#RetrateseDepJeanWyllys fica por quase duas horas nos TT’s

#RetrateseDepJeanWyllys ficou por quase duas horas nos TT's antes de sair subitamente do ar

Entre uma hora e meia a duas horas os católicos no twitter protestaram contra as palavras cristofóbicas do Deputado Jean Wyllys, que chamou o Papa Bento XVI de nazista e genocida em potencial, com a tag #RetrateseDepJeanWyllys. Depois desse infeliz comentário, muitos protestos, e a constatação de que o papa jamais dirigiu uma palavra sequer aos homossexuais de forma direta, os católicos do Brasil sairam em defesa do Santo Padre.

O povo católico não se intimidou, veio a público defender a Igreja de Cristo, seu vigário e seus valores. Se a nossa tag não tivesse saido do ar sem explicação de uma hora para outra, teríamos permanecido por mais tempo digitando #RetrateseDepJeanWyllys (interessante que mesmo com a nossa tag “sumindo” sem explicação, as pessoas continuaram a escrever. Acho que até agora deve ter alguém digitando nossa tag). As coincidências estranhas não pararam por ai: Tão logo a nossa tag foi retirada dos TT’s, uma outra tag chamada #RetrateSePapa apareceu, e por 20 a 30 minutos figurou os TT’s. Porém logo caiu e sumiu do mapa do jeito que veio, figurando por mais alguns minutos entre os TT’s de São Paulo e por fim mergulhando no limbo.

É preciso que os militantes gayzistas entendam que nós católicos lutamos para ser bons. Só que ser bom é diferente de ser bobo. Sempre que atacarem nossa fé, vamos mostrar ao mundo aquilo que pensamos. E sobre esse caso, achamos sim que o deputado errou ao insultar publicamente o Chefe da Igreja tendo a posse de informações erradas, e o erro se tornou mais grave pelo fato de, tendo a chance de se retratar, o nobre deputado ratificou suas palavras, perdendo a oportunidade de resolver tudo isso.

Agradecemos a todos os católicos que deixaram seu protesto nesse evento. Deixo abaixo algumas frases publicadas no twitter que marcaram nosso twittaço:

1. O Papa ñ precisa de defesa mas Deputado q eu pago salário precisa medir as palavras. Hj às 18:00 tem twittaço #RetrateseDepJeanWyllys (@Tibaphn)

2. Nós, católicos, não podemos nos calar diante de pessoas que agridem nossa fé e nossa Igreja. #RetrateseDepJeanWyllys (@PadreLeoEterno)

3. Quando não se tem argumentos, parte-se para a agressão, né deputado? #RetrateSeDepJeanWyllys (@mttcamillo)

4. @JeanWyllys_Real Oramos pela sua conversão #RetrateseDepJeanWyllys Deus te abençoe e que o Espírito Santo possa iluminar sua mente! (@AirtonRocha)

5. Ofendeu nossa fé, nossa igreja, nossa inteligencia! #RetrateseDepJeanWyllys (@pesergio)

6. Que 25% dos soropositivos devem seu tratamento ao Papa Bento XVI até Luiza sabe. Só não sabe @jeanwyllys_real! #RetrateseDepJeanWyllys (@wagnermoura)

7. Que feio #RetrateseDepJeanWyllys (@anfabi)

8. #RetrateseDepJeanWyllys juridicamente, não caberia ao menos um pedido de explicações do deputado biônico, eleito com sobras de votos? (@domkeller)

9. Aposto que amanhã mesmo esse cara vai aparecer na mídia dando uma de vítima, dizendo que foi caluniado… #RetrateseDepJeanWyllys (@HOL_A_NDA)

10. Eu defendo a minha Igreja! #RetrateseDepJeanWyllys (@gislanenogueira)

11. Seja humilde deputado e retire o que disse. #RetrateseDepJeanWyllys (@__glauco)

12. Está na hora de nossos políticos serem responsáveis com suas palavras e lerem discursos direto da fonte! #RetrateseDepJeanWyllys (@sobreirajr)

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Hoje às 18h de Brasília católicos promovem twittaço em defesa do Papa Bento XVI

Ele poderia ter usado o argumento de que foi mal informado e pedir desculpas. Podia ter ficado quieto. Mas resolveu falar e ratificou tudo que havia dito antes. Para ele o Papa Bento XVI, chefe de Estado do Vaticano e líder dos católicos no mundo não passa de um nazista e genocida em potencial. Ele disse que não ofendeu os católicos. Só esqueceu de dizer que ofendeu o nosso líder e um Chefe de Estado.

O Papa não precisa de defesa, mas como brasileiro e católico que paga impostos eu me senti envergonhado por ter um deputado na nossa bancada que não mede palavras e não se controla ao ser contrariado e sai por ai indevidamente xingando o Sumo Pontíficie. Queremos pessoas com controle emocional e psíquico para ocupar tal cargo. Fique esperto nobre deputado. Sua atitude foi para o paredão e Vossa Excelência foi eliminado com 100% dos votos.

Por isso hoje às 18h de Brasília vamos twittar  #RetrateseDepJeanWyllys.

A ofensa do Deputado ao Santo Padre Bento XVI já virou notícia fora do Brasil. E por isso, nós brasileiros que vamos receber no próximo ano a Jornada Mundial da Juventude e o Santo Padre Bento XVI, precisamos responder pacificamente a esse ato desmedido do deputado citado.

Contamos com você?

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Notícia:: Deputado gay ataca o Papa Bento XVI com informações falsas da Reuters

Da ACI Digital com inserções do blog Dominus Vobiscum

Seguindo a onda de deturpações da mensagem do Papa Bento XVI ao corpo diplomático junto à Santa Sé, protagonizada pela agência Reuters, o deputado gay do PSOL, Jean Wyllys, escreveu em um artigo publicado no Jornal do Brasil afirmando que o Papa “suspeito e acusado de ser simpático ao nazismo disse que o casamento civil igualitário (união homossexual) é uma ameaça à humanidade”.  O deputado também chamou o Papa de “genocida em potencial” em sua conta de twitter. Católicos brasileiros estão exigindo a sua retratação através de uma campanha no twitter e uma petição pública.

O deputado Jean Wyllys, é conhecido como um dos maiores apoiadores da causa LGBT. Suas posturas são tão radicais que o político chegou a criticar a senadora Marta Suplicy (PT-SP) que vem militando pela aprovação do projeto de Lei PLC 122, que criminaliza atitudes contrárias ao homossexualismo, afirmando que este “não atendia as necessidades da comunidade gay”.

Nas suas levianas acusações Jean Wyllys ignora que o Papa sempre se opôs ao nazismo e y que nunca compareceu às reuniões das juventudes hitlerianas en onde foi inscrito porque o governo nazista exigia a todos. Segundo Volker Dahm, diretor de investigação sobre a era nazista do Instituto de História Contemporânea de Munique “aproximadamente 90 por cento dos jovens na Alemanha formou parte das juventudes hitlerianas. Negar-se a pertencer a elas era condenar-se a ser enviado a um campo de ré-educação, algo similar a um campo de concentração”.

A postura da família Ratzinger inteira poderia ter-lhes custado as vidas, fato que Wyllys, supostamente um intelectual, desconhece por completo.

No seu sensacionalismo o deputado gay parece não só ignorar o conteúdo do discurso papal, mas também o fato que o jornalistas de bom senso, como Andrew Brown do Jornal inglês The Guardian (que não tem nenhum vínculo com a Igreja Católica), afirma, após revisar o discurso completo do Papa Bento XVI, que o Santo Padre recorda a necessidade de defender a família fundada no matrimônio entre homem e mulher mas não menciona para nada o “matrimônio gay”.

“Sim, o Papa é católico. Mas não disse que o matrimônio gay seja uma ameaça para a humanidade. O Papa Bento XVI disse muitas coisas sobre a ecologia e a economia em seu discurso. Então, para quê inventar outra notícia?”, escreveu Brown em seu artigo.

Por sua parte, o bispo auxiliar de Aracajú (SE), Dom Henrique Soares, também rechaçou as deturpações do discurso do Papa como as do deputado Jean Wyllys, ocorridas também em alguns meios de comunicação no Brasil como a revista Veja e denunciou “a sujeira e a má-fé da imprensa de modo geral quando se trata da Igreja e do Papa Bento XVI”.

“Eis, as palavras da Veja, que se considera séria e imparcial: “Endureceu o discurso contra a união homossexual o papa Bento XVI. O pontífice disse para diplomatas de 180 países que o casamento gay é ‘uma ameaça para o futuro da humanidade’”, escreveu Dom Henrique no seu blog.

“Aqui está! Foi assim com o Discurso do Papa em Ratisbona, na passagem em que se referiu a Maomé; foi assim quando falou da “chaga” que é a situação dos casais em segunda união; aqui no Brasil se afirmou que o Papa dissera que os casais em segunda união seriam uma “praga”; foi assim com outras situações sérias, como a atitude do então Cardeal Ratzinger na questão dos pedófilos que estavam no meio do clero emporcalhando o nome de Cristo e da Igreja! Sempre um modo de denegrir, de truncar a verdade para tornar o Papa odioso”, afirmou também o prelado.

“O raciocínio é simples: se tudo é família; nada é família! É o conceito de família de toda a sociedade que fica prejudicado pela imposição de uma minoria que hoje é poderosíssima! Esta é a posição da Igreja, do Papa e de qualquer pessoa de bom senso”, asseverou Dom Soares.

“Minha questão aqui é outra: trata-se da desonestidade da imprensa, que sempre procura, de modo capcioso, deturpar as palavras do Papa para torná-lo antipático e odioso ante a opinião pública. Não me preocupo se o Papa agrada ou não à mídia e aos “papas” da cultura secularizada atual; mas me indigna a sordidez dessa imprensa que se quer passar por isenta e honesta”, conclui Dom Henrique.

O blog Ancoradouro, também criticou um artigo de Wyllys aparecido na revista Carta Capital interpretando de má fé as palavras do Santo Padre incitando o “preconceito contra o Papa”

“Assim foi interpretado (o discurso papal) em uma sentença pelo político: “O amor e a felicidade como ameaças contra a humanidade: foi o que afirmou Bento XVI”.

“(…) Pura falta de interpretação textual, falta gravíssima para um professor, jornalista e escritor como também se apresenta Jean”, denunciou o blog.

“Jean Wyllys que se diz lutar contra o preconceito dissemina através das redes sociais e articulações na imprensa uma série de comentários irresponsáveis e venenosos com o intuito de amealhar revolta contra o Papa Bento XVI, a Igreja Católica e quem ouse discordar da opinião que deseja implantar a cultura gay. Estes logo são rotulados de homofóbicos”, denunciou também o blog Ancoradouro.

Com o tema: “Onde já se viu um deputado ofender um chefe de estado?” católicos de todo o Brasil decidiram convocar no dia 19 de janeiro às 18h um twitaço exigindo a retratação de Wyllys em suas afirmações contra o Papa Bento XVI. Cidadãos brasileiros também promoveram um abaixo-assinado pedindo que o deputado se retrate. A tag que será usada é: #RetrateseDepJeanWyllys.

Para assinar a petição pública pedindo a retratação do deputado do PSOL, visite: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=RJW2012

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Notícia:: Jornal denuncia que agencia Reuters mentiu sobre discurso do Papa e o “matrimônio” gay

Da ACI Digital com inserções do blog Dominus Vobiscum

Veja bem como são as coisas. A farsa cai e quando cai, deixa muitos sem palavras para explicar as insanidades ditas. Nós e outros blogueiros católicos já explicamos 500 mil vezes o discurso do Santo Padre ao corpo diplomático, mas agora um jornalista do jornal britânico The Guardian denunciou que a agência Reuters atribuiu ao Papa Bento XVI uma frase sobre o “matrimônio homossexual” que ele nunca pronunciou e o converteu em alvo de furiosos ataques sem motivo em todo mundo (aqui no Brasil o Deputado Jean Wyllys fez duras críticas ao Papa chamando-o de nazista e genocida em  potencial). O jornalista Andrew Brown revisou o discurso completo que o PapaBento XVI dirigiu ao corpo diplomático na segunda-feira de 9 de janeiro no qual o Santo Padre recorda a necessidade de defender afamília fundada no matrimônio entre homem e mulher, mas não menciona o “matrimônio gay”. Nós mesmos aqui do blog Dominus Vobiscum e diversos outros blogs católicos já havíamos afirmado isso. Para ler o discurso do Santo padre na íntegra clique aqui! 

Brown questionou ao jornalista Philip Pullella da agência Reuters, a quem considera “um dos melhores e mais experientes correspondentes no Vaticano”, por publicar uma notícia na qual escreveu: “o Papa Bento disse na segunda-feira que o matrimônio gay é uma das várias ameaças à família tradicional que ameaçam ‘o próprio futuro da humanidade’”, atribuindo-lhe uma frase que o Papa não pronunciou.

“Sim, o Papa é católico. Mas não disse que o matrimônio gay seja uma ameaça para a humanidade. O Papa Bento XVI disse muitas coisas sobre a ecologia e a economia em seu discurso. Então, para quê inventar outra notícia?”, escreveu Brown em seu artigo reproduzido também em italiano pelo jornal vaticano L’Osservatore Romano em sua edição de hoje.

“Em seu discurso ao corpo diplomático no Vaticano (o Papa) não disse uma só palavra sobre o matrimônio gay”, sentenciou. O jornalista do The Guardian destacou que o Papa falou a favor da família apoiada no matrimônio entre homem e mulher e disse que existem políticas que ameaçam a família, ameaçam a dignidade humana e o próprio futuro da humanidade; mas não mencionou para nada o matrimônio gay.

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Andrew Brown acrescentou que o Santo Padre alertou sobre como o aborto compromete o futuro da humanidade, mas o destaque dado por exemplo ao aborto jamais foi dado ao homossexualismo. É fato que as políticas públicas que são a favor da união homossexual, dentro da ótica cristã, são prejudiciais a sociedade, mas em nenhum momento naquele discurso o Papa deu destaque assim.

O jornalista britânico elogiou logo a capacidade do Papa para descrever com precisão a crise econômica, inclusive “muito melhor que Ed Miliband”, um dos principais peritos em economia no Reino Unido e que foi membro do gabinete do Primeiro-ministro Gordon Brown até o ano 2010. Andrew Brown também elogiou o Papa por sua perspectiva do tema ecológico.

Brown criticou duramente a burocracia do Vaticano e admitiu que “às vezes como jornalista, deve-se explicar o que (o Vaticano) quer dizer”. Entretanto, esclareceu que “nada disto explica nem justifica afirmar que ele (o Papa) disse que o matrimônio gay era uma ameaça para o futuro da humanidade. Ele não o fez”.

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Notícia:: Ciência comprova que as pessoas não nascem gays

Da ACI Digital com inserções do blog Dominus Vobiscum

Uma informação que vale a pena ser lida por todos os católicos, sobretudo àqueles que querem se informar sobre a posição da Igreja sobre o homossexualismo. No Site ACI Digital, encontrei uma matéria onde um psicólogo que trabalhou por 21 anos como psicoterapeuta e afirma ser “ex-gay”, diz que embora hajam muitas investigações sobre as possíveis causas genéticas, biológicas ou hormonais da orientação sexual, nunca houve descobertas que permitam aos cientistas chegar à conclusão de que a orientação sexual esteja determinada por um ou vários fatores particulares. “A ciência diz que as pessoas não nascem gays”.

A entrevista original foi dirigida ao jornal espanhol El Pais onde ele falou sobre seu livro “Compreender e sanar a homossexualidade”, que foi colocado a venda em 2004 e que ganhou uma nova revisão em 2012. Segundo a matéria, o livro tem sido bem aceito pelo público, que inclui homossexuais.

Claro que um livro desse porte causa a indignação da causa gayzista. Diversos movimentos de lésbicas, gays, transexuais e bissexuais (conhecidos como LGTB) pediram que o livro fosse retirado das livrarias. Embora o livro aborde pesquisas científicas, ele está sendo considerado um ataque à liberdade de expressão. Nada mais natural da parte do Movimento Gayzista, que busca usar a ciência a sua conveniência. Quando é bom para eles, a ciência é importante. Quando a ciência traz números e dados contra sua causa, eles protestam e fazem barulho.

Compreender e sanar a homossexualidade – Livro que ainda não foi lançado no Brasil, mas que já causa polêmica no mundo.

Compreender e sanar a homossexualidade – Livro que ainda não foi lançado no Brasil, mas que já causa polêmica no mundo.

Richard Cohen, autor do livro, se define como “ex-gay” e afirmou que a Associação Norte-Americana de Psicologia depois de muitas investigações chegou à conclusão de que as pessoas não nascem homossexuais.

Cohen se dizia gay por 21 anos e tinha até um companheiro, mas mesmo assim sofria por viver nesse estado e reconheceu que só não deu o passo para sair dessa vida antes, porque “muitos terapeutas me diziam que eu tinha nascido gay, que não havia nada a ser feito. Que eu devia aceitar e viver uma vida gay”. O autor explicou que atrás das pessoas homossexuais quase sempre há uma história de dor que preferem ocultar.

“Sob meu desejo pelos homens havia uma ferida. Não recordava que meu tio tinha abusado sexualmente de mim. É algo que reprimi durante 25 anos, até que fiz minha terapia. Então encontrei a um mentor masculino, heterossexual. Quando experimentei o luto por esse abuso minhas tendências homossexuais desapareceram”.

Ao referir-se às causas da homossexualidade Cohen sustenta que o abuso sexual é uma das razões e explicou que “nunca é uma coisa só. É uma combinação de vários fatores. 50 por cento de meus clientes sofreu abuso sexual por parte de alguém do mesmo sexo”.

É um mito afirmar que se nasce gay porque cientificamente e isso não é válido. “Mas tampouco se pode dizer que ser gay seja uma opção. A pessoa não acorda um dia e decide ser gay. Há uma série de fatores combinados que fazem que alguém se comporte como gay.

> Leia também: O Papa, a Igreja e o “Casamento Gay”

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