Lumen Fidei: Lançada a primeira encíclica do Papa Francisco

lumen-fideiPara alegria do povo católico (pelo menos daqueles que se dedicam a conhecer a doutrina da sua religião), a Sala de Imprensa do Vaticano anunciou a primeira Encíclica do Papa Francisco, intitulada Lumen Fidei (que significa Luz da Fé).

O interessante desta encíclica, é que apesar do Papa Francisco ter assinado a carta, ela contem em boa parte do seu conteúdo, textos do então Papa Emérito Bento XVI, que começou a escrever a carta, mas não concluiu. A finalização da mesma coube ao Papa Francisco, que segundo àqueles que já leram a mesma, afirmaram que não se pode diferenciar o início do fim. Ou seja: A unidade da Igreja e a ação do Espírito Santo prevalece sobre quem escreve.

A nova Encíclica foi apresentada pelo Cardeal Marc Ouellet, Prefeito da Congregação para os Bispos, por Dom Gerhard Ludwig Müller, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, e por Dom Rino Fisichella, Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização.

A Lumen Fidei tem ainda com comentários de Dom Rino Fisichella, organizador dos eventos do Ano da Fé, e de Giuliano Vigini, escritor e docente em sociologia na Universidade Católica de Milão.

O documento está disponível em seis línguas, entre as quais o português, com 94 páginas e dividida em quatro capítulos, além da introdução e da conclusão.

A Carta Encíclica é dirigida aos Bispos, Presbíteros, Diáconos, Pessoas consagradas e a todos os fiéis Leigos. O objetivo dela fazer com que os católicos retomem o caráter da luz – que assim como a fé – é capaz de iluminar toda a existência humana. Em resumo, podemos dizer que “aquele que crê jamais está sozinho, porque a fé é um bem comum que ajuda a edificar as nossas sociedades, dando-lhes esperança.

Em uma época, como a moderna, escreve o Papa, na qual “crer se opõe à pesquisa” e a fé é vista como um pulo no vazio, que impede a liberdade do homem, é importante “ter confiança”, com humildade e coragem, no amor misericordioso de Deus, que endireita as sinuosidades da nossa história.

Jesus é a testemunha crível da fé. Através dele, Deus atua realmente na história. Como na vida de cada dia, nós confiamos no arquiteto, no farmacêutico, no advogado, que conhecem melhor as coisas, assim, mediante a fé, confiamos em Jesus, perito nas coisas divinas.

A fé, sem a verdade, não salva, diz o Pontífice, mas permanece como uma linda fábula, sobretudo hoje, em que se passa por uma crise da verdade, porque acreditamos somente na tecnologia ou nas verdades de uma pessoa, porque tememos o fanatismo e preferimos o relativismo.

“Não deixemos roubar a nossa esperança; não permitamos que ela seja inutilizada por soluções e propostas imediatas, que bloqueiam o nosso caminho rumo a Deus”. (Lumen Fidei)

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Vem ai a primeira Encíclica do Papa Francisco (baseada nos “rascunhos” de Bento XVI)

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Escritório de Imprensa da Santa Sé anunciou hoje que a primeira encíclica do Papa Francisco, intitulada “Lumen Fidei” (Luz da Fé), será apresentada na próxima sexta-feira 5 de julho no Vaticano. Este importante documento que o Santo Padre publica a quatro meses de sua eleição, será apresentado na Sala João Paulo II da Santa Sé.

O texto será apresentado pelo Cardeal Marc Ouellet, Prefeito da Congregação para os Bispos; Dom Gerhard Ludwig Muller, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé; e pelo Arcebispo Rino Fisichella, Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização.

No último dia 13 de junho o Santo Padre confirmou, em audiência com os membros do 13º Conselho Ordinário da Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos, que terminaria a Encíclica sobre a fé que Bento XVI tinha começado a escrever.

Francisco lhes disse que recebeu de seu predecessor o rascunho da encíclica sobre a fé, “um documento forte, um grande trabalho”. A encíclica levará a assinatura do Papa Francisco.

Dias antes desse anúncio, o Bispo de Molfetta-Ruvo-Giovinazzo-Terlizzi (Itália), Dom Luigi Martella, assinalou que o Papa Francisco estava preparando a encíclica e outra mais sobre os pobres que poderia titular-se “Beati pauperes”.

A primeira encíclica de Bento XVI “Deus caritas est” foi publicada em 25 de dezembro de 2005, oito meses depois de sua eleição; enquanto que a primeira encíclica de João Paulo II, “Redemptor Hominis”, foi publicada em 4 de março de 1979, cinco meses depois de ser eleito.

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Pastora Dolores se defende e se diz vítima de calúnia

Ontem postamos aqui no blog Dominus Vobiscum uma suposta carta que teria sido enviada por uma candidata a vice prefeito da cidade de Ibirité-MG (eleita no primeiro turno) aos pastores da Igreja do Evangelho Quadrangular da mesma cidade. Caso queira ler a carta e os comentários que fiz a respeito da mesma clique aqui. Ontem um informante (Sr. Amir Salomão Jacob), entrou em contato com a Pastora Dolores e ela fez o seguinte pronunciamento (cito aqui a fonte):

“Sr. estou sendo vítima de uma calúnia puramente de perseguição política. Pode pesquisar a meu respeito. Jamais escreveria uma insanidade. Espero que vocês a quem tenho muito respeito entendam que alguém que está na vida pública dede 1988 e sempre foi bem sucedida, não precisa usar argumentos que ferem a nossa constituição. Por isto estou acionando meus advogados que vão denunciar quem esta lançando esta calúnia na internet. Aqui em minha cidade foram jogadas na calada da noite dois dias antes da eleição tais cartas nas ruas. Portanto entrego nas mãos da justiça terrena e na mãos de Deus e creio na justiça”. (Pastora Dolores)

Segundo esta mesma pessoa, a Pastora Dolores tem algumas representações no Tribunal Eleitoral do Estado (creio que de Minas Gerais) contra ela, de forma que, mesmo que a tal carta seja fruto de uma armação contra ela, não se pode mais negar que ela tenha existido, uma vez que a própria afirmou que as cartas foram jogadas nas ruas dois dias antes da eleição (vide seu depoimento acima). Agora só nos resta saber quem é o autor da tal carta. Se a pastora afirma que não foi ela, quem a redigiu? Caso a carta seja de alguém que se fez passar pela pastora é fato que esta pessoa precisa ser identificada e punida. Mas vamos mais adiante na reflexão…

É óbvio que muitos dos itens da tal carta ferem a constituição brasileira e que seriam impossíveis de serem cumpridos ainda que o candidato fosse governador do estado (quanto mais vice-prefeito). Porém como eu mesmo falei ontem conversando com os amigos, se você é um candidato e chega na seca do nordeste e promete a um nordestino analfabeto que vive sob condições sub-humana casa, luz, água e comida, é lógico que aquele cidadão vai votar em você que prometeu tudo que ele gostaria de ouvir. Agora e quando se trata de igrejas protestantes? O que você acha que um eleitor protestante e fundamentalista gostaria de ouvir da boca de um candidato?

Esperamos que esta questão seja esclarecida o quanto antes e quero postar aqui o desfecho da mesma. Mas a questão é que independente da carta ser verdadeira ou falsa (esperamos de coração que seja falsa), não duvido que promessas como estas sejam feitas por pastores políticos (ou políticos pastores) espalhados por este Brasil afora. A cada eleição crescem as bancadas protestantes nos municípios, estados e até em Brasília, e portanto esta questão nos cabe atenção. Afinal de contas, vez ou outra aparece um político perdido tentando tirar os crucifixos e imagens dos estabelecimentos públicos, abolir um feriado… Isso não é novidade para ninguém. Embora tenhamos muitos pastores e candidatos protestantes esclarecidos e abertos ao diálogo, ainda existem muitos destes que são fundamentalistas e possuem sim, o sonho de tornar o Brasil um país protestante, ainda que seja na base da caneta.

Vamos continuar atentos esperando o desfecho desta estória.

Dominus Vobiscum

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Candidata protestante promete eliminar a fé católica, fechar igrejas e templos de outras religiões e financiar igrejas protestantes

A gente morre nesta vida e não vê tudo! Quando pensamos que a canalhice humana chegou ao limite extremo, ela tem a capacidade de se recriar e aparecer com mais força. Hoje cedo, um amigo me mandou um link de um blog chamado Genizah Virtual que traz um post sobre uma pastora protestante chamada de “Pastora Dolores” que é candidata a vice-prefeita da cidade de Ibirité-MG em uma aliança que envolve PSDB e uma pancada de partido. O prefeito parece que se chama Pinheirinho. Gostei. Poderiam formar uma dupla sertaneja – Dolores & Pinheirinho, mas não é o que aconteceu!

Ela é membro da Igreja do Evangelho Quadrangular e mandou para todas as igrejas a carta que estou postando logo abaixo. Gostaria que você lesse. Depois continuamos…

Pois é caríssimo leitor, a tal pastora quer transformar o Brasil em um país protestante na base da ditadura (que Deus nos livre e guarde desse tal Brasil protestante. Como dizia a música: “Quero não, posso não, minha mãe não deixa não”). Eu nem sei se tal postura está dentro da lei ou não seria caso de polícia. Mas gostaria de analisar os onze itens desta carta com vocês para que você tome dimensão da empreitada protestante de forçar a mudança dos nossos valores na ponta da caneta! Seria apenas em Ibirité ou no resto no Brasil?

1. Retirar e proibir imagens de santos nas repartições públicas e demolir uma imagem já existente para evitar a idolatria católica Este projeto já é antigo entre os protestantes e membros de outras religiões. Embora este papo de idolatria já tenha sido conversado infinitas vezes, os protestantes continuam batendo nesta tecla. Como o povo não é burro e sabe diferenciar idolatria e veneração, agora eles querem fazer o uso de lei para forçar a barra!

2. Proibir a presença de padres no velório municipal e nos eventos da prefeitura – O padre não é um cidadão? Não paga seus impostos? Ele não tem o direito de ir e vir? Por acaso o católico é cidadão, que paga seus impostos, paga o cemitério e chega ao fim da sua vida não tem o direito de ser enterrado conforme a sua fé? Quando nós católicos proibimos os pastores de frequentar os cemitérios?

3. Criar uma semana evangélica para os funcionários da prefeitura – Caríssimo cidadão brasileiro, agora você vai pagar os seus impostos para contratar funcionários públicos que durante uma semana não irão trabalhar para ficar participando de cultos. Se naquela semana você precisar tirar um documento, ir a um posto de saúde ou depender da prefeitura, dane-se! Os funcionários estarão no culto. Algo no mínimo absurdo!

4. Proibir procissões de santos nas praças – Isso fere a constituição federal. Quem quiser fazer passeata gay pode. Marcha da maconha pode. Marcha para Jesus pode. Ah, mas quem fizer uma procissão, vai ser preso! Você não tem o direito de manifestar a sua fé nas ruas da sua cidade? Isso pra mim tem um nome: inveja e é pecado! Os protestantes ficam roendo de ver os católicos na rua manifestando a sua fé. Proibir as procissões só no Taliban ou na ditadura comunista.

5. Repassar terrenos doados a Igreja Católica as Igrejas protestantes – Fico pensando: Você doa algo pra alguém, depois que a pessoa toma posse e coloca seu nome, ai vem a prefeitura e toma… Será que isso é possível? Como pode alguém confiar em uma prefeitura que dá e tira? Sinistro…

6. Criar a semana evangélica estudantil para funcionários, professores e alunos – Durante uma semana, os professores, funcionários e alunos vão deixar de estudar para ficar nos cultos. Se levarmos em conta o item 3, já serão duas semanas do ano para os funcionários. E haja culto!

7. Dar preferência aos funcionários públicos nas prefeituras – Tudo bem que em muitos lugares as prefeituras viraram cabides de emprego, mas isso já é ridículo! Onde ficam os concursos? Cadê a competência profissional? De nada vale, desde que seja um irmão…

8. Dificultar e impedir a construção de IGREJAS Católicas – Em primeiro lugar, templo quem tem é protestante. Igrejas sim são católicas! Católico não faz Igreja em Box de galeria, em fundo de garagem ou em galpão abandonado. Católico constrói Igrejas e dentro da lei, com segurança e conforto. Existem leis que precisam ser cumpridas para que uma Igreja seja levantada e a Igreja Católica Apostólica Romana não constrói nenhuma edificação fora da lei, ao contrário de muitas denominações protestantes que vivem de puxadinhos.

9. Ajudar com dinheiro e mão de obra a abrir novos templos protestantes – Eis ai o que esta senhora deseja: Usar de dinheiro público para financiar sua seita. Ah! Hospitais precisando de remédios e médicos, crianças na rua, escolas sem estruturas, ruas sem asfalto e a prefeitura construindo templos para esta gente! Realmente, um modelo de gestão digno do ridículo!

10. Acabar com os feriados dedicados aos santos – Não precisa. Se os protestantes não querem feriados, podem ir trabalhar nesse dia. Acredito que os patrões irão adorar!

11. Transformar a cidade 100% protestante em quatro anos – Eis o sonho de todo protestante fundamentalista: Fazer uma cidade toda protestante. Imagina só quanto eles irão arrecadar com os 10%! Mais do que a prefeitura arrecada de IPTU.

Agora eu fiquei pensando: Essa foi uma carta descoberta por alguém e trazida a público. E quantas cartas como essa, a bancada protestante pode ter distribuído pelo Brasil afora?

Mais um detalhe: No final da tal carta, está escrito em letra maiúscula que a carta deve ser lida no último domingo antes das eleições e que não deve ser repassada para ninguém que é secreta. Porque tanto segredo? Oras, para que ninguém saiba desta insanidade e denuncie. Parafraseando o carinha do Youtube, para nossa alegria alguém teve o bom senso de denunciar. É assim que vemos Cristo desmascarar os falsos profetas…

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Veja também:: Pastora Dolores se defende e se diz vítima de calúnia

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Batina: Usar ou não usar? A ciência diz que o uso da batina faz diferença sim!

Queira ou não queira o caso envolvendo o Padre Paulo Ricardo e a carta assinada por 27 sacerdotes ainda anda dando o que falar. Não apenas pelo fato estapafúrdio de ver clérigos (ainda que vermelhos e ávidos defensores da excomungada Teologia da Libertação) recriminando um sacerdote que ensina a verdadeira doutrina, mas também pelo conteúdo das acusações. Sei que o padre Paulo já falou sobre o caso, sei que o bispo também já se pronunciou com um texto um tanto quanto confuso e indefinido, mas queria chamar a atenção sobre um fato levantado na carta: O uso ou não da batina e do clerygman pelos sacerdotes e seminaristas.

Hoje lendo o blog Tubo de Ensaio me deparei com esse texto escrito pelo blogueiro Marcio Antônio Campos, que fala de uma pesquisa sobre o uso da batina. Veja que interessante:

Nos últimos dias vários blogs católicos promoveram uma campanha em defesa do padre Paulo Ricardo, muito conhecido por sua atuação midiática, seus vídeos sobre temas diversos (especialmente o marxismo cultural) e suas participações na Canção Nova. Ele foi atacado em uma carta aberta por 27 outros padres, que o caluniaram das mais diversas formas; uma das “acusações” foi a de que o padre insistia na importância do uso da batina (por mais que padres e até bispos adorem andar disfarçados de leigos por aí, as regras da Igreja Católica obrigam o sacerdote a usar batina ou pelo menos o clergyman, aquele colarinho próprio dos padres). O argumento dos fãs do disfarce é o velho ditado “o hábito não faz o monge”, segundo o qual é perfeitamente possível ser um bom padre sem usar o traje clerical, e que a batina por si só não impede um padre de cometer barbaridades (aliás, concordo com o segundo ponto e discordo do primeiro). O mesmo raciocínio se aplicaria ao hábito das ordens religiosas masculinas e femininas. Mas uma pesquisa de Hajo Adam e Adam Galinsky, da Northwestern University, publicada no Journal of Experimental Social Psychology, parece dar razão ao padre Paulo Ricardo: o traje faz diferença, sim.

A pesquisa avaliou o impacto do traje não na maneira como quem o veste é percebido pelos outros, mas no modo como a pessoa percebe a si mesma quando está usando a roupa característica de sua função. Uma reportagem de Tom Jacobs destrincha a pesquisa mostrando como os participantes da experiência (estudantes de graduação, pelo que entendi) melhoraram seus resultados em testes que exigiam atenção e cuidado quando vestiam jaleco do tipo usado por médicos ou em laboratórios. Para comparar, outros estudantes também estavam com o mesmíssimo uniforme, mas foram informados de que se tratava de jalecos do tipo usado por artistas quando estão pintando. Esse grupo não apresentou nenhuma melhora nos resultados dos testes. “Parece haver algo especial sobre a experiência física de vestir certa peça de roupa”, escreveram os pesquisadores.

E onde entram as roupas usadas por líderes religiosos (e aí não estamos falando só da batina dos padres ou do hábito de frades, monges e freiras)? Galisnky e Adam fizeram um comentário no site Science and religion today explicando que o resultado de sua pesquisa também poderia ser aplicado aos trajes dos clérigos, e que seu uso seria importante “não apenas pela impressão que [o traje] causa nos outros, mas também pela influência que a vestimenta tem sobre os próprios líderes”, já que a roupa “pode exercer influência sobre o modo como quem a usa sente, pensa e se comporta, através do significado simbólico associado a ela”. Assim como uma toga significa justiça, um terno caro significa poder e um jaleco de laboratório significa atenção e foco científico, o traje clerical é associado a “fé, dedicação e ao compromisso de liderança responsável na comunidade religiosa”, e o líder religioso “pode exercer suas tarefas e inspirar seguidores de forma mais efetiva quando usa esse tipo de vestimenta”. É importante ressaltar que o traje não impede nenhum líder religioso de agir mal; mas, pelo que Galinsky e Adam concluem, a roupa tem, sim, um efeito sobre quem a usa. Parece que o padre Paulo Ricardo ganhou um argumento científico para seu esforço pelo uso da batina.

Voltei. Eu penso que se nessa confusão toda acontecer algo estapafúrdio como o Arcebispo de Cuiabá resolver proibir o uso da batina entre seus seminaristas e sacerdotes ele estará dando um tiro no pé, porque ele estará indo de encontro ao que diz a Igreja:

Código de Direito Canônico – 284: “Os clérigos usem hábito eclesiástico conveniente, de acordo com as normas dadas pelas conferências dos Bispos e com os legítimos costumes locais.”

Nota de rodapé do cânone 284: Após entendimentos laboriosos com a Santa Sé, ficou determinado que os clérigos usem, no Brasil, um traje eclesiástico digno e simples, de preferência o “clergyman”(camisa clerical) ou “batina”.

Hoje eu convido aos meus irmãos e amigos que lêem este blog a defender a causa do uso da batina e do clerygman por parte dos padres. Ajudemos os nossos irmãos sacerdotes e seminaristas na retomada da fiel vestimenta dos padres. Dizem que o hábito não faz o monge. Realmente pode não fazer. Mas que ajuda, com certeza ajuda.

Veja também:: Comunicado do Padre Paulo Ricardo a respeito da carta, das injúrias e dos signatários da mesma | Com a tag #padrepauloricardo católicos se manifestam em apoio ao sacerdote |  Caso Padre Paulo Ricardo. Saiba como ajudar! | Se calarem a voz dos profetas, as pedras falarão | Perseguição do clero diocesano de Cuiabá contra o Pe. Paulo Ricardo de Azevedo | Perseguição ao padre Paulo Ricardo | Ajude ao Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Júnior |Padres do Regional Oeste II da CNBB se levantam contra Padre Paulo Ricardo

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Comunicado do Padre Paulo Ricardo a respeito da carta, das injúrias e dos signatários da mesma

Extraído do Site Christo Nihil Praeponere

Queridos irmãos,

Após as recentes manifestações ao redor de minha pregação no dia 20 de fevereiro de 2012, durante o 26º Vinde e Vede, pedi ao senhor Arcebispo para me ausentar de Cuiabá durante esta semana e procurar conselho espiritual e assistência jurídica. Agora que o senhor Arcebispo se manifestou super partes no sentido de paz e de reconciliação, sinto o dever de comunicar o seguinte:

1) Lamento que as minhas palavras tenham sido mal interpretadas;

2) Penso que seja esclarecedor que as pessoas levem em consideração as circunstâncias da pregação. Aquele dia do encontro era voltado para a espiritualidade do Movimento Sacerdotal Mariano, fundado em 1972 pelo Padre Stefano Gobbi. O áudio de toda a pregação foi postado na internet, link aqui, e nele se pode notar o contexto em que aquelas palavras foram pronunciadas. Note-se, por exemplo, que me incluo sempre entre os padres pecadores e que a finalidade daquelas palavras era levar as pessoas à oração pela santificação dos sacerdotes. É sabido que um dos principais carismas do Movimento Sacerdotal Mariano é a oração pela santificação dos sacerdotes;

3) Sem querer acrescentar uma ferida àquelas já abertas, mas também sem dissimular minha posição, devo atestar que não me reconheço na imagem que foi apresentada de minha pessoa, de meu pensamento e de meu ministério;

4) Reconheço que as pessoas têm o direito de questionar a prudência e a oportunidade de uma pregação como aquela. Não tenho pretensão de estar sempre certo em minhas decisões práticas. Mas continua sendo minha opinião, aberta ao questionamento e à revisão, que seja uma verdadeira caridade para com os fiéis adverti-los para o fato de que a Igreja luta atualmente contra uma crise do clero. Sou da posição que, neste caso, o escândalo do silêncio seria muito maior do que a sincera e honesta admissão do problema, por doloroso que isto seja;

5) Que esta crise do clero não atinja todos os padres, com ou sem batina, me parecia uma coisa tão óbvia, que não achei necessário comentar. Mas prometo ser mais cauteloso no futuro. É evidente que eu não tinha pretensão de expor naquela breve palestra toda minha visão a repeito do atual estado do clero católico. Creio que os numerosos fiéis que me acompanharam nestes 20 anos de ministério viram em mim um padre que, reconhecendo os próprios pecados, procura amar a Igreja em geral e o sacerdócio em particular. Foi à formação de irmãos no sacerdócio que dediquei as melhores energias de minha vida;

6) É importante também ressaltar que de minha parte não pretendo divulgar os nomes dos 27 signatários da carta. Cumpre porém ressaltar o seguinte: não é verdade que o clero incardinado em Cuiabá se revoltou em massa contra minhas posições. Para uma mais exata avaliação da realidade divulgo apenas que são 5 padres diocesanos incardinados em Cuiabá, 5 em outras circunscrições e 17 religiosos;

7) Quanto à reconciliação e à restauração da justiça, serão dados passos pastorais e, se necessário, jurídicos. Mas não creio que a internet seja o lugar apropriado para este caminho de reparação. Sei que nos tempos do Big Brother, do Twitter e do Facebook minha visão pode parecer antiquada. Peço, no entanto, que compreendam minha opção de silêncio, ao menos até a solução final que, uma vez alcançada, comunicarei aos amigos;

8) Esta comunicação não seria completa sem que terminasse num agradecimento de coração pelos inúmeros e variados sinais de amizade, confiança e solidariedade que recebi. A todos um sincero e comovido “Deus lhes pague!”

Nestes dias, o nosso site recebeu um número imenso de mensagens oferecendo apoio de toda espécie: orações, jejuns, sacrifícios e provas sinceras de amor e estima. Meu celular não parava de tocar e de receber SMS. Foram literalmente milhares de fiéis, centenas de sacerdotes, alguns bispos e amigos de várias proveniências (um bispo anglicano, vários pastores evangélicos, cristãos em geral e até agnósticos!).

Uma palavra especial para os inúmeros blogs e páginas da internet que manifestaram o seu apoio. Com toda sinceridade não sei como expressar o peso da gratidão a não ser reconhecendo que lhes sou muito obrigado.

Agradeço ao meu Arcebispo pela paciência e o carinho paterno manifestado a ambas as partes envolvidas neste triste episódio.

Quanto a meus pais e minha família… não tenho palavras. No céu vocês verão o meu coração.

Espero poder corresponder, com a graça de Deus, a toda esta expectativa. Asseguro que todos estão muito presentes em minha Eucaristia diária. Continuemos unidos na gratidão a Deus, à Virgem Maria, aos anjos e aos santos de nossa devoção. Continuem a interceder por esta nossa luta e que Deus abençoe a todos.

Várzea Grande, 11 de março de 2012.
Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior

Obs 1.: Na matéria acima os grifos são do Blog Dominus Vobiscum

Obs 2.: Ficamos felizes com a mensagem do Padre Paulo Ricardo e reiteramos nosso apoio a sua pessoa e ao seu ministério. Este blog é continuará sendo um dos maiores divulgadores deste apostolado. Acreditamos na Igreja e esperamos que o trabalho catequético e doutrinal do Padre continue acontecendo.

Obs 3.: Em toda a situação que vivemos fica claro que os católicos não são trouxas e que não querem uma Igreja vermelha. Este tempo já passou. Queremos uma Igreja Católica no Brasil que seja ligada a Roma, ao Papa e fiel na catequese e no ensinamento de Cristo. Na Igreja católica não existe lugar para marxistas!

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Com a tag #padrepauloricardo católicos se manifestam em apoio ao sacerdote

O Brasil inteiro se manifestou, mas foram os cariocas quem levantaram a tag #padrepauloricardo para os TT’s do Rio de Janeiro. Em um dia onde os TT’s mundiais foram dominados por tags em homenagem as mulheres, os católicos da Cidade Maravilhosa conseguiram essa façanha: Colocar a tag #padrepauloricado em 2º lugar nos TT’s do seu estado. Essa façanha para mim é bastante significativa, haja vista que nos outros twittaços que fizemos, conseguimos chegar aos TT’s nacionais e aos TT’s Paulistanos, porém essa foi a primeira vez que um twittaço católico alcança essa marca entre os cariocas.

Além dessa façanha, outra vitória do twittaço: Conseguimos ultrapassar a marca de 10.000 assinaturas da petição pública em apoio ao Padre Paulo Ricardo. Essa marca é muito importante para nós católicos. Com ela podemos mostrar que muita gente admira e absorve o conteúdo doutrinal que o Padre Paulo nos dá diariamente.

Assine a petição em apoio ao padre Paulo Ricardo

E é por essas e outras que queremos mostrar ao clero e ao Arcebispo de Cuiabá que o Brasil está com o Padre Paulo. Está com a Igreja de Cristo e veementemente contra todo e qualquer movimento marxista. Não queremos padres flertando com o comunismo. Queremos padres que sejam padres de verdade e doem suas vidas ao Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. Se não houvessem padres vacilantes, Nossa Senhora em suas aparições não nos teria alertado. Se não houvessem padres querendo viver uma vida diferente da que se propuseram, certamente o Padre Paulo Ricardo não teria falado sobre isso. E o que foi falado não se refere apenas a Arquidiocese de Cuiabá, mas a todas as dioceses do Brasil.

Abaixo quero deixar para você que não pode estar conosco, alguns dos twits que marcaram o twittaço #padrepauloricardo. Confiram!

Gustavo Zanforlim (@guzanforlim)
#padrepauloricardo esta catequizado muitos católicos

Sanclayver Araujo (@Sanclayver_)
Autenticidade, profetismo. Continue #padrepauloricardo

Fabiana Leite (@leite_fabi)
#padrepauloricardo Em um mundo dominado pelo pecado, relativismo e tantas outras mazelas nós precisamos de padres fiéis à Igreja!

Evelyn Mayer Almeida (@evelynsmalmeida)
E já passamos de 10 mil assinaturas em prol de #padrepauloricardo contra… 27 hereges? Ah, vá! É a #Virgem esmagando a cabeça da #serpente

Pe. Leandro (@peleandroluis)
A Santa Igreja se levanta em apoio ao #padrepauloricardo

Daiane Paz (@daianeppacheco)
Precisamos de Sacerdotes FIÉIS e Santos, que ajudem o Povo na caminhada! NÃO precisamos de revolucionários e de COVARDES. #padrepauloricardo

Ivna Donald (@ivnadonald)
Chirsto Nihil Praeponere #PadrePauloRicardo

Luiz Fernando (@Luiz_mobilizar)
Chega d perseguição a Padres coerentes, como o #padrepauloricardo!! A Igreja precisa de Sacerdotes assim!… vamos unir forças

Genira Santos (@Genira_Nina)
Tem padre contra, mas o povo é a favor… EU APOIO O #padrepauloricardo

Tatiane Amaral (@tatianeamarall)
Precisamos de mais padre como o senhor #padrepauloricardo

Pe. Fabiano Carvalho (@ascendat)
O problema da heresia da libertação é que não querem se converter, então se incomodam com o #padrepauloricardo.

Carlos Vendramini (@crf_vendramini)
Rogo os 27 padres de Cuiabá que se convertam ao Catolicismo. Apoio #padrepauloricardo

Cicero Lucas (@leanseissigma)
#padrepauloricardo Acaba de alcançar 10.000 assinaturas a seu favor. São 10.000 x 27. Viva a verdadeira Igreja Católica!

wagner campos (@lamimaniaco)
Médico usa jaleco, PM usa farda, padre usa…. batina. Eu Apoio #padrepauloricardo

Viviane (@a_catequista)
Os 27 padres de Cuiabá são grandes ecologistas. Pagaram o maior MICO com a tal carta aberta e repovoaram as florestas! #padrepauloricardo

ieda floss pedrotti (@iedapedrotti)
Se calarem os profetas as pedras falarão #padrepauloricardo

Ana Maria Bueno (@anamariabueno)
A Santíssima Virgem está tomando conta.#padrepauloricardo

Olavo de Carvalho (@OdeCarvalho)
Assinem a petição em apoio ao #padrepauloricardo –

Wagner Moura (@wagnermoura)
BISPO SÚBITO! #PadrePauloRicardo

Wagner Moura (@wagnermoura)
Batatinha quando nasce se esparrama pelo chão. O capeta quando atenta faz teólogo da libertação!! Longa vida a #padrepauloricardo

Rádio Beatitudes (@radiobeatitudes)
Estamos em oração por #padrepauloricardo

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Oração de intercessão pelo Padre Paulo Ricardo. Reze junto comigo!

Hoje na Santa Missa, o salmo 30 mexeu comigo e me fez lembrar de toda essa situação que envolve o Padre Paulo Ricardo. Gostaria de propor a todos os amigos deste blog a rezarmos hoje este salmo pelo Padre Paulo Ricardo. Que o Senhor o cubra com seu manto e a justiça divina aconteça diante de toda essa situação. Vamos rezar juntos?

SALMO 30

Junto de vós, Senhor, me refugio. Não seja eu confundido para sempre; por vossa justiça, livrai-me!
Inclinai para mim vossos ouvidos, apressai-vos em me libertar. Sede para mim uma rocha de refúgio, uma fortaleza bem armada para me salvar.
Pois só vós sois minha rocha e fortaleza: haveis de me guiar e dirigir, por amor de vosso nome.
Vós me livrareis das ciladas que me armaram, porque sois minha defesa.
Em vossas mãos entrego meu espírito; livrai-me, ó Senhor, Deus fiel.
Detestais os que adoram ídolos vãos. Eu, porém, confio no Senhor.
Exultarei e me alegrarei pela vossa compaixão, porque olhastes para minha miséria e ajudastes minha alma angustiada.
Não me entregastes às mãos do inimigo, mas alargastes o caminho sob meus pés.
Tende piedade de mim, Senhor, porque vivo atribulado, de tristeza definham meus olhos, minha alma e minhas entranhas.
Realmente, minha vida se consome em amargura, e meus anos em gemidos. Minhas forças se esgotaram na aflição, mirraram-se os meus ossos.
Tornei-me objeto de opróbrio para todos os inimigos, ludíbrio dos vizinhos e pavor dos conhecidos. Fogem de mim os que me vêem na rua.
Fui esquecido dos corações como um morto, fiquei rejeitado como um vaso partido.
Sim, eu ouvi o vozerio da multidão; em toda parte, o terror! Conspirando contra mim, tramam como me tirar a vida.
Mas eu, Senhor, em vós confio. Digo: Sois vós o meu Deus.
Meu destino está nas vossas mãos. Livrai-me do poder de meus inimigos e perseguidores.
Mostrai semblante sereno ao vosso servo, salvai-me pela vossa misericórdia.
Senhor, não fique eu envergonhado, porque vos invoquei: Confundidos sejam os ímpios e, mudos, lançados na região dos mortos.
Fazei calar os lábios mentirosos que falam contra o justo com insolência, desprezo e arrogância.
Quão grande é, Senhor, vossa bondade, que reservastes para os que vos temem e com que tratais aos que se refugiam em vós, aos olhos de todos.
Sob a proteção de vossa face os defendeis contra as conspirações dos homens. Vós os ocultais em vossa tenda contra as línguas maldizentes.
Bendito seja o Senhor, que usou de maravilhosa bondade, abrigando-me em cidade fortificada.
Eu, porém, tinha dito no meu temor: Fui rejeitado de vossa presença. Mas ouvistes antes o brado de minhas súplicas, quando clamava a vós.
Amai o Senhor todos os seus servos! Ele protege os que lhe são fiéis. Sabe, porém, retribuir, castigando com rigor aos que procedem com soberba.
Animai-vos e sede fortes de coração todos vós, que esperais no Senhor.

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Quem foi o autor da Carta contra o Padre Paulo Ricardo? Nós temos um nome…

Bom, pelo que pude averiguar, a tal carta contra o Padre Paulo Ricardo tem um autor que está prestes a ser identificado. Conseguimos descobrir um nome que pode ou não ser o autor do texto.

Conseguimos esta informação através de um amigo que pegando o arquivo original da carta, checou as propriedades do arquivo e encontrou o nome de Paulo da Rocha Dias. Depois checando a lista dos membros do clero, achamos um padre com o mesmo nome, ligado ao Pontifício Instituto de Missões Estrangeiras. Quem entende um pouco de informática sabe que quando alguém cria um documento de word, o dono do programa tem seu nome registrado nele. Se não foi esse padre quem escreveu, ao menos sabemos que alguém que acessa o computador do Padre foi o autor de tal carta. Veja aqui o arquivo original da CARTA ABERTA.

Ainda na lista de propriedades do arquivo, tem um outro nome, o de Pe.Julio Paulino da Silva. Mas quanto a isso é impossível afirmar que ele tenha participado da elaboração do texto. Todavia ele quem salvou pela última vez o arquivo antes que ele caísse em nossas mãos.

Para ter acesso ao telefone e ao email do padre clique aqui

Acho que poderíamos escrever para ele e perguntar a respeito da autoria dessa carta. O que acham?

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Caso Padre Paulo Ricardo. Saiba como ajudar!

Caríssimos, hoje cedo publiquei aqui no blog que o Padre Paulo Ricardo Azevedo Júnior estava sendo vítima de ataques contra sua pessoa. Dessa vez, o ataque teria vindo em forma de carta, que segundo minhas fontes, foi escrita por alguns padres da Diocese de Cuiabá, para ser entregue a Dom Milton – Arquidiocese de Cuiabá e a CNBB.

“Solicitamos, portanto, de Vossas Excelências Reverendíssimas que Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior seja imediatamente afastado das atividades de magistério no Sedac e das demais atividades por ele desenvolvidas nas diversas instituições formativas sediadas na Arquidiocese e fora dela tais como direção espiritual de seminaristas, palestras, conferências e celebrações, pois não tem saúde mental para ser formador de futuros presbíteros. Pedimos também que seja afastado de todos os meios de comunicação social em todo e qualquer suporte, isto é, meios eletrônicos, meios impressos, mídias sociais e rede mundial de computadores.” (para ver a carta na íntegra, clique aqui)

A carta acusa o Padre Paulo de ser amargurado, fatigado, raivoso, compulsivo, profundamente infeliz e transtornado.

A bomba caríssimos, é que ao que parece a carta realmente é verídica. Pelas informações que recebi, ela foi assinada por 27 padres da Arquidiocese e de outras dioceses próximas que desejam (como mostrei acima),que o Padre seja destituído das suas funções.

Mas o bom é que o povo católico pode ajudar. Se você, mesmo não sendo da Arquidiocese de Cuiabá, é beneficiado pelas pregações do Padre Paulo, gostaria de pedir o seu apoio escrevendo para os bispos da região e mostrando seu descontentamento com a atitude deste padres. Deixo abaixo os nomes, as dioceses e os emails. Agora é nossa vez!

Dom Milton Antônio dos Santos SDB – Arquidiocese de Cuiabá

dmilton@terra.com.br

Dom Antônio Emídio Vilar SDB – Diocese de São Luís de Cáceres

diocese.vilar@terra.com.br

Dom Derek John Christopher Byrne SPS – Diocese de Guiratinga

djcbb@yahoo.com

Dom Gentil Delazari – Diocese de Sinop

delazarigentil@hotmail.com

Dom Juventino Kestering – Diocese de Rondonópolis

juvake@terra.com.br

Dom Neri José Tondello – Diocese de Juína

nerijosetondello@yahoo.com.br

Dom Protógenes José Luft SC – Diocese de Barra do Garças

domprotogenes@hotmail.com

Dom Vital Chitolina Diocese de Diamantino

diocesedtno@uol.com.br

Escreva aos senhores bispos, manifestando sua indignação por esta carta que na minha opinião tem o dedo do capeta. Trate-os com o devido respeito mas não deixe dizer o quão importante é o ministério do Padre Paulo Ricardo para a Igreja e sobretudo para os católicos que tem a internet como fonte de crescimento da fé.

Alem disso, você pode assinar a petição pública em apoio ao Padre Paulo Ricardo e divulgar o nosso twittaço no dia 08/03 às 19h com a tag #padrepauloricardo.

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