Afinal, o que é a Liturgia?

Saudações leitores!

Estamos iniciando hoje mais uma categoria no “Dominus Vobiscum”, onde trataremos de uma tema tão importante para nossa caminhada na fé: a Liturgia!

Vamos tentar, aos poucos, tirar as principais dúvidas acerca do tema, versando sobre o tempo litúrgico, as cores litúrgicas, as fontes da Liturgia, seus livros, a Santa Missa, e tudo o mais que diga respeito a este tema tão rico.

Afinal, o que é a Liturgia?

Você já deve ter ouvido, em alguma Missa ou encontro religioso, que determinado ato praticado não é litúrgico, ou ainda, que determinado grupo será responsável pela Liturgia. Ou ainda, que a liturgia da Igreja prescreve que tal ação ou ato deve ser desta ou daquela forma.

Liturgia, nestes termos, passa a ser algo metódico e rígido, como um manual de conduta, para muitos sem sentido, que deve ser seguido. Mas não é bem assim! Este não é o sentido real da Liturgia. Afinal, você sabe o que é a Liturgia?

A palavra Liturgia vem do grego (λειτουργία = λειτο – “povo” + υργία – “trabalho, ofício”) e significa “serviço” ou “trabalho público”, “do povo”.

No âmbito da Igreja Católica, a Liturgia compreende uma celebração religiosa, guiada por um ritual formal, e elaborada de acordo com regras formais, indispensáveis e obrigatórias, que se expressa de maneira mais clara e evidente por meio da Santa Missa.

Na Bíblia dos Setenta (LXX) ou Septuaginta, a palavra “liturgia” refere-se, apenas, aos ofícios religiosos realizados pelos sacerdotes levíticos no Templo de Jerusalém, sendo que, no princípio, a palavra não era utilizada para designar as celebrações dos cristãos, os quais entendiam que Cristo inaugurara um tempo inteiramente distinto do culto do templo.

Só posteriormente é que o vocábulo foi adotado com um sentido cristão, significando a atualização constante do sacrifício de Jesus pela salvação da humanidade.

Não é que Cristo continue se sacrificando na Cruz, pois Ele já se sacrificou por todos nós de uma vez por todas, morreu e ressuscitou. O que nós, Católicos, fazemos, na Liturgia da Santa Missa, não é, pois, uma encenação, mas sim, a memória da salvação, tornando presente, através da celebração litúrgica, aquele acontecimento do Mistério Pascal de Jesus Cristo, tornando-O presente, efetivamente, naquele momento sublime, quando o sacerdote celebrante consagra o pão e o vinho, tornando-os, pela ação de Deus, no Corpo e Sangue de Cristo.

Mas engana-se quem pensa que a liturgia só diz respeito ao rito, ou ao celebrante e/ou aos grupos encarregados dela. Muito pelo contrário! A liturgia segue, sim, um rito formal, e não poderia ser diferente, pois, solenemente, fazemos memória da nossa salvação, empreendida por Jesus Cristo, mas a Liturgia vai além dos ritos a serem seguidos, é “serviço do povo”, e através dela, todo o povo de Deus participa daquele momento salvífico da Paixão do Senhor.

Somos, através da Liturgia presente no culto a Deus (Missa), como que transportados para o Calvário, para, não por meio de um simple rito, mas através da contemplação verdadeira, oferercermos “um culto agradável a Deus” (Romanos 12, 1-2).

Por isso não é correto afirmar que vamos “assistir” à Missa, e sim, “participar” da Missa! Visto que nossa participação litúrgica é, efetivamente, o serviço do povo de Deus, louvando-O e cultuando-O na Ação de Graças, por meio dos atos e ritos litúrgicos.

A Eucaristia apresenta-se, pois, como nosso principal ato litúrgico.

Surge aí o sentido de Liturgia na Doutrina Católica, como celebração do “Mistério Pascal de Cristo”, sendo por isso o cume para onde tendem todas as ações da Igreja e, simultaneamente, a fonte donde provém toda a sua força vital.

Mas isto é assunto do nosso próximo post. Um grande abraço, e fiquem todos com Deus!

In corde Iesu et Mariae semper,
Equipe “Dominus Vobiscum”.

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Batina: Usar ou não usar? A ciência diz que o uso da batina faz diferença sim!

Queira ou não queira o caso envolvendo o Padre Paulo Ricardo e a carta assinada por 27 sacerdotes ainda anda dando o que falar. Não apenas pelo fato estapafúrdio de ver clérigos (ainda que vermelhos e ávidos defensores da excomungada Teologia da Libertação) recriminando um sacerdote que ensina a verdadeira doutrina, mas também pelo conteúdo das acusações. Sei que o padre Paulo já falou sobre o caso, sei que o bispo também já se pronunciou com um texto um tanto quanto confuso e indefinido, mas queria chamar a atenção sobre um fato levantado na carta: O uso ou não da batina e do clerygman pelos sacerdotes e seminaristas.

Hoje lendo o blog Tubo de Ensaio me deparei com esse texto escrito pelo blogueiro Marcio Antônio Campos, que fala de uma pesquisa sobre o uso da batina. Veja que interessante:

Nos últimos dias vários blogs católicos promoveram uma campanha em defesa do padre Paulo Ricardo, muito conhecido por sua atuação midiática, seus vídeos sobre temas diversos (especialmente o marxismo cultural) e suas participações na Canção Nova. Ele foi atacado em uma carta aberta por 27 outros padres, que o caluniaram das mais diversas formas; uma das “acusações” foi a de que o padre insistia na importância do uso da batina (por mais que padres e até bispos adorem andar disfarçados de leigos por aí, as regras da Igreja Católica obrigam o sacerdote a usar batina ou pelo menos o clergyman, aquele colarinho próprio dos padres). O argumento dos fãs do disfarce é o velho ditado “o hábito não faz o monge”, segundo o qual é perfeitamente possível ser um bom padre sem usar o traje clerical, e que a batina por si só não impede um padre de cometer barbaridades (aliás, concordo com o segundo ponto e discordo do primeiro). O mesmo raciocínio se aplicaria ao hábito das ordens religiosas masculinas e femininas. Mas uma pesquisa de Hajo Adam e Adam Galinsky, da Northwestern University, publicada no Journal of Experimental Social Psychology, parece dar razão ao padre Paulo Ricardo: o traje faz diferença, sim.

A pesquisa avaliou o impacto do traje não na maneira como quem o veste é percebido pelos outros, mas no modo como a pessoa percebe a si mesma quando está usando a roupa característica de sua função. Uma reportagem de Tom Jacobs destrincha a pesquisa mostrando como os participantes da experiência (estudantes de graduação, pelo que entendi) melhoraram seus resultados em testes que exigiam atenção e cuidado quando vestiam jaleco do tipo usado por médicos ou em laboratórios. Para comparar, outros estudantes também estavam com o mesmíssimo uniforme, mas foram informados de que se tratava de jalecos do tipo usado por artistas quando estão pintando. Esse grupo não apresentou nenhuma melhora nos resultados dos testes. “Parece haver algo especial sobre a experiência física de vestir certa peça de roupa”, escreveram os pesquisadores.

E onde entram as roupas usadas por líderes religiosos (e aí não estamos falando só da batina dos padres ou do hábito de frades, monges e freiras)? Galisnky e Adam fizeram um comentário no site Science and religion today explicando que o resultado de sua pesquisa também poderia ser aplicado aos trajes dos clérigos, e que seu uso seria importante “não apenas pela impressão que [o traje] causa nos outros, mas também pela influência que a vestimenta tem sobre os próprios líderes”, já que a roupa “pode exercer influência sobre o modo como quem a usa sente, pensa e se comporta, através do significado simbólico associado a ela”. Assim como uma toga significa justiça, um terno caro significa poder e um jaleco de laboratório significa atenção e foco científico, o traje clerical é associado a “fé, dedicação e ao compromisso de liderança responsável na comunidade religiosa”, e o líder religioso “pode exercer suas tarefas e inspirar seguidores de forma mais efetiva quando usa esse tipo de vestimenta”. É importante ressaltar que o traje não impede nenhum líder religioso de agir mal; mas, pelo que Galinsky e Adam concluem, a roupa tem, sim, um efeito sobre quem a usa. Parece que o padre Paulo Ricardo ganhou um argumento científico para seu esforço pelo uso da batina.

Voltei. Eu penso que se nessa confusão toda acontecer algo estapafúrdio como o Arcebispo de Cuiabá resolver proibir o uso da batina entre seus seminaristas e sacerdotes ele estará dando um tiro no pé, porque ele estará indo de encontro ao que diz a Igreja:

Código de Direito Canônico – 284: “Os clérigos usem hábito eclesiástico conveniente, de acordo com as normas dadas pelas conferências dos Bispos e com os legítimos costumes locais.”

Nota de rodapé do cânone 284: Após entendimentos laboriosos com a Santa Sé, ficou determinado que os clérigos usem, no Brasil, um traje eclesiástico digno e simples, de preferência o “clergyman”(camisa clerical) ou “batina”.

Hoje eu convido aos meus irmãos e amigos que lêem este blog a defender a causa do uso da batina e do clerygman por parte dos padres. Ajudemos os nossos irmãos sacerdotes e seminaristas na retomada da fiel vestimenta dos padres. Dizem que o hábito não faz o monge. Realmente pode não fazer. Mas que ajuda, com certeza ajuda.

Veja também:: Comunicado do Padre Paulo Ricardo a respeito da carta, das injúrias e dos signatários da mesma | Com a tag #padrepauloricardo católicos se manifestam em apoio ao sacerdote |  Caso Padre Paulo Ricardo. Saiba como ajudar! | Se calarem a voz dos profetas, as pedras falarão | Perseguição do clero diocesano de Cuiabá contra o Pe. Paulo Ricardo de Azevedo | Perseguição ao padre Paulo Ricardo | Ajude ao Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Júnior |Padres do Regional Oeste II da CNBB se levantam contra Padre Paulo Ricardo

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Comunicado do Padre Paulo Ricardo a respeito da carta, das injúrias e dos signatários da mesma

Extraído do Site Christo Nihil Praeponere

Queridos irmãos,

Após as recentes manifestações ao redor de minha pregação no dia 20 de fevereiro de 2012, durante o 26º Vinde e Vede, pedi ao senhor Arcebispo para me ausentar de Cuiabá durante esta semana e procurar conselho espiritual e assistência jurídica. Agora que o senhor Arcebispo se manifestou super partes no sentido de paz e de reconciliação, sinto o dever de comunicar o seguinte:

1) Lamento que as minhas palavras tenham sido mal interpretadas;

2) Penso que seja esclarecedor que as pessoas levem em consideração as circunstâncias da pregação. Aquele dia do encontro era voltado para a espiritualidade do Movimento Sacerdotal Mariano, fundado em 1972 pelo Padre Stefano Gobbi. O áudio de toda a pregação foi postado na internet, link aqui, e nele se pode notar o contexto em que aquelas palavras foram pronunciadas. Note-se, por exemplo, que me incluo sempre entre os padres pecadores e que a finalidade daquelas palavras era levar as pessoas à oração pela santificação dos sacerdotes. É sabido que um dos principais carismas do Movimento Sacerdotal Mariano é a oração pela santificação dos sacerdotes;

3) Sem querer acrescentar uma ferida àquelas já abertas, mas também sem dissimular minha posição, devo atestar que não me reconheço na imagem que foi apresentada de minha pessoa, de meu pensamento e de meu ministério;

4) Reconheço que as pessoas têm o direito de questionar a prudência e a oportunidade de uma pregação como aquela. Não tenho pretensão de estar sempre certo em minhas decisões práticas. Mas continua sendo minha opinião, aberta ao questionamento e à revisão, que seja uma verdadeira caridade para com os fiéis adverti-los para o fato de que a Igreja luta atualmente contra uma crise do clero. Sou da posição que, neste caso, o escândalo do silêncio seria muito maior do que a sincera e honesta admissão do problema, por doloroso que isto seja;

5) Que esta crise do clero não atinja todos os padres, com ou sem batina, me parecia uma coisa tão óbvia, que não achei necessário comentar. Mas prometo ser mais cauteloso no futuro. É evidente que eu não tinha pretensão de expor naquela breve palestra toda minha visão a repeito do atual estado do clero católico. Creio que os numerosos fiéis que me acompanharam nestes 20 anos de ministério viram em mim um padre que, reconhecendo os próprios pecados, procura amar a Igreja em geral e o sacerdócio em particular. Foi à formação de irmãos no sacerdócio que dediquei as melhores energias de minha vida;

6) É importante também ressaltar que de minha parte não pretendo divulgar os nomes dos 27 signatários da carta. Cumpre porém ressaltar o seguinte: não é verdade que o clero incardinado em Cuiabá se revoltou em massa contra minhas posições. Para uma mais exata avaliação da realidade divulgo apenas que são 5 padres diocesanos incardinados em Cuiabá, 5 em outras circunscrições e 17 religiosos;

7) Quanto à reconciliação e à restauração da justiça, serão dados passos pastorais e, se necessário, jurídicos. Mas não creio que a internet seja o lugar apropriado para este caminho de reparação. Sei que nos tempos do Big Brother, do Twitter e do Facebook minha visão pode parecer antiquada. Peço, no entanto, que compreendam minha opção de silêncio, ao menos até a solução final que, uma vez alcançada, comunicarei aos amigos;

8) Esta comunicação não seria completa sem que terminasse num agradecimento de coração pelos inúmeros e variados sinais de amizade, confiança e solidariedade que recebi. A todos um sincero e comovido “Deus lhes pague!”

Nestes dias, o nosso site recebeu um número imenso de mensagens oferecendo apoio de toda espécie: orações, jejuns, sacrifícios e provas sinceras de amor e estima. Meu celular não parava de tocar e de receber SMS. Foram literalmente milhares de fiéis, centenas de sacerdotes, alguns bispos e amigos de várias proveniências (um bispo anglicano, vários pastores evangélicos, cristãos em geral e até agnósticos!).

Uma palavra especial para os inúmeros blogs e páginas da internet que manifestaram o seu apoio. Com toda sinceridade não sei como expressar o peso da gratidão a não ser reconhecendo que lhes sou muito obrigado.

Agradeço ao meu Arcebispo pela paciência e o carinho paterno manifestado a ambas as partes envolvidas neste triste episódio.

Quanto a meus pais e minha família… não tenho palavras. No céu vocês verão o meu coração.

Espero poder corresponder, com a graça de Deus, a toda esta expectativa. Asseguro que todos estão muito presentes em minha Eucaristia diária. Continuemos unidos na gratidão a Deus, à Virgem Maria, aos anjos e aos santos de nossa devoção. Continuem a interceder por esta nossa luta e que Deus abençoe a todos.

Várzea Grande, 11 de março de 2012.
Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior

Obs 1.: Na matéria acima os grifos são do Blog Dominus Vobiscum

Obs 2.: Ficamos felizes com a mensagem do Padre Paulo Ricardo e reiteramos nosso apoio a sua pessoa e ao seu ministério. Este blog é continuará sendo um dos maiores divulgadores deste apostolado. Acreditamos na Igreja e esperamos que o trabalho catequético e doutrinal do Padre continue acontecendo.

Obs 3.: Em toda a situação que vivemos fica claro que os católicos não são trouxas e que não querem uma Igreja vermelha. Este tempo já passou. Queremos uma Igreja Católica no Brasil que seja ligada a Roma, ao Papa e fiel na catequese e no ensinamento de Cristo. Na Igreja católica não existe lugar para marxistas!

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Com a tag #padrepauloricardo católicos se manifestam em apoio ao sacerdote

O Brasil inteiro se manifestou, mas foram os cariocas quem levantaram a tag #padrepauloricardo para os TT’s do Rio de Janeiro. Em um dia onde os TT’s mundiais foram dominados por tags em homenagem as mulheres, os católicos da Cidade Maravilhosa conseguiram essa façanha: Colocar a tag #padrepauloricado em 2º lugar nos TT’s do seu estado. Essa façanha para mim é bastante significativa, haja vista que nos outros twittaços que fizemos, conseguimos chegar aos TT’s nacionais e aos TT’s Paulistanos, porém essa foi a primeira vez que um twittaço católico alcança essa marca entre os cariocas.

Além dessa façanha, outra vitória do twittaço: Conseguimos ultrapassar a marca de 10.000 assinaturas da petição pública em apoio ao Padre Paulo Ricardo. Essa marca é muito importante para nós católicos. Com ela podemos mostrar que muita gente admira e absorve o conteúdo doutrinal que o Padre Paulo nos dá diariamente.

Assine a petição em apoio ao padre Paulo Ricardo

E é por essas e outras que queremos mostrar ao clero e ao Arcebispo de Cuiabá que o Brasil está com o Padre Paulo. Está com a Igreja de Cristo e veementemente contra todo e qualquer movimento marxista. Não queremos padres flertando com o comunismo. Queremos padres que sejam padres de verdade e doem suas vidas ao Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. Se não houvessem padres vacilantes, Nossa Senhora em suas aparições não nos teria alertado. Se não houvessem padres querendo viver uma vida diferente da que se propuseram, certamente o Padre Paulo Ricardo não teria falado sobre isso. E o que foi falado não se refere apenas a Arquidiocese de Cuiabá, mas a todas as dioceses do Brasil.

Abaixo quero deixar para você que não pode estar conosco, alguns dos twits que marcaram o twittaço #padrepauloricardo. Confiram!

Gustavo Zanforlim (@guzanforlim)
#padrepauloricardo esta catequizado muitos católicos

Sanclayver Araujo (@Sanclayver_)
Autenticidade, profetismo. Continue #padrepauloricardo

Fabiana Leite (@leite_fabi)
#padrepauloricardo Em um mundo dominado pelo pecado, relativismo e tantas outras mazelas nós precisamos de padres fiéis à Igreja!

Evelyn Mayer Almeida (@evelynsmalmeida)
E já passamos de 10 mil assinaturas em prol de #padrepauloricardo contra… 27 hereges? Ah, vá! É a #Virgem esmagando a cabeça da #serpente

Pe. Leandro (@peleandroluis)
A Santa Igreja se levanta em apoio ao #padrepauloricardo

Daiane Paz (@daianeppacheco)
Precisamos de Sacerdotes FIÉIS e Santos, que ajudem o Povo na caminhada! NÃO precisamos de revolucionários e de COVARDES. #padrepauloricardo

Ivna Donald (@ivnadonald)
Chirsto Nihil Praeponere #PadrePauloRicardo

Luiz Fernando (@Luiz_mobilizar)
Chega d perseguição a Padres coerentes, como o #padrepauloricardo!! A Igreja precisa de Sacerdotes assim!… vamos unir forças

Genira Santos (@Genira_Nina)
Tem padre contra, mas o povo é a favor… EU APOIO O #padrepauloricardo

Tatiane Amaral (@tatianeamarall)
Precisamos de mais padre como o senhor #padrepauloricardo

Pe. Fabiano Carvalho (@ascendat)
O problema da heresia da libertação é que não querem se converter, então se incomodam com o #padrepauloricardo.

Carlos Vendramini (@crf_vendramini)
Rogo os 27 padres de Cuiabá que se convertam ao Catolicismo. Apoio #padrepauloricardo

Cicero Lucas (@leanseissigma)
#padrepauloricardo Acaba de alcançar 10.000 assinaturas a seu favor. São 10.000 x 27. Viva a verdadeira Igreja Católica!

wagner campos (@lamimaniaco)
Médico usa jaleco, PM usa farda, padre usa…. batina. Eu Apoio #padrepauloricardo

Viviane (@a_catequista)
Os 27 padres de Cuiabá são grandes ecologistas. Pagaram o maior MICO com a tal carta aberta e repovoaram as florestas! #padrepauloricardo

ieda floss pedrotti (@iedapedrotti)
Se calarem os profetas as pedras falarão #padrepauloricardo

Ana Maria Bueno (@anamariabueno)
A Santíssima Virgem está tomando conta.#padrepauloricardo

Olavo de Carvalho (@OdeCarvalho)
Assinem a petição em apoio ao #padrepauloricardo –

Wagner Moura (@wagnermoura)
BISPO SÚBITO! #PadrePauloRicardo

Wagner Moura (@wagnermoura)
Batatinha quando nasce se esparrama pelo chão. O capeta quando atenta faz teólogo da libertação!! Longa vida a #padrepauloricardo

Rádio Beatitudes (@radiobeatitudes)
Estamos em oração por #padrepauloricardo

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Oração de intercessão pelo Padre Paulo Ricardo. Reze junto comigo!

Hoje na Santa Missa, o salmo 30 mexeu comigo e me fez lembrar de toda essa situação que envolve o Padre Paulo Ricardo. Gostaria de propor a todos os amigos deste blog a rezarmos hoje este salmo pelo Padre Paulo Ricardo. Que o Senhor o cubra com seu manto e a justiça divina aconteça diante de toda essa situação. Vamos rezar juntos?

SALMO 30

Junto de vós, Senhor, me refugio. Não seja eu confundido para sempre; por vossa justiça, livrai-me!
Inclinai para mim vossos ouvidos, apressai-vos em me libertar. Sede para mim uma rocha de refúgio, uma fortaleza bem armada para me salvar.
Pois só vós sois minha rocha e fortaleza: haveis de me guiar e dirigir, por amor de vosso nome.
Vós me livrareis das ciladas que me armaram, porque sois minha defesa.
Em vossas mãos entrego meu espírito; livrai-me, ó Senhor, Deus fiel.
Detestais os que adoram ídolos vãos. Eu, porém, confio no Senhor.
Exultarei e me alegrarei pela vossa compaixão, porque olhastes para minha miséria e ajudastes minha alma angustiada.
Não me entregastes às mãos do inimigo, mas alargastes o caminho sob meus pés.
Tende piedade de mim, Senhor, porque vivo atribulado, de tristeza definham meus olhos, minha alma e minhas entranhas.
Realmente, minha vida se consome em amargura, e meus anos em gemidos. Minhas forças se esgotaram na aflição, mirraram-se os meus ossos.
Tornei-me objeto de opróbrio para todos os inimigos, ludíbrio dos vizinhos e pavor dos conhecidos. Fogem de mim os que me vêem na rua.
Fui esquecido dos corações como um morto, fiquei rejeitado como um vaso partido.
Sim, eu ouvi o vozerio da multidão; em toda parte, o terror! Conspirando contra mim, tramam como me tirar a vida.
Mas eu, Senhor, em vós confio. Digo: Sois vós o meu Deus.
Meu destino está nas vossas mãos. Livrai-me do poder de meus inimigos e perseguidores.
Mostrai semblante sereno ao vosso servo, salvai-me pela vossa misericórdia.
Senhor, não fique eu envergonhado, porque vos invoquei: Confundidos sejam os ímpios e, mudos, lançados na região dos mortos.
Fazei calar os lábios mentirosos que falam contra o justo com insolência, desprezo e arrogância.
Quão grande é, Senhor, vossa bondade, que reservastes para os que vos temem e com que tratais aos que se refugiam em vós, aos olhos de todos.
Sob a proteção de vossa face os defendeis contra as conspirações dos homens. Vós os ocultais em vossa tenda contra as línguas maldizentes.
Bendito seja o Senhor, que usou de maravilhosa bondade, abrigando-me em cidade fortificada.
Eu, porém, tinha dito no meu temor: Fui rejeitado de vossa presença. Mas ouvistes antes o brado de minhas súplicas, quando clamava a vós.
Amai o Senhor todos os seus servos! Ele protege os que lhe são fiéis. Sabe, porém, retribuir, castigando com rigor aos que procedem com soberba.
Animai-vos e sede fortes de coração todos vós, que esperais no Senhor.

Veja também:: Quem foi o autor da Carta contra o Padre Paulo Ricardo? Nós temos um nome… | Caso Padre Paulo Ricardo. Saiba como ajudar! | Se calarem a voz dos profetas, as pedras falarão | Perseguição do clero diocesano de Cuiabá contra o Pe. Paulo Ricardo de Azevedo | Perseguição ao padre Paulo Ricardo | Ajude ao Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Júnior |Padres do Regional Oeste II da CNBB se levantam contra Padre Paulo Ricardo

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Quem foi o autor da Carta contra o Padre Paulo Ricardo? Nós temos um nome…

Bom, pelo que pude averiguar, a tal carta contra o Padre Paulo Ricardo tem um autor que está prestes a ser identificado. Conseguimos descobrir um nome que pode ou não ser o autor do texto.

Conseguimos esta informação através de um amigo que pegando o arquivo original da carta, checou as propriedades do arquivo e encontrou o nome de Paulo da Rocha Dias. Depois checando a lista dos membros do clero, achamos um padre com o mesmo nome, ligado ao Pontifício Instituto de Missões Estrangeiras. Quem entende um pouco de informática sabe que quando alguém cria um documento de word, o dono do programa tem seu nome registrado nele. Se não foi esse padre quem escreveu, ao menos sabemos que alguém que acessa o computador do Padre foi o autor de tal carta. Veja aqui o arquivo original da CARTA ABERTA.

Ainda na lista de propriedades do arquivo, tem um outro nome, o de Pe.Julio Paulino da Silva. Mas quanto a isso é impossível afirmar que ele tenha participado da elaboração do texto. Todavia ele quem salvou pela última vez o arquivo antes que ele caísse em nossas mãos.

Para ter acesso ao telefone e ao email do padre clique aqui

Acho que poderíamos escrever para ele e perguntar a respeito da autoria dessa carta. O que acham?

Veja também:: Caso Padre Paulo Ricardo. Saiba como ajudar! | Se calarem a voz dos profetas, as pedras falarão | Perseguição do clero diocesano de Cuiabá contra o Pe. Paulo Ricardo de Azevedo | Perseguição ao padre Paulo Ricardo | Ajude ao Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Júnior |Padres do Regional Oeste II da CNBB se levantam contra Padre Paulo Ricardo

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Caso Padre Paulo Ricardo. Saiba como ajudar!

Caríssimos, hoje cedo publiquei aqui no blog que o Padre Paulo Ricardo Azevedo Júnior estava sendo vítima de ataques contra sua pessoa. Dessa vez, o ataque teria vindo em forma de carta, que segundo minhas fontes, foi escrita por alguns padres da Diocese de Cuiabá, para ser entregue a Dom Milton – Arquidiocese de Cuiabá e a CNBB.

“Solicitamos, portanto, de Vossas Excelências Reverendíssimas que Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior seja imediatamente afastado das atividades de magistério no Sedac e das demais atividades por ele desenvolvidas nas diversas instituições formativas sediadas na Arquidiocese e fora dela tais como direção espiritual de seminaristas, palestras, conferências e celebrações, pois não tem saúde mental para ser formador de futuros presbíteros. Pedimos também que seja afastado de todos os meios de comunicação social em todo e qualquer suporte, isto é, meios eletrônicos, meios impressos, mídias sociais e rede mundial de computadores.” (para ver a carta na íntegra, clique aqui)

A carta acusa o Padre Paulo de ser amargurado, fatigado, raivoso, compulsivo, profundamente infeliz e transtornado.

A bomba caríssimos, é que ao que parece a carta realmente é verídica. Pelas informações que recebi, ela foi assinada por 27 padres da Arquidiocese e de outras dioceses próximas que desejam (como mostrei acima),que o Padre seja destituído das suas funções.

Mas o bom é que o povo católico pode ajudar. Se você, mesmo não sendo da Arquidiocese de Cuiabá, é beneficiado pelas pregações do Padre Paulo, gostaria de pedir o seu apoio escrevendo para os bispos da região e mostrando seu descontentamento com a atitude deste padres. Deixo abaixo os nomes, as dioceses e os emails. Agora é nossa vez!

Dom Milton Antônio dos Santos SDB – Arquidiocese de Cuiabá

dmilton@terra.com.br

Dom Antônio Emídio Vilar SDB – Diocese de São Luís de Cáceres

diocese.vilar@terra.com.br

Dom Derek John Christopher Byrne SPS – Diocese de Guiratinga

djcbb@yahoo.com

Dom Gentil Delazari – Diocese de Sinop

delazarigentil@hotmail.com

Dom Juventino Kestering – Diocese de Rondonópolis

juvake@terra.com.br

Dom Neri José Tondello – Diocese de Juína

nerijosetondello@yahoo.com.br

Dom Protógenes José Luft SC – Diocese de Barra do Garças

domprotogenes@hotmail.com

Dom Vital Chitolina Diocese de Diamantino

diocesedtno@uol.com.br

Escreva aos senhores bispos, manifestando sua indignação por esta carta que na minha opinião tem o dedo do capeta. Trate-os com o devido respeito mas não deixe dizer o quão importante é o ministério do Padre Paulo Ricardo para a Igreja e sobretudo para os católicos que tem a internet como fonte de crescimento da fé.

Alem disso, você pode assinar a petição pública em apoio ao Padre Paulo Ricardo e divulgar o nosso twittaço no dia 08/03 às 19h com a tag #padrepauloricardo.

Veja também:: Se calarem a voz dos profetas, as pedras falarãoPerseguição do clero diocesano de Cuiabá contra o Pe. Paulo Ricardo de Azevedo | Perseguição ao padre Paulo Ricardo | Ajude ao Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Júnior |Padres do Regional Oeste II da CNBB se levantam contra Padre Paulo Ricardo

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Se calarem a voz dos profetas, as pedras falarão

Os profetas nunca foram bem vistos pelos que desejam o Reino da mentira e da conveniência. Seria diferente hoje em dia?

Na história do povo de Deus os profetas eram homens escolhidos por Ele, para serem canais da manifestação de sua vontade. Durante muito tempo, eles foram instrumentos poderosos e através destes, a glória do Senhor por diversas vezes foi manifestada.

Foi pela boca dos profetas que muitas vezes o povo de Deus retomou a caminhada. Embora os lobos com pele de cordeiro sempre andassem no meio do povo escolhido, quando Deus via que a coisa andava feia, Ele separava um profeta que aparecia para denunciar o pecado e o erro, e assim o povo recomeçava.

Também nos tempos de hoje, o povo de Deus precisa de profetas. E Deus nos tem mandado alguns. E eles não tem se omitido. Até por que Jesus disse: Se estes (seus discípulos) se calarem, clamarão as pedras! (Lc 19,40).

Ontem à noite recebi um email de uma amiga me contando que o Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, sacerdote da Diocese de Cuiabá estava sendo alvo de uma suposta carta aberta e que seria assinada pelos padres de Cuiabá, Mato Grosso e região, e virtude do posicionamento do mesmo em diversas questões. Ainda não se sabe quem irá assinar, ou já assinou tal carta, todo caso é sabido que o Padre tem sofrido pressões diversas por parte de alguns movimentos que flertam com o marxismo.

A amiga que me enviou a carta me pediu sigilo, pois ao que me parece a Diocese estaria apurando esse fato, bem como buscando os autores da mesma. Porém hoje cedo vi que o assunto já estava na rede. Alguns blogs de amigos já estavam falando sobre o assunto e por isso resolvi escrever também. Eu não vou transcrever a carta, mas você pode ler a carta aqui. Só peço que faça isso depois de ler este texto e meu pensamento.

Não é de hoje que sabemos que o Padre Paulo Ricardo de Azevedo Junior é um apologeta de primeira linha. Defensor da Fé e da Doutrina Católica, ele tem sido uma grande referência para a fé, como foi em outros tempos o grande e saudoso Dom Estevão Bittencourt, OSB. Penso que a diferença dos dois é que no tempo de Dom Estevão não existia internet, e aparecer em uma televisão era muito difícil. Porém o conteúdo é doutrinal é bastante semelhante, até pelo fato de ambos seguirem com fidelidade o ensinamento de Cristo e da Santa Igreja.

Não temos a certeza de que esta carta tenha sido escrita pelos padres da Diocese de Cuiabá, porém uma coisa é fato: Existem muitos sacerdotes que ao invés de viverem com fervor e amor a sua vocação, vivem uma vida medíocre. São de Deus, querendo ser do mundo. Isso não é novidade para ninguém. Se algum leitor deste me blog conhecer uma diocese que não tenha um padre assim, que escreva e proteste.

Na verdade o que eu sei é que é raro, raríssimo que haja uma Diocese onde os padres “vocação light” não exerçam alguma pressão no bispo local quando ele deseja dar uma apertada no parafuso do clero.  Tem bispo que sofre! Rezemos por estes bispos…

O fato que esse tipo de padre (os vocação light) se sentem incomodados quando aparece um padre que consegue fazer o que eles não conseguem (ou não querem): Viver uma vida santa e austera. Foi esse o sentimento que os fariseus tiveram ao se deparar com Jesus e a sua autoridade. Este texto quer na verdade repudiar a ação desta suposta carta, e mais ainda a ação destes supostos padres. Sinceramente, me sinto envergonhado por saber que tem padres que não vivem a sua vocação com integridade. Sinto-me triste em saber que um padre quer difamar o outro para continuar vestindo calças apertadas, assistir sua novela preferida, militar nos grupelhos políticos e virar o catecismo de cabeça para baixo, ensinando asneiras para o povo.

A verdade incomoda o Reino da Mentira. Estão incomodados? Que bom!

De antemão lendo a carta, eu não vi em nenhum momento nada que desabonasse o Padre Paulo. Ao contrário, acho que lendo tal difamação ele deve bem no fundo estar feliz. Ele queria colocar o dedo na ferida e conseguiu. Se ele deseja uma mudança de paradigma na Igreja do Brasil, essa atitude dos “vocação light” mostra que algo bom já começou. Se essa estória for verdadeira e o bispo tiver postura de bispo o que vai acontecer é que essa carta aberta não vai dar em absolutamente nada. Se essa estória for forjada, saberemos que existem forças querendo derrubar o padre, ou seja, quem joga pedras, é porque está vendo frutos.

Porém fica uma observação: Acho que nós católicos do Brasil devemos sim apoiar o Padre Paulo nesse momento. Porém o povo cuiabano precisa se manifestar. A ação precisa vir dos católicos cuiabanos. Eles têm na sua diocese um sacerdote que todos nós gostaríamos de ter nas nossas dioceses. Como diz o jargão da minha cidade: Quem ama cuida! Nós precisamos ser o suporte mas que fique claro, a ação é de vocês.

No mais o que eu proponho:

  1. Assine a petição pública em apoio ao Padre Paulo Ricardo (clique aqui);
  2. Fazer um twittaço dia 08/08 às 19h com a tag #padrepauloricardo (tudo minúscula para facilitar);
  3. Reze ao menos um terço pelo ministério Dele.

Se a verdade incomoda o reino da mentira, o inimigo de Deus deve estar bem incomodado com o anúncio da verdade. Portanto vamos revestir o sacerdote em oração. No mais, deixo com vocês uma  leitura bíblica do profeta Jeremias. Será que ela se aprece com a situação atual? Veja por si mesmo…

Naqueles dias, disseram eles: “Vinde para conspirarmos juntos contra Jeremias; um sacerdote não deixará morrer a lei; nem um sábio, o conselho; nem um profeta, a palavra. Vinde para o atacarmos com a língua, e não vamos prestar atenção a todas as suas palavras”. Atende-me, Senhor, ouve o que dizem meus adversários. Acaso pode-se retribuir o bem com o mal? Pois eles cavaram uma cova para mim. Lembra-te de que fui à tua presença, para interceder por eles e tentar afastar deles a tua ira. (Jr 18,18-20)

Veja também:: Perseguição do clero diocesano de Cuiabá contra o Pe. Paulo Ricardo de Azevedo | Perseguição ao padre Paulo Ricardo | Ajude ao Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Júnior |Padres do Regional Oeste II da CNBB se levantam contra Padre Paulo Ricardo

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Evangelho do Dia:: Cristo vem em auxílio da humanidade ferida

Do Evangelho Quotidiano

Naquele tempo, levantou-se um doutor da Lei e perguntou a Jesus para O experimentar: Mestre, que hei-de fazer para possuir a vida eterna? Disse-lhe Jesus: Que está escrito na Lei? Como lês? O outro respondeu: Amarás ao Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma, com todas as tuas forças e com todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo. Disse-lhe Jesus: Respondeste bem; faz isso e viverás. Mas ele, querendo justificar a pergunta feita, disse a Jesus: E quem é o meu próximo? Tomando a palavra, Jesus respondeu: Certo homem descia de Jerusalém para Jericó e caiu nas mãos dos salteadores que, depois de o despojarem e encherem de pancadas, o abandonaram, deixando o meio morto. Por coincidência, descia por aquele caminho um sacerdote que, ao vê-lo, passou ao largo. Do mesmo modo, também um levita passou por aquele lugar e, ao vê-lo, passou adiante. Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou ao pé dele e, vendo-o, encheu-se de compaixão. Aproximou-se, ligou-lhe as feridas, deitando nelas azeite e vinho, colocou-o sobre a sua própria montada, levou-o para uma estalagem e cuidou dele. No dia seguinte, tirando dois denários, deu-os ao estalajadeiro, dizendo: Trata bem dele e, o que gastares a mais, pagar-to-ei quando voltar. Qual destes três te parece ter sido o próximo daquele homem que caiu nas mãos dos salteadores? Respondeu: O que usou de misericórdia para com ele. Jesus retorquiu: Vai e faz tu também o mesmo. (S. Lucas 10,25-37)

Comentário do Evangelho do dia feito por Santo Efraim (c. 306-373), diácono na Síria; doutor da Igreja

Mestre, qual é o maior mandamento da Lei? Jesus disse-lhe: ‘Amarás ao Senhor, teu Deus […] e amarás ao teu próximo como a ti mesmo’ (Mt 22,36-39). O amor de Deus poupa-nos da morte e o amor do homem poupa-nos do pecado, pois ninguém peca contra aquele a quem ama. Mas que coração poderá possuir em plenitude o amor pelo seu próximo? Que alma poderá fazer frutificar em si mesma, para com toda a gente, o amor nela semeado por este preceito: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo? Os nossos meios são incapazes, por si sós, de ser instrumentos da vontade rápida e rica de Deus: para isso é necessário o fruto da caridade semeado pelo próprio Deus. Deus pode, pela Sua natureza, realizar tudo o que quer; ora, Ele quer dar a vida aos homens. Os anjos, os reis, os profetas […] passaram, mas os homens não foram salvos – até que descesse dos céus Aquele que nos toma pela mão e nos ressuscita.

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