Aborto | Planned Parenthood: A Maior organização abortista do mundo | O que a ONU tem a ver com o aborto? | A origem dos grandes movimentos abortistas no Brasil

A origem dos grandes movimentos abortistas no Brasil

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Já não é possível enumerar as organizações que defendem o aborto no Brasil. Da mesma forma, também não é possível saber de onde vem o dinheiro destas organizações. Porém é possível sim traçar um histórico desta problemática no Brasil. O Movimento endireitar em seu site, fez um breve retrospecto desta empreitada abortista em nossa nação. Vou reproduzir o texto deles a minha maneira, acrescentando outros dados que encontrei em diversos outros sites.

No final dos anos 80 a América Latina foi visitada por diversas vezes por profissionais da IWHC (International Women Health Coalition) cuja tradução é: Coalizão Internacional Saúde da Mulher – Muitos destes profissionais já haviam participado do processo de elaboração do Relatório da Fundação Ford sobre saúde reprodutiva.

Eles chegaram à conclusão que o Brasil seria o país que levaria toda a América Latina a legalizar o aborto, por sua influência política e pela facilidade de criar e coordenar os grupos de pressão pró-aborto. Foram criadas então, organizações que pressionariam as políticas públicas no Brasil, após um evento realizado pela IWHC e CEPIA em 1993, no Rio de Janeiro.

Aliás cabe aqui um destaque: O ponto de partida deste grande movimento se deu com a ONG “Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação e Ação” (CEPIA) em 1990. Desde sua criação, “a CEPIA tem recebido apoio de diversas instituições, dentre as quais estão a Fundação Ford, a Fundação MacArthur, o Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP), a Unicef, o Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem), a Comissão Européia, o Programa de DST/AIDS do Ministério da Saúde, a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), Global Fund for Women e a OAK Foundation”. Para você ter uma ideia do trabalho desta entidade basta acessar o texto desta entidade: Manifesto em Repúdio ao Estatuto do Nascituro.

O médico José Barzelatto foi um dos expoentes desse movimento. Trabalhou na Organização Mundial da Saúde (OMS) em Genebra de 1975 até 1989. De 1989 a 1996 atuou como Diretor do Programa de Saúde Reprodutiva e População da Fundação Ford, em Nova Iorque. De 1997 a 2006 foi Vice-Presidente da ONG norte-americana CENTER FOR HEALTH & SOCIAL POLICY (CHSP), esta ONG “se propõe” a “contribuir” com a “justiça social” e a “saúde no mundo” (muitas aspas). Desde Outubro de 2000 Barzelatto é Presidente do Fórum da Sociedade Civil das Américas. Veja aqui os dados mostrados pelo CLAM a respeito deste homem que faleceu em 2006.

Em 1997, a CEPIA e o CHSP, juntamente com 26 lideranças de ONGs de 13 países do continente, fundaram o Fórum da Sociedade Civil nas Américas. O Fórum, cuja secretaria é exercida pela CEPIA, tem por missão promover a coordenação  das ONGs da região e estabelecer estratégias conjuntas comuns. Perceba que existe uma enorme sintonia entre as empresas citadas como promotoras do aborto no mundo, e o CEPIA – que coordena as pequenas ONGs espalhadas no Brasil.

Em setembro de 2003, a socióloga Maria José Rosado, fundadora e coordenadora do grupo militante abortista “Católicas pelo Direito de Decidir”, realizou uma apresentação no Fórum da Sociedade Civil das Américas, organizado pela CEPIA e CFÊMEA, no Rio de janeiro. O texto baseado nesta apresentação, que não passa da mais cínica aplicação do duplipensar orwelliano, foi publicado no site do PT em setembro de 2006 com o título “Pensando eticamente sobre concepção, anticoncepção e aborto”. O tema tratava sobre os “Novos desafios da responsabilidade política”.

Continuo depois… Pax Domini

Fontes de pesquisa (internet): Blog do TibaMovimento endireitarBrasil MedicinaPortal Zenit de Notícias.
Referência Bibliográfica: [1] “CONTEXTUALIZAÇÃO DA DEFESA DA VIDA NO BRASIL –Como foi planejada a introdução da cultura da morte no país” – Elaborado pela Comissão em Defesa da Vida da Diocese de Guarulhos, pela Comissão em Defesa da Vida da Diocese de Taubaté, ambas compondo a Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul -1 da CNBB. // [2] “O Aborto e sua legalização”, elaborado pela presidente do movimento Pró-Vida Família, Prof. Humberto L. Vieira, ex-consultor da OMS (Organização Mundial da Saúde), consultor legislativo do Senado Federal e membro vitalício e consultor da Pontifícia Academia para a Vida, nomeado por João Paulo II. // [3] “Ubi PT, Ibi abortus” de Padre Luiz Carlos Lodi, Presidente do Pró-Vida de Anápolis.

Veja também:: A história de um pequeno ser humano… | A Odisséia da vida | Perguntas e respostas sobre os fetos e embriões à Luz da Igreja Católica |O que a Igreja Católica diz a respeito do aborto? | A violência dos métodos abortivos | A origem do Movimento abortista e da cultura de morte | O aborto como instrumento de controle demográfico | A Mãe do Aborto | Planned Parenthood: A Maior organização abortista do mundo | O que a ONU tem a ver com o aborto?

O que a ONU tem a ver com o aborto?

onu-abortionNão é fácil falar desse grande movimento abortista. A coisa parece tão grande, (e de fato é grande) que quando começamos a desmembrar todas as coisas, chega a parecer uma maluca teoria da conspiração. Mas não é. O que estou escrevendo de forma sintética aqui no blog está amparado em diversos documentos recolhidos ao longo dos anos por aqueles que trabalham na Defesa da Vida. A verdade é que a indústria do aborto algo é demoníaco. Digo sem medo, pois é o demônio quem luta para tirar a vida dos filhos de Deus.

Em 2004, quando ainda era missionário da Canção Nova, recebi em uma sexta feira a tarde, a missão de gravar um programa Trocando Ideias em São Paulo com o Monsenhor Michel Schooyans. A gravação seria no sábado em São Paulo pela manhã de forma que passei a noite buscando informações sobre quem era este senhor e por que ele era tão importante para realizarmos este grande esforço.

A resposta foi muito satisfatória: Michel Schooyans é Doutor em filosofia e teologia e é um sacerdote da arquidiocese de Mechelen-Bruxelas. Foi professor da Université Catholique de Louvain, professor visitante em várias universidades americanas, ex-professor da Universidade Católica de São Paulo, e tem muitos livros sobre filosofia política, as ideologias contemporâneas, as políticas populacionais e realizou várias missões no terceiro mundo. Membro da Pontifícia Academia de Ciências Sociais do Vaticano, do Instituto Real de Relações Internacionais, em Bruxelas, o Instituto de política demográfica, em Paris, o Population Research Institute, em Washington.

Na época, o Mons. Schooyans havia feito um grande trabalho junto a ONU, sobretudo quanto à política demográfica por alguns anos, a pedido do Vaticano. Suas revelações para mim foram bombásticas: A ONU quer implantar a política de controle populacional no mundo!

Segundo ele, no decorrer dos últimos quarenta anos, a ONU organizou várias grandes conferências dedicadas a programas de controle da população. Dentro das recentes, as mais conhecidas são a do Rio (1992) sobre o meio ambiente, no Cairo (1994) sobre população e desenvolvimento, de Pequim (1995) sobre a mulher.

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Monsenhor Michel Schooyans

A do Cairo, por exemplo, elaborou um pano de ação de vinte anos para frear o crescimento da população mundial, especialmente nos países pobres. Nesta conferência, a ONU manifestou a adesão ao controle demográfico e definiu conceitos totalmente novos para o mundo, conceitos estes que já vinham sendo defendidos pelas grandes fundações internacionais.

Para executar esses programas, agências da ONU, com o Banco Mundial, o FNUAP, a Organização Mundial da Saúde, dispõem de recursos enormes, vindo dos países ricos, sobretudo dos Estados Unidos (via a USAID) e da União Européia. Contam também com a colaboração de Organizações não governamentais (ONGs), tais como a IPPF (cuja filial no Brasil é a BEMFAM) e o Population Council. Os governos nacionais dos próprios países pobres cooperam na execução desses programas, especialmente através de esterilizações em massa de mulheres. Só no Nordeste do Brasil, e já em 1992, se estimava que 37% das mulheres casadas entre 15 e 44 anos estavam esterilizadas.

Entre as novas diretrizes estabelecidas no documento de conclusão emitido pela ONU, provenientes da conferência encontram-se estas:

  • O conceito de saúde reprodutiva, considerado como algo mais do que a simples ausência de doenças;
  • O direito das mulheres ao acesso a serviços de abortos quando a prática não for contrária à lei;
  • A urgência das ONG’s, ainda que não sejam constituídas por profissionais da saúde, de cooperar e supervisionar (ou pressionar) os governos na prestação dos serviços de saúde reprodutiva (incluindo o serviço ao aborto legal);
  • Os direitos reprodutivos, que derivam do conceito de saúde reprodutiva, como um novo tipo de direito humano (que futuramente poderia incluir o direito ao aborto);

Em 1996 a ONU promoveu, informalmente, a famosa Reunião de Glen Cove, numa ilha próxima a Nova York, onde reuniu as recém criadas ONG’s e movimentos feministas. Ali se estabeleceu o plano de gradual pressão sobre os vários países, em especial sobre os da América Latina, no sentido de acusá-los de violarem os direitos humanos ao não legalizarem o aborto. Entre outras metas para implantarem o aborto no mundo estava a de conseguir fazer com que o direito ao aborto entrasse oficialmente na Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Na raiz desses programas, há uma ideologia: a ideologia da segurança demográfica. Essa reinterpreta a antiquada oposição Leste (comunista) – Oeste (capitalista) em termos de oposição Norte (rico) – Sul (países pobres). O Norte, que representa 20% da humanidade e cuja população envelhece dramaticamente e tem pavor do crescimento da população jovem do Sul, que representa 80% da humanidade. O Norte quer então conter, isto é bloquear, o crescimento da população do Sul e sonegar-lhe os saberes de ponta que abririam aos países pobres o caminho da valorização, por eles mesmo, dos seus recursos naturais.

As raízes dessa ideologia se encontram nas teses, sempre desmentidas, de Malthus (“A produção alimentícia não pode acompanhar o crescimento da população; deixemos agir a seleção natural que elimina os mais fracos”), do utilitarismo neoliberal (o homem vale o que vale o mercado), das éticas do direito ao prazer individual sem limites, da reformulação da teoria do espaço vital: O Sul é o “quintal” do Norte.

Para saber mais sobre as denúncias do Monsenhor Michel Schooyans, clique aqui

Fontes de pesquisa (internet): Blog do TibaMovimento endireitarBrasil MedicinaPortal Zenit de Notícias.
Referência Bibliográfica: [1] “CONTEXTUALIZAÇÃO DA DEFESA DA VIDA NO BRASIL –Como foi planejada a introdução da cultura da morte no país” – Elaborado pela Comissão em Defesa da Vida da Diocese de Guarulhos, pela Comissão em Defesa da Vida da Diocese de Taubaté, ambas compondo a Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul -1 da CNBB. // [2] “O Aborto e sua legalização”, elaborado pela presidente do movimento Pró-Vida Família, Prof. Humberto L. Vieira, ex-consultor da OMS (Organização Mundial da Saúde), consultor legislativo do Senado Federal e membro vitalício e consultor da Pontifícia Academia para a Vida, nomeado por João Paulo II. // [3] “Ubi PT, Ibi abortus” de Padre Luiz Carlos Lodi, Presidente do Pró-Vida de Anápolis.

Veja também:: A história de um pequeno ser humano… | A Odisséia da vida | Perguntas e respostas sobre os fetos e embriões à Luz da Igreja Católica |O que a Igreja Católica diz a respeito do aborto? | A violência dos métodos abortivos | A origem do Movimento abortista e da cultura de morte | O aborto como instrumento de controle demográfico | A Mãe do Aborto | Planned Parenthood: A Maior organização abortista do mundo