Estudo sobre a ressurreição de Cristo:: Ele cumpre suas promessas

“Se Cristo não ressuscitou, vazia é a nossa pregação, vazia é também a vossa fé” (1 Cor 15,14). A Ressurreição constitui antes de tudo a confirmação de tudo o que o próprio Cristo fez e ensinou. Todas as Verdades, mesmo as mais inacessíveis ao espírito humano, encontram sua justificação se, ao ressuscitar, Cristo deu a prova definitiva, que havia prometido, de sua autoridade divina. (Cat. §651)

O Ano litúrgico constitui para nós uma riqueza enorme. Através dele podemos vivenciar tudo que Cristo nos ensina. Cada tempo tem sua beleza e seus ensinamentos. Porém na nossa vida ordinária nunca devemos esquecer-nos de verdades fundamentais da nossa fé, pois nos dias difíceis e, sobretudo na nossa vida de evangelizadores, esses princípios nos são muito úteis.

O primeiro deles é a Ressurreição de Cristo. Essa verdade fundamenta todas as verdades. Sem ela, é vazia nossa fé. É por Ela que Jesus confirma todos os seus feitos e principalmente seus ensinamentos. Por mais difícil que seja compreender certos ensinamentos de Cristo, eles sempre se fundamentam na vitória sobre a morte, até porque, chegamos ao século XXI e ninguém venceu a morte como Jesus Cristo.

Se Ele prometeu que ressuscitaria dos mortos e cumpriu sua promessa, tudo nos leva a crer que as demais promessas que Ele nos fez também se cumprirão. Todas no seu devido tempo. Como diz o livro de Números:

Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria Ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria? (Nm 23,19)

Nos dias difíceis em que tudo nos parece nublado, é preciso recordar dessa verdade: Ele venceu a morte e disse que estaria sempre comigo. Ele me deixou o Espírito Santo. Ele está vivo e olhando por mim! Quando falamos de Jesus as pessoas que estão cabisbaixas e desanimadas na fé, palavras como essas são verdadeiras injeções de ânimo e alegria na vida dessas pessoas. Elas precisam ser ditas com toda a verdade do seu coração.

Portanto amigo (a) leitor (a) se você é do tipo que costuma pôr em cheque as promessas de Cristo, eu aconselho você a repensar sobre isso. Se Cristo ressuscitou dos mortos e até hoje cumpriu todas as suas promessas, o que o (a) leva a crer que Ele não o faria agora?

Siga-nos e fique por dentro das novidades:

  

Anúncios

Estudo sobre a ressurreição de Cristo:: O homem celeste

Jesus ressuscitado estabelece com seus discípulos relações diretas, em que estes o apalpam e com Ele comem. Convida-os, com isso, a reconhecer que Ele não é um espírito, mas, sobretudo a constatar que o corpo ressuscitado com o qual Ele se apresenta a eles é o mesmo que foi martirizado e crucificado, pois ainda traz as marcas de sua Paixão. Contudo, este corpo autêntico e real possui, ao mesmo tempo, as propriedades novas de um corpo glorioso: não está mais situado no espaço e no tempo, mas pode tornar-se presente a seu modo, onde e quando quiser, pois sua humanidade não pode mais ficar presa à terra, mas já pertence exclusivamente ao domínio divino do Pai. Por esta razão também Jesus ressuscitado é soberanamente livre de aparecer como quiser: sob a aparência de um jardineiro ou “de outra forma” (Mc 16,12), diferente das que eram familiares aos discípulos, e isto precisamente para suscitar-lhes a fé. (Cat. §645)

Não sei para você, mas cada dia que medito um artigo do catecismo da Igreja Católica, eu vou descobrindo algo novo que fortalece minha fé. Esse artigo de hoje nos ensina como fica a situação de Jesus Cristo depois de ressuscitado (já vimos que Ele não é um fantasminha).

É importantíssimo sabermos disso, por que com esse conhecimento, certamente nossa fé no Cristo aumenta. O Catecismo nos diz que Jesus ao ressuscitar não fica como aqueles que Ele ressuscitou: Estes voltam a ter uma vida normal e mais a frente morrerão novamente, mas o corpo de Jesus depois da ressurreição passa a ter propriedades diferentes do corpo de um ser humano comum.

Embora implicitamente saibamos que Jesus não é como Lázaro ou como o jovem de Naim (que depois de um tempo morreram novamente), é bacana perceber o cuidado da Igreja em ensinar isso ao seu povo: Jesus não está mais sujeito ao espaço tempo que nós estamos. Jesus ressuscitado tem um corpo, mas pode aparecer em vários lugares ao mesmo tempo. Jesus pode visitar nosso passado, nosso presente e nosso futuro. Essa propriedade que o Corpo de Jesus tem, não pode ser imitada por nenhum outro ser humano.

Todos os grandes líderes religiosos nasceram, viveram e morreram. Jesus nasceu, viveu, morreu e ressuscitou! Ele está vivo! E esse poder que Jesus tem de ir e vir, de visitar nosso presente, passado e futuro é que nos dá a certeza que se Ele quiser, Ele pode fazer coisas extraordinárias em nossas vidas. Nenhum outro líder religioso goza ou gozou desse prestígio, desse poder. Somente Jesus por ser Deus pode fazer isso.

A Ressurreição de Cristo é essencialmente diferente. Em seu corpo ressuscitado, Ele passa de um estado de morte para outra vida, para além do tempo e do espaço. Na Ressurreição, o corpo de Jesus é repleto do poder do Espírito Santo; participa da vida divina no estado de sua glória, de modo que Paulo pode chamar a Cristo de “o homem celeste”. (Cat. §646)

Isso é um mistério da fé. Não se explica e graças a Deus que é assim, afinal de contas, como o homem que usa apenas 10% da sua cabeça animal poderá entender a complexidade de Deus?

Eu creio que quando as pessoas começam a pensar a respeito disso que estamos falando agora, a concepção sobre quem é Jesus hoje e o que Ele pode fazer em nossas vidas muda. Pense num Deus que pode agir na tua vida por inteiro (passado, presente e futuro). Pense num Deus que tem um corpo humano e pode ao mesmo tempo aparecer em vários lugares, para várias pessoas fazendo o que sempre fez (ensinando, exortando, perdoando e curando).

Este é o Nosso Senhor Jesus Cristo! Aquele a quem servimos e cremos. É a Ele que devemos entregar nossas vidas! Ele é o Senhor dos vivos e dos mortos e quer ser o meu Senhor e o seu também!

Dominus Vobiscum

Siga-nos e fique por dentro das novidades:

  

Estudo sobre a ressurreição de Cristo:: Eles também duvidaram

Mesmo confrontados com a realidade de Jesus ressuscitado, os discípulos ainda duvidam, a tal ponto que o fato lhes parece impossível: pensam estar vendo um espírito. “Por causa da alegria, não podiam acreditar ainda e permaneciam perplexos” (Lc 24,41). Tomé conhecerá  a mesma provação da dúvida e quando da última aparição na Galiléia, contada por Mateus, “alguns, porém, duvidaram” (Mt 28,17). Por isso, a hipótese segundo a qual a ressurreição teria sido um “produto” da fé (ou da credulidade) dos apóstolos carece de consistência. Muito pelo contrário, a fé que tinham na Ressurreição nasceu – sob a ação da graça divina – da experiência direta da realidade de Jesus ressuscitado. (Cat. §644)

Falando ainda da Ressurreição de Jesus Cristo, precisamos falar de um ponto importante desse acontecimento, que traz um ensinamento importante para nós nos dias atuais: Alguns discípulos mesmo ouvindo o testemunho dos outros não acreditaram que Jesus havia ressuscitado. Foi preciso que Jesus aparece a eles, e que eles mesmos tocassem no Cristo para acreditar que aquele que estava diante deles era o Cristo e não um fantasminha legal.

Se por um lado podemos recriminar o fato da pouca fé de alguns discípulos, por outro lado, podemos perceber ai que não houve farsa e nem mentira deles quanto a uma suposta trama para inventar a ressurreição. Eles também passaram pela sua cruz até ter a certeza da vitória de Jesus. E não foi fácil! A aparição do Senhor aos discípulos, em particular a São Tomé, nos mostra que Jesus aproveitou da falta de fé dele, para ratificar o acontecimento. Ao tocar nas chagas de Jesus, Tomé se convenceu, e passou a convencer outros que Jesus havia vencido a morte.

Ícone: A Incredulidade de São Tomé.

Ao estudar a palavra da Deus, precisamos atentar a detalhes como esses que citei. É importante analisar as reações dos personagens bíblicos ao desenrolar da história, para compreender as coisas. E nesse caso é essencial para entendermos que Jesus verdadeiramente ressuscitou. Não foi algo inventado, pensado, “macomunado”. Não foi uma mentira. A Ressurreição de Cristo foi um acontecimento verdadeiro. Ele de fato está vivo!

Das duas uma. Ou Jesus ressuscitou de fato, ou os discípulos eram excelentes atores que enganavam a todos, inclusive aos mais próximos deles. Nossa fé é baseada no testemunho dos apóstolos: Aquele que ouvimos, e aquele que vemos quando lemos a palavra de Deus.

Por isso se você ver ou ouvir qualquer tipo de doutrina que venha a colocar em cheque a verdade fundamental da nossa fé, fique atento: Precisamos combater este tipo de heresia que ainda hoje insiste em nos rodear.

Somos testemunhas do Ressuscitado e não podemos fazer de outra forma.

Pax Domini

Siga-nos e fique por dentro das novidades:

  

Estudo sobre a ressurreição de Cristo:: Os discípulos e o ressuscitado

Diante desses testemunhos é impossível interpretar a Ressurreição de Cristo fora da ordem física e não reconhecê-la como um fato histórico. Os fatos mostram que a fé dos discípulos foi submetida à prova radical da paixão e morte na cruz de seu Mestre, anunciada antecipadamente por Ele. O abalo provocado pela Paixão foi tão grande que os discípulos (pelo menos alguns deles) não creram de imediato na notícia da ressurreição. Longe de nos falar de uma comunidade tomada de exaltação mística, os Evangelhos nos apresentam discípulos abatidos, “com o rosto sombrio” (Lc 24,17) e assustados. Por isso não acreditaram nas santas mulheres que voltavam do sepulcro, e “as palavras delas pareceram-lhes desvario” (Lc 24,11). Quando Jesus se manifesta aos onze na tarde da Páscoa, “censura-lhes a incredulidade e a dureza de coração, porque não haviam dado crédito aos que tinham visto o Ressuscitado” (Mc 16,14). (Cat. §642)

Estamos conversando sobre a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. Recentemente falamos sobre os questionamentos levantados desde aquela época sobre o assunto. Falamos sobre o sepulcro vazio, falamos sobre o testemunho dos discípulos e agora vamos conversar sobre mais um aspecto que evidencia o milagre do Senhor: As reações dos discípulos nas Sagradas Escrituras.

A bíblia conta que primeiro Jesus apareceu as mulheres que foram ao seu túmulo.

Se lermos os evangelhos, sobretudo os capítulos que narram a morte e ressurreição de Jesus, nós podemos ver como os apóstolos reagiram a todos os fatos: Tiveram medo. Uns fugiram, Pedro chegou a negar o Senhor, João permaneceu aos pés da cruz e em todos os casos, é possível sentir neles todos os sentimentos próprios de quem perde uma pessoa querida.

Após a morte de Jesus eles estavam abatidos, sofridos, desnorteados, perdidos. O catecismo no parágrafo acima chega a dizer que no princípio eles chegaram a duvidar da ressurreição logo de cara. Eles estavam sem norte. Estavam como nós quando perdemos alguém que amamos. Somente depois que testemunharam que Jesus estava de fato vivo, eles recobraram o ânimo, a coragem e a fé. É possível perceber uma mudança no comportamento dos discípulos entre a morte e a ressurreição do Senhor.  De desolados a esperançosos. De tristes e abatidos a reanimados e alegres. A postura deles não era a mesma e não havia nenhum traço de dúvida: Algo muito sério aconteceu na vida daqueles homens.

Os discípulos de Emaús reconheceram Jesus ao partir do pão.

Analisando por este ângulo, fica difícil acreditar que a ressurreição de Jesus foi uma trama, uma mentira. Muito complicado acreditar que um grupo de 12 pescadores incultos iria promover uma dissimulação tão grande. Eles eram pescadores e não atores.

Quem convive com pessoas simples sabe que dificilmente essas pessoas não conseguem fingir ou esconder sentimentos. Se estiverem bravos, tristes ou alegres logo sabemos. A simplicidade geralmente vem com a transparência de sentimentos. Claro que toda regra tem exceção. Mas em geral é assim. Ainda mais quando vemos que os discípulos de Jesus eram impetuosos, falavam o que bem entendiam e muitas vezes foram recriminados por Jesus pela sua imprudência.

"Eu vos transmiti... o que eu mesmo recebi: Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras. Foi sepultado, ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. Apareceu a Cefas, e depois aos Doze" (1Cor 15,3-4)

Eles não saberiam de fato fazer toda essa tramóia. Além do mais, se isso acontecesse seria difícil testemunhos tão empolgantes e tão cheios de fé como os discursos de Pedro. Como dizemos no populacho: Mentira tem perna curta.

Mas ao contrário, é vendo todo desenrolar da história e o processo que cada discípulo passou até a ressurreição do Senhor que temos a certeza de que verdadeiramente este milagre aconteceu: Jesus Cristo, Filho de Deus feito homem, ressuscitou dos mortos!

E nós como Igreja, não devemos em hipótese alguma duvidar da vitória do Senhor sobre a morte. Não podemos como católicos, dar créditos as heresias que surgem pondo em dúvida essa certeza da fé católica.

Eu como católico, evito ler livros, revistas e jornais que põem em dúvida a minha fé. Não vejo filmes e não ouço essas besteiras. E quer saber? Acho que se você é um bom católico, também deveria fazer o mesmo. Se tiver algum tipo de dúvida, procure um bom sacerdote ou busque os livros e documentos católicos. Eles certamente irão esclarecer sua dúvida. Mas não entre nessa loucura das heresias.

Siga-nos e fique por dentro das novidades:

  

Estudo sobre a ressurreição de Cristo:: 12 homens que mudaram o mundo

Tudo o que aconteceu nesses dias pascais convoca todos os apóstolos, de modo particular Pedro, para a construção da era nova que começou na manhã de Páscoa. Como testemunhas do Ressuscitado, são eles as pedras de fundação de sua Igreja. A fé da primeira comunidade dos crentes tem por fundamento o testemunho de homens concretos, conhecidos dos cristãos e, na maioria dos casos, vivendo ainda entre eles. Estas “testemunhas da Ressurreição de Cristo” são, antes de tudo, Pedro e os Doze, mas não somente eles: Paulo fala claramente de mais de quinhentas pessoas às quais Jesus apareceu de uma só vez, além de Tiago e de todos os apóstolos. (Cat. §642)

Não foram necessárias muitas pessoas, muitas reuniões, muitos protestos, muitas passeatas e nem muitos “twittaços”. Para mudar o mundo, Jesus reuniu 12 homens. Pescadores. Simples. Sem estudo. 12 homens que mudaram e mudam até hoje a estrutura do que chamamos sociedade.

Quando eu digo mudar o mundo, quero dizer no sentido literal. A fé desses 12 homens contagiou e contagia pessoas até hoje. Os seus ensinamentos encorajaram e encorajam pessoas a morrerem por algo que elas não viram. Sua doutrina fez e faz com que pessoas defendam essa Igreja com tanto entusiasmo, que podem dar a vida em nome desse Jesus que eles não viram ressuscitar dos mortos.

Esse testemunho derrubou governos, converteu reis, mudou constituições…

As mudanças no mundo não vieram de um homem doutorado, ilustre, PhD, cheio de títulos. Elas aconteceram por causa de 12 pescadores.

As pessoas que os ouviam, não tinham provas concretas e documentadas da ressurreição de Cristo. Não haviam conhecimentos técnicos elaborados sobre o que tinha acontecido. Mas porque as pessoas acreditaram nos apóstolos? Porque eles conseguiram mudar o mundo?

A resposta é simples. Eles simplesmente testemunharam com entusiasmo e vida, aquilo que eles experimentaram. Dizem por ai que as palavras convencem, mas os testemunhos arrastam. Foi muito isso que aconteceu. É isso que acontece ao nosso redor ainda hoje.

Por mais que as pessoas queiram encontrar algo científico e lógico na fé, é na simplicidade da experiência com Jesus que tudo se explica. Sim irmãos, Ele ainda aparece para nós. De uma forma diferente é verdade. Mas Ele ainda aparece para nós.

Os catedráticos ateus costumam afirmar que a religião é o ópio do povo. Isso é a resposta que eles encontraram para sua busca ineficaz de Deus no meio do saber. Para achar Deus, é preciso se rebaixar a simplicidade de uma dona de casa que reza o terço, a um pai de família que trabalha a semana inteira e abre mão de dormir até mais tarde para ir a missa com a família.

Os simples de coração são como os apóstolos: Não tem explicação para tudo, tem receios e medos, mas não abandonam o mestre. Eles sabem em quem depositaram sua confiança e tem certeza que no tempo do Senhor e na sua presença tudo se explica.

Hoje nós somos esses simples de coração. Somos parte da Igreja de Cristo que tem como fundamento 12 pescadores. Dela tiramos os ensinamentos e as experiências que levamos para os irmãos que ainda insistem em buscar tudo pela razão. Somos hoje os embaixadores da fé em todos os lugares que estamos: escola, trabalho, família e tantos outros ambientes.

Precisamos ser também como eles no entusiasmo e na alegria de evangelizar. Afinal tivemos ou não uma experiência com Jesus? Ele falou ou não ao nosso coração? Você experimentou ou não o Senhor?

Precisamos sim testemunhar o Senhor Jesus vivo e ressuscitado todos os dias da nossa vida!

Pax Domini

Siga-nos e fique por dentro das novidades:

  

Estudo sobre a ressurreição de Cristo:: Confirma a fé dos teus irmãos!

Maria de Magdala e as santas mulheres, que Vinham terminar de embalsamar o corpo de Jesus, sepultado às pressas, devido à chegada do Sábado, na tarde da Sexta-Feira Santa, foram as primeiras a encontrar o Ressuscitado. Assim, as mulheres foram às primeiras mensageiras da Ressurreição de Cristo para os próprios apóstolos. Foi a eles que Jesus apareceu em seguida, primeiro a Pedro, depois aos Doze. Pedro, chamado a confirmar a fé de seus irmãos, vê, portanto, o Ressuscitado antes deles, e é baseada no testemunho dele que a comunidade exclama: “E verdade! O Senhor ressuscitou e apareceu a Simão” (Lc 24,34). (Cat. §641)

Não foi apenas o túmulo vazio que contagiou os cristãos da época. O principal motivo da fé dos primeiros cristãos na ressurreição de Jesus foram os testemunhos de pessoas que afirmavam ter falado com o Senhor face a face. As primeiras foram as santas mulheres. Alguns brincam dizendo que Jesus apareceu primeiro para as mulheres para que a notícia se espalhasse mais rápido. Mas é uma brincadeira apenas. Até porque tem muito homem que gosta de brincar de TV Fama.  Espalhar uma novidade, sobretudo boa, todo mundo gosta de fazer.

Mas foi, sobretudo a aparição de Jesus aos apóstolos e em particular a São Pedro, o primeiro Papa da Igreja, que animou e fortaleceu a fé dos primeiros cristãos.

E sabemos que não tinha como os apóstolos inventarem essa história de ressurreição. Primeiro porque eles estavam morrendo de medo de serem presos e segundo porque além das santas mulheres e dos próprios apóstolos, pelo menos 500 pessoas viram Jesus de uma só vez (1 Cor 15,5-6). E além desses, outros como os discípulos de Emaús ainda disseram ter visto e falado com Jesus.

Os cristãos não poderiam ser culpados por terem dúvidas. Isso é normal. Não nascemos sabendo das coisas. Adivinhar não é coisa da nossa religião. Porém no momento de dúvidas, devemos fazer como fizeram os primeiros: buscar as respostas Naqueles que o Senhor designou para nos ajudar – A Igreja.

Quem busca respostas as suas dúvidas de fé, deve fazê-lo indo à Igreja. É nos ensinamentos da Igreja que encontramos essas mesmas respostas, que podem não ser a que queremos encontrar, mas que são as corretas. Pedro foi chamado por Deus para confirmar nossos irmãos na fé. Pedro e os apóstolos foram sendo substituídos por outros que tiveram a mesma ordem e a mesma graça.

E também nós católicos leigos, também somos chamados a confirmar nossos irmãos na fé. Não podemos perder de vista que a Ressurreição de Jesus é a verdade culminante da nossa fé em Cristo e representa, com a Cruz, uma parte essencial do Mistério Pascal. É preciso que nos abasteçamos com aquilo que a Igreja ensina para ajudar e animar nossos irmãos na fé.

Diante da dúvida das pessoas que conhecemos, precisamos nós, cheios do Espírito Santo e conhecendo da Fé Católica, levar a esperança dos irmãos que estão sem fé. Animar significa dizer aos amigos: Coragem! Jesus está vivo! Ele morreu por nós mas não parou na morte! Foi preparar-nos um bom lugar no céu! Não desanima! Ele vai voltar! Suas promessas hão de se cumprir!

Seu testemunho com o Cristo vivo e ressuscitado é fundamental para confirmar a fé dos seus irmãos. Sempre que você e eu encontramos alguém sem esperança e fé, é na ressurreição de Cristo que devemos basear nossa palavra de ânimo.

Agora fica uma pergunta para você refletir. Olhe para dentro de você e se pergunte: Eu tenho confirmado a fé dos meus irmãos ou eu tenho confirmado a dúvida entre eles?

Pax Domini

Siga-nos e fique por dentro das novidades:

  

Estudo sobre a ressurreição de Cristo:: O sepulcro vazio

“Por que procurais entre os mortos Aquele que vive? Ele não esta aqui; ressuscitou” (Lc 24,5-6). No quadro dos acontecimentos da Páscoa, c primeiro elemento com que se depara é o sepulcro vazio. Ele não constitui em si uma prova direta. A ausência do corpo de Cristo no túmulo poderia explicar-se de outra forma. Apesar disso, o sepulcro vazio constitui para todos um sinal essencial. Sua descoberta pelos discípulos foi o primeiro passo para o reconhecimento do próprio fato da Ressurreição. Este é o caso das santas mulheres, em primeiro 1ugar, em seguida de Pedro. “O discípulo que Jesus amava” (Jo 20,2) afirma que, ao entrar no túmulo vazio e ao descobrir “os panos de linho no chão” (Jo 20,6), “viu e creu”. Isto supõe que ele tenha constatado, pelo estado do sepulcro vazio, que a ausência do corpo de Jesus não poderia ser obra humana e que Jesus não havia simplesmente retomado a Vida terrestre, como tinha sido o caso de Lázaro. (Cat. §640)

Continuamos estudando aqui o Catecismo da Igreja Católica. Para quem está chegando agora vou relembrar a proposta: A cada dia, estudamos um ou dois parágrafos do Catecismo. Não estamos seguindo aqui o tempo litúrgico, mas dia após dia, nós avançamos um pouco neste estudo para conhecermos este livro que é tão rico para nós.

Hoje vamos conversar sobre o primeiro sinal encontrado pelos discípulos de Cristo para que acreditassem em na ressurreição de Nosso Senhor: O sepulcro vazio. O evangelho nos conta que as mulheres foram ao túmulo e o encontraram aberto e sem o corpo de Jesus. Voltaram com o anúncio da ressurreição, para os apóstolos. Ao chegar lá e ver, Pedro e João creram.

O próprio catecismo é claro: Encontrar o sepulcro vazio não seria uma prova suficiente da ressurreição de Jesus. Existiam muitas outras respostas plausíveis para um túmulo vazio, inclusive de alguém ter entrado no túmulo e retirado dali o corpo de Cristo.

Porém o catecismo mostra que apesar de essa prova não ser tão concludente assim, os próprios discípulos (Pedro e João) creram no fato, simplesmente por verificar que no túmulo não havia mais nada e nem ninguém. Qual a razão dessa fé?

Simples. Os discípulos passaram três anos da sua vida ao lado do Senhor, ouvindo-O falar da salvação. Ouviram-No dizer que iria morrer e ressuscitar no terceiro dia, conforme as escrituras. Eles viram Jesus ressuscitar pessoas. Porque não Ele mesmo vencer a morte? Ao chegar ali, eles ligaram o fato a todas as palavras do Cristo.

João e Pedro ao entraram no sepulcro vazio, perceberam que, o que tinha acontecido ali, não era uma obra de mãos humanas, mas era a concretização da promessa: O Salvador estava vivo! Ele de fato havia vencido a morte!

Quando nós conhecemos as palavras de Jesus e sabemos tudo aquilo que Ele prometeu, nosso coração diante dos fatos nos avisa: Isso é milagre do Senhor aos nossos olhos! O que aconteceu com Pedro e João que creram por conhecer as promessas do Senhor acontece conosco dia a dia, nas mais diversas situações. Quem anda com Deus, sabe do que Ele é capaz!

Aqueles que não conhecem as promessas do Senhor permanecem céticos. Buscam respostas para convencer seus duros corações. Mas nós que cremos, por mais que não tenhamos explicações, sabemos que naquele momento, o Senhor agiu. Aquilo não foi fruto das mãos humanas. Aquilo é fruto da mão do Senhor. O túmulo vazio para os céticos é uma resposta insuficiente. Mas para nós é resposta do Senhor. Ele vive! Ele venceu a morte! O mal não pode vencê-lo!

Por isso irmãos, precisamos reacender no coração de todos os irmãos na fé a certeza de que Jesus está vivo! Ele reina! Ele está no meio de nós!

Falar da ressurreição de Jesus não é só para o tempo da Páscoa. Isso deve ser gritado aos quatro cantos todos os dias e em todos os tempos. Até porque, nenhum outro venceu a morte. Kardec foi pro caixão. Buda também. Todos os demais líderes religiosos que conheço morreram. Mas só Jesus venceu a morte! Só Ele ressuscitou!

Siga-nos e fique por dentro das novidades:

  

Estudo sobre a ressurreição de Cristo:: Jesus está vivo!

“Anunciamo-vos a Boa Nova: a promessa, feita a nossos pais, Deus a realizou plenamente para nós, seus filhos, ressuscitando Jesus” (At 13,32-33). A Ressurreição de Jesus é a verdade culminante de nossa fé em Cristo, crida e vivida como verdade central pela primeira comunidade cristã, transmitida como fundamental pela Tradição, estabelecida pelos documentos do Novo Testamento, pregada, juntamente com a Cruz, como parte essencial do Mistério Pascal. (Cat §638)

Essa é a Boa Nova que vos anunciamos: Jesus Cristo está vivo! Ele venceu a morte e nos resgatou. Nele somos novas criaturas!

A grande verdade da nossa fé é essa: A ressurreição de Cristo.  Essa boa nova tem sido transmitida a todos os cristãos ao longo dos séculos. A morte de Cristo na Cruz e a sua ressurreição são doutrinas fundamentais da fé cristã. Nosso Deus não é passivo. Isso nós já vimos aqui. Mas Ele também não é um Deus morto. Como diz uma velha canção: Meu Deus está vivo! Ele não está morto! Podemos senti-lo! Alguns chegaram a vê-lo e tocá-lo. A palavra de Deus nos conta isso, e a Sagrada Tradição seguiu nos narrando essa palavra de fé.

O mistério da Ressurreição de Cristo é um acontecimento real que teve manifestações historicamente constatadas, como atesta o Novo Testamento. Já  São Paulo escrevia aos Coríntios pelo ano de 56: “Eu vos transmiti… o que eu mesmo recebi: Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras. Foi sepultado, ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. Apareceu a Cefas, e depois aos Doze” (1Cor 15,3-4). O apóstolo fala aqui da viva tradição da Ressurreição, que ficou conhecendo após sua conversão às portas de Damasco. (Cat §639)

Um dos maiores obstáculos para estudarmos a vida de Jesus, são as fontes que a historiografia dispõe. A Bíblia é uma preciosa fonte de pesquisa. Também nela podemos analisar muitos fatos históricos, embora ela seja uma coletânea de livros de fé. Nela também encontramos muitos textos que retratam a vida de Jesus, além de registros posteriores a sua morte (Atos dos Apóstolos, Apocalipse e as Epístolas).

De acordo com a historiadora Eliane Moura Silva, da Unicamp, os fatos da vida de Cristo são relatados de passagem em alguns textos antigos, como a Vida dos Judeus, de Flávio Josefo, que viveu entre os anos 37 d.C. e 103 d.C., porém de forma pontual e não muito extensiva. Segundo ela, há estudos que revelam ser verdadeiras muitas das referências históricas contidas nos Evangelhos do Novo Testamento, que tratam da vida de Cristo, mas que também foram escritos posteriormente. “Trata-se de período conhecido da história do Império Romano, embora a Judéia [onde Jesus viveu] não fosse a principal preocupação nem a província romana mais importante na época”, afirma.

Leia esse trecho dos escritos de Flávio Josefo. É dele grande parte dos escritos daquela época. Ele nasceu em Jerusalém e conheceu a primeira comunidade cristã. Como não era cristão, e sim da nobreza judaica, seu olhar para o cristianismo também não era lá essas coisas. Mas ele cita a ressurreição de Jesus em seus escritos:

“Foi naquele tempo (por ocasião da sublevação contra Pilatos que queria servir-se do tesouro do Templo para aduzir a Jerusalém a água de um manancial longínquo), que apareceu Jesus, homem sábio, se é que, falando dele, podemos usar este termo – homem. Pois ele fez coisas maravilhosas, e, para os que aceitam a verdade com prazer, foi um mestre. Atraiu a si muitos judeus, e também muitos gregos. Foi ele o Messias esperado; e quando Pilatos, por denúncia dos notáveis de nossa nação, o condenou a ser crucificado, os que antes o haviam amado durante a vida persistiram nesse amor, pois Ele lhes apareceu vivo de novo no terceiro dia, tal como haviam predito os divinos profetas, que tinham predito também outras coisas maravilhosas a respeito dele; e a espécie de gente que tira dele o nome de cristãos subsiste ainda em nossos dias”. (Flávio Josefo, História dos Hebreus, Antiguidades Judaicas, XVIII, III, 3 , ed. cit. p. 254). (1, pg. 311 e 3).

Santo Sudário de Turim

Outro aspecto que nos dá a certeza da Ressurreição de Cristo é o Santo Sudário de Turim que aos olhos da ciência é algo inexplicável. Certamente irei postar aqui com calma sobre o Santo Sudário. Este é um assunto que muito me anima a escrever. Mas o fato de termos em um lençol da época de Cristo (sim amigos, o teste do carbono 14 falhou) as marcas do corpo chagado de Cristo em forma tridimensional nos dá a certeza que Ele ressuscitou.

Portanto nesse período em que vamos estudar aqui a Ressurreição de Jesus Cristo, quero convidar a todos vocês a anunciarem essa maravilha a todas as pessoas que vocês conhecem. Não tenha receio de afirmar que o Deus que você crê está vivo e está no meio de nós!

Siga-nos e fique por dentro das novidades:

  

Estudo sobre a ressurreição de Cristo:: A Morada dos Mortos

A Igreja ensina que Jesus depois de sua morte e antes da sua ressurreição, Ele desceu aos infernos. Visitou a morada dos mortos. Isso nós rezamos na oração do creio.

As freqüentes afirmações do Novo Testamento segundo as quais Jesus “ressuscitou dentre os mortos” (1Cor 15,20) pressupõem, anteriormente à ressurreição, que este tenha ficado na Morada dos Mortos. Este é o sentido primeiro que a pregação apostólica deu à descida de Jesus aos Infernos: Jesus conheceu a morte como todos os seres humanos e com sua alma esteve com eles na Morada dos Mortos. Mas para lá  foi como Salvador, proclamando a boa notícia aos espíritos que ali estavam aprisionados. (Cat. §632)

Jesus literalmente morreu. Isso nós vimos aqui. Só que a sua descida a morada dos mortos teve um caráter de salvação. Vou explicar. Antes da vinda de Jesus, as pessoas que morriam desciam para a Mansão dos Mortos. Ali as almas repousavam. Justos e pecadores aguardavam ali o destino da sua eternidade.

A Escritura denomina a Morada dos Mortos, para a qual Cristo morto desceu, de os Infernos, o sheol ou o Hades, Visto que os que lá se encontram estão privados da visão de Deus. Este é, com efeito, o estado de todos os mortos, maus ou justos, à espera do Redentor que não significa que a sorte deles seja idêntica, como mostra Jesus na parábola do pobre Lázaro recebido no “seio de Abraão”. “São precisamente essas almas santas, que esperavam seu Libertador no seio de Abraão, que Jesus libertou ao descer aos Infernos”. Jesus não desceu aos Infernos para ali libertar os condenados nem para destruir o Inferno da condenação, mas para libertar os justos que o haviam precedido. (Cat. §633)

Ao morrer e visitar a Mansão dos Mortos, Jesus com seu poder salvífico resgatou dali os justos. Depois da descida de Jesus ao Sheol, nenhum justo lá permaneceu. Esses dias eu estava pensando nisso e cheguei a algumas conclusões que gostaria de partilhar com você.

1. Aquele que é justo, sempre será resgatado pelo Senhor. Vale a pena se esforçar para ser um bom cristão, um bom católico. É preciso buscar a justiça do Senhor para que na hora Dele, Ele mesmo venha nos resgatar. Veja bem: Muitos que morreram muito antes da vinda de Cristo foram salvos por Ele. A salvação vem para todos os justos. Ainda que nenhum milagre grandioso aconteça na sua vida, ainda que ninguém se lembre de você por toda sua existência, se você busca praticar a justiça de Deus, você alcançará a salvação. Repito: Vale a pena ser justo!

2. Muitas vezes nós nos espantamos com o poder de Jesus, quando vemos um milagre. Nossa medida do poder do Senhor vai até onde vemos com nossos olhos. Mas você já parou para pensar que Jesus é tão poderoso que fez um verdadeiro “limpa” no inferno? Imagina Jesus chegando lá e dizendo na cara do demônio: Esse é justo! Ele vem comigo! Não argumente! Eu sou o Senhor! Eu sei que isso é uma reflexão pessoal, mas acredito que tenha sido assim. Nosso Senhor é poderoso ao ponto de retirar do Sheol as almas que lá já estavam.

Nós que somos católicos precisamos conhecer essas verdades. Até para responder aos que questionam nossa fé. Uma vez alguém me perguntou: Que Jesus é esse que não salvou os que já morreram e foram justos? Graças a Deus consegui responder: Mas claro que salvou, Ele desceu a mansão dos mortos e resgatou todos que estavam lá. Hoje essa pessoa que me fez essa pergunta é católico e busca conhecer sua fé.

Deus abençoe você! Dominus Vobiscum

Obs.: Ouça agora o podcast que fizemos sobre assunto. Clique aqui

Siga-nos e fique por dentro das novidades:

  

AVISO:: Estamos assumindo aqui no blog Dominus Vobiscum uma campanha de oração pela Jornada Mundial da Juventude. A proposta é que todo católico reze um terço por dia de hoje até o evento que acontecerá em 2013 no Rio de Janeiro. Você topa o desafio?

Estudo sobre a ressurreição de Cristo:: Ele venceu a morte!

Depois de muito tempo falando sobre o calvário e a morte de Jesus, hoje começamos um novo tempo de estudo. Vamos falar da Ressurreição de Cristo e de todas as conseqüências deste acontecimento para a vida dos cristãos. Não é fácil falar da morte de Senhor. Todavia quando falamos da ressurreição, é natural que brote em nós uma alegria e uma leveza própria do assunto.

Mas é importante salientar aqui que esse tema já deu muito pano pra manga. Até hoje há quem não acredite que Jesus Ressuscitou dos mortos. Desde o tempo de Jesus, muitos não acreditaram na sua ressurreição. Os apóstolos foram chamados de falsários e chegaram até a serem acusados de esconder o Corpo de Cristo para continuar propagando seu evangelho. Mas a Igreja que permaneceu de pé depois de tanto tempo, unida e firme é a prova concreta de que Cristo venceu a morte. Ele é a cabeça da Igreja.

Jesus Cristo, Filho do Deus Vivo morreu e ressuscitou dos mortos ao terceiro dia como nos ensinaram os Apóstolos e a Sagrada Tradição da Igreja.

“Jesus desceu às profundezas da terra. Aquele que desceu é também aquele que subiu” (Ef 4,9-10). O Símbolo dos Apóstolos confessa em um mesmo artigo de fé a descida de Cristo aos Infernos e sua Ressurreição dos mortos no terceiro dia, porque em sua Páscoa é do fundo da morte que ele fez jorrar a vida (Cat §631)

É importante frisar que em diversas passagens dos quatro evangelhos e do livro de Atos dos Apóstolos se fala sobre pessoas que viram e ouviram o ressuscitado. Os testemunhos dos que viram o Senhor Jesus nos dão a certeza que Ele venceu a morte. Por isso a Igreja proclama na Vigília Pascal:

Cristo, teu Filho, que, retomado dos Infernos, brilhou sereno para o gênero humano, e vive e reina pelos séculos dos séculos. Amem. (Missale Romanum; Evangelistarium romanum; 1975, Vigília Pascal 18: exultet)

A ressurreição de Jesus para nós significa a vitória da vida sobre a morte, a vitória do bem contra o mal, a vitória de Deus sobre o diabo.

Para mim é bom já começar falando de vida e vitória já no fim de 2011. Queremos entrar no novo ano com essa força da ressurreição. Ano novo sempre é tempo de fazer novos propósitos. Então que tal nesse ano fazermos um propósito de começar o ano com uma postura de vida diferente? Que tal deixarmos que Cristo Vivo tome as rédeas da nossa vida?

Hoje é um dia especial na tua vida, porque você no momento que lê este texto, tem a oportunidade de clamar ao Senhor essa vida nova. Peça ao Senhor que Ele encha tua vida com a vida Dele. Se você tem andado cabisbaixo, triste, deprimido ou até depressivo, faça a experiência de pedir que Ele te levante, te erga, te anime e te ressuscite. Se Ele venceu a morte, que é mais dura inimiga a ser vencida, por que não vai vencer a dificuldade e a dor que você passa agora?

Cristo ressuscitou dos mortos. Por sua morte venceu a morte, e aos mortos deu a vida. (Liturgia bizantina, Tropário da Páscoa)

Anime-se! Alegre-se! Exalte ao Senhor! Ele ressuscitou dos mortos para nos dar vida em abundância aqui e agora, e no futuro a vida eterna!

E é sobre isso que vamos falar a partir de hoje no nosso blog!

Siga-nos e fique por dentro das novidades:

  

AVISO:: Estamos assumindo aqui no blog Dominus Vobiscum uma campanha de oração pela Jornada Mundial da Juventude. A proposta é que todo católico reze um terço por dia de hoje até o evento que acontecerá em 2013 no Rio de Janeiro. Você topa o desafio?