Evangelização com pipoca: Santa Rita de Cássia (filme dublado e completo)

filme-cassiaA Sexta-feira enfim chegou e com ela o fim de semana, onde você pode relaxar e assistir um bom filme. A dica de hoje é o filme de Santa Rita de Cássia, conhecida pelos católicos como a santa das causas impossíveis. Eu particularmente já conhecia um pouco da sua história, mas em geral muito se fala sobre o seu tempo no convento e são dai as maiores informações que tinha. Já o filme dá destaque a sua impressionante (e porque não dizer sofrida) história antes da entrada no convento. Sinceramente eu fiquei impressionado e emocionado com a fé desta mulher, que por amor transformou a vida de muitas pessoas. Não vou escrever mais para que você fique curioso(a) e assista. Só deixo para você a sinopse do filme. Boa diversão!

Uma superprodução do cinema italiano, filmada nas belas paisagens de Cássia, onde Rita nasceu, viveu e deu testemunho de sua fé, coragem e espiritualidade cristã. o filme mostra a trajetória de sua vida desde o casamento na juventude, a morte trágica do esposo e dos filhos gêmeos, sua milagrosa entrada no convento até sua morte. É a história da santa das causas impossíveis.

Veja também:: Santa Maria Goretti | O Apocalipse de São João |  João XXIII, o Papa bom  | Teresa de Lisieux 

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Evangelização com pipoca: Teresa de Lisieux (filme dublado e completo)

Eu não sei em que lugar do Brasil você está agora, mas aqui no Guarujá está chovendo e fazendo um friozinho delicioso… Bom para quem gosta de assistir um bom filme, com direito a pipoca e quem sabe um chocolate quente (como o que a minha esposa acabou de fazer para mim). O filme que indico agora para você é sobre a vida de Santa Teresinha do Menino Jesus. Eu sei que muitas das minhas amigas que visitam este blog e são devotas dela vão amar esta indicação.  Assista, divirta-se e seja evangelizado pela vida desta Santa que soube aproveitar dos momentos mais corriqueiros da vida para se santificar! Confira a sinopse…

O filme Thérese conta a história fascinante do amor de uma jovem com Deus. Sua fé, as provações e sacrifícios revelam um modo de vida baseado no amor e simplicidade. Um filme contemplativo baseado na história verdadeira de Santa Teresa de Lisieux, o santo mais popular dos tempos modernos. Escrito por Lucas Films, Inc.

Evangelização com pipoca: João XXIII, o Papa bom (filme dublado e completo)

19834Cinema é arte. E por sua vez, evangelizar através da arte é comigo mesmo! Por sempre que possível eu quero postar aqui dicas de bons filmes religiosos ou que tenham uma mora católica, para que você possa assistir ou indicar para as pessoas que você gosta. O filme desta semana é PAPA JOÃO XXIII – O Papa Bom. Este filme eu assisti faz algum tempo e fiquei muito feliz em encontrá-lo na internet. Vou assistir novamente! 🙂 A sinopse você vê logo abaixo…

O Papa João XXIII é um homem de origem humilde que se tornou o Papa mais influente do século passado. O filho de um camponês que viria a influenciar a política mundial do seu tempo. Um homem de caráter modesto mas que revolucionou a igreja. João XXIII foi Papa durante um dos mais extraordinários capítulos da história contemporânea. Foi o tempo da Guerra Fria, da construção do Muro de Berlim, da crise dos mísseis, da conquista do espaço, da guerra do Vietnam e do assassinato de John Kennedy. No curto período como Papa, João XXIII tocou os corações de todas as raças e credos, sendo batizado pelo povo como O Bom Papa. Este filme vai ajudar-nos a compreender porque razão milhares de pessoas viajaram para Roma para estar mais perto dele e partilhar os seus últimos momentos de vida e porque milhões de pessoas em todo o mundo choram a sua morte. Trata-se de um relato tocante sobre o humanismo de um homem, face ao sofrimento de toda a espécie humana..

Evangelização com pipoca: O Apocalipse de São João (filme dublado e completo)

filme_apocalipseFazia tempo que eu não postava aqui um bom vídeo, então desta vez resolvi voltar em grande estilo :). Filme “O Apocalipse” que retrata a história do último livro das Sagradas Escrituras, conta com um grande elenco – Entre os atores Richard Harris e Benjamin Sadler. A produção é da RAI (TV Italiana). No filme é possível entender um pouco do cristianismo primitivo e a sinopse você confere abaixo:

O Imperador romano Domitian lança uma campanha bárbara contra os cristãos. Mantido como refém pelos romanos na ilha de Patmos, o velho apóstolo João luta para salvar a Cristandade da extinção enviando cartas às comunidades cristãs. Determinada pela vontade de conhecer a última testemunha viva da paixão de Cristo, a jovem cristã Irene, consegue ter acesso à cela de João. Confiando-lhe as anotações originadas de suas visões, João implora a Irene para que ela espalhe a mensagem entre os cristãos. Estas visões formarão o Livro das Revelações.

[youtube http://youtu.be/7NSCx9_w1HY]

Vida de Santo Agostinho de Hipona :: Contra os Acadêmicos – Livro II [Elucidação do problema a ser discutido]

Santo Agostinho de Hipona (4)Pax et Bonum! Amigos, que a Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo esteja com todos vocês! Dando continuidade aos estudos do livro “Contra os Acadêmicos“, hoje iremos, finalizar o livro II.

Como Licêncio, ruborizado, temesse o ataque de Alípio, intervim:

– Preferiste dizer tudo de uma vez, Alípio, a discutir, como se deve com estes jovens que não sabem falar.

Respondeu Alípio:

– De há muito tanto eu como os demais sabemos todos, e agora demonstrastes com o exercício da tua profissão, que és perito na arte da palavra. Assim, gostaria que primeiro explicasse a utilidade da pergunta de Licêncio. A meu ver, ou é supérflua, e neste caso seria igualmente supérfluo dar-lhe uma resposta mais longa, ou parece oportuna e eu não sei responder a ela, e neste caso te peço que não te moleste exercer o ofício de mestre.

– Recordas-te, disse eu, que ontem prometi que trataríamos mais tarde da questão das palavras. Agora o sol manda recolher nas cestas o que ofereci como jogos aos rapazes, tanto mais que o exponho mais como ornato que para venda. Mas antes que as trevas, que costumam proteger os Acadêmicos, nos impeçam  de escrever, quero que decidamos claramente entre nós a questão de que devemos tratar amanhã. Assim, responde-me se achas que os Acadêmicos tiveram uma doutrina certa sobre a verdade e não quiseram transmiti-la imprudentemente a desconhecidos ou a espíritos não purificados, ou realmente tiveram as opiniões que resultam das suas discussões.

Alípio: – Não quero afirmar levianamente o que eles pensavam. Quanto ao que se pode deduzir dos livros, sabes melhor que eu em que termos costumavam propor sua doutrina. Mas se me perguntares pela minha opinião pessoal,  creio que ainda não se encontrou a verdade. Acrescento ainda, para responder ao que me perguntavas com relação aos Acadêmicos, que julgo que não se pode encontrar a verdade. Esta não é somente a minha opinião arraigada que quase sempre professei como sabes, mas também a de grandes e excelentes filósofos, perante os quais nos obrigam a curvar a cabeça tanto a fraqueza do nosso espírito como a sagacidade deles, impossível, ao que parece, de superar.

– É isso o que eu queria, disse eu. Pois temia que fôssemos da mesma opinião e assim nossa discussão resultasse incompleta, por falta de alguém que, tomando o partido contrário, nos obrigasse a discutir e examinar a questão com toda a diligência possível. Se assim fosse, eu já estava pensando em pedir-te que assumisses a defesa dos Acadêmicos, afirmando que não só disputaram, mas também pensaram que não se pode conhecer a verdade. Trata-se, portanto, de saber entre nós se, segundo os argumentos deles, é provável que nada se pode conhecer e a nada se deve dar assentimento. Se conseguires demonstrar isso, sem dificuldade me darei por vencido. Mas se eu demonstrar que é muito mais provável que o sábio pode chegar à verdade e que não se deve sempre suspender o assentimento, creio que não terás como recusar-te a passar para a minha opinião.

A proposta agradou Alípio e aos presentes. Já envolvidos pelas sombras da noite, voltamos para casa.

(Postagem: Paulo Praxedes – Equipe do Blog Dominus Vobiscum – Referências: Veritatis  Suma Teológica  Ordem de Santo Agostinho  Patrística vol.24)

Veja Também:: Vida de São Agostinho | Livro I | Livro II – Segundo Prólogo a Romaniano P. I |Livro II – Segundo Prólogo a Romaniano P.II | Livro II – Segundo Prólogo a Romaniano P.III | Livro II – Síntese da Doutrina Acadêmica | Livro II – Gênese da nova Academia e sua relação com a antiga | Livro II – Verossimilhança e conhecimento do verdadeiro | Livro II – Importância do problema da possibilidade de encontrar a verdade | Livro II – Caráter substancial e não meramente verbal da controvérsia sobre o “verossímil” | Livro II – O autêntico significado do conceito acadêmico de “verossímil”

Até o próximo post! E divulguem/compartilhem este estudo com seus amigos para que juntos possamos aprender com os doutores da nossa Igreja que é Una, Santa, Católica, Apostólica e Romana!

Especial Semana Santa:: Você conhece o “Ofício de Trevas”?

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O Ofício de Trevas, embora o nome possa dar a entender, não é um rito enigmático e obscuro, mas um das orações mais belas (na minha opinião) da Semana Santa. Em alguns lugares ele é celebrado na Segunda Feira Santa, mas o dia mais correto para esta celebração é entre a noite de Quarta-Feira até antes do amanhecer da Quinta, marcando o início do Tríduo Pascal. Durante os séculos houve muitas formas musicadas, inclusive não apenas na forma gregoriana, mas também na forma de música clássica. Durante muito tempo este rito permaneceu guardado pela igreja (e sinceramente não sei a razão disso), mas atualmente vem sendo retomado em diversas paróquias e dioceses do Brasil.

O Ofício de trevas mostra, de forma bastante clara, a figura do servo Sofredor e, junto dEle, nos colocamos rezando e meditando sobre os Sofrimentos de Sua Paixão e Morte na Cruz. Este nome (Ofício de Trevas) tem diversas explicações. Entre elas:

  • As trevas naturais de meia-noite ao anoitecer, ou seja, as horas destinadas à recitação do ofício, lembrando as palavras de Cristo preso nas trevas da noite: “Haec est hora vestra et potestas tenebrarum” (Esta é a vossa hora e do poder das trevas.) (Lc 22, 53);
  • As trevas litúrgicas, quando durante as cerimonias da paixão apagam-se todas as luzes na igreja, exceto uma;
  • As trevas simbólicas da paixão.

Como este ofício é cantado ao cair da noite o auxílio das luzes de velas torna-se indispensável.

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No coro é colocado um candelabro de quinze velas. Uma delas é de cor branca e todas as outras são feitas de cera amarela e comum, como sinal de luto e pesar. As velas que vão se apagando representam os discípulos, que pouco a pouco abandonaram Nosso Senhor Jesus Cristo durante a Paixão.

No final de cada um dos Salmos que vão sendo cantados, o cerimoniário apaga uma das velas. Ao mesmo tempo, as luzes da igreja vão sendo apagadas também. As velas vão sendo apagadas sucessivamente, até restar apenas uma, a branca. Esta vela não será apagada. Continuará acesa e será levada para atrás do altar, e depois reaparece.

Esta vela branca, significa Nosso Senhor que, por breve tempo, se retira do meio dos homens e baixa ao túmulo, para reaparecer, pouco depois, fulgurante de luz e de glória.

No fim, apagam-se as luzes para simbolizar o luto da Igreja e a escuridão que baixou sobre a terra quando Nosso Senhor morreu.

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O ruído no fim do ofício de trevas significa o terremoto e a perturbação dos inimigos e recordam a desordem que sucedeu na natureza, com a morte de Nosso Senhor. Por isso é comum que os participantes batam nos bancos da Igreja, fazendo um barulho ensurdecedor.

A razão histórica do rito de apagar pouco a pouco as velas do tenebrário provavelmente é uma lembrança. Semelhantemente se apagava uma vela depois de cada salmo, para constar quantos foram recitados. Este rito remonta, portanto, ao tempo em que ainda não havia ofícios metodicamente organizados ou quando havia, conforme a estação do ano, mudança no número de salmos.

Ao término do ofício, o oficiante e os que o seguem, fecham o livro com estrépito.

Se você nunca participou do Ofício de Trevas, fica a dica: Informe-se na sua paróquia ou diocese onde pode encontrá-lo e vá participar e rezar com os irmãos. Como disse antes, para mim é um dos momentos mais lindos e profundos da Semana Santa.

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Um santo que calava Júpiter

Relevo na igreja de Saint Sernin de Daumazan-sur-Arize, datado do século XII e representando o martírio de São Saturnino - Nela vemos um touro arrastando o santo.

Relevo na igreja de Saint Sernin de Daumazan-sur-Arize, datado do século XII e representando o martírio de São Saturnino – Nela vemos um touro arrastando o santo.

São Saturnino de Tolosa (ou de Toulouse) – morto em naquela cidade em 257 – foi um missionário romano que pregou nas Gálias, Pirenéus e Península Ibérica. É um dos chamados “Apóstolos para os gauleses”, que foi enviado para cristianizar a Gália (provavelmente pelo Papa Fabiano) depois das perseguições durante o consulado de Décio e Gratus (250-251) terem feito desaparecer todas as comunidades cristãs exceto as mais pequenas. São Fabiano enviou sete bispos de Roma para a Gália para pregar os Evangelhos: São Gatianus para Tours, São Trophimus para Arles, São Paulo para Narbona, Santo Austremónio para Clermont-Ferrand, São Denis para Paris, São Marçal para Limoges e São Saturnino para Toulouse.

Os Atos de São Saturnino descrevem o martírio de Saturnino. Já em Tolouse, no caminho para a sua igreja, Saturnino passava em frente ao capitólio (no local onde atualmente se situa a Praça Esquirol), onde havia um templo dedicado a Júpiter Capitolino. Os sacerdotes pagãos atribuíam o silêncio dos seus oráculos à presença frequente de Saturnino, ou seja, desde que ele chegara a cidade os ídolos emudeceram. Um dia, quando Saturnino passava perto do altar pagão, onde um touro estava prestes a ser sacrificado, um homem na multidão apontou para o santo dizendo:

Eis aquele que prega em todo o lado que os nossos templos devem ser derrubados e se atreve a chamar demônios aos nossos deuses! É a presença dele que impõe o silêncio aos nossos oráculos!

A multidão cercou Saturnino, prendeu-o com cadeias e arrastou-o para o topo do capitólio, onde lhe ordenaram que oferecesse sacrifícios aos ídolos pagãos e renunciasse a pregar Jesus Cristo. Com a ajuda de um anjo que lhe apareceu, o santo recusou firmemente, dizendo:

Conheço apenas um Deus, o único verdadeiro; só a Ele oferecerei sacrifícios no altar do meu coração… Como posso eu recear deuses que vós próprios dizeis que têm medo de mim?

Saturnino foi então atado a um touro pelos pés e arrastado pela escadaria do capitólio, tendo ficado com a cabeça e outras partes do corpo despedaçadas. O corpo só parou de ser arrastado quando a corda que o prendia se partiu. Duas jovens cristãs (puellae em latim), que ficaram conhecidas como Les Puelles ou SantasPuelles, recolheram devotadamente os restos do santo e sepultaram-no numa “vala profunda”, para que não fossem profanados pelos pagãos.

A sepultura esteve supostamente esquecida durante um século após a morte do santo, e quando foi descoberta, Hilário, bispo de Toulouse entre 358 e 360, mandou construir uma pequena capela ou oratório em madeira no local para guardar as relíquias. Atualmente encontra-se no local a Igreja de Notre-Dame du Taur (Nossa Senhora do Touro), uma construção gótica do século XIV que substituiu edifícios mais antigos.

São Saturnino, rogai por nós!

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Vídeo: A primeira homilia do Papa Francisco

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Conheça um pouco da vida do Papa Francisco

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Alegre-se Igreja Católica Apostólica Romana! Temos um novo Papa: Francisco! Acabei de ver suas primeiras palavras e assim que puder irei comentá-las! Mas antes vamos falar um pouco da história deste homem que ocupará a missão que Jesus confiou a Pedro e aos seus sucessores!

Jorge Bergoglio nasceu em Buenos Aires, um dos cinco filhos de um trabalhador ferroviário italiano e sua esposa. Depois de estudar no seminário de Villa Devoto, ele entrou na Companhia de Jesus em 11 de março de 1958. Bergoglio obteve uma licenciatura em filosofia, e depois ensinou literatura e psicologia no Colégio de la Inmaculada em Santa Fé, e do Colégio del Salvador, em Buenos Aires. Foi ordenado sacerdote em 13 de dezembro de 1969, por Dom José Ramón Castellano. Frequentou a Faculdade de Filosofia e Teologia de San Miguel, um seminário em São Miguel.

Impressionado com suas habilidades de liderança, a Sociedade de Jesus promoveu Bergoglio, que passou a servir como provincial para a Argentina de 1973 a 1979. Transferido em 1980 para se tornar o reitor do seminário em San Miguel, onde ele havia estudado. Serviu por seis anos nesta missão. Completando sua tese de doutorado na Alemanha, voltou para sua terra natal para servir como diretor espiritual e confessor em Córdoba.

Bergoglio tornou-se Cardeal em 28 de fevereiro de 1998. Foi ordenado cardeal pelo Papa João Paulo II em fevereiro de 2001.

Como cardeal, Bergoglio foi nomeado para vários cargos administrativos na Cúria Romana. Ele serviu na Congregação do Clero, Congregação para o Culto Divino e dos Sacramentos, Congregação dos Institutos de Vida Consagrada e da Congregação das Sociedades de Vida Apostólica. Bergoglio tornou-se membro da Comissão de América Latina e do Conselho de Família.

Como cardeal, Bergoglio se tornou conhecido por humildade pessoal, o conservadorismo doutrinário e um compromisso com a justiça social. Um estilo de vida simples, contribuiu para sua reputação de humildade. Preferia viver em um pequeno apartamento, em vez da residência do bispo. Desistiu de sua limusine com motorista em favor do transporte público, e preparava suas próprias refeições.

Alguns jornalistas seculares afirmam que após a morte do Papa João Paulo II, Bergoglio, teria sido indicado por muitos cardeais e seria o outro nome muito votado além do Ratzinger até que em um dado momento da eleição ele pediu que  os cardeais não votassem nele.

Em 8 de novembro de 2005, Bergoglio foi eleito presidente da Conferência Episcopal argentina para um mandato de três anos (2005-2008), por uma grande maioria dos bispos argentinos, que de acordo com relatórios confirma sua liderança local e o seu prestígio internacional. Ele foi reeleito em 11 de novembro de 2008.

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Você sabe como começaram os conclaves? Conheça sua história…

conclaveDo site Editora Cléofas / Autor Professor Felipe Aquino

Jesus mesmo escolheu o primeiro Chefe da Sua Igreja: Simão, a quem chamou de Pedro (=Kephas, Pedra). “Sobre ti Kephas edificarei a minha Igreja” (Mt 16,17). Com a morte de Pedro, crucificado de cabeça para baixo pelo imperador Nero, a Igreja entendeu que precisava continuar a missão de levar o Evangelho a todas as nações, e então, a comunidade nascente escolheu São Lino (67-79); depois Santo Anacleto (79-90), depois São Clemente (90-101), Evaristo (101-107), Alexandre (107-116); Sisto (116-125), Telésforo (125-138), Higino (138-142); Pio (143-155), Aniceto (155-165), Sotero (166-174), Eleutério (174-189), e assim por diante. Essa lista dos doze primeiros papas nos é dada por Santo Irineu de Lião (†202), em sua obra “Contra os hereges”.

No começo da vida da Igreja era a comunidade de Roma quem elegia o Papa; o povo cristão, os diáconos, presbíteros e bispos. Com o tempo a Igreja foi se expandindo e a escolha do Papa começou a sofrer mudanças. Em meados do século XI, o Papa Nicolau II (1058-1061), definiu em sua bula “In Nomine Domini” que somente Cardeais-Bispos poderiam participar da eleição. Em 1179, o Papa Alessandro III estendeu a eleição a todos os Cardeais, sendo que o eleito deveria ter no mínimo dois terços dos votos, essa última condição é válida em nossos dias.

Em 1274, a Igreja teve o primeiro Conclave oficialmente. O Papa Gregório X (1271-1268), através da constituição apostólica “Ubi periculum”, estabeleceu que os Cardeais eleitores deveriam reunir-se em uma sala do palácio do falecido pontífice, dez dias após a sua morte, e ali permanecerem isolados.

Certas vezes demorava muito para o papa ser eleito por causa das ingerências das famílias nobres (Médicis, Corsinis, Crescêncios, Túsculus, Bórgias, etc. ) e dos imperadores alemães. Por exemplo, uma vez em Viterbo, o Conclave demorou 33 meses para eleger o papa.

Então, caso o Papa não tivesse sido eleito após três dias desde o início do Conclave, a refeição dos Cardeais era reduzida, e se após cinco dias ainda não tivessem eleito o papa, a comida era reduzida a pão, água e vinho. Gregório XVI (1621-1623) publicou duas Constituições, o voto secreto.

Os soberanos católicos tinham o poder de vetar alguns Cardeais indesejados. Isso ocorreu até o ano de 1904, quando o Papa São Pio X, através da Constituição “Commissum nobis”, aboliu o direito de veto das nações católicas.

Em 1970, o Papa Paulo VI definiu  que só poderiam votar no Conclave os cardeais com menos de oitenta anos, e estabeleceu que o número máximo de Cardeais eleitores era de 120, o que vale até hoje.

O Papa João Paulo II em 1996 pelo documento “Universi dominici gregis”,  estabeleceu o local para a clausura dos Cardeais (a Domus Sanctae Marthae), e eliminou a possibilidade de eleição por aclamação e por comprometimento.

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