#RetrateseDepJeanWyllys fica por quase duas horas nos TT’s

#RetrateseDepJeanWyllys ficou por quase duas horas nos TT's antes de sair subitamente do ar

Entre uma hora e meia a duas horas os católicos no twitter protestaram contra as palavras cristofóbicas do Deputado Jean Wyllys, que chamou o Papa Bento XVI de nazista e genocida em potencial, com a tag #RetrateseDepJeanWyllys. Depois desse infeliz comentário, muitos protestos, e a constatação de que o papa jamais dirigiu uma palavra sequer aos homossexuais de forma direta, os católicos do Brasil sairam em defesa do Santo Padre.

O povo católico não se intimidou, veio a público defender a Igreja de Cristo, seu vigário e seus valores. Se a nossa tag não tivesse saido do ar sem explicação de uma hora para outra, teríamos permanecido por mais tempo digitando #RetrateseDepJeanWyllys (interessante que mesmo com a nossa tag “sumindo” sem explicação, as pessoas continuaram a escrever. Acho que até agora deve ter alguém digitando nossa tag). As coincidências estranhas não pararam por ai: Tão logo a nossa tag foi retirada dos TT’s, uma outra tag chamada #RetrateSePapa apareceu, e por 20 a 30 minutos figurou os TT’s. Porém logo caiu e sumiu do mapa do jeito que veio, figurando por mais alguns minutos entre os TT’s de São Paulo e por fim mergulhando no limbo.

É preciso que os militantes gayzistas entendam que nós católicos lutamos para ser bons. Só que ser bom é diferente de ser bobo. Sempre que atacarem nossa fé, vamos mostrar ao mundo aquilo que pensamos. E sobre esse caso, achamos sim que o deputado errou ao insultar publicamente o Chefe da Igreja tendo a posse de informações erradas, e o erro se tornou mais grave pelo fato de, tendo a chance de se retratar, o nobre deputado ratificou suas palavras, perdendo a oportunidade de resolver tudo isso.

Agradecemos a todos os católicos que deixaram seu protesto nesse evento. Deixo abaixo algumas frases publicadas no twitter que marcaram nosso twittaço:

1. O Papa ñ precisa de defesa mas Deputado q eu pago salário precisa medir as palavras. Hj às 18:00 tem twittaço #RetrateseDepJeanWyllys (@Tibaphn)

2. Nós, católicos, não podemos nos calar diante de pessoas que agridem nossa fé e nossa Igreja. #RetrateseDepJeanWyllys (@PadreLeoEterno)

3. Quando não se tem argumentos, parte-se para a agressão, né deputado? #RetrateSeDepJeanWyllys (@mttcamillo)

4. @JeanWyllys_Real Oramos pela sua conversão #RetrateseDepJeanWyllys Deus te abençoe e que o Espírito Santo possa iluminar sua mente! (@AirtonRocha)

5. Ofendeu nossa fé, nossa igreja, nossa inteligencia! #RetrateseDepJeanWyllys (@pesergio)

6. Que 25% dos soropositivos devem seu tratamento ao Papa Bento XVI até Luiza sabe. Só não sabe @jeanwyllys_real! #RetrateseDepJeanWyllys (@wagnermoura)

7. Que feio #RetrateseDepJeanWyllys (@anfabi)

8. #RetrateseDepJeanWyllys juridicamente, não caberia ao menos um pedido de explicações do deputado biônico, eleito com sobras de votos? (@domkeller)

9. Aposto que amanhã mesmo esse cara vai aparecer na mídia dando uma de vítima, dizendo que foi caluniado… #RetrateseDepJeanWyllys (@HOL_A_NDA)

10. Eu defendo a minha Igreja! #RetrateseDepJeanWyllys (@gislanenogueira)

11. Seja humilde deputado e retire o que disse. #RetrateseDepJeanWyllys (@__glauco)

12. Está na hora de nossos políticos serem responsáveis com suas palavras e lerem discursos direto da fonte! #RetrateseDepJeanWyllys (@sobreirajr)

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Hoje às 18h de Brasília católicos promovem twittaço em defesa do Papa Bento XVI

Ele poderia ter usado o argumento de que foi mal informado e pedir desculpas. Podia ter ficado quieto. Mas resolveu falar e ratificou tudo que havia dito antes. Para ele o Papa Bento XVI, chefe de Estado do Vaticano e líder dos católicos no mundo não passa de um nazista e genocida em potencial. Ele disse que não ofendeu os católicos. Só esqueceu de dizer que ofendeu o nosso líder e um Chefe de Estado.

O Papa não precisa de defesa, mas como brasileiro e católico que paga impostos eu me senti envergonhado por ter um deputado na nossa bancada que não mede palavras e não se controla ao ser contrariado e sai por ai indevidamente xingando o Sumo Pontíficie. Queremos pessoas com controle emocional e psíquico para ocupar tal cargo. Fique esperto nobre deputado. Sua atitude foi para o paredão e Vossa Excelência foi eliminado com 100% dos votos.

Por isso hoje às 18h de Brasília vamos twittar  #RetrateseDepJeanWyllys.

A ofensa do Deputado ao Santo Padre Bento XVI já virou notícia fora do Brasil. E por isso, nós brasileiros que vamos receber no próximo ano a Jornada Mundial da Juventude e o Santo Padre Bento XVI, precisamos responder pacificamente a esse ato desmedido do deputado citado.

Contamos com você?

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Notícia:: Deputado gay ataca o Papa Bento XVI com informações falsas da Reuters

Da ACI Digital com inserções do blog Dominus Vobiscum

Seguindo a onda de deturpações da mensagem do Papa Bento XVI ao corpo diplomático junto à Santa Sé, protagonizada pela agência Reuters, o deputado gay do PSOL, Jean Wyllys, escreveu em um artigo publicado no Jornal do Brasil afirmando que o Papa “suspeito e acusado de ser simpático ao nazismo disse que o casamento civil igualitário (união homossexual) é uma ameaça à humanidade”.  O deputado também chamou o Papa de “genocida em potencial” em sua conta de twitter. Católicos brasileiros estão exigindo a sua retratação através de uma campanha no twitter e uma petição pública.

O deputado Jean Wyllys, é conhecido como um dos maiores apoiadores da causa LGBT. Suas posturas são tão radicais que o político chegou a criticar a senadora Marta Suplicy (PT-SP) que vem militando pela aprovação do projeto de Lei PLC 122, que criminaliza atitudes contrárias ao homossexualismo, afirmando que este “não atendia as necessidades da comunidade gay”.

Nas suas levianas acusações Jean Wyllys ignora que o Papa sempre se opôs ao nazismo e y que nunca compareceu às reuniões das juventudes hitlerianas en onde foi inscrito porque o governo nazista exigia a todos. Segundo Volker Dahm, diretor de investigação sobre a era nazista do Instituto de História Contemporânea de Munique “aproximadamente 90 por cento dos jovens na Alemanha formou parte das juventudes hitlerianas. Negar-se a pertencer a elas era condenar-se a ser enviado a um campo de ré-educação, algo similar a um campo de concentração”.

A postura da família Ratzinger inteira poderia ter-lhes custado as vidas, fato que Wyllys, supostamente um intelectual, desconhece por completo.

No seu sensacionalismo o deputado gay parece não só ignorar o conteúdo do discurso papal, mas também o fato que o jornalistas de bom senso, como Andrew Brown do Jornal inglês The Guardian (que não tem nenhum vínculo com a Igreja Católica), afirma, após revisar o discurso completo do Papa Bento XVI, que o Santo Padre recorda a necessidade de defender a família fundada no matrimônio entre homem e mulher mas não menciona para nada o “matrimônio gay”.

“Sim, o Papa é católico. Mas não disse que o matrimônio gay seja uma ameaça para a humanidade. O Papa Bento XVI disse muitas coisas sobre a ecologia e a economia em seu discurso. Então, para quê inventar outra notícia?”, escreveu Brown em seu artigo.

Por sua parte, o bispo auxiliar de Aracajú (SE), Dom Henrique Soares, também rechaçou as deturpações do discurso do Papa como as do deputado Jean Wyllys, ocorridas também em alguns meios de comunicação no Brasil como a revista Veja e denunciou “a sujeira e a má-fé da imprensa de modo geral quando se trata da Igreja e do Papa Bento XVI”.

“Eis, as palavras da Veja, que se considera séria e imparcial: “Endureceu o discurso contra a união homossexual o papa Bento XVI. O pontífice disse para diplomatas de 180 países que o casamento gay é ‘uma ameaça para o futuro da humanidade’”, escreveu Dom Henrique no seu blog.

“Aqui está! Foi assim com o Discurso do Papa em Ratisbona, na passagem em que se referiu a Maomé; foi assim quando falou da “chaga” que é a situação dos casais em segunda união; aqui no Brasil se afirmou que o Papa dissera que os casais em segunda união seriam uma “praga”; foi assim com outras situações sérias, como a atitude do então Cardeal Ratzinger na questão dos pedófilos que estavam no meio do clero emporcalhando o nome de Cristo e da Igreja! Sempre um modo de denegrir, de truncar a verdade para tornar o Papa odioso”, afirmou também o prelado.

“O raciocínio é simples: se tudo é família; nada é família! É o conceito de família de toda a sociedade que fica prejudicado pela imposição de uma minoria que hoje é poderosíssima! Esta é a posição da Igreja, do Papa e de qualquer pessoa de bom senso”, asseverou Dom Soares.

“Minha questão aqui é outra: trata-se da desonestidade da imprensa, que sempre procura, de modo capcioso, deturpar as palavras do Papa para torná-lo antipático e odioso ante a opinião pública. Não me preocupo se o Papa agrada ou não à mídia e aos “papas” da cultura secularizada atual; mas me indigna a sordidez dessa imprensa que se quer passar por isenta e honesta”, conclui Dom Henrique.

O blog Ancoradouro, também criticou um artigo de Wyllys aparecido na revista Carta Capital interpretando de má fé as palavras do Santo Padre incitando o “preconceito contra o Papa”

“Assim foi interpretado (o discurso papal) em uma sentença pelo político: “O amor e a felicidade como ameaças contra a humanidade: foi o que afirmou Bento XVI”.

“(…) Pura falta de interpretação textual, falta gravíssima para um professor, jornalista e escritor como também se apresenta Jean”, denunciou o blog.

“Jean Wyllys que se diz lutar contra o preconceito dissemina através das redes sociais e articulações na imprensa uma série de comentários irresponsáveis e venenosos com o intuito de amealhar revolta contra o Papa Bento XVI, a Igreja Católica e quem ouse discordar da opinião que deseja implantar a cultura gay. Estes logo são rotulados de homofóbicos”, denunciou também o blog Ancoradouro.

Com o tema: “Onde já se viu um deputado ofender um chefe de estado?” católicos de todo o Brasil decidiram convocar no dia 19 de janeiro às 18h um twitaço exigindo a retratação de Wyllys em suas afirmações contra o Papa Bento XVI. Cidadãos brasileiros também promoveram um abaixo-assinado pedindo que o deputado se retrate. A tag que será usada é: #RetrateseDepJeanWyllys.

Para assinar a petição pública pedindo a retratação do deputado do PSOL, visite: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=RJW2012

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Notícia:: Jornal denuncia que agencia Reuters mentiu sobre discurso do Papa e o “matrimônio” gay

Da ACI Digital com inserções do blog Dominus Vobiscum

Veja bem como são as coisas. A farsa cai e quando cai, deixa muitos sem palavras para explicar as insanidades ditas. Nós e outros blogueiros católicos já explicamos 500 mil vezes o discurso do Santo Padre ao corpo diplomático, mas agora um jornalista do jornal britânico The Guardian denunciou que a agência Reuters atribuiu ao Papa Bento XVI uma frase sobre o “matrimônio homossexual” que ele nunca pronunciou e o converteu em alvo de furiosos ataques sem motivo em todo mundo (aqui no Brasil o Deputado Jean Wyllys fez duras críticas ao Papa chamando-o de nazista e genocida em  potencial). O jornalista Andrew Brown revisou o discurso completo que o PapaBento XVI dirigiu ao corpo diplomático na segunda-feira de 9 de janeiro no qual o Santo Padre recorda a necessidade de defender afamília fundada no matrimônio entre homem e mulher, mas não menciona o “matrimônio gay”. Nós mesmos aqui do blog Dominus Vobiscum e diversos outros blogs católicos já havíamos afirmado isso. Para ler o discurso do Santo padre na íntegra clique aqui! 

Brown questionou ao jornalista Philip Pullella da agência Reuters, a quem considera “um dos melhores e mais experientes correspondentes no Vaticano”, por publicar uma notícia na qual escreveu: “o Papa Bento disse na segunda-feira que o matrimônio gay é uma das várias ameaças à família tradicional que ameaçam ‘o próprio futuro da humanidade’”, atribuindo-lhe uma frase que o Papa não pronunciou.

“Sim, o Papa é católico. Mas não disse que o matrimônio gay seja uma ameaça para a humanidade. O Papa Bento XVI disse muitas coisas sobre a ecologia e a economia em seu discurso. Então, para quê inventar outra notícia?”, escreveu Brown em seu artigo reproduzido também em italiano pelo jornal vaticano L’Osservatore Romano em sua edição de hoje.

“Em seu discurso ao corpo diplomático no Vaticano (o Papa) não disse uma só palavra sobre o matrimônio gay”, sentenciou. O jornalista do The Guardian destacou que o Papa falou a favor da família apoiada no matrimônio entre homem e mulher e disse que existem políticas que ameaçam a família, ameaçam a dignidade humana e o próprio futuro da humanidade; mas não mencionou para nada o matrimônio gay.

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Andrew Brown acrescentou que o Santo Padre alertou sobre como o aborto compromete o futuro da humanidade, mas o destaque dado por exemplo ao aborto jamais foi dado ao homossexualismo. É fato que as políticas públicas que são a favor da união homossexual, dentro da ótica cristã, são prejudiciais a sociedade, mas em nenhum momento naquele discurso o Papa deu destaque assim.

O jornalista britânico elogiou logo a capacidade do Papa para descrever com precisão a crise econômica, inclusive “muito melhor que Ed Miliband”, um dos principais peritos em economia no Reino Unido e que foi membro do gabinete do Primeiro-ministro Gordon Brown até o ano 2010. Andrew Brown também elogiou o Papa por sua perspectiva do tema ecológico.

Brown criticou duramente a burocracia do Vaticano e admitiu que “às vezes como jornalista, deve-se explicar o que (o Vaticano) quer dizer”. Entretanto, esclareceu que “nada disto explica nem justifica afirmar que ele (o Papa) disse que o matrimônio gay era uma ameaça para o futuro da humanidade. Ele não o fez”.

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Notícia:: Ciência comprova que as pessoas não nascem gays

Da ACI Digital com inserções do blog Dominus Vobiscum

Uma informação que vale a pena ser lida por todos os católicos, sobretudo àqueles que querem se informar sobre a posição da Igreja sobre o homossexualismo. No Site ACI Digital, encontrei uma matéria onde um psicólogo que trabalhou por 21 anos como psicoterapeuta e afirma ser “ex-gay”, diz que embora hajam muitas investigações sobre as possíveis causas genéticas, biológicas ou hormonais da orientação sexual, nunca houve descobertas que permitam aos cientistas chegar à conclusão de que a orientação sexual esteja determinada por um ou vários fatores particulares. “A ciência diz que as pessoas não nascem gays”.

A entrevista original foi dirigida ao jornal espanhol El Pais onde ele falou sobre seu livro “Compreender e sanar a homossexualidade”, que foi colocado a venda em 2004 e que ganhou uma nova revisão em 2012. Segundo a matéria, o livro tem sido bem aceito pelo público, que inclui homossexuais.

Claro que um livro desse porte causa a indignação da causa gayzista. Diversos movimentos de lésbicas, gays, transexuais e bissexuais (conhecidos como LGTB) pediram que o livro fosse retirado das livrarias. Embora o livro aborde pesquisas científicas, ele está sendo considerado um ataque à liberdade de expressão. Nada mais natural da parte do Movimento Gayzista, que busca usar a ciência a sua conveniência. Quando é bom para eles, a ciência é importante. Quando a ciência traz números e dados contra sua causa, eles protestam e fazem barulho.

Compreender e sanar a homossexualidade – Livro que ainda não foi lançado no Brasil, mas que já causa polêmica no mundo.

Compreender e sanar a homossexualidade – Livro que ainda não foi lançado no Brasil, mas que já causa polêmica no mundo.

Richard Cohen, autor do livro, se define como “ex-gay” e afirmou que a Associação Norte-Americana de Psicologia depois de muitas investigações chegou à conclusão de que as pessoas não nascem homossexuais.

Cohen se dizia gay por 21 anos e tinha até um companheiro, mas mesmo assim sofria por viver nesse estado e reconheceu que só não deu o passo para sair dessa vida antes, porque “muitos terapeutas me diziam que eu tinha nascido gay, que não havia nada a ser feito. Que eu devia aceitar e viver uma vida gay”. O autor explicou que atrás das pessoas homossexuais quase sempre há uma história de dor que preferem ocultar.

“Sob meu desejo pelos homens havia uma ferida. Não recordava que meu tio tinha abusado sexualmente de mim. É algo que reprimi durante 25 anos, até que fiz minha terapia. Então encontrei a um mentor masculino, heterossexual. Quando experimentei o luto por esse abuso minhas tendências homossexuais desapareceram”.

Ao referir-se às causas da homossexualidade Cohen sustenta que o abuso sexual é uma das razões e explicou que “nunca é uma coisa só. É uma combinação de vários fatores. 50 por cento de meus clientes sofreu abuso sexual por parte de alguém do mesmo sexo”.

É um mito afirmar que se nasce gay porque cientificamente e isso não é válido. “Mas tampouco se pode dizer que ser gay seja uma opção. A pessoa não acorda um dia e decide ser gay. Há uma série de fatores combinados que fazem que alguém se comporte como gay.

> Leia também: O Papa, a Igreja e o “Casamento Gay”

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Notícia:: Obama diz: Quem não ajudar a causa gayzista não terá apoio americano

Do ACI Digital com inserções do Blog Dominus Vobiscum

Uma matéria digna de atenção da Comunidade Cristã do mundo: O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ordenou a todos os organismos governamentais, incluindo os de cooperação e ajuda, que promovam no resto de países os supostos “direitos” homossexuais, como centro da política externa.

Não bastasse todo dinheiro injetado nos movimentos gayzistas, agora eles contam com a “ordem” (quanta prepotência) do presidente norte-americano para beneficiá-los. Ou seja, para um país menos desenvolvido receber algum tipo de ajuda dos EUA, ele deve privilegiar a minoria gayzista, retirando a maioria dos cidadãos coisas como a liberdade de expressão. É uma verdadeira pressão que o governo de Obama vai exercer sobre o mundo em prol da causa gayzista.

Diz Obama: “Neste memorando estou instruindo a todos os organismos no exterior para que assegurem que a diplomacia americana e a ajuda externa promova e proteja os direitos humanos das pessoas gays, lésbicas, bissexuais e transexuais”.

Não tenha nada contra os direitos humanos de ninguém. O grande problema é quando o direito do outro interfere no meu direito de ser e de me expressar. Você que visita este blog sabe da luta que travamos contra a Lei da Homofobia aqui neste blog (para saber mais veja as matérias anteriores sobre o assunto). Pelo que saiba, a Lei que proteje o hetero, proteje o homo. Criar leis de proteção que previlegiem eles, tirando nosso direito de expressão é o que combato aqui.

E Obama segue impondo sua “democracia”: Ordenou que as agências de ajuda exterior e desenvolvimento comprometam os governos e grupos da sociedade civil no exterior a “fomentar o respeito aos direitos humanos dos homossexuais”.

Ou seja, eles só vão ajudar os países que necessitam de sua ajuda, se esses países mudarem suas leis para “protegerem” os gayzistas. Quem não protege os amigos do Obama não ganha presente! Essa é a lei!

Previamente, a secretária de Estado Hillary Clinton anunciou em Genebra (Suíça), que seu Governo atribuiu três milhões de dólares para lançar um Fundo Mundial para a Igualdade, que apóie os grupos de “lésbicas, gays, bissexuais e transexuais em todo mundo”.

Mais uma vez eu digo: Católicos do mundo abram seus olhos. Essa história querer o primeiro presidente negro, a primeira presidente mulher, o primeiro presidente anão, a primeira presidente índia é tolice. Precisamos de políticos competentes e no nosso caso, que defendam a nossa liberdade de expressar nossa fé e de decidir como queremos que o nosso país seja.

Eles tem dinheiro. Nós temos fé e temos o voto. Sempre digo isso: Nenhuma arma é maior do que o voto. Temos o poder de mudar essas coisas nas eleições. Claro, não podemos mudar o presidente norte-americano, mas podemos colocar no poder aqui no Brasil, pessoas sérias e comprometidas com o povo sensato que deseja uma sociedade pautada em valores cristãos, que é a grande maioria.

É preciso ficar de olhos abertos e atentos! Queremos uma sociedade pautada nos valores evangélicos e não na proteção de castas de minorias!

Nossa Senhora Aparecida rogai por nós e pelo Brasil!

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AVISO:: Estamos assumindo aqui no blog Dominus Vobiscum uma campanha de oração pela Jornada Mundial da Juventude. A proposta é que todo católico reze um terço por dia de hoje até o evento que acontecerá em 2013 no Rio de Janeiro. Você topa o desafio?

PLC122/2006:: A Mordaça Gay não nos amordaçou!

Hoje foi um dia conturbado para mim. Justamente hoje, por motivos profissionais tive que me ausentar da frente do computador e comparecer a um simpósio e, por isso só agora pude escrever sobre a nossa vitória, ainda que parcial, sobre os que defendiam a PLC 122/2006, conhecida por “Lei da Mordaça Gay”.

Sim foi uma vitória. E mesmo distante, cumprindo os compromissos que citei acima, pus uma “dezeninha” no dedo e silenciosamente rezei meu Rosário. Para ser sincero, a votação não me saia da cabeça e por isso rezei o quanto pude. No silêncio da minha oração, fiz a minha parte e me sinto participante dessa vitória. Porém a grande vitoriosa deste dia foi a Imaculada Conceição que mais uma vez esmagou a cabeça da serpente.

A votação foi adiada. Motivo: Medo da derrota definitiva.

Sim (os defensores da Mordaça Gay) tiveram medo do projeto ser enterrado de vez. Tentaram conchavos, inventaram um acordo com a CNBB (desmentido posteriormente), sofreram pressão de tudo quanto é lado e só quando viram que não havia outra saída, adiaram a votação que agora aguarda nova data para acontecer.

A escolha desta data foi proposital: justamente no dia que comemoramos a Imaculada Conceição de Nossa Senhora, eles queriam marcar esse dia com a vitória deles. Tudo foi com os “berros n’Água”. Com Nossa Senhora não se brinca. Ela cuida dos seus filhos!

É importante destacar aqui a postura do Senador Magno Malta – PR/ES, que fez jus ao nome de Cristão (isso mesmo, com C maiúsculo) e se posicionou contra esse projeto. É bem verdade que ele apoiou o Ex-Presidente Lula, mas pelo menos nesses tempos ele tem feito seu papel. Errar é humano não é mesmo? Para nós, fica a lamentar a postura omissa dos senadores que se elegeram com voto dos católicos. Nessa hora vemos quem é quem. Pensem nisso nas próximas eleições.

Agora uma coisa é certa: a vitória foi parcial e eles vão voltar. Vão refazer o texto, tentar conchavos e, no momento em que menos esperarmos, eles virão novamente. Por isso é importante que nós, católicos formadores de opinião, permaneçamos atentos e vigilantes para nos mobilizarmos quando isto voltar a acontecer. Enquanto isso, continuemos a ensinar os irmãos menos esclarecidos na fé a verdadeira Doutrina da Igreja Católica e a importância de um voto consciente.

Este blog, na sua pequenez estará sempre disposto a cumprir este papel. Contem sempre conosco!

Obrigado a você que, ao ler um dos nossos textos, sentiu se tocado a fazer algo e fez. Essa vitória também é sua e queremos que você tenha muitas e muitas vitórias em Cristo Jesus. Cada e-mail a cada senador foi importante. Sem você não teríamos conseguido. Esta é nossa missão. Por isso, volte sempre. Sempre que precisar, estaremos à disposição!

Pax Domini!

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Obs.: Continuamos aqui em Osasco a divulgar a oração dos terços nas casas dos irmãos que moram próximos a Paróquia Santa Isabel, levando a imagem de Nossa Senhora da Visitação Peregrina. Se você deseja a oração do Santo Terço em sua casa, entre em contato conosco.

Notícia:: Assessoria da CNBB nega acordo com Marta Suplicy sobre a PLC122

Mais um ponto para os católicos atuantes (Parabéns ACI Digital). Acabo de receber (depois quase um dia todo buscando essa informação) uma matéria onde a assessoria de imprensa da CNBB negou que houve um acordo entre a senadora Marta Suplicy e os bispos da CNBB. Segundo a senadora petista, o acordo teria resultado na inserção do Artigo 3º do substitutivo do PLC 122 que não criminalizaria “a manifestação pacífica de pensamento decorrente da fé e da moral fundada na liberdade de consciência, de crença e de religião”.

Em diálogo telefônico com a ACI Digital, Pe. Rafael Vieira, assessor de imprensa da entidade explicou que a senadora não teve a intenção de ir à sede da CNBB para fazer acordos e que os bispos na ocasião não encontraram no texto “nada que aplaudir, nem nada que repudiar”(outra coisa estranha aqui. Nada o que repudiar?).

“A informação que temos é: a senadora fez uma visita à sede da conferência dos bispos, apresentou o seu texto substitutivo do Projeto de lei e os bispos não encontraram no texto dela nada que fosse merecedor de registro”.

Assim o que foi visto nos meios “não corresponde à realidade no sentido que não foi acordo entre a senadora e a CNBB”. Isto nega o foi dito pela própria senadora Suplicy e recolhido em nota divulgada ontem pelo jornal O Globo:

“Eu (no caso Marta Suplicy falando) disse para o Crivella: fizemos um acordo com a CNBB e vocês vão ficar do lado do Bolsonaro? – contou Marta, em referência ao deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), conhecido por sua oposição às propostas de interesse à comunidade LGBT”. (trecho da matéria do Jornal o Globo)

A bancada evangélica liderada pelos senadores Magno Malta e Marcelo Crivella se opôs à lei mesmo depois da reformulação do texto. Segundo o sacerdote, “ela (Suplicy) apresentou o texto dela e os bispos não acresceram, não diminuíram e não fizeram nenhum tipo de declaração”.

“Consideramos uma inverdade que houve um acordo ou um acréscimo ao texto que teria vindo da CNBB(…) A senadora não veio aqui com intenções de fazer acordo algum”, reiterou Pe. Rafael. A assessoria de imprensa se comprometeu a entrar em contato a presidência para receber um posicionamento oficial sobre o assunto e nós estaremos aguardando esse posicionamento. Hoje mesmo eu escrevi dezenas de mensagens via twitter e via email para a CNBB e alguns bispos, mas ninguém tinha se pronunciado sobre o assunto.

Somente agora (20h) recebi um twitter de Dom Dimas Lara com um pronunciamento oficial da CNBB sobre o caso.

Todo caso, paralelo a essa confusão que precisa ser esclarecida, continuamos nossa luta pedindo que os católicos escrevam para os senadores se mostrando contrários a aprovação dessa lei. A lei entra em pauta amanhã de forma que hoje, precisamos fazer nossa parte. Para escrever para os senadores da Comissão de Direitos Humanos no Senado, basta copiar seus emails (abaixo) e pedir que se posicionem contra o projeto de Lei segue a lista de seus respectivos endereços eletrônicos (em um só email você escreve para todos. É rápido e fácil!):

ana.rita@senadora.gov.br
martasuplicy@senadora.gov.br
paulopaim@senador.gov.br
wellington.dias@senador.gov.br
cristovam@senador.gov.br
crivella@senador.gov.br
simon@senador.gov.br
eduardo.amorim@senador.gov.br
garibaldi@senador.gov.br
sergiopetecao@senador.gov.br
paulodavim@senador.gov.br
clovis.fecury@senador.gov.br
mozarildo@senador.gov.br
gim.argello@senador.gov.br
magnomalta@senador.gov.br
marinorbrito@senadora.gov.br

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Notícia:: Dom Bergonzini: Leis como o PLC 122 não deveriam nem ser cogitadas pelos parlamentares

Da ACI Digital

Às vésperas da votação do Projeto de Lei PLC 122, também conhecido como “Brasil sem homofobia” que criminaliza atos ou manifestações contrárias ao homossexualismo, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo emérito de Guarulhos, afirma em entrevista exclusiva a ACI Digital hoje, 7, que não há necessidade de uma nova lei para proteger os homossexuais e que projetos deste tipo não deveriam ser nem cogitados pelos parlamentares.

Dom Bergonzini, que acaba de ter sua renúncia aceita pelo Papa Bento XVI em novembro deste ano já se posicionou contra o projeto em anteriores ocasiões.

Em uma palestra oferecida no mosteiro de São Bento, em julho deste ano, o prelado dizia: “O projeto [PLC 122/2006] visa até prender quem falar contra o homossexualismo. Mas não tenho medo de ser preso. Não vou deixar de expor o Evangelho por causa de cadeia. […] Devemos enfrentar com coragem e colocar o caso nas mãos de Deus […] Essa perseguição não vai derrotar a Igreja. Nunca. ‘As portas do inferno não prevalecerão contra Ela’”.

Depois da modificação feita pela relatora do projeto, a senadora do PT de São Paulo Marta Suplicy, cujo texto afirma em seu Art. 3º que não criminalizaria “a manifestação pacífica de pensamento decorrente da fé e da moral fundada na liberdade de consciência, de crença e de religião de que trata o inciso VI do art. 5º da Constituição Federal”, ACI Digital entrou em contato com Dom Luiz Bergonzini que concedeu a entrevista publicada na íntegra abaixo:

ACI: Excelência, A senadora Marta Suplicy trouxe de volta à Comissão de Direitos Humanos do Senado o Projeto de Lei PLC 122/2006 com um novo e reformulado texto substitutivo que afirma: “julgamos importante introduzir um dispositivo no Substitutivo para excluir do alcance da Lei, os casos de manifestação pacífica de pensamento fundada na liberdade de consciência, de crença e de religião.” O que o senhor teria a dizer sobre esta nova versão do projeto?

Dom Bergonzini: Durante cada ano são mortos 105.000 cristãos, somente por professarem a fé em Jesus Cristo. Você já imaginou se fossem mortos 105.000 homossexuais por ano? Qual seria a reação dos governos e da sociedade? Não há diferença entre a pessoa humana, homem ou mulher, da pessoa humana homem homossexual ou mulher homossexual. O Código Penal estabelece todas as penas para crimes de agressão, homicídio e outras lesões ao corpo humano. Não há necessidade de nenhuma lei nova para proteger as pessoas, nesse aspecto. Se o projeto fala em “liberdade de consciência, crença e de religião”, também há necessidade de fazer lei igual para os cristãos, que são agredidos e insultados, como aconteceu na Avenida Paulista, com a violação pública dos Santos católicos pelos homossexuais.

ACI: Excelência, o projeto de lei se funda em dados fornecidos pelo Grupo Gay da Bahia que afirma que no Brasil há um problema marcado de homofobia levando a centenas de assassinatos de homossexuais anualmente. Em sua opinião, os homossexuais são alvo de perseguição no Brasil?

Dom Bergonzini: Não poderia morrer nenhuma mulher, nenhum homem. Com exceção dos casos dos psicopatas, como o caso do “maníaco do parque”, que matava mulheres em sequência e há casos semelhantes de matadores de homossexuais, a maioria dos casos de morte de homossexuais se dá em razão do relacionamento entre eles.  Por ciúme, inveja, ambição, desentendimentos, drogas e outras questões de relacionamento interpessoal, eles acabam sendo assassinados.  Se as causas dos homicídios de homossexuais forem pesquisadas em cada inquérito ou processo judicial existente, a conclusão será essa.

ACI: Excelência, O que devemos fazer como católicos a respeito deste projeto de Lei?

Dom Bergonzini: Na condição de cidadãos, devemos esclarecer as pessoas que os legisladores não devem aprovar leis que prejudicam o bem comum. Uma lei que pretende obrigar todos a aceitarem uma ideologia nociva não deveria nem ser cogitada pelos parlamentares. É um modismo que os parlamentares da França se recusaram a impor ao povo francês. Na condição de católicos fiéis, devemos seguir o Evangelho:

“Por isso é que lhes digo: vivam segundo o Espírito, e assim não farão mais o que os instintos egoístas desejam. Porque os instintos egoístas têm desejos que estão contra o Espírito, e o Espírito contra os instintos egoístas; os dois estão em conflito, de modo que vocês não fazem o que querem. Mas , se forem conduzidos pelo Espírito, vocês não estarão mais submetidos à Lei. Além disso, as obras dos instintos egoístas são bem conhecidas: fornicação, impureza, libertinagem, idolatria, feitiçaria, ódio, discórdia, ciúme, ira, rivalidade, divisão, sectarismo, inveja, bebedeira, orgias e outras coisas semelhantes. Repito o que já disse: os que fazem tais coisas não herdarão o Reino de Deus. Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, bondade, benevolência, fé, mansidão e domínio de si. Contra essas coisas não existe lei. Os que pertencem a Cristo crucificaram os instintos egoístas junto com suas paixões e desejos. Se vivemos pelo Espírito, caminhemos também sob o impulso do Espírito. Não sejamos ambiciosos de glória, provocando-nos mutuamente e tendo inveja uns dos outros.” (Galatas, 5 – 16,26).

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Notícia:: Projeto pró-gay será votado em Brasília na Solenidade da Imaculada Conceição

Da ACI Digital

Depois de já ter sido arquivado, o projeto de lei PLC 122, também conhecido como “Brasil sem homofobia”, que criminaliza manifestações contra o homossexualismo, foi trazido de volta ao debate pela senadora Marta Suplicy (PT-SP), que confirmou que o projeto deverá ser votado na Comissão de Direitos humanos do Senado nesta quinta-feira (8), dia da solenidade da Imaculada Conceição de Maria, fato que gerou indignação da parte de católicos de todo o Brasil. O projeto foi criticado também por alguns peritos em lei como juridicamente inútil.

Nesta segunda-feira, 5, o site votocatólico.com.br denunciou a nova tentativa da senadora Suplicy de aprovar o PLC 122/2006 e alertou que “devido às dificuldades iniciais de aprovação”, este “sofreu uma revisão em um ponto controvertido: o do direito à liberdade de expressão e das manifestações contra o homossexualismo com base em crenças religiosas e o respeito aos lugares de culto”.

Em uma parte da versão “reformada” do texto lê-se: “julgamos importante introduzir um dispositivo no Substitutivo para excluir do alcance da Lei, os casos de manifestação pacífica de pensamento fundada na liberdade de consciência, de crença e de religião”.

“Não podemos ignorar que muitas religiões consideram a prática homossexual uma conduta a ser evitada. Esse pensamento está presente em várias doutrinas que não podem ser ignoradas e desrespeitadas, pois se inserem no âmbito do direito à liberdade religiosa. Nesse aspecto, mesmo firmes no propósito de combater a discriminação, não podemos nos esquecer do princípio da liberdade religiosa, inscrito no inciso VI do art. 5º de nossa Carta Magna, segundo o qual é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;”, afirma a versão reformulada do texto.

Porém o texto, mesmo reformulado, “segue apresentando problemas no campo trabalhista onde o suposto respeito à orientação sexual levaria a considerar como conduta homofóbica deixar de contratar ou despedir uma pessoa por ser homossexual com pena de reclusão de um a três anos para quem o faça”, denunciou votocatólico.

Por outro lado, em um artigo publicado na edição de março de 2011 do “Jornal do Advogado”, órgão da Ordem dos Advogados do Brasil, seção de São Paulo, a Dra. Helena Lobo da Costa mostra documentadamente que uma lei contra a homofobia é totalmente inútil do ponto de vista jurídico.

“Tudo quanto poderia ser considerado “crime” contra um homossexual já está previsto no Código Penal e vale para todos os cidadãos. Nada justifica a criação de um estatuto privilegiado instituindo uma casta”, assevera a Dra. Lobo da Costa.

Outro ponto criticado do projeto é o fato de estar fundamentado na premissa que a “homofobia é, certamente, um mal que aflige de maneira perversa nosso país, reconhecido internacionalmente como um dos que registram os maiores números de assassinatos por orientação sexual”.

“Em 2010, o número de homossexuais assassinados superou 250 casos, segundo informou o Grupo Gay da Bahia (GGB) em seu relatório anual. Esse foi um recorde histórico, pois pela primeira vez o número de homicídios ultrapassou a casa das 200 notificações”, afirma outro trecho do Projeto de Suplicy.

O fato é refutado por analistas como o autor e jornalista brasileiro Olavo de Carvalho que em mais de uma edição do seu programa True Outspeak rechaça esta informação dizendo que o Brasil é até excessivamente tolerante às manifestações de homossexualismo como as paradas gay e a presença de personagens gays na mídia. O filósofo brasileiro também recalca que as cifras de assassinatos de homossexuais no contexto de um país onde se registra mais de 40 mil homicídios ao ano podem ser mal interpretadas.  “Não existe perseguição a homossexuais no Brasil!”, reitera Olavo.

A estratégia da senadora Marta Suplicy contará também com uma campanha nos meios liderada pela Rede Globo com o apoio da ONU. O autor e blogger pró-famíliaJulio Severo lançou ontem (4) uma denúncia afirmando que “a campanha em massa será dirigida ao público durante 15 dias, dando tempo suficiente para Suplicy poder obter da população apoio para a sua ambicionada meta de aprovar a lei federal anti-‘homofobia’ (…)”. “A propaganda, que durará 30 segundos, terá como slogan: “Discriminar homossexuais é crime. Cidadania, a gente vê por aqui”, afirma Júlio Severo.

Finalmente, Severo adverte: “Se a população vacilar, o PLC 122 será aprovado, trazendo piores consequências do que as consequências que já estão ocorrendo no Estado de São Paulo, onde em 2001 o PSDB aprovou uma lei estadual anti-“homofobia””, graças à qual “obscenidades homossexuais em público estão protegidas pelo governo estadual”.

Para escrever para os senadores da Comissão de Direitos Humanos no Senado e pedir que se posicionem contra o projeto de Lei segue a lista de seus respectivos endereços eletrônicos:

ana.rita@senadora.gov.br
martasuplicy@senadora.gov.br
paulopaim@senador.gov.br
wellington.dias@senador.gov.br
cristovam@senador.gov.br
crivella@senador.gov.br
simon@senador.gov.br
eduardo.amorim@senador.gov.br
garibaldi@senador.gov.br
sergiopetecao@senador.gov.br
paulodavim@senador.gov.br
clovis.fecury@senador.gov.br
mozarildo@senador.gov.br
gim.argello@senador.gov.br
magnomalta@senador.gov.br
marinorbrito@senadora.gov.br

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