O Papa não liberou o homossexualismo! Isto é invenção da imprensa. Entenda o porquê…

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Eu sabia que isso ia acontecer, só não esperava que fosse tão rápido. Mais cedo ou mais tarde a imprensa acabaria fazendo o que faz de melhor (ou de mais nojento): Distorcer as palavras do Santo Padre. O Pontífice tinha razão quando disse ainda na sua saída de Roma para o Brasil, que estar ao lado dos jornalistas era como estar cercado de “lobos ferozes”.

Mesmo o Papa tendo falado de compromisso e responsabilidade, mesmo discursando contra a “cultura do provisório, do relativo”, defendendo o valor da família e do matrimônio, os jornalistas ativistas (ou ativistas jornalistas) insistem em tentar criar uma imagem de um Papa progressista, nem que para isso eles tenham que “manipular” a informação.

Nós católicos precisamos ter muito cuidado com a leitura que a mídia faz das declarações dos Papas, Cardeais, Bispos e Padres. Quando escrevem ou falam fé e a Igreja, a grande maioria dos jornalistas e teólogos (os formadores de opinião), querem forçar a barra, no intuito de militar contra a Igreja de Cristo e a favor de um “progressismo” que não ajuda em nada a Igreja – ao contrário, que ferem os grandes valores do cristianismo.

Ainda no avião enquanto regressava a Roma o Papa Francisco concedeu uma entrevista aos jornalistas da sua comitiva no avião. O Pontífice abordou temas espinhosos; entre eles, a questão da homossexualidade.

Aqui um grande parênteses: Não falou nada de novo em matéria moral. Leia o que ele disse:

“Se uma pessoa é gay e procura Deus e tem boa vontade, quem sou eu, por caridade, para julgá-lo? O Catecismo da Igreja Católica explica isso muito bem. Diz que eles não devem ser discriminados por causa disso, mas integrados na sociedade.”

Bastou esta frase para que vários portais de notícias festejassem o que na opinião deles seria o consentimento da igreja para o ato homossexual. Nada mais falso. Antes da frase acima ele falou algo que a imprensa fez questão de não citar:

“Segundo o Catecismo da Igreja Católica, a orientação homossexual não é pecado, mas os atos, sim.”

Para não deixar nenhuma dúvida, vamos ler o trecho do Catecismo ao qual o próprio Papa remete. Assim não deixemos que haja dúvidas sobre um provável desacordo entre as palavras do Papa e o ensinamento moral da Igreja. Leiamos o parágrafo 2358:

“Um número não negligenciável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente enraizadas. Esta inclinação objetivamente desordenada constitui, para a maioria, uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar a vontade de Deus em sua vida e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício do Senhor as dificuldades que podem encontrar por causa de sua condição.” (CIC§2358)

Moral da história: a Igreja continua condenando o pecado, não o pecador. E, justamente porque o ama, chama-o à conversão, à castidade. Por causa de sua condição, eles não devem ser injustamente discriminados, mas tratados com respeito e dignidade. Este é o ensinamento da Igreja e esta é a referência do Papa.

Agora a grande prova da maldade da imprensa em deturpar as palavras do Papa, foi a omissão de um trecho da entrevista. Quado perguntado sobre porque não falou aos jovens sobre questões polêmicas como o aborto ou o “casamento” gay, o Santo Padre disse:

“A Igreja já se expressou perfeitamente sobre isso. Eu não queria voltar a falar sobre isso. Não era necessário voltar a falar sobre isso, como também não era necessário falar sobre outros assuntos. Eu também não falei sobre o roubo, sobre a mentira. Para isso, a igreja tem uma doutrina clara. Queria falar de coisas positivas, que abrem caminho aos jovens. Além disso, os jovens sabem perfeitamente qual a posição da igreja”.

Não satisfeito, o repórter perguntou:

E a (posição) do papa?

O resultado foi uma resposta do Papa Francisco, digna do Papa Francisco (que mais pareceu um golpe de direita no queixo):

(A posição do Papa) É a da Igreja, eu sou filho da Igreja”.

A questão é: Porque nenhum meio de comunicação noticiou este fato?

Talvez encontremos a resposta quando perguntamos: A quem interessa o “lobby gay”? A quem interessa o “lobby abortista”? Termino esta matéria indicando o excelente texto do Wagner Moura do blog “O Possível e o extraordinário”.

Pax Domini

E a França vai as ruas para dizer não ao casamento gay!

A França sempre foi palco de grandes revoluções ao longo da história. Ontem (dia13/01) ela viu mais uma linda manifestação do seu povo, desta vez em defesa da família e dos valores cristãos tão defendidos por nós deste blog.

Segundo o site da rádio RFI da França, a manifestação reuniu cerca de 800 mil pessoas, de diversas denominações de fé que vieram dos quatro cantos do  país para protestar contra um projeto de lei que o presidente francês François Hollande defendeu em sua campanha: A legalização do casamento gay.

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Vale a pena ressaltar que o governo socialista apesar de ter sentido o golpe da manifestação (pois imediatamente após o protesto foram ara a TV minimizar os danos), afirma que não vai recuar e promete aprovar esta lei até julho (assim como no Brasil, os socialistas estão dispostos a derrubar os valores da sociedade como a família por exemplo).

Todo caso, é de se notar e enaltecer a atitude do povo francês que ao contrário do povo brasileiro, vai para as ruas e mostra o que pensa, pressionando seus governantes e mostrando a sua opinião a respeito dos mais variados assuntos.

E como sabemos políticos podem ser tudo no mundo, menos burros! Eles sabem que um passo errado pode custar a sua reeleição e portanto vão pensar bem antes de aprovar tal projeto de lei. Aqui no Brasil eles não temem muito, pois o infelizmente o brasileiro (e aqui incluo os católicos) são acomodados. Preferem ver o Big Brother em seus sofás, do que se envolver em assuntos que mexem com a sociedade que vivem e com os valores que professam. Ir para as ruas? Nem pensar!

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Porém uma manifestação deste tipo enche os católicos de esperança, haja vista que a França em muitos momentos da história insurgiu contra a Igreja, contestando valores e doutrinas. Hoje vemos os mesmos franceses irem as ruas para defender a família, célula essencial da nossa sociedade.

Hoje vivemos em um tempo onde política, religião, valores e sociedade se misturam sim e só quem não quer enxergar diz ao contrário. É tempo de mostrarmos ao mundo no que acreditamos.

Que sirva o exemplo também as nossas autoridades eclesiásticas: Com todo o respeito, nesta manifestação eu vi bispos engajados, indo para as ruas e motivando os católicos a fazerem o mesmo. Penso que já passou do tempo dos nossos bispos e cardeais se posicionarem e mobilizarem os fieis católicos para fazerem algo como a manifestação francesa que vimos ontem. Já pensou como seria diferente se tivéssemos feito algo parecido há tempos atrás?

Dominus Vobiscum

Notícia:: Governo Obama apóia o casamento gay se posiciona contra a família

Hoje cedo li a matéria publicada na ACI Digital sobre a declaração da CALL ( Associação Católica de Líderes Latinos – CALL, por suas siglas em inglês) sobre o posicionamento do presidente e candidato à re-eleição pelo partido democrata Barack Obama com relação ao casamento Gay. (Para ler a notícia na íntegra clique aqui)

Para o mundo que não acompanha as entrelinhas dessa história, desde muito tempo eu venho noticiando aqui no blog que o presidente americano tem forçado a barra para promover a política gayzista e abortista nos EUA (veja aqui).

No último 9 de maio, em uma entrevista, Obama afirmou que “os casais homossexuais deveriam ter a possibilidade de casar-se” e foi chamado de “Presidente Gay”.

Nos Estados Unidos, uma pesquisa mostrou que o apoio do presidente Barack Obama ao casamento entre pessoas do mesmo sexo dividiu os eleitores. As primeiras pesquisas feitas após a declaração de apoio do presidente Barack Obama ao casamento entre homossexuais mostram um empate técnico com o pré-candidato republicano Mitt Romney, que é contrário à união entre pessoas do mesmo sexo.

É importante que a comunidade Latino Americana Católica se posicione contra as medidas do Governo Obama. Da grande parcela de Latino Americanos que vive nos EUA. Esse posicionamento explícito pode ser decisivo na vitória de Mitt Romney. Como vemos, não é só no Brasil que a religião tem se misturado com a política.

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O Papa, a Igreja e o “casamento” Gay

A família é fundada sobre o matrimônio entre um homem e uma mulher; não se trata duma simples convenção social, mas antes da célula fundamental de toda a sociedade.

O Papa Bento XVI sendo criticado por todos os inimigos da Igreja já não é surpresa: Basta uma frase mais firme do Santo Padre, usando a Moral e a Doutrina Católica, para que essas criaturas nefastas do abismo sem fundo comecem a esbravejar, gritar, latir e fazer seus típicos gemidos.

Eu já esperava que mais cedo ou mais tarde, os adeptos do gayzismo iam aprontar das suas: Perderam a aprovação da PL 122, viram a Marta Suplicy recuar e perder espaço, chegaram a conclusão de que o povo católico não é trouxa, tem vez e voz. Eles estavam apenas esperando algo, para jogar a velha carta de falar mal da Igreja e do Papa para ter visibilidade. Essa carta deles é como o coringa do baralho. Quando aperta, usa o coringa. Coisa de quem está perdendo o jogo. Um moribundo quando está nas últimas, se segura em tudo que é coisa para permanecer de pé.

Por conseguinte, é preciso evitar as políticas públicas que atentam contra a família, que ameaçam a dignidade humana e o próprio futuro da humanidade.

A oportunidade apareceu ontem, quando o Papa conversou com o corpo diplomático acreditado junto à Santa Sé, e falou da educação dos jovens e da família, ressaltando que a verdadeira família é gerada pelo matrimônio entre um homem e uma mulher e que qualquer política pública que atenta contra a família ameaça a dignidade humana e o próprio futuro da humanidade (para ver o texto na íntegra clique aqui. Tire você mesmo as suas conclusões).

E foi ai que a comunidade gayzista começou a esbravejar, espernear, arrancar os cabelos e tirar a calça pela cabeça: O fato do Santo Padre encorajar os políticos do mundo contra as políticas que ameacem a dignidade da verdadeira família é algo que eles não podem suportar, afinal a palavra do Santo Padre tem peso!

Mas sinceramente? Eu não vi nenhuma novidade no discurso do Santo Padre. Não vi nenhuma diferença nas palavras Dele com as palavras da Igreja ao longo do século. A Igreja é, sempre foi, e sempre será contra o casamento de homossexuais. O que há de novo nisso? Nada! É puro burburinho! Barulho! Coisa para aparecer. Afinal de contas ano que vem é ano de eleição e tem muita gente precisando dos votos dos homossexuais.

O que eles querem é fazer barulho, e que nós católicos fiquemos em silêncio. Caladinhos. Quietinhos. Desculpem-nos senhores, mas isso não será possível! A Igreja tem uma posição e nós católicos iremos defendê-la. Não somos contra os homossexuais, mas somos contra as suas práticas. A concepção dos homossexuais de uma família não é a mesma da nossa: Somos adeptos da família composta por um homem e uma mulher e seus filhos. Acreditamos que Deus criou Adão e Eva como modelo de família. Se não fosse assim, Deus teria criado Adão e Ivo. Ou Eva e Iva.

Não queremos uma sociedade formada por casais gays que para procriar usam de fecundação in vitro, e para se divertir praticam o sexo das mais variadas e inusitadas formas. Qual a conseqüência disso para nossos filhos? Desculpem, mas suas idéias não fazem parte do nosso ideal de vida.

Não cremos em um casamento entre pessoas do mesmo sexo. Se vocês têm o direito de lutar para alcançar seus fins, porque nós não temos direito de defender nossa fé? Direitos são iguais. Vamos continuar defendendo nosso conceito de sociedade e de família.

Em 2011 2,5 milhões de pessoas foram visitá-lo. Nos EUA ele é o estrangeiro mais popular entre os americanos.

Se vocês têm líderes (vários que juntando tudo num só não dá meio quilo), nós temos O Líder: Papa Bento XVI. E nosso líder é forte. Basta lembrar que no ano passado 2,5 milhões de pessoas foram visitá-lo em Roma. Basta recordar que nos Estados Unidos ele é o estrangeiro mais popular. O medo de vocês é saber que a voz do Papa é ouvida pelo mundo. E com razão: O Papa é Pop! Popular! Querido! Amado!

E ele continuará sendo querido e amado. Aqui no Brasil isso já é real e assim continuará sendo, sobretudo depois que ele se reunir com os jovens. Continuem falando. Continuem difamando. Continuem xingando e blasfemando. Não adianta. Ele continuará fazendo seu papel, pois Ele é o Chefe da Igreja de Cristo e o Senhor sempre o protegerá. As portas do inferno não prevalecerão sobre essa Igreja e nem sobre seu chefe!

Viva o Santo Padre! Longa vida a Bento XVI!

> Leia também:  Ciência comprova que as pessoas não nascem gays

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