Série Concílios da Igreja: V Concílio de Latrão

Inicou em 10/05/1512 e terminou em 16/03/1517

Papas: Julio II (1503-1513) e Leão X (1513-1521).

As principais descisões deste concílio foram:

1. Contra o concílio sismático de Pisa (1511-1512)

2. Decretos de reforma da formação do clero, sobre a pregação, etc.

3. Condenou a Sanção de Bourges, declaração que favorecia a criação de uma Igreja Nacional da França.

4. Assinatura de uma Concordata que regulamentava as relações entre a Santa Sé e a França.

5. Condenação da tese segundo a qual a alma humana é mortal e uma só para toda a humanidade, de Pietro Pomponazzi.

6. Exigência do Imprimatur para os livros que versassem sobre a fé ou teologia.

Siga-nos e fique por dentro das novidades:

  

Série Concílios da Igreja: Concílio de Basiléia – Ferrara – Florença

Datas e locais:

Basileia – 23/07/1431 a 07/05/1437
Ferrara – 18/09/1437 a 01/01/1438
Florença – 16/07/1439 a ?
Roma – 25/04/1442

Papa: Eugênio IV (1431 – 1447)

As principais decisões deste concílio foram:

1. A reunião com os gregos em 06/07/1439

2. A com os armênios em 22/11/1439

3. A com os jacobistas em 04/02/1442

4. Questões doutrinárias sobre a SS. Trindade:

O Espírito Santo tem sua essência e seu ser subsistente ao mesmo tempo do Pai e do Filho e procede eternamente de Ambos como de um só Princípio e por uma única expiração… E uma vez que tudo o que é do Pai, o Pai mesmo o deu ao seu Filho Único ao gerá-lo, excetuando o seu ser de Pai, esta própria processão do Espírito Santo a partir do Filho, ele a tem eternamente de Seu Pai que o gerou eternamente. (DS 1300-1301) Tudo é uno [neles] lá onde não se encontra oposição de relação (DS 1330).  Por causa dessa unidade o Pai está todo inteiro no Filho, todo inteiro no Espírito Santo; o Filho está todo inteiro no Pai, todo inteiro no Espírito Santo; o Espírito Santo todo inteiro no Pai, todo inteiro no Filho. O Pai, o Filho e o Espírito Santo não são três princípios das criaturas, mas um só princípio (DS 1331).

Siga-nos e fique por dentro das novidades:

  

Série Concílios da Igreja: Concílio de Constança

Teve início em 05/11/1414 e terminou em 22/04/1418.

Papas: situação de vários antipapas

As principais descisões deste concílio foram:

1. A resignação do Papa romano, Gregório XII (1405 – 1415)

2. A deposição do anti-Papa , João XXIII (1410-1415) em 29/05/1415

3. A deposição do anti-Papa avinhense, Benedito XIII (1394-1415) em 26/07/1417

4. A eleição de Martinho V em 11/11/1417

5. A extinção do Grande Cisma do Ocidente (1305 – 1378);

6. A condenação da doutrina de João Hus, João Wiclef e Jerônimo de Praga, precursores de Lutero.

7. O decreto relativo à periodicidade dos Concílios;

8. A rejeição do conciliarismo (prevalência da autoridade dos concílios sobre o Papa).

Siga-nos e fique por dentro das novidades:

  

Série Concílios da Igreja: Concílio de Viena – França

Teve início em 16/10/1311 e terminou em 06/05/1312

Papa: Clemente V (1305 – 1314)

As principais descisões deste concílio foram:

1. Supressão da Ordem dos Templários;

2.Posicionamento contra o modo de viver a pobreza dos franciscanos, chamados “Espirituais”, que adotavam idéias heréticas sobre a pobreza;

3. Condenação do franciscano Pedro Olivi, que admitia no ser humano elementos intermediários entre a alma e o corpo;

Siga-nos e fique por dentro das novidades:

  

Uma entrevista com o Sacristão Papal: Pe. Pavol Benedik

Do Portal Zenit

As tarefas diárias do padre agostiniano Pavol Benedik o põem em contato com alguns dos mais preciosos tesouros da Igreja: a Capela Sistina faz parte da sua rotina diária, bem como os ricos ornamentos e os cálices de pedras preciosas usados em homenagem a Nosso Senhor, ao longo da história. O sacerdote esloveno é o sacristão papal desde 2006, tarefa que o coloca em contato frequente com os tesouros vivos da Igreja, como o Sucessor de Pedro e outros homens eclesiásticos importantes.

ZENIT falou com o Pe. Benedik sobre o seu trabalho e o Dominus Vobiscum quis publicar esta interessantíssima entrevista, pois particularmente nós não sabíamos destas atividades. As perguntas em destaque são do portal Zenit.

Padre, o senhor trabalha em um lugar muito importante: é sacristão do Santo Padre. Além disso, é um sacerdote agostiniano. Por que foi sua ordem monástica a encarregada deste interessante e nobre serviço?

Padre Benedik: Mais ou menos desde o século XIII e XIV, as grandes ordens monásticas realizaram tarefas especiais para a Santa Sé. Durante muito tempo, os dominicanos foram os teólogos papais, os capuchinhos foram pregadores e ao redor do ano 1400 até quase 1600, os agostinianos trabalharam na sacristia. Parte do nosso serviço no passado consistiu em manter a biblioteca do Santo Padre. Mais tarde, as administrações da biblioteca e da sacristia se dividiram e nossa ordem ficou com a da sacristia. Então, é uma longa tradição religiosa para nós. Cuidamos dos elementos sagrados, dos que pertencem ao Santo Padre e também das capelas papais do Vaticano.

Até 1992, a pessoa que ocupava o meu cargo era sempre um bispo. Depois começou a ser um dos nossos irmãos. Pessoalmente, realizo este serviço desde 2006. Esta é a nossa tarefa, em cooperação com o mestre papal de cerimônias, o arcebispo Piero Marini.

Estamos sentados em seu escritório, ao lado da Capela Sistina. Ao nosso redor há armários de madeira. O que há dentro deles? Estão aqui as coisas do Papa atual?

Padre Benedik: Há muitas coisas, algumas delas antigas. Muitos objetos, no entanto, desapareceram com Napoleão Bonaparte, já que ele pegou e destruiu muitos tesouros: tiaras, cálices etc. Ele sabia que, depois da guerra, tinha de devolvê-los, devido aos acordos militares internacionais. Então, fundiu muitos cálices e outros objetos de grande valor histórico. Das quatro tiaras que ele roubou, nenhuma se salvou. A única coisa que pôde ser recuperada foi a esmeralda da tiara de Júlio II, que Napoleão colocou em uma tiara nova e a entregou a Pio VII. Temos também cálices do século XIV. Muitas das coisas que existem são dos tempos do Papa Leão XIII e Pio IX. Há vários ornamentos pontifícios.

Quando o senhor vê o Santo Padre? Como são seus encontros pessoais com ele?

Padre Benedik: Nós nos encontramos nas Missas públicas, na liturgia. Preparamos tudo aquilo de que ele precisa: as vestimentas, os ornamentos, tudo. Antes de começar a Santa Missa, ele permanece em silêncio, em oração, sem dizer nem uma palavra. Não fala porque não há necessidade disso.

Ele o avisa antes, para que o senhor prepare o que é preciso para a Missa?

Padre Benedik: Preparamos tudo em cooperação com o arcebispo Marini. Nunca tivemos nenhum problema, ainda que algumas vezes o arcebispo tenha dito que lhe haviam chamado ao terceiro andar (onde mora o Santo Padre) para fazer-lhe alguma consulta.

Bento XVI também celebra Missas privadas. Onde se levam a cabo e em que idioma?

Padre Benedik: As Missas privadas são celebradas sempre nos apartamentos papais, em sua capela. Ele celebra toda manhã, com seus secretários e com as irmãs da comunidade Memores Domini. Também existem as chamadas Missas semipúblicas, nas quais há mais gente presente, mas a capela não é muito grande. Por razões de capacidade, usa-se a capela Redemptoris Mater ou a capela Paulina. A celebração é normalmente em latim e as leituras são feitas em italiano.

O Papa usa vestimentas e ornamentos que seus predecessores usaram? Ele recebe presentes desse tipo ou objetos para usar nas liturgias?

Padre Benedik: Naturalmente, ele usa objetos que foram usados pelos seus predecessores. Por exemplo, em 1º de janeiro, ele usou as vestimentas litúrgicas de Paulo VI. Também usou objetos dos séculos XVIII e XIX. Não é algo incomum.

Justamente depois da sua eleição, ele usou todas as coisas de João Paulo II, porque não tinha as de sua propriedade. Tinha apenas sua mitra de cardeal, e trocou a insígnia cardinalícia pela papal. Se você me pergunta pela possibilidade de presentear o Papa com vestimentas, é claro que se pode; aliás, isso é muito importante. Também é possível dar outros presentes, dependendo de quem quer realizar a doação. Estes presentes são sinais de respeito. Muitos dos objetos que estão sob o nosso cuidado foram doados: cálices e outros objetos doados aos Papas Pio IX e Leão XIII. Normalmente são doações.

Como é o procedimento quando alguém quer dar um presente ao Papa? Aonde deve ir?

Padre Benedik: Se alguém quer fazer isso, deve escrever à prefeitura da Casa Pontifícia ou ao Ofício de Celebrações Litúrgicas. O presente se dá durante as audiências. Basta notificar previamente.

Bento XVI tem alguma pessoa ou empresa que confecciona suas vestes litúrgicas e sapatos?

Padre Benedik: Não, não existe apenas uma. Não acho que seria apropriado apoiar um monopólio. Se alguém nos doa alguma coisa, é outra questão, mas não quando nós encomendamos. Não vejo razão para que haja uma só empresa. O preço também conta. Escolhemos as melhores opções.

Do que o senhor mais gosta no seu trabalho? Poderia nos contar alguma experiência interessante?

Padre Benedik: É difícil escolher só uma coisa. Estou contente, pois o trabalho que realizo me satisfaz muito. Ele me oferece uma satisfação espiritual. Nunca pensei que chegaria até aqui. Meu superior geral me enviou para cá e me perguntou se eu gostaria; eu concordei (risos). Também estou em contato com o Santo Padre. Ele é muito humilde e atento. Ele nunca fez uma petição especial. Veste-se de humildade e silêncio, e também isso constitui uma experiência espiritual intensa. Além disso, conheço pessoas com grandes capacidades espirituais. Nesta manhã, por exemplo, escutei uma pregação do Pe. Raniero Cantalamessa (o pregador da Casa Pontifícia).

Em seu trabalho, o senhor passa regularmente pela Capela Sistina. Ela é agora, para o senhor, um lugar normal?

Padre Benedik: Às vezes é muito difícil atravessar a Capela, por estar lotada de gente. Mas com frequência me acontece de encontrar coisas novas lá, ou que as pessoas me perguntem certas coisas. Às vezes a atravesso, mas não sou um turista lá. Não posso porque não tenho tempo, devido ao trabalho. Gosto de ir quando ela está fechada ao público. Observar, meditar, pensar sobre as coisas requer silêncio. Nos livros se pode encontrar muitas informações sobre ela, mas para mim, ela é também uma catequese.

Tive uma oportunidade única em agosto do ano passado. Estavam limpando as paredes da Capela: o trabalho começava à tarde e terminava à noite. Tive a oportunidade de ver as pinturas muito de perto, subindo a um andaime. Por exemplo, “O juízo final”. De longe é diferente. Esta foi uma experiência belíssima para mim.

O senhor carrega muitas chaves. Quais são insubstituíveis? Que tesouros o senhor tem ao seu alcance?

Padre Benedik: Há duas muito importantes. Uma é a a da sacristia na qual estão as coisas do Papa. E a segunda, mais importante, é a do tesouro papal, onde se guardam vestimentas antigas, cálices e custódias preciosas. Há, por exemplo, um cálice de 1854, da proclamação do dogma da Imaculada Conceição da Virgem Maria. Ao seu lado, há um cálice de cristal que o Papa Paulo VI trouxe ao tesouro. Também há um cálice de lata de sardinha, que foi usado pelo cardeal tcheco Josef Beran durante suas Missas na prisão.

O senhor diria que esta lata de sardinha é o objeto mais curioso da coleção que o senhor administra?

Padre Benedik: É interessante, por estar ao lado do cálice de 1854, que está decorado com diamantes e ouro; inicialmente, parece ser um cálice comum, com uma lata de sardinha. Mas ambos são muito importantes para a Igreja.

Siga-nos e fique por dentro das novidades:

  

Assim dizem os santos – Sobre o credo (Parte VI)

São Basílio Magno (329-379) – “Nós cremos , pois, e confessamos nossa fé no único Deus verdadeiro e bom, Pai todo-poderoso, criador de todas as coisas, Deus e Pai de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo; no único Filho do Pai, nosso Deus e Senhor Jesus Cristo; único verdadeiro, por quem tudo foi feito, tanto as coisas visíveis como as invisíveis, e em quem tudo subsiste; que estava no princípio junto de Deus e era Deus, e em seguida, conforme as Escrituras, apareceu sobre a terra e habitou com os homens, que sendo de condição divina não reteve avidamente a sua igualdade com Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo, por seu nascimento da Virgem, a condição de escravo e manifestando-se sob o aspecto de homem, quando então cumpria, segundo a ordem do Pai, tudo o que estava escrito dele e sobre ele, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz; ressuscitando dentre os mortos ao terceiro dia, conforme as Escrituras; mostrou-se aos santos Apóstolos e a outros, como está escrito; subiu aos céus e está assentado à direita do Pai, de onde voltará, no fim dos tempos, para ressuscitar todos os homens e dar a cada um a retribuição dos seus atos, indo os justos para a vida eterna e o Reino celeste, enquanto os pecadores serão condenados ao eterno castigo, lá onde o verme não morre e o fogo não se extingue (Mc 9,44). Creio igualmente no único Espírito Santo, o Paráclito, cujo selo recebemos para o dia da Redenção (Ef 4, 30); Espírito de Verdade, Espírito de adoção, o qual clamamos Abbá , Pai (Rom 8,15), que distribui e opera o dom de Deus em cada um conforme convém (1Cor 12,7), conforme lhe apraz (idem), que ensina e sugere tudo que ouviu do Filho (Jo 14,26); que é bom, guiando cada um em toda a verdade e fortificando os fiéis na fé segura, na confissão exata, no culto santo e na adoração em espírito e verdade (Jo 4, 24)… O nome dado a cada um indica um atributo que lhe é próprio … O Pai existe em seu caráter próprio de Pai, o Filho em seu caráter próprio de Filho e o Espírito Santo em seu caráter pessoal, mas nem o Espírito Santo fala por si mesmo (Jo 16, 13), nem o Filho faz algo por si mesmo (Jo 8, 28); o Pai enviou o Filho (Jo 17, 21), e o Filho enviou o Espírito Santo (Jo 16,7)… (Profissão de Fé, PG 31, 675-692)

Siga-nos e fique por dentro das novidades:

  

Série Concílios da Igreja: I e II Concílio de Lyon

I Concílio de Lyon

Aconteceu no período de 28/06 a 17/07 de 1245

Papa: Inocêncio IV (1243 – 1254)

A principal decisão deste concílio foi:

1. A excomunhão e deposição do imperador Frederico II da Alemanha.

II Concílio de Lyon

Aconteceu no período de 07/05 a 17/07 de 1274

Papa: Gregório X (1271 – 1276)

As principais decisões do concílio foram:

1. Procedimentos referentes ao conclave, eleição do Papa em recinto fechado;

2. A união da Igreja latina com a Igreja grega (Constantinopla). 

Siga-nos e fique por dentro das novidades:

  

 

Assim dizem os santos – Sobre o credo (Parte V)

Tertuliano († 220), bispo de Cartago – “A regra de fé – pois é preciso conhecermos desde logo o que professamos – consiste em crer: não há senão um Deus, o criador do mundo, que tirou o universo do nada por meio de seu Verbo, emitido antes de todas as coisas; esse Verbo chamado seu Filho, apareceu em nome de Deus e sob diversas figuras aos patriarcas, se fez ouvir pelos profetas e enfim desceu, pelo Espírito e poder de Deus, ao seio da Virgem Maria, onde se fez carne, passando a viver como Jesus Cristo; em seguida pregou a Nova Lei e a nova promessa do reino dos céus; fez milagres, foi crucificado, ressuscitou ao terceiro dia, foi elevado aos céus e se assentou à direita do Pai; enviou em seu lugar a força do Espírito Santo para guiar os fiéis; virá um dia em glória para levar os santos e dar-lhes o gozo da vida eterna e das promessas celestes, bem como para condenar os profanos ao fogo perpétuo, após a ressurreição de uns e de outros na ressurreição da carne. Tal é a regra que Cristo estabeleceu, como demonstraremos, e que não há de suscitar entre nós quaisquer questões senão as provenientes das heresias e formuladas pelos hereges. Contudo, desde que se mantenha inalterado o conteúdo, podeis pesquisar e discutir quanto quiserdes, dando azo à curiosidade, se algum ponto vos parecer ambíguo ou obscuro… Em suma, é melhor ignorar o que não é preciso saber, se se conhece o que se deve.”

Siga-nos e fique por dentro das novidades:

  

Série Concílios da Igreja: IV Concílio de Latrão

Aconteceu no período de 11 a 30 de novembro de 1215

Papa: Inocêncio III (1198 – 1216)

As principais decisões deste Concílio foram:

1. A condenação dos albigenses e valdenses;

2. A condenação dos erros de Joaquim de Fiore, que pregava o fim do mundo para breve, apoiando-se em falsa exegese bíblica;

3. Declaração da existência dos demônios como sendo anjos bons que abusaram do seu livre arbítrio pecando – ”Com efeito, o Diabo e outros demônios foram por Deus criados bons em sua natureza, mas se tornaram maus por sua própria iniciativa” (DS 800).

4. A realização de mais uma cruzada para libertar o Santo Sepulcro de Cristo, em Jerusalém, que se achava nas mãos dos mulçumanos;

5. A profissão de fé na Eucaristia, tendo sido então usada a palavra “transubstanciação”.

6. A obrigação da confissão e da comunhão anuais.

7. Fixou normas sobre a disciplina e a Liturgia da Igreja.

Siga-nos e fique por dentro das novidades:

  

Série Concílios da Igreja: II e III Concílio de Latrão

II Concílio de Latrão

Aconteceu no mês de abril de 1139

Papa: Inocêncio II (1130 – 1143)

As principais descisões deste concílio foram:

1. O cisma do antipapa Anacleto II.

2. Vetou o exercício da medicina e da advocacia pelo clero.

3. Rejeitou a usura e o lucro.

II Concílio de Latrão

Aconteceu no período de 05 a 19 de março de 1179

Papa: Alexandre III ( 1159 – 1181)

As principais decisões deste conselho foram:

1. Fixação da necessidade de dois terços dos votos na eleição do Papa, ficando excluído qualquer recurso às autoridades leigas para dirimir dúvidas do processo eleitoral.

2. Rejeição do acúmulo de benefícios ou funções dentro da Igreja por parte de uma mesma pessoa.

3. Recomendação da disciplina da Regra aos monges e cavaleiros regulares, que interferiam indevidamente no governo da Igreja.

4. Condenação das heresias da época, de fundo dualista (catarismo) ou de pobreza mal entendida (a Pattária, o movimento dos Pobres de Lião ou Valdenses)

Siga-nos e fique por dentro das novidades: