154 manifestações em todo o EUA contra o mandato abortista de Obama

“Stand Up For Religious Freedom” (Ponha-se de pé pela Liberdade Religiosa): Foto da ACI Digital

Depois de diversas manifestações pelos meios de comunicação social, o povo americano decidiu ir às ruas para protestar contra o governo Pró-Aborto de Barack Obama. Na próxima sexta-feira – 8 de junho – milhares de pessoas sairão às ruas nos Estados Unidos para participar de –até agora– 154 manifestações pacíficas contra a decisão do presidente Americano de obrigar que todos os empregadores, incluindo os católicos, paguem planos de saúde que cobrem anticoncepcionais e fármacos abortivos.

O protesto foi batizado com o nome: “Stand Up For Religious Freedom” (Ponha-se de pé pela Liberdade Religiosa) e reúne mais de 96 organizações. Este é o segundo protesto realizado com este nome. O primeiro aconteceu no dia 23 de março e teve a participação de quase 64 mil cidadãos.

Este segundo protesto vai contar com a participação de 43 organizações católicas em todo o país. A luta é também contra o mandato abortista do Departamento de Serviços Humanos e Saúde liderado pela promotora do aborto, Kathleen Sebelius, quem foi governadora do estado de Kansas onde o Bispo de sua diocese a proibiu de comungar devido à sua postura anti-vida. Muito embora ela se diga católica, sua posição a favor do aborto, unida ao veto do Bispo mostram de que lado verdadeiramente esta mulher se encontra.

A equipe organizadora espera que até a sexta feira, mais protestos sejam organizados, e mais pessoas participem destes eventos, para mostrar a força dos cidadãos Pró-Vida na sociedade americana.

Segundo a equipe organizadora do evento, é importante ressaltar que durante séculos a Igreja teve um papel fundamental na saúde da sociedade ocidental e não é justo que de uma hora para outra, o governo imponha suas vontades sem colocar na mesa de debate aqueles que realmente se importam com a saúde da população.

Eu particularmente fico feliz em ver esse tipo de protesto acontecendo no mundo. Mas ao mesmo tempo fico triste em pensar que aqui no Brasil este tipo de coisa ainda vai demorar muito a acontecer. Infelizmente a cultura do povo católico no Brasil é de não se envolver. Quando um assunto polêmico como este surge na sociedade, até ouvimos ou lemos opiniões a respeito, porém dificilmente as coisas passam para algo mais concreto.

Quem dera a sociedade brasileira que se diz na sua maioria cristã e católica acorde e comece a cobrar das autoridades, como o povo americano está fazendo.

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Notícia:: Famoso ateu Richard Dawkins admite que não está seguro da inexistência de Deus

Da ACI Digital

Um dos mais famosos ateus do mundo, o britânico Richard Dawkins, admitiu durante um debate na Universidade de Oxford, que não pode ter certeza de que Deus não existe. No debate sobre a natureza e a origem do homem, Dawkins disse ao máximo líder anglicano, o arcebispo Rowan Williams, que prefere declarar-se agnóstico antes que ateu.

O debate, que fechou uma semana no qual se falou muito sobre a liberdade religiosa e a vida pública na Grã-Bretanha, realizou-se no Sir Christopher Wren’s Sheldonian Theatre e foi transmitido ao vivo através da Internet. Em um momento do diálogo, o arcebispo disse ao catedrático que se sentia “inspirado pela elegância” de sua explicação sobre a origem da vida com a qual concordava em vários aspectos.

Conforme assinala o Daily Telegraph, o professor Dawkins disse ao arcebispo que “o que não posso entender é por que você não é capaz de ver a extraordinária beleza da idéia da vida começando de um nada. Isso é algo elegante, formoso. Por que quer poluí-lo com uma idéia confusa como Deus?”

Williams respondeu que estava “de acordo completamente com o elemento da beleza” no argumento de Dawkins mas precisou: “não estou falando de Deus como um extra mas como o centro disso”.

Dawkins surpreendeu logo a todos afirmando que não estava 100% seguro de que não existisse um criador. Então o filósofo Sir Anthony Kenny, que mediu no debate perguntou: “por que você não diz então que é um agnóstico?”, e Dawkins respondeu que era assim.

Incrédulo Anthony Kenny replicou: “Mas se diz que você é o ateu mais famoso do mundo…”, ao qual Dawkins respondeu que está “6,9 de sete” seguro daquilo que acreditava.

“Acredito que a possibilidade de que exista um criador sobrenatural é muito, mas muito baixa”, acrescentou Dawkins.

Logo o debate se deu em torno da possibilidade de que o homem tivesse evoluído de ancestrais não humanos, mas que chegaram à realidade atual de seres “à imagem e semelhança de Deus”, conforme afirmou o arcebispo.

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Notícia:: Mais de 500 lideres nos Estados Unidos assinam declaração contra o mandato abortista de Obama

Da ACI Digital

Mais de 500 lideres religiosos dos Estados Unidos assinaram a declaração com o título: “Inaceitável” (Unacceptable) na qual repulsam  o mandato abortista da administração Obama que obriga os empregadores a pagar planos de saúde que cobrem a anticoncepção, a esterilização e pílulas abortivas.

A declaração que leva a assinatura de líderes de todo o território norte americano, critica também a tentativa de Barack Obama de “remendar” o mandato para fazê-lo mais “adequado” à liberdade religiosa.

Dentre os líderes que assinaram está o, recentemente criado Cardeal Timothy Dolan, Arcebispo de Nova Iorque e o Presidente da Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB), além de diversos líderes protestantes, ortodoxos, judeus, muçulmanos dentre outros, incluindo vários liberais e catedráticos.

O texto, divulgado pelo Fundo Becket para a Liberdade Religiosa, aponta, dentre outras coisas, que a tentativa de “remendo” de Obama “não muda o conteúdo moral da proposta em nada e fracassa ao tentar revogar o assalto à liberdade religiosa e ao direito à objeção de consciência que originaram essa controvérsia.”

Segundo a norma modificada, “o governo ainda obriga as instituições religiosas e seus indivíduos a comprarem planos de saúde que incluem os mesmos serviços” que promovem a cultura de morte.

Os líderes lembram a necessidade de reverter esse mandato e reiteram à administração que as instituições religiosas “estão comprometidas em sua missão religiosa e como tais, gozam das proteções da Primeira Ementa” que garante a liberdade de culto.

A declaração foi redigida pela professora Mary Ann Glendon, da Escola de Leis da universidade de Harvard, o professor Robert P. George da Universidade de Princeton; Yuval Levin e Hertog Fellow do Ethics and Public Policy Center; o professor O. Carter Snead de Notre Dame; e John Garvey, Presidente da Catholic University of America.

Entre os assinantes estão o rabino David Novak da Universidade de Toronto, o catedrático muçulmano Shaykh Hamza Yusuf; o catedrático da Universidade de Chicago, Jean Bethke Elshtain;o famoso catedrático em liberdade Religiosa e conhecido litigante,  Michael McConnell da Stanford Law School; e o Arcebispo Joseph Kurtz, Vice-presidente da USCCB.

Thomas Pangle da Universidade do Texas; o rabino Meir Soloveichik da Yeshiva University; o Arcebispo da Filadelfia, Dom Charles J. Chaput; o líder evangélico Charles Colson; o arcebispo  Peter Akinola, ex-primaz anglicano da Nigéria; Paige Patterson, ex-presidente da Southern Baptist Convention; entre muitos outros também figuram como assinantes no documento.

Para ler a declaracão (em inglês), visite:
http://www.becketfund.org/wp-content/uploads/2012/02/Unacceptable-2-27-11am2.pdf

Veja também:: Médico adverte que Obama usa falácias para impor lei de saúde abortistaPro-vidas revelam: Orações de exorcismo também ajudaram a fechar clínica de abortos nos EUA | Bispo dos EUA afirma que Imposição de anticoncepcionais é mensagem de desprezo aos católicos | Católicos reagem e lançam campanha nos EUA contra decisão abortista do governo Obama | Governo mão de ferro de Obama quer obrigar católicos a financiarem esterilização e anticoncepcionais | Obama diz: Quem não ajudar a causa gayzista não terá apoio americano

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Notícia:: Médico adverte que Obama usa falácias para impor lei de saúde abortista

Da ACI Digital

O médico Luis Raez, considerado um dos 20 melhores oncologistas do mundo e autor de mais de 70 livros e revistas de medicina em inglês, espanhol e português, criticou o Governo de Barack Obama por usar uma série de falácias para dizer que sua controvertida lei de saúde pró-aborto não atenta contra a liberdade religiosa nos Estados Unidos.

Em seu artigo “O Fim da Liberdade Religiosa nos Estados Unidos”, Raez se referiu ao mandato da Secretaria Geral de Saúde de obrigar a todas as instituições, incluindo religiosas, prover e facilitar serviços de contracepção e esterilização aos seus empregados.

“Isto é tão grave que inclusive outros grupos religiosos protestantes e ortodoxos que geralmente estão a favor da contracepção, vêem nesta lei um precedente terrível que atenta contra a liberdade religiosa e sob esse princípio, estas Igrejas também se opõem a esta lei”, indicou no texto enviado ao grupo ACI.

Nesse sentido, o médico denunciou as falácias usadas pelo Governo americano para confundir os opositores, como quando diz que “as Igrejas estão exoneradas deste requerimento de oferecer contracepção”.

“Isto é falso porque para poder exonerar as Igrejas elas têm que provar que só servem e possuem trabalhadores de sua própria fé, o que é totalmente ridículo: acaso a Igreja Católica só serve os seus paroquianos? O que acontece todas as obras de caridade que se oferece, por exemplo, com os pobres de qualquer fé?”, perguntou.

Do mesmo modo, o Dr. Raez indicou que é falso o dado que os médicos católicos não serão forçados a prescrever contraceptivos e abortivos, pois se no sistema de saúde se aprova como um serviço regular o uso de contraceptivos, os médicos que não façam uso deles podem terminar “sendo excluídos dos planos de saúde já que não prestam todos os serviços ‘fundamentais’ ou ‘requeridos pela lei’”.

Raez reconheceu que a pílula abortiva RU486 não está coberta por esta norma, mas advertiu que existe uma proposta de lei para considerá-la como “contraceptivo de emergência”, e se isto for aprovado a pílula “seria automaticamente adicionada à nova lei”.

“Além disso a RU486 não é a única pílula controvertida, por exemplo: a Ulipristal (HRP 2000 ou ‘Ela’) é um fármaco análogo à RU486 e estaria sendo incluída dentro do mandato”, acrescentou.

O médico também qualificou de “ridículo” o argumento da administração Obama de que com as novas apólices que cobrem a anticoncepção o número de gravidezes não desejadas cairia e portanto isto diminuiria o custo do sistema de saúde. “O governo que mostre pelo menos UM estudo que prove que esta medida é eficaz para esse propósito. Ademais há um risco aqui de tratar a gravidez como uma doença que deve ser prevenida a todo custo”, exigiu.

“O Presidente Obama não vê o que acontece na Europa? As sociedades envelhecem por falta de crianças e têm problemas gigantescos com imigrações não desejadas ou com falta de trabalhadores jovens para sustentar a sociedade”, advertiu.

Entretanto, o Dr. Luis Raez afirma que esta norma de saúde não deve causar surpresa porque a posição do Presidente Obama a favor do aborto é bem conhecida. “Desde que Obama estava em campanha eleitoral prometeu à Planned Parenthood’ que a legislação sobre “direitos reprodutivos” (isto inclui contracepção e aborto), seria parte primordial de sua agenda de reforma da saúde”.

Finalmente, destacou que “mais de 150 Bispos nos EUA já se pronunciaram contra esta lei”, e exortou os católicos a “protestarem em todos os foros possíveis contra este tipo de violação”.

“Essa é a única maneira que nossos direitos vão a ser respeitados e devemos rezar para que o Presidente Obama se converta de coração e mude uma agenda de governo liberal e anti-vida por uma na que se promova a dignidade e se respeite a vida da pessoa humana desde sua concepção até sua morte natural”, afirmou.

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Chaves fala ao mundo: Não ao aborto! Sim a vida! Isso, isso, isso…

Eu sempre fui fã do seriado Chaves. Sou fã até hoje. E como a grande maioria dos fãs do seriado sei a grande parte das falas e dou risada em todas elas. Mas uma fala que eu não conhecia e acho que você também não, é essa que está nesse vídeo abaixo: Roberto Gómez Bolaños, o famoso Chaves, deixa uma mensagem em favor da vida e contra as leis abortistas.

Veja também:: Pro-vidas revelam: Orações de exorcismo também ajudaram a fechar clínica de abortos nos EUA

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Notícia:: Pro-vidas revelam: Orações de exorcismo também ajudaram a fechar clínica de abortos nos EUA

Do ACI Digital

O êxito no fechamento da clínica abortista Rockford’s Northern Illinois Women’s Center, em Rockford, estado de Illinois (Estados Unidos), que funcionou por quase 40 anos, deveu-se em grande medida às orações de exorcismo realizadas por sacerdotes católicos nos exteriores do edifício, informam pró-vidas norte americanos.

Kevin Rilott, integrante da Rockford Pro-Life Initiative, indicou que os sacerdotes começaram com as orações assim que obtiveram a permissão do Bispo de Rockford, Dom Thomas Doran, em 2009.

Em ocasiões, recorda Rilott, até quatro sacerdotes recitavam as orações juntos, um em cada esquina do centro abortista. Após, os fiéis sentiram que a batalha contra o centro de abortos, que tinha durado décadas, começava a virar a seu favor.

“Entre duas a três semanas depois de que os sacerdotes começassem a dizer estas orações, o número de abortos começou a descender”, indicou Rilott.

De acordo ao ativista pró-vida, “em uns poucos meses, o número de abortos reduziu-se pela metade, e o número de mulheres que procuravam nossa ajuda provavelmente duplicou”.

“A clínica, que realizava entre 25 a 75 abortos por semana durante anos, também reduziu seus dias de trabalho de três a dois”.

Em setembro de 2011, a clínica abortista foi fechada temporalmente, logo depois de que agentes sanitários americanos descobrissem que ela não cumpria os requerimentos mínimos em suas três salas de operações.

Apesar de que em janeiro deste ano o departamento de saúde pública levantou a sanção, depois do pagamento de uma multa de perto de dez mil dólares, a clínica anunciou em sua página Web seu fechamento permanente.

A gestão abortista de Obama

Durante sua gestão como Senador pelo estado de Illinois, o atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, evitou repetidamente que fossem aprovadas leis estatais mirando a proteção da vida de muitas crianças por nascer. Como senador, Obama questionou que se possam outorgar os mesmos direitos da pessoa nascida a uma criança no ventre de sua mãe.

Como presidente, Obama deu a conhecer em 20 de janeiro e através do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, um mandato que obriga aos empregadores a pagarem seguros que incluam anticoncepcionais, esterilização e alguns fármacos abortivos mesmo aos centros religiosos.

Há alguns dias tentou “emendar” a situação, mas na prática o mandato abortista não variou nada e as organizações católicas se verão obrigadas a pagar estes seguros a partir de agosto de 2013 ou do contrário, a pagar altas multas.

EWTN foi uma destas organizações e a primeira em ter iniciado uma processo contra a administração Obama por esta disposição. Em seu caso, se não cumprir o mandato de pagar planos de saúde que incluem medidas anti-vida a entidade católica poderia ver-se obrigada a pagar, só no primeiro ano, uma multa de até 600 mil dólares.

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Notícia:: Bispo dos EUA afirma que Imposição de anticoncepcionais é mensagem de desprezo aos católicos


Segundo Dom David Zubik as atitudes do Governo Obama se traduzem na seguinte frase: "Católicos vão para o Inferno!" (to hell with you!)

Da ACI Digital

A disposição que obriga empresas e entidades incluindo as religiosas a incluírem a anticoncepção nos planos de seguros dos seus empregados nos EUA é como “uma bofetada na cara” que diz aos católicos “vão para o inferno!” (to hell with you!) e despreza a liberdade religiosa, afirma o Bispo de Pittsburgh, Dom David Zubik.

Assim o indicou o Prelado em referência à decisão da administração do presidente Barack Obama, no último 20 de janeiro, de incluir nos seguros dos empregados, de maneira obrigatória, a esterilização, a anticoncepção e fármacos abortivos a partir de agosto de 2013.

“Este é o ataque do governo, por decreto, contra os direitos de todos: não só dos católicos, não só às pessoas de todas as religiões. Em nenhum outro momento da história houve tal intrusão governamental na liberdade, não só religiosa, mas que cruzou todo limite para com os cidadãos”, escreve o Prelado na edição de 27 de janeiro do Pittsburgh Catholic.

“Kathleen Sebelius (Secretária do Departamento de Saúde e Serviços Humanos) e através dela, a administração Obama disseram-nos ‘vão para o Inferno!’ aos fiéis católicos dos Estados Unidos”, denunciou o Bispo e precisou que o governo violentou a liberdade religiosa e a de consciência.

O Prelado disse ademais que a ordem da Secretaria de Saúde trata a gravidez como se fosse uma doença e “obriga todo empregador a subsidiar uma ideologia ou pagar uma penalidade enquanto procura alternativas para a cobertura de saúde”. O decreto também ataca a reforma de saúde ao “vinculá-la de modo inexorável aos interesses dos burocratas pró-aborto”.

Esta ordem diz aos católicos “não só que violem suas crenças, mas que paguem diretamente por essa violação” assim como que “paguem pela imposição de uma cultura anticoncepcional e de aborto para toda pessoa nos Estados Unidos”.

O Prelado animou logo os católicos a escrever ao Presidente Obama, à Secretária Sebelius e aos senadores no Congresso.

“Esta ordem pode ser modificada com pressão no Congresso. A única forma em que a ação será dada é se você e eu nos decidamos a fazê-lo”, assinala o Bispo.

“Comuniquem (aos seus representantes) – animou – que nem você nem eu permitiremos que eles nos pressionem (ou pior inclusive) que nos ignorem só por causa da nossa fé católica“.

Leia também> Católicos reagem e lançam campanha nos EUA contra decisão abortista do governo Obama

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Notícia:: Católicos reagem e lançam campanha nos EUA contra decisão abortista do governo Obama


Catholic Advocate é uma comunidade de fiéis católicos que trabalham para ter uma maior influência sobre a política em Washington, DC.

Da ACI Digital

A Organização Catholic Advocate (CA) lançou ontem uma campanha nacional nos Estados Unidos para proporcionar recursos que permitam aos católicos rechaçar a decisão da administração Obama de obrigar os empregadores a pagar seguros de saúde que cobrem anticoncepcionais, esterilização e até fármacos abortivos.

O presidente da instituição com sede em Washington D.C., Matt Smith, assinalou sobre o fato que “uma das opções para responder a este ataque contra as pessoas de fé é contatar diretamente os nossos representantes no congresso (em Washington) para comunicar-lhes nossa decepção por esta decisão”.

“Nossa meta é ter ao menos 100 mil fiéis católicos que participem da campanha mensalmente até que a lei entre em vigor”.

O dia do anúncio do Departamento de saúde e Serviços Humanos, liderado por Kathleen Sebelius, o Arcebispo de Nova Iorque e Presidente da Conferência deBispos Católicos dos Estados Unidos, Dom Timothy Dolan, animou os leigos a reagirem contra a decisão da administração Obama.

“Comuniquemos aos nossos líderes escolhidos que desejamos que a liberdade religiosa e os direitos de consciência sejam restaurados e que desejamos que o mandato anticoncepcional da administração seja rescindido”. (Dom Timothy Dolan)

Catholic Advocate solicita que ao menos um líder de cada paróquia dos Estados Unidos se inscreva no site www.ProtectOurConscience.org. Assim terão acesso a uma série de ferramentas para responder à urgência de restaurar os direitos que protegem a objeção de consciência dos católicos.

“Há 17,782 paróquias nos Estados Unidos. Se os católicos chegarem a enviar 115 cartas por paróquia a seus representantes e a cada senador, o Capitólio receberia mais de 6 milhões de missivas sobre este assunto. Enviaríamos assim uma poderosa mensagem que não poderia ser ignorada”, disse Smith.

Do mesmo modo, disse o presidente da CA, eles estão apoiando o projeto de lei H.R. 1179/S. 1467 que corrige o Patient Protection and Affordable Care Act (PPACA) “para permitir que um plano de saúde evite a cobertura de serviços específicos que sejam contrários às crenças religiosas” sem que haja penalidade alguma.

Mais informação: http://www.ProtectOurConscience.org 

Leia também > Bispo dos EUA afirma que Imposição de anticoncepcionais é mensagem de desprezo aos católicos

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Notícia:: Missa de Réquiem é celebrada por 53 milhões de bebês abortados nos EUA

Missa pelos bebês mortos por aborto. Estima-se que cerca de35 milhões de nascituros foram assassinados desde 1973.

Da ACI Digital

O Arcebispo de Los Angeles (Estados Unidos), presidiu uma Missa de réquiem pelos mais de 53 milhões de bebês abortados nesse país desde que a Corte Suprema legalizou o aborto com a sentença Roe vs Wade em 1973.

Em sua homilia na Catedral de Nossa Senhora de Los Angeles no sábado 21 de janeiro, o Arcebispo assinalou que “não podemos jamais deixar de fazer que o mundo saiba a verdade” já que a humanidade das pessoas não é uma “verdade religiosa ou católica” e sim uma “verdade da biologia e da ciência”. O Prelado criticou a sentença da Corte Suprema que em 1973 deu ao estado a potestade de reger os direitos das pessoas.

As palavras do Arcebispo foram pronunciadas um dia depois de que a administração Obama anunciasse que não ampliará a isenção para os grupos religiosos que se opõem ao pagamento de planos de seguro médico para seus empregados que incluem esterilização e anticoncepcionais, inclusive os de efeito abortivo.

Dom José Gómez se referiu ao Evangelho do dia, que narra a fuga ao Egito da Sagrada Família para evitar que o Menino Jesus fosse assassinado logo que o rei Herodes ordenou acabar com todos os pequenos varões com menos de dois anos. O Arcebispo alentou a rezar aos Santos Inocentes pelo estado da Califórnia e pelos Estados Unidos, e advertiu que ainda “existem Herodes” que aceitam e promovem a injustiça do aborto.

“O rei Herodes é um símbolo de todos os governantes e todas as forças de nosso mundo que temem e estão ciumentos de Deus… representa todos os que querem expulsar Deus do mundo e erradicá-lo da memória da sociedade”, disse o Prelado.

O amparo da vida humana, precisou logo, “é vital para a civilização porque em uma criança e na família vemos o amor de Deus”. Deste modo exortou os presentes a serem “guardiães do direito à vida” como São José quando respondeu à voz de Deus que lhe pediu partir para o Egito.

“Precisamos dizer ao mundo as boas notícias deste Menino, que o Filho de Deus se fez carne no seio de Maria e que cada filho de uma mãe pode ser o filho de Deus”, concluiu.

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Notícia:: Governo mão de ferro de Obama quer obrigar católicos a financiarem esterilização e anticoncepcionais

Kathleen Sebelius, Secretária do Departamento de Saúde e Serviços Humanos.

Da ACI Digital com inserções do Blog Dominus Vobiscum

Este é o belo governo que o presidente Barack Obama tem feito nos EUA. O país deles mergulhado em crises, e ele preocupado com a difusão do aborto e da contracepção. Vejam a notícia: A administração Obama anunciou neste 20 de janeiro que não ampliará a isenção para os grupos religiosos que se opõem ao pagamento de planos de seguro médico para seus empregados que incluam esterilização e anticoncepcionais, também aqueles de efeito abortivo. Agora o presidente Obama quer que aqueles que lutam contra o aborto paguem para que seus empregados possam abortar. Para isso, ele usa a velha arma dos políticos para obter seus desejos mais sórdidos a isenção de impostos.

Kathleen Sebelius (grave bem o nome desta mulher), Secretária do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, afirmou em um comunicado que os empresários religiosos que se opuserem a proporcionar esta cobertura estarão obrigados a cumprir com a lei a partir do dia 1 de agosto de 2013. Ou seja, quem vai contra a ordem do Governo Obama perde a isenção de impostos.

Entre os que se opõem ao mandato figuram muitas organizações católicas, tais como escolas, hospitais e entidades sociais. Entre os que se opuseram à norma figuram o Cardeal Daniel N. DiNardo, presidente do Comitê Pró-vida dos bispos dos EUA advertindo que nem Jesus teria direito à isenção por motivos religiosos. Em dezembro, um grupo de mais de 60 líderes evangélicos, batistas e judeus expressaram sua oposição ao mandato em uma carta ao presidente Barack Obama. Observou-se que “as organizações religiosas além da comunidade católica têm profundas objeções morais” à proposta.

Embora a norma entre em vigor para a maioria dos empregadores a partir de agosto de 2012, Sebelius disse que haverá um ano de “atraso na aplicação” do mandato dos empregadores sem fins de lucro que atualmente não oferecem cobertura de anticoncepcionais em seus planos de seguros devido a crenças religiosas.

“Este ano adicional permitirá a estas organizações mais tempo e flexibilidade para adaptar-se a esta nova norma”, disse.

Sebelius acrescentou que estes empregadores estarão obrigados a informar os empregados “que os serviços de anticoncepção estão disponíveis em lugares como postos comunitários de saúde, clínicas públicas e hospitais”. O Departamento de Saúde e Serviços Humanos recebeu dois processos dos advogados do Fundo Becket, um em nome do Belmont Abbey College e a outra pela Universidade Cristã de Colorado (Colorado Christian University).

Hannah Smith, assessora jurídica do Fundo Becket, considera que a administração da Obama sabe que a norma “não pode sobreviver ao escrutínio constitucional” e portanto “tenta atrasar o inevitável dia do julgamento” no ano eleitoral.

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