154 manifestações em todo o EUA contra o mandato abortista de Obama

“Stand Up For Religious Freedom” (Ponha-se de pé pela Liberdade Religiosa): Foto da ACI Digital

Depois de diversas manifestações pelos meios de comunicação social, o povo americano decidiu ir às ruas para protestar contra o governo Pró-Aborto de Barack Obama. Na próxima sexta-feira – 8 de junho – milhares de pessoas sairão às ruas nos Estados Unidos para participar de –até agora– 154 manifestações pacíficas contra a decisão do presidente Americano de obrigar que todos os empregadores, incluindo os católicos, paguem planos de saúde que cobrem anticoncepcionais e fármacos abortivos.

O protesto foi batizado com o nome: “Stand Up For Religious Freedom” (Ponha-se de pé pela Liberdade Religiosa) e reúne mais de 96 organizações. Este é o segundo protesto realizado com este nome. O primeiro aconteceu no dia 23 de março e teve a participação de quase 64 mil cidadãos.

Este segundo protesto vai contar com a participação de 43 organizações católicas em todo o país. A luta é também contra o mandato abortista do Departamento de Serviços Humanos e Saúde liderado pela promotora do aborto, Kathleen Sebelius, quem foi governadora do estado de Kansas onde o Bispo de sua diocese a proibiu de comungar devido à sua postura anti-vida. Muito embora ela se diga católica, sua posição a favor do aborto, unida ao veto do Bispo mostram de que lado verdadeiramente esta mulher se encontra.

A equipe organizadora espera que até a sexta feira, mais protestos sejam organizados, e mais pessoas participem destes eventos, para mostrar a força dos cidadãos Pró-Vida na sociedade americana.

Segundo a equipe organizadora do evento, é importante ressaltar que durante séculos a Igreja teve um papel fundamental na saúde da sociedade ocidental e não é justo que de uma hora para outra, o governo imponha suas vontades sem colocar na mesa de debate aqueles que realmente se importam com a saúde da população.

Eu particularmente fico feliz em ver esse tipo de protesto acontecendo no mundo. Mas ao mesmo tempo fico triste em pensar que aqui no Brasil este tipo de coisa ainda vai demorar muito a acontecer. Infelizmente a cultura do povo católico no Brasil é de não se envolver. Quando um assunto polêmico como este surge na sociedade, até ouvimos ou lemos opiniões a respeito, porém dificilmente as coisas passam para algo mais concreto.

Quem dera a sociedade brasileira que se diz na sua maioria cristã e católica acorde e comece a cobrar das autoridades, como o povo americano está fazendo.

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Notícia:: Governo mão de ferro de Obama quer obrigar católicos a financiarem esterilização e anticoncepcionais

Kathleen Sebelius, Secretária do Departamento de Saúde e Serviços Humanos.

Da ACI Digital com inserções do Blog Dominus Vobiscum

Este é o belo governo que o presidente Barack Obama tem feito nos EUA. O país deles mergulhado em crises, e ele preocupado com a difusão do aborto e da contracepção. Vejam a notícia: A administração Obama anunciou neste 20 de janeiro que não ampliará a isenção para os grupos religiosos que se opõem ao pagamento de planos de seguro médico para seus empregados que incluam esterilização e anticoncepcionais, também aqueles de efeito abortivo. Agora o presidente Obama quer que aqueles que lutam contra o aborto paguem para que seus empregados possam abortar. Para isso, ele usa a velha arma dos políticos para obter seus desejos mais sórdidos a isenção de impostos.

Kathleen Sebelius (grave bem o nome desta mulher), Secretária do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, afirmou em um comunicado que os empresários religiosos que se opuserem a proporcionar esta cobertura estarão obrigados a cumprir com a lei a partir do dia 1 de agosto de 2013. Ou seja, quem vai contra a ordem do Governo Obama perde a isenção de impostos.

Entre os que se opõem ao mandato figuram muitas organizações católicas, tais como escolas, hospitais e entidades sociais. Entre os que se opuseram à norma figuram o Cardeal Daniel N. DiNardo, presidente do Comitê Pró-vida dos bispos dos EUA advertindo que nem Jesus teria direito à isenção por motivos religiosos. Em dezembro, um grupo de mais de 60 líderes evangélicos, batistas e judeus expressaram sua oposição ao mandato em uma carta ao presidente Barack Obama. Observou-se que “as organizações religiosas além da comunidade católica têm profundas objeções morais” à proposta.

Embora a norma entre em vigor para a maioria dos empregadores a partir de agosto de 2012, Sebelius disse que haverá um ano de “atraso na aplicação” do mandato dos empregadores sem fins de lucro que atualmente não oferecem cobertura de anticoncepcionais em seus planos de seguros devido a crenças religiosas.

“Este ano adicional permitirá a estas organizações mais tempo e flexibilidade para adaptar-se a esta nova norma”, disse.

Sebelius acrescentou que estes empregadores estarão obrigados a informar os empregados “que os serviços de anticoncepção estão disponíveis em lugares como postos comunitários de saúde, clínicas públicas e hospitais”. O Departamento de Saúde e Serviços Humanos recebeu dois processos dos advogados do Fundo Becket, um em nome do Belmont Abbey College e a outra pela Universidade Cristã de Colorado (Colorado Christian University).

Hannah Smith, assessora jurídica do Fundo Becket, considera que a administração da Obama sabe que a norma “não pode sobreviver ao escrutínio constitucional” e portanto “tenta atrasar o inevitável dia do julgamento” no ano eleitoral.

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