Planned Parenthood: A Maior organização abortista do mundo

plannedparenthood62A Planned Parenthood é a empresa que mais mata seres humanos em desenvolvimento intra-uterino no mundo. A empresa criada pela Mãe do Aborto “Margareth Sanger” não tem limites e é isto que vamos mostrar para vocês neste post. Infelizmente nós católicos defensores da vida somos taxados de “fundamentalistas”, “antiquados” e “radicais”. O dinheiro acaba promovendo o outro lado da moeda e sempre se fala da “bondade” dos abortistas, de como eles estão “interessados” no bem das pessoas. O problema é de bondade não tem nada. O negócio é um só: Money, dinheiro, bufunfa, grana, verdinhas, conta no banco… Pagando bem, até racismo e eugenia valem.

Para começar o show de horrores, convido você a assistir este vídeo, retirado de um grande site católico chamado Humanitatis. Nele podemos ver a filial Ohio da Planned Parenthood aceitando doação para matar minorias no estado. Sem titubear a funcionária diz que eles fazem aborto seletivo, sim. Se isso não é eugenia e racismo, o que é? Veja! (Observação: O áudio se encontra na língua nativa)

[youtube http://youtu.be/4iQhCv00dZY]

Esta empresa atua fazendo lobbys nas mais diversas áreas e financiando campanhas políticas para se infiltrar neste meio e conseguir uma legislação favorável aos seus intuitos. Um claro exemplo disso é recente: Barack Obama teve parte de sua campanha financiada pela Planned Parenthood e depois de eleito se tornou favorável a leis pró-aborto, inclusive já noticiadas aqui no Blog Dominus Vobiscum. O valor da pequena ajuda abortista, pousa nas cifras de 15 milhões de dólares.

Lobby aliás é uma das coisas que esta empresa melhor sabe fazer. Ano passado por exemplo, ela pressionou a Fundação Susan G. Komen for the Cure, que pesquisa a cura do câncer de mama, pois a mesma ameaçou cortar as doações que mantinha aos abortistas, pois descobriu irregularidades nos exames que a PP dizia realizar. Óbvio que isso provocou uma reação de toda a imprensa e dos intelectuais de esquerda dos Estados Unidos. Neste mesmo período, a Planned Parenthood Federation of America publicou seu relatório financeiro de julho de 2004 a junho de 2005, onde mostra que sua arrecadação total chega a quase 900 milhões de dólares.

Tudo bem, pode ser que você duvide das minhas palavras (apesar de estarem documentadas), mas o que dizer de ex-funcionários desta organização?

Abby Johnson foi diretora de uma clínica de abortos da cadeia Planned Parenthood. Realizou dois abortos e depois de algum tempo e muito sofrimento psicológico, converteu-se em defensora da vida e abraçou a fé católica. Óbvio que ela foi pressionada e teve que viver uma série de batalhas judicias depois que abandonou a cultura do aborto. A matéria completa você lê aqui.

Ramona Treviño se uniu à lista de homens e mulheres que sofrem uma conversão radical enquanto trabalham para abortistas.No dia 6 de maio ela renunciou ao trabalho que exerceu por três anos e à “metade dos ganhos da minha família”. Embora na clínica de Treviño não fossem praticados abortos, ela “tinha que fornecer as referências (às grávidas que procuram abortar). Tinha que dar o número, difundir a informação sobre os lugares… onde podiam obter um aborto”. Veja mais aqui.

Mas se você pensa que a sujeira toda termina aqui, se prepare para o próximo post, pois alguém muito maior que a Planned Parenthood resolveu comprar a ideia do controle demográfico que incentiva o aborto. Aguarde!

Veja também:: A história de um pequeno ser humano… | A Odisséia da vida | Perguntas e respostas sobre os fetos e embriões à Luz da Igreja Católica |O que a Igreja Católica diz a respeito do aborto? | A violência dos métodos abortivos | A origem do Movimento abortista e da cultura de morte | O aborto como instrumento de controle demográfico | A Mãe do Aborto

A Mãe do Aborto

Sanger, Margaret HA carinha de vovó simpática que você vê na foto ao lado realmente engana qualquer um que desconheça Margaret Sanger, que na verdade foi uma personalidade decisiva para a conquista feminista do direito ao aborto na metade do século 20. Sua história se confunde com a evolução do movimento feminista pelo controle da natalidade. Seu nome, no entanto, é solenemente omitido de relatórios e fundamentações que se destinam a um público maior. Não é preciso dizer muito sobre ela para entender esta omissão, basta expor um trecho de seu principal livro The Pivot of Civilization (1919):

“[os habitantes dos bairros pobres] que, devido a sua natureza animal, reproduzem-se como coelhos e logo poderiam ultrapassar os limites de seus bairros ou de seus territórios, e contaminar então os melhores elementos da sociedade com doenças e genes inferiores”.

Ela resume, mais adiante, em um artigo na sua revista, Birth Control Review, do mesmo ano:

mais nascimentos entre as pessoas aptas e menos entre as não aptas, esse é o principal objetivo do controle da natalidade”.

A IPPF (International Planning Parenthood Federation) – em tradução: Federação Internacional de Planejamento de Paternidade, foi fundada por ela e hoje possui 142 filiais no mundo. No Brasil, a BEMFAM – sua afiliada, tem um orçamento médio anual de 2 milhões e meio de dólares para seus projetos.

No livro já citado “Pivot of Civilization” e em sua revista “Birth Control Review” ela disse:

“Controle de natalidade – mais filhos dos saudáveis, menos dos incapazes”;

“Controle de natalidade – para criar uma raça de puro-sangue”;

“Os filantropos que dão recursos para atendimentos nas maternidades encorajem os sãos e os grupos mais normais do mundo a igualar o fardo da irracional e indiscriminada fecundidade de outros, que trazem com ele, sem nenhuma dúvida, um peso morto de desperdício humano. Em vez de reduzir e tentar eliminar as espécies que mais comprometem o futuro da raça e do mundo eles tendem a tornar essas raças dominantes numa proporção ameaçadora” [1]

Já no livro Um Plano para a Paz (1932), p. 106, Margaret Sanger propôs a criação de um departamento no Congresso Americano para:

“Manter as portas da imigração fechadas à entrada de certos estrangeiros cuja condição seja reconhecidamente prejudicial à força da raça, tais como retardados mentais e disléxicos, idiotas, lentos, loucos, portadores de sífilis, epiléticos, criminosos, prostitutas profissionais e outros nesta classe barrados pela lei de imigração de 1924.” [2]

Além disso ela afirmou:

Aplicar uma estrita e rígida política de esterilização e segregação àquele grau da população cuja prole já seja manchada por algum defeito ou cujas características genéticas passadas de pai para filho sejam tais que traços censuráveis possam ser transmitidos aos descendentes. [2]

Um outro documento de estratégias para mudanças da legislação, resultante da 9ª Conferência da IPPF -, que aliás é a maior organização privada internacional abortista de controle de população, estabelece:

“Vemos, pois que um terceiro papel das associações nacionais (no Caso do Brasil a BEMFAM) o de encontrar novas áreas para a atividade dos grupos de pressão… poderá exercer pressão em favor de mudanças da legislação referente ao aborto, para colocá-la de acordo com a política da IPPF e as atitudes culturais da população” (Gente sin Opción, pág. 59/60)

“De tal modo, as associações nacionais deverão operar até mesmo à margem da lei e até contra a lei, onde a legislação é dúbia ou não está sincronizada com a opinião pública” (idem pág. 77)

Evidentemente todas essas estratégias e diretrizes não ficaram apenas nesses documentos.
Para materializar essas ações algumas medidas foram tomadas:

a) destinação de recursos nos chamados “Projetos de População”;
b) criação de associações e movimentos feministas para implementarem as medidas;
c) criação e manutenção de um “lobby” junto ao Congresso Nacional para trabalhar pela aprovação de leis que atendam àqueles objetivos;
d) criação e manutenção do “Grupo Parlamentar de Estudos de População e Desenvolvimento” para apresentação e aprovação de projetos de lei que consubstanciassem as medidas propostas;
d) destinação de recursos específicos para “assessoramento” a parlamentares a nível federal.
e) pressão dos países ricos, nas conferências internacionais, para que se adote o “planejamento familiar” com o objetivo de controlar o crescimento da população através da contracepção da esterilização e do aborto.

[1] M. Sanger, Pivot of Civilization – N. York, Bretano’s, 1992, p. 177, in Father of Modern Society – Elasah Drogin. // [2] Sanger, “A Plan For Peace”, Birth Control Review, April 1932, p. 106
Fontes de pesquisa (internet): Blog do TibaMovimento endireitar, Brasil Medicina. Portal Zenit de Notícias.

Veja também:: A história de um pequeno ser humano… | A Odisséia da vida | Perguntas e respostas sobre os fetos e embriões à Luz da Igreja Católica |O que a Igreja Católica diz a respeito do aborto? | A violência dos métodos abortivos | A origem do Movimento abortista e da cultura de morte | O aborto como instrumento de controle demográfico

O aborto como instrumento de controle demográfico

O dinheiro sempre foi a mola mestra de conceitos e ideologias que visam a destruição da vida e da família. Homens matam e morrem por causa do dinheiro. Mais do que o dinheiro: poder. E quando é este o assunto, não existe esquerda e nem direita. Existe o poder e desejo para consegui-lo, nem que isso custe a vida de milhares de pessoas. Não foi apenas o marxismo ateu ou os nazistas de Hitler que usaram o aborto para fins políticos. Também nos EUA alguém enxergou no aborto uma maneira de ganhar dinheiro. Muito dinheiro por sinal…

Em 1952, o bilionário americano, John Rockefeller, na época, o 2º homem mais rico dos Estados Unidos, resolveu se preocupar com o crescimento populacional no mundo. O problema é que este crescimento era uma ameaça à soberania americana que ficou evidente após o fim da 2ª Guerra Mundial. Então o que este homem fez? Decidiu investir pesado em projetos de controle demográfico e criou, em parceria com 26 especialistas em demografia, um Conselho Populacional que financiado por ele se posicionou a favor do aborto. Segundo os especialistas manipulados pelo dinheiro de Rockfeller, somente através da implantação do aborto seria possível controlar a explosão demográfica mundial.

JDRdJohn Rockefeller

Com o seu dinheiro e o seu poderio econômico, ele conseguiu nas três primeiras décadas, estabelecer em diversos países dos cinco continentes, departamentos de demografia, fábricas de DIU’s e na África e na Ásia programas de planejamento familiar. O resultado deste trabalho foi que 10 anos depois e ao custo de mais de 1 bilhão e 700 mil dólares ele promoveu a ideia do controle demográfico em vários países do mundo.

Ao longo dos anos foram se ajuntando a ele várias instituições e empresas privadas, políticos e fundações gigantes como: Fundação FORD, Fundação MacArthur, OAK Fundation e Global Fund for Women. As ONG’s e movimentos feministas recém criados tomaram o mundo sendo patrocinados por essas fundações. O conceito é simples: A mulher decide sobre o seu corpo. Para saber mais sobre a Fundação Rockfeller e seus objetivos, sugiro dois textos: O primeiro do site Mídia sem Máscara, que você pode acessar clicando aqui. E o segundo do Portal Zenit que você acessa clicando aqui.

225px-Henry_A_KissingerO Relatório Kissinger

Este documento foi uma espécie de divisor das águas. A partir dele se pode enxergar o aborto como projeto mundial. Em 1974 aconteceu a apresentação do “Documento do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos”, também chamado de “Relatório Kissinger”, pois foi assinado pelo então secretário de Estado Henry Kissinger.

Esse documento foi classificado como confidencial e tem como título: “Implicações do crescimento da população mundial para a segurança e os interesses externos dos Estados Unidos” cód. NSSM 200. O Documento foi desqualificado pela Casa Branca em 1989 e isso fez com que se tornasse conhecido amplamente.

O relatório Kissinger foi rejeitado como projeto oficial do Governo americano, porém, enviado a todas as embaixadas dos Estados Unidos, como instrumento de trabalho e posto em prática. Para tornar a situação ainda pior, as fundações e instituições privadas que falamos, compraram a ideia e hoje são as grandes financiadoras do projeto contido neste documento.

No Relatório Kissinger encontramos (preste bastante atenção no que você ler agora):

“A condição e a utilização das mulheres nas sociedades dos países subdesenvolvidos são particularmente importantes na redução do tamanho da família… As pesquisas mostram que a redução da fertilidade está relacionada com o trabalho fora do lar” (NSSM 200, Pag.151)

“Ter como prioridade educar e ensinar sistematicamente a próxima geração a desejar famílias menos numerosas” (idem pag.111)

“A grande necessidade é convencer a população que é para seu benefício individual e nacional ter em média, só 3 ou então dois filhos” (idem pag.158)

“…devemos mostrar nossa ênfase no direito de cada pessoa e casal determinar livremente e de maneira responsável o número e o espaçamento de seus filhos e no direito a terem informações, educação e os meios para realizar isso, e mostrar que nós estamos sempre interessados em melhorar o bem-estar de todos (idem pag.22, §34)

“Há também o perigo de que alguns líderes dos países menos desenvolvidos vejam as pressões dos países desenvolvidos na questão do planejamento familiar como forma de imperialismo econômico e racial; isso bem poderia gerar um sério protesto” (idem pag.106)

Prestar serviços de planejamento familiar integrados aos serviços de saúde de maneira mais ampla ajudaria aos EUA a combater a acusação ideológica de que os EUA estão mais interessados em limitar o número de pessoas dos países menos desenvolvidos do que em seu futuro bem-estar” (idem pag.177)

“A assistência para o controle populacional deve ser empregada principalmente nos países em desenvolvimento de maior e rápido crescimento nos que os EUA têm mais interesses políticos e estratégicos especiais. Esses países são Índia, Bangladesh, Paquistão, Nigéria, México, Indonésia, Brasil, Filipinas, Tailândia, Egito, Turquia, Etiópia e Colômbia (idem, pag.14/15, §30)

Quanto diretamente ao aborto o documento diz:

“Certos fatos sobre o aborto precisam ser entendidos:

Nenhum país já reduziu o crescimento de sua população sem recorrer ao aborto.

As leis de aborto de muitos países não são estritamente cumpridas e alguns abortos por razões médicas são provavelmente tolerados na maioria dos lugares. É sabido que em alguns países com leis bastante restritivas, pode-se abertamente conseguir aborto de médicos, sem interferência das autoridades.

…sem dúvida nenhuma, o aborto legal ou ilegal, tem se tornado o mais amplo método de controle da fertilidade em uso hoje no mundo (idem.pag. 182/184)

Para que isto acontecesse, o relatório propunha alguns métodos eficazes, princípios que seriam mostrados de forma ideológica e sutil para impedir o crescimento da população e consequentemente o desenvolvimento dos países subdesenvolvidos. Veja quais são:

  • Imposição da cultura homossexual (um casal homossexual não pode ter filhos);
  • Movimentos Feministas;
  • Cultura da família pequena;
  • Contracepção;
  • Esterilização;
  • Formação de uma ideologia ecológica que faz alarde sobre o aquecimento global e explosão demográfica na tentativa de afirmar que o problema do mundo está no número de pessoas;
  • Abortos.

Provavelmente você já ouviu estas coisas em programas de televisão, filmes, revistas, etc. Todas estas coisas implantadas e assimiladas nos países em desenvolvimento têm como conseqüência a redução drástica da população e por conseqüência o enfraquecimento do país. Se você deseja saber mais sobre o Relatório Kissinger, clique aqui e veja trechos do documento.

O Brasil foi o único país que reduziu em 20 anos a taxa de natalidade para 50%. Façanha que os promotores do Controle Populacional comemoraram. A taxa de 6 filhos por mulher caiu para 2 da década de 60 até 2006, ou seja, estamos atingindo a taxa incapaz de repor a própria população existente (fonte: Indicadores Socio-demográficos e de Saúde no Brasil – 2009” –IBGE)

No próximo post continuamos e vamos falar sobre a “Mãe do Aborto”.

Fontes de pesquisa (internet): Blog do TibaMovimento endireitar, Brasil Medicina. Portal Zenit de Notícias.
Referência Bibliográfica: [1] “CONTEXTUALIZAÇÃO DA DEFESA DA VIDA NO BRASIL –Como foi planejada a introdução da cultura da morte no país” – Elaborado pela Comissão em Defesa da Vida da Diocese de Guarulhos, pela Comissão em Defesa da Vida da Diocese de Taubaté, ambas compondo a Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul -1 da CNBB. // [2] “O Aborto e sua legalização”, elaborado pela presidente do movimento Pró-Vida Família, Prof. Humberto L. Vieira, ex-consultor da OMS (Organização Mundial da Saúde), consultor legislativo do Senado Federal e membro vitalício e consultor da Pontifícia Academia para a Vida, nomeado por João Paulo II. // [3] “Ubi PT, Ibi abortus” de Padre Luiz Carlos Lodi, Presidente do Pró-Vida de Anápolis.

Veja também:: A história de um pequeno ser humano… | A Odisséia da vida | Perguntas e respostas sobre os fetos e embriões à Luz da Igreja Católica |O que a Igreja Católica diz a respeito do aborto? | A violência dos métodos abortivos | A origem do Movimento abortista e da cultura de morte

A origem do Movimento abortista e da cultura de morte

Hoje o aborto não é apenas um assunto para ser discutido entre cidadãos. É um movimento feroz, criador de uma cultura de morte, que deseja implantar um novo modo de sociedade, baseado na matança de quem é descartável. Ao contrário do que se pensa, este movimento é financiado pela indústria do aborto, que movimenta muito dinheiro. De certa forma sabíamos que mais cedo ou mais tarde, este mercado se voltaria para a América do Sul que é um mercado amplo e em pleno crescimento.

O que desejo aqui a partir de agora, é mostrar para você que visita o blog Dominus Vobiscum, a história do movimento abortista. Penso que depois que você conhecer suas origens e razões você terá outra visão desta máquina mortífera que deseja lucrar as custas das vidas de milhões de seres humanos que nem chegam a nascer.

Na medida em que você ler este e os futuros textos que serão publicados aqui, você perceberá que abordaremos questões morais, éticas e políticas. Porém nosso objetivo é trabalhar a questão ideológica  do aborto e o grande desejo dos governantes em criar uma engenharia social, controlando a vida de quem nasce ou morre, ou apenas brincando de Deus.

1leninA origem

O movimento pró-aborto atual, com intuitos políticos, começou em 1920 com Lênin na União Soviética marxista atéia, que aliás foi o primeiro país a despenalizar o aborto. A sua ideia era formular uma espécie de “engenharia social”, para controlar o número de quem nasce e morre e assim realizar o crescimento social e econômico da população do seu país.

Segundo as leis soviéticas estabelecidas por Lenin, os abortos seriam gratuitos e sem restrições para qualquer mulher que estivesse em seu primeiro trimeste de gravidez. Os hospitais soviéticos tinham os chamados “abortórios“, unidades especiais criadas para realizar abortos em ritmo de produção em massa. Segundo relatos de médicos estrangeiros que visitaram a União Soviética em 1930 para estudar a implantação do aborto, um abortório com 4 médicos era capaz de realizar 57 abortos em 2 horas e meia. Desde 1913 Lênin já defendia a legalização do aborto.

A política de despenalização foi interrompida em 1936 por Josef Stalin, objetivando aumento populacional, para ser retomada em 1955.

Hitler-Girl-1935Hitler e o Aborto

O segundo país a legalizar o aborto foi a Alemanha Nazista em 1935. Através da “Lei Para Prevenção de Doenças Hereditárias Para a Posteridade“ (qualquer semelhança com o nosso Brasil não é mera coincidência), permitia a interrupção da gravidez de mulheres consideradas de “má-heredietariedade” (ou seja, “não-arianas” ou portadoras de deficiência física ou mental). Posteriormente esse programa pró-aborto nazista foi ampliado e acabou se transformando em um programa de “eutanásia de crianças” em larga escala, chegando a um ponto onde até mesmo crianças arianas sem defeitos físicos eram mortas apenas por razões sociais. A morte era assistida por médicos pediatras e psiquiatras. Com o tempo, a idade das crianças mortas ia ampliando e no final até mesmo crianças arianas eram mortas por razões banais como orelhas deformadas ou até mesmo por urinarem na cama ou ainda por serem consideradas difíceis de educar.

Em meados de Julho de 1942, Karl Brandt, médico pessoal de Hitler, e Martin Bormann, secretário pessoal de Hitler, viajaram pela Ucrânia com a finalidade de estudarem a sua demografia. Hitler assumiu as conclusões desse estudo:

“A fertilidade dos eslavos não é desejável. Podem usar contraceptivos ou praticar o aborto – quanto mais, melhor. Tendo em vista a grandeza das famílias só nos pode servir que as moças e as mulheres façam o maior número de abortos possíveis.” [1]

A política de controle populacional incluía um parágrafo que parafraseava Hitler:

“Quando as moças e as mulheres dos territórios ocupados do Leste provocam o aborto, só podemos estar a seu favor; para todos os efeitos não nos devemos opor a isso ” [2]

No próximo post falaremos sobre o grande projeto mundial: O Movimento abortista.

Dominus Vobiscum

Fontes de pesquisa (internet): Blog do TibaMovimento endireitar.
Referências Bibliográficas: [1] A. Hitler, citado in 1. William Shirer, The Rise and Fall of the Third Reich, London, Pan Books, 1964, p. 1,118. Documento fonte: Nuremberga # 1130-PS, ‘Nazi Conspiracy and Agression,’ Volume VIII, p. 53. 2. Hillel and Henry, Of Pure Blood, p. 148, citando ‘Tigesprache im Fuhrerhauptquartier’. // [2] Leon Poliakov, Harvest of Hate, Syracuse, New York, 1954, pp. 272-274. Também Kame.

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A violência dos métodos abortivos

aborto1Obs.: Atenção! Este post pode chocar você, sobretudo se você for um pouco mais sensível. O Aborto é uma realidade cruel e violenta e tudo que eu vou descrever aqui pode chocar você. No entanto acredito que se você – assim como eu – entendo que um embrião é um ser vivo em desenvolvimento, é preciso tocar neste assunto. Em respeito aos bilhões de ser humanos abortados no ventre materno, fiz a opção de não colocar imagens.

O aborto é uma violência. Uma cruel violência. Para se matar uma criança no ventre materno, esta morte se assemelha a um assassinato com requintes de crueldade. Não estou sendo catastrófico. Vou citar abaixo os métodos. Você lê e pensa como seria com um ser humano já formado.

Aborto por aspiração – Consiste em se ligar um aparelho de sucção ao útero da gestante. O aparelho cria uma sucção que despedaça o feto e a placenta. Insere-se no útero um tubo oco que tem uma ponta afiada. Uma forte sucção (28 vezes mais forte que a de um aspirador doméstico) despedaça o corpo do bebê que está se desenvolvendo, assim como a placenta e absorve “o produto da gravidez” (ou seja, o bebê), depositando-o depois em um balde. O abortista introduz logo uma pinça para extrair o crânio, que costuma não sair pelo tubo de sucção. Algumas vezes as partes mais pequenas do corpo do bebê podem ser identificadas. Quase 95% dos abortos nos países desenvolvidos são realizados desta forma. É comumente usado em interrupções voluntárias de gravidez (IVG).

Aborto através de curetagem – Neste método é utilizado uma cureta ou faca proveniente de uma colher afiada na ponta com a qual vai-se cortando o bebê em pedaços com o fim de facilitar sua extração pelo colo da matriz. Durante o segundo e terceiro trimestre da gestação o bebê é já grande demais para ser extraído por sucção; então utiliza-se o método chamado dilatação e curetagem. A cureta é empregada para desmembrar o bebê, tirando-se logo em pedaços com ajuda do fórceps. Este método está se tornando o mais usual.

Aborto através de método parcial – Também conhecido como método de sufocamento. Costuma ser feito quando o bebê se encontra já muito próximo de seu nascimento. Depois de ter dilatado o colo uterino durante três dias e guiando-se por ecografia, o abortista introduz algumas pinças e agarra com elas uma perninha, depois a outra, seguida do corpo, até chegar aos ombros e braços do bebê. Assim extrai-se parcialmente o corpo do bebê, como se este fosse nascer, salvo que deixa-se a cabeça dentro do útero. Como a cabeça é grande demais para ser extraída intacta; o abortista, enterra algumas tesouras na base do crânio do bebê que está vivo, e as abre para ampliar o orifício. Então insere um catéter e extrai o cérebro mediante sucção. Em seguida o natomorto e lhe é cortada a placenta.

Aborto por injeção – Injeta-se uma dose cavalar de cloreto de potássio no coração do feto. Assim o bebê morre e seu parto é prematuro. Existe também outra injeção usando uma solução hipertônica no líquido amniótico. O bebê ingere esta solução que lhe causará a morte em 12 horas por envenenamento, desidratação, hemorragia do cérebro e de outros órgãos. Esta solução salina produz queimaduras graves na pela do bebê. Algumas horas mais tarde, a mãe começa “o parto” e da a luz a um bebê morto ou moribundo, muitas vezes em movimento. Este método é utilizado depois da 16o semana de gestação.

Dispositivo Intrauterino (DIU) – Dispositivo colocado na cavidade ultra-uterina para impedir a gravidez. Tem efeito anticoncepcional e abortivo, pois se o espermatozoide consegue fecundar o óvulo ele impede o embrião (ser já vivo) de se implantar no útero e o condena a morte.

Aborto do Mifepristona – Trata-se de uma pílula abortiva empregada conjuntamente com uma prostaglandina, que é eficiente se for empregada entre a primeira e a terceira semana depois de faltar a primeira menstruação da mãe. Por este motivo é conhecida como a “pílula do dia seguinte”. Age matando de fome o diminuto bebê, privando do de um elemento vital, o hormônio progesterona. O aborto é produzido depois de vários dias de dolorosas contrações.

Quando alguém se decide a abortar, independente de quais sejam os seus motivos é isso que acontece com os embriões e fetos. A pergunta que não quer calar é: Que culpa tem este frágil e pequeno ser humano para sofrer mortes tão trágicas? Será que o motivo de tirar esta frágil e indefesa vida justifica isso?

Em tempo: O site da Folha de São Paulo já anuncia para quem quiser ver, que a Presidente Dilma do PT acaba de sancionar a PLC 03/2013. Agora o aborto virou norma técnica. Agora o aborto é possível. Parabéns presidente! Você que teve a cara de pau de receber o Santo Padre semana passada, agora abre as portas do nosso país para o aborto. Parabéns católicos que votam em abortistas. Belo trabalho vocês fizeram! Desculpem. Triste demais para escrever!

Dominus Vobiscum

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O que a Igreja Católica diz a respeito do aborto?

feto-it1Pax Domini! Dando continuidade ao nosso estudo sobre a cartilha entregue pela CNPF – Comissão Nacional da Pastoral Familiar – ligada a CNBB para os peregrinos da JMJ2013, quero agora postar sobre o primeiro assunto polêmico da mesma: O aborto. Mas antes quero fazer um pedido: Para que você entenda corretamente o ponto de vista católico sobre o aborto, peço a gentileza de ler os textos anteriores. Esta base é necessária pois assim como os biólogos, a Igreja Católica reconhece que existe vida desde o primeiro dia de fecundação. Os links se encontram no final deste texto.

Entende-se por aborto, a morte do embrião ou feto durante o seu desenvolvimento uterino. Hoje o assunto polêmico tem diversas outras nomenclaturas, muitas delas para “mascarar” o seu real significado. Alguns preferem chamar de “interrupção da gravidez”, como isso mudasse algo. Quem interrompe a gravidez realiza o mesmo ato de quem pratica o aborto, ou seja, mata o embrião ou feto (que tem vida) no ventre materno. A grande diferença entre estes dois termos é que o segundo (a interrupção da gravidez) é dito para excluir alguém muito interessado nesta polêmica: A criança.

A Igreja é contra o aborto, pois defende a vida em todas as suas etapas. Porém ela compreende que além do seu próprio ponto de vista, ela é inserida em uma sociedade, e por isto tem consciência que cada povo tem suas leis. Em alguns países o aborto é permitido, em outros de forma parcial e existem alguns países que o aborto é totalmente proibido. Mas a Igreja Católica tem um posicionamento único independente das regras de cada país. Lembre-se: Nem sempre aquilo que é legalmente aceito é moralmente lícito. Veja o que o Catecismo da Igreja Católica ensina:

A vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta a partir do momento da concepção. Desde o primeiro momento de sua existência, o ser humano deve ver reconhecidos os seus direitos de pessoa, entre os quais o direito inviolável de todo ser inocente à vida.

Antes mesmo de te formares no ventre materno, eu te conheci; antes que saísses do seio, eu te consagrei (Jr 1,5). Meus ossos não te foram escondidos quando eu era feito, em segredo, tecido na terra mais profunda (Sl 139,15). (CIC§2270)

O aborto é um pecado grave e é preciso que o católico saiba disso. A coisa é muito séria e não sou eu quem digo mas a Igreja. Veja:

A cooperação formal para um aborto constitui uma falta grave. A Igreja sanciona com uma pena canônica de excomunhão este delito contra a vida humana. “Quem provoca aborto, seguindo-se o efeito, incorre em excomunhão latae sententiae” “pelo próprio fato de cometer o delito” e nas condições previstas pelo Direito. Com isso, a Igreja não quer restringir o campo da misericórdia. Manifesta, sim, a gravidade do crime cometido, o prejuízo irreparável causado ao ‘inocente morto, a seus pais e a toda a sociedade.

O inalienável direito à vida de todo indivíduo humano inocente é um elemento constitutivo da sociedade civil e de sua legislação:

“Os direitos inalienáveis da pessoa devem ser reconhecidos e respeitados pela sociedade civil e pela autoridade política. Os direitos do homem não dependem nem dos indivíduos, nem dos pais, e também não representam uma concessão da sociedade e do Estado pertencem à natureza humana e são inerentes à pessoa em razão do ato criador do qual esta se origina. Entre estes direitos fundamentais é preciso citar o direito à vida e à integridade física de todo se humano, desde a concepção até a morte.” (CIC§2272)

É claro que a Igreja Católica não vira as costas para quem comete o aborto, da mesma forma que não rejeita nenhum pecador. No entanto sabemos que uma coisa é o pecador (que deve ser conduzido de volta ao rebanho) e outra é o pecado (que deve ser abandonado). E mais: O pensamento dos primeiros cristãos sempre foi este. Veja:

Desde o século I, a Igreja afirmou a maldade moral de todo aborto provocado. Este ensinamento não mudou. Continua invariável. O aborto direto, quer dizer, querido como um fim ou como um meio, é gravemente contrário à lei moral:

Não matarás o embrião por aborto e não farás perecer o recém-nascido.

Deus, senhor da vida, confiou aos homens o nobre encargo d preservar a vida, para ser exercido de maneira condigna ao homem. Por isso a vida deve ser protegida com o máximo cuidado desde a concepção. O aborto e o infanticídio são crimes nefandos. (CIC§2271)

 Tecnicamente falando, existem dois tipos de aborto a considerar:

  • Interrupção voluntária da gravidez (IVG): Acontece de forma voluntária pela mãe (por causa de estupro, gravidez precoce, precariedade social, etc.)
  • Interrupção médica da gravidez (IMG): Também e conhecida como “interrupção terapêutica”. Esta é autorizada até o nono mês de gravidez, caso a vida da mãe esteja em perigo, ou se o feto apresentar possibilidade de portar doenças graves e incuráveis.

Números do aborto

No mundo ocorrem anualmente cerca de 50 milhões de abortos. Isto significa que a cada cinco mulheres grávidas, uma comete aborto. Na França, contam-se 240 mil abortos por ano. Nos Estados Unidos os números são de 1 milhão. Mas estes números são pequenos quando olhamos as Américas Central e do Sul que juntas atingem a trágica marca de 4,2 milhões de abortos por ano. Números tristes infelizmente.

No próximo post continuamos… Dominus Vobiscum

Veja também:: A história de um pequeno ser humano… | A Odisséia da vida | Perguntas e respostas sobre os fetos e embriões à Luz da Igreja Católica

Perguntas e respostas sobre os fetos e embriões à Luz da Igreja Católica

embriãoDando continuidade ao nosso estudo baseado na Cartilha de Bioética, distribuída aos peregrinos da JMJ – Rio de Janeiro 2013, quero repassar alguns dos questionamentos que normalmente são levantados sobre embriões e fetos. As respostas também aparecem na cartilha, porém elas vem com um “plus” bem característico do blog Dominus Vobiscum… 🙂

1. O embrião não é na verdade um aglomerado de células?

Assim como eu e você, o embrião possui um aglomerado de células. A questão é saber se este pequeno aglomerado de células é de fato um ser vivo. Ora, se você leu o texto A história de um pequeno ser humano sabe que a igreja à luz da biologia defende que o embrião é um ser vivo, pois consegue organizar-se de modo contínuo. Esta organização é tão intensa e perfeita, que quando o ovócito é penetrado pelo espermatozoide, este já orienta a posição do embrião dentro do ovo (cabeça, pés, etc).

Biologicamente falando, já na fecundação, o embrião desencadeia uma série de atividades relacionadas ao seu desenvolvimento (expressão de genomas, sínteses de proteínas, etc), além de produzir hormônios que interrompem o ciclo menstrual da mãe e começar a preparar os seios maternos.  Será que se o embrião fosse apenas um aglomerado de células ele teria a capacidade de fazer tudo isso?

2. Podemos dizer que o embrião é um ser humano desde a fecundação?

Sim podemos. Entenda que um homem e mulher (seres humanos), só podem conceber um outro ser humano. Além disso o embrião conta com todo um patrimônio genético que desde a fecundação lhe é passado. Este patrimônio é quem garante o ser humano ser o que é. Se a vida não começasse neste momento, não lhe valeria de nada toda carga genética que ela dispõe. No entanto a vida é fruto desta herança…

3. Tudo bem… o embrião é um ser humano. Mas será ele uma pessoa?

Bom, eu nunca conheci um ser humano que não fosse uma pessoa. Você conhece algum ser humano que não seja pessoa? A história diz que em um dado momento os negros não eram considerados pessoas e sinceramente isto é muito humilhante se olharmos com os olhos de hoje. Se a sociedade em que vivemos começar a definir que tipo de ser humano pode ser considerado ou não uma pessoa, aonde iremos parar?

4. Mas eu como católico não posso simplesmente ter uma opinião pessoal e considerar que o embrião não seja um ser humano?

Bom, poder você até pode. A questão é que se você considerar a opinião dos biólogos (cientistas que estudam a vida), fica difícil não aceitar o fato de que a fecundação não seja o ponto de partida de uma nova vida. Cientificamente falando, não existe experiência que mostre o contrário. Você pode até defender esta ideia usando como base ideias políticas e filosóficas, mas a ciência mostra que a vida começa na fecundação.

5. O que faz com que o embrião seja um ser humano?

Esta é uma pergunta que para ser respondida é necessário encontrar um ponto de partida. Um erro neste ponto de partida e todo caminho estará perdido. Não se pode definir um ser humano por ter essa ou aquela capacidade. Também não se pode definir o que é ou não humano em razão de suas performances. A definição de um ser humano se dá em função da sua natureza. A espécie humana traz todas as características biológicas definidas. Quem traz estas características ainda que de forma de desenvolvimento é considerado um ser humano. Em biologia estudamos os gêneros, classes, famílias e categorias. Tanto o embrião quanto o homem biologicamente desenvolvido tem as mesmas características. A diferença é que o homem (mulher) já tem características desenvolvidas, enquanto os embriões tem os mesmos traços em desenvolvimento.

6. Um embrião sente dor?

Antigamente a medicina afirmava que o feto sentia dor a partir do sexto mês. Hoje a ciência fala que a partir do segundo trimestre (4º mês) a criança sente dor. No entanto já existem estudos para verificar se antes disso existe dor para a criança, haja visto que o coração do embrião começa a bater a partir do 21º dia.

7. O embrião não é dependente da mãe? Se ele é dependente não seria então um ser humano!

Como todos os seres vivos o embrião precisa se desenvolver em um ambiente adequado. Todos os seres humanos são dependentes do meio ambiente para viver (precisamos de água, oxigênio, luz, calor). O adulto tem uma boa resistência a situações desfavoráveis. Mas o adolescente não. A criança menos ainda. E os bebês? Nem por isso o adulto, o adolescente, a criança e o bebê deixam de ser seres humanos. O fato da criança estar se desenvolvendo no útero materno não faz dele parte do corpo da mulher. Nenhuma célula da mulher contém os mesmos elementos genéticos do embrião, pois são seres humanos diferentes.

8. O embrião não parece em nada com um ser humano. Seria ele um ser humano então?

Não é apenas pela aparência que se reconhece o ser humano. Sabemos que a espécie humana comporta diversos estágios da vida, onde cada um deles conta com a sua aparência particular. O embrião, o bebê, a criança, o jovem, o adulto e o idoso são todos da espécie humana. O embrião é um ser humano com a aparência física própria da sua idade.

No próximo post continuamos… Dominus Vobiscum

Veja também:: A história de um pequeno ser humano… | A Odisséia da vida |

A história de um pequeno ser humano…

jeromeNa JMJ 2013 no Rio Janeiro, um pequeno gesto me chamou a atenção… Cada jovem ao receber o seu kit de peregrino, recebeu também um rico e valioso presente: Uma belíssima cartilha elaborada pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar – CNPF, chamada “Chaves para a bioética”. Este “livreto” foi elaborado em parceria com a Fontadion Jérôme Lejeune, fundada em hora deste grande geneticista que descobriu a causa do chamado “mongolismo”. Este homem recebeu em 1964 a primeira cátedra de genética fundamental na Faculdade de Medicina de Paris. Vale a pena ressaltar que a cátedra em questão foi criada especialmente para ele.

Jérôme Lejeune na medida que estudava as causas de deficiências intelectuais de origem genética, apaixonou-se pelos seus pacientes ao ponto de tornar-se um firme defensor da vida. Em 1974, ele foi nomeado pelo Papa Paulo VI para a pontifícia Academia de Ciências. Dentre outros títulos, vale a pena destacar a sua eleição para a Academia das Ciências morais e políticas na França (1994), o título de doutor honoris causa da Universidade de Navarra (Pamplona, Espanha) e a Presidência da Pontifícia Academia para a vida, criada pelo saudoso Beato João Paulo II. Faleceu em 1997 enquanto acontecia a JMJ de Paris.

No ano de 1996 a Fundação Jérôme Lejeune foi reconhecida como de grande utilidade pública para a humanidade.

Durante um bom período estarei publicando aqui no blog Dominus Vobiscum trechos desta cartilha que nada mais é do que a visão da Igreja Católica Apostólica Romana sobre questões polêmicas como o aborto e o uso de células embrionárias. Sei que muita gente que não concorda com a visão da Igreja vai ler e refutar os artigos escritos. Mas o objetivo é antes de tudo, mostrar aos católicos o que a Igreja diz. Se cada um vai se unir a Igreja de Cristo ou não, dai já não posso fazer muita coisa. Só penso que antes de criticar é importante ler e refletir. Espero de coração que vocês gostem e reflitam…

A história humana começa na fecundação

A grande questão acerca do aborto precisa antes de tudo passar por perguntas prévias e importantes como esta: quando de fato começa a vida? Na visão da biologia (ciência que estuda a vida), uma nova vida humana começa no momento em que as informações conduzidas pelo espermatozoide se reúnem com às conduzidas pelo ovócito. Para os biólogos, neste exato momento é determinado o patrimônio genético de uma pessoa, inclusive seu sexo. Não se trata de uma teoria, mas de um primeiro estágio de desenvolvimento de alguém que um dia terá um nome como eu e você, porém naquele momento, ainda não está plenamente desenvolvido.

O zigoto é o primeiro estágio do embrião, onde se reúnem 23 cromossomos da mãe e os 23 cromossomos do pai. O seu tamanho é de 0,15 mm. Com 24 horas, o embrião já começa a se dividir, ou seja, já não é mais uma célula, mas duas que com o tempo irão se multiplicando e assim manifestando a nova vida.  Com 48 horas, já existem 4 células e com 72 horas, 8 células. Tudo vai acontecendo de forma ordenada (bonito ver como as coisas criadas por Deus são ordenadas). Com quatro dias o nascituro já está do tamanho de uma pequena amora e entre o 5º e 7º ocorre a nidação no útero materno. Com 21 dias, por meio da ecografia o coração do bebê já pode ser ouvido. Com dois meses, já é possível distinguir os dedos, a boca, o nariz, as orelhas, os olhos e até as pálpebras!

No terceiro mês a ciência já não chama mais aquele ser humano de embrião, mas de feto. Ele pode mexer as mãos e já podemos inclusive saber seu sexo.

Como se vê, o embrião é um organismo vivo, um ser vivo, um ser humano em potencial. Este pequeno ser, mesmo em seu primeiro dia de vida, já é dotado de um patrimônio genético humano mas está indefeso e frágil. A Igreja que se preocupa com a vida, também se preocupa com as frágeis vidas humanas que estão em desenvolvimento. Será que estas vidas não tem o direito de serem defendidas?

Fases do desenvolvimento embrionário (da 3ª a 8ª semana)

Fases do desenvolvimento embrionário (da 3ª a 8ª semana)

Falando sobre a gravidez

Gravidez é o estado da mulher em que o feto se desenvolve dentro da mãe (Dicionário Caldas Aulete). É importante que você saiba que desde o momento da concepção (fecundação), a mulher já é considerada grávida, pois é a partir desta data que se contam os meses para o nascimento da criança.

Como se vê, já existe vida ao primeiro dia de gravidez. Talvez você me diga que é apenas uma célula. Sim, é verdade. Porém uma célula viva que já não faz mais parte do corpo da mãe. Está na mãe, mas não é parte do corpo dela. Agora pense comigo: Se um dia encontrarem uma célula viva em outro planeta, esta terá um grande valor para a humanidade. Porém infelizmente uma célula gerada no corpo de uma mulher, um ser humano como eu e você, em nosso planeta, já corre risco de morte.

Até a próxima!

Dominus Vobiscum

Deputado homossexual Jean Wyllys insulta parlamentar cristão

Jean-Wyllys

Já não é de hoje que o deputado homossexual Jean Wyllys (PSOL-RJ) que diz ser contra a intolerância, é intolerante quando o assunto é o cristianismo. Já mostramos aqui no blog Dominus Vobiscum alguns dos seus “pitis” contra o então papa Bento XVI e contra a Igreja. Como das outras vezes o adversário era muito maior que ele (tanto que nem se dignaram a responder as flatulências verbais dele), parece que ele resolveu vociferar contra alguém que ele julga de menor porte: Seu companheiro parlamentar Deputado Marcos Feliciano (PSC).

A crise dessa vez se deu por em virtude da escolha do deputado Feliciano como líder da Comissão dos Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Veja o que ele escreveu em seu twitter (desta vez printaram o twitter dele, já que ele tem uma estranha mania de apagar o que escreve posteriormente):

jeanwyllysfeliciano2013

A atitude de Jean Wyllys se dá por um simples motivo: Marcos Feliciano é cristão protestante. Bastou apenas isso para o Pastor Feliciano ser tachado de fundamentalista, homofóbico e racista. Pode isso Arnaldo?

Agora, se você leitor não aceita o homossexualismo como algo normal, você é taxado de homofóbico. Mas se você agir com um cristão da mesma forma que este deputado repetidas vezes agiu, não há problema algum. Se a pessoa pede tolerância, não deveria ela ser tolerante também?

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