Papa Francisco a universidades católicas: Preservem e defendam sua identidade

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O Papa Francisco recebeu em audiência ontem o Conselho Diretivo da Universidade Católica Notre Dame dos Estados Unidos, que inaugura um centro em Roma. Em seu discurso assinalou que as universidades católicas têm o dever de dar um testemunho inequívoco e indispensável para defender e sustentar a mensagem cristã, sua identidade católica e os ensinamentos da Igreja .

O Santo Padre recordou que em sua recente exortação Evangelii Gaudium reiterou “a dimensão missionária do discipulado cristão que deve ser relevante na vida das pessoas e na tarefa de qualquer instituição eclesial. Este compromisso de ‘discipulado missionário’, teria que perceber-se de forma especial nas universidades católicas que, por sua natureza, estão comprometidas em demonstrar a harmonia entre fé e razão e em evidenciar a importância da mensagem cristã para uma vida plena e autêntica”.

Por isso, explicou o Santo Padre “é essencial um testemunho decidido nas universidades católicas do ensinamento moral da Igreja e a defesa de sua liberdade, precisamente nas instituições formativas da Igreja e através delas, para defender esse ensinamento proclamado com autoridade pelo magistério de seus pastores”.

“Espero que a Universidade Notre Dame continue oferecendo o seu indispensável e inequívoco testemunho a esse aspecto da sua fundamental identidade católica, especialmente diante das tentativas, de onde quer que venham, de diluí-la. E isto é importante: sua identidade, como foi pensada do começo, para defendê-la, preservá-la e avançar nela!”

O Papa recordou logo o fundador da Universidade Notre Dame, o Padre Edward Sorin, que em 1842 fundou este centro de estudos com alguns religiosos da Congregação da Santa Cruz. Disse que a inspiração que o levou a esta iniciativa “continua sendo chave, também no século XXI, para a identidade que a caracteriza e para seu serviço à Igreja e à sociedade norte-americana”.

O Santo Padre indicou também que desde sua fundação, esta Universidade “deu uma notável contribuição à Igreja no seu país, comprometendo-se na educação religiosa dos jovens e no ensinamento de um saber inspirado na confiança na harmonia entre fé e razão para alcançar a verdade e a virtude”.

“Consciente da importância crítica deste apostolado para a nova evangelização, expresso a minha gratidão pelo compromisso que a Universidade Notre Dame mostrou durante os anos para apoiar e fortalecer a educação católica em primária e secundária nos Estados Unidos”.

Para concluir, o Papa pediu aos presentes que “rezem por mim neste ministério que recebi em serviço ao Evangelho e lhes asseguro minhas orações por vocês e por todos que estão associados a vocês na missão educativa da Universidade Notre Dame”.

Fonte: ACI Digital

Papa Francisco: Viver a Semana Santa é sair de nós mesmos!

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Enfim nesta quarta-feira O Papa Francisco pode estar com o povo de Deus em sua primeira Audiência Geral, que aconteceu na Praça de São Pedro cada vez mais cheia (e ainda dizem que a igreja está definhando). A sua primeira catequese aconteceu justamente na Semana Santa. Segundo ele mesmo disse ao povo, na próxima quarta-feira ele retomará as catequeses sobre o Ano da Fé, como estava fazendo Bento XVI enquanto Chefe da Igreja.

“O que significa viver a Semana Santa para nós?” – questionou o Sumo Pontífice.

É acompanhar Jesus no seu caminho rumo à Cruz e à Ressurreição. Em sua missão terrena, ele falou a todos, sem distinção, aos grandes e aos humildes, trouxe o perdão de Deus e sua misericórdia, ofereceu esperança; consolou e curou. Foi presença de amor. Na Semana Santa, vivemos o vértice desse caminhada de Jesus, que se entregou voluntariamente à morte para corresponder ao amor de Deus Pai, em perfeita união com sua vontade, para demonstrar o seu amor por nós.

O Papa então perguntou: “Que tudo isso tem a ver conosco?” – E ele mesmo respondeu:

Significa que esta é também a minha, a tua, a nossa caminhada. Viver a Semana Santa seguindo Jesus quer dizer aprender a sair de nós mesmos, ir ao encontro dos outros, ir às periferias da existência, encontrar sobretudo os mais distantes, os que mais necessitam de compreensão, de consolação, de ajuda. Viver a Semana Santa é entrar sempre mais na lógica de Deus, do Evangelho. Mas acompanhar Cristo exige sair de nós mesmos, deixar de lado um modo habitudinário de viver a fé . Deus saiu de Si mesmo para vir ao nosso encontro e também nós devemos fazer o mesmo. A falta de tempo não é desculpa. Não podemos nos contentar com uma oração, uma Missa dominical distraída e não constante, de algum gesto de caridade, e não ter a coragem de “sair” para levar Cristo.

A Semana Santa é um tempo de graça que o Senhor nos doa para abrir as portas do nosso coração, da nossa vida, das nossas paróquias, dos movimentos, das associações, e ‘sair’ ao encontro dos outros para levar a luz e a alegria da nossa fé, um raio de amor do Senhor. Sair sempre! E isso com o amor e a ternura de Deus, no respeito e na paciência.

Após a catequese, como de costume, o Pontífice saudou os grupos presentes. Francisco não falou nas várias línguas, mas sim em italiano. A síntese da catequese e da saudação foi lida por um tradutor. Em português, foi feita pelo Pe. Bruno Lins:

Queridos irmãos e irmãs, na Semana Santa, centro de todo o Ano Litúrgico, somos chamados a seguir Jesus pelo caminho do Calvário em direção à Cruz e Ressurreição. Este é também o nosso caminho. Ele entregou-se voluntariamente ao amor de Deus Pai, unido perfeitamente à sua vontade, para demonstrar o seu amor por nós: assim o vemos na Última Ceia, dando-nos o seu Corpo e o seu Sangue, para permanecer sempre conosco. Portanto, a lógica da Semana Santa é a lógica do amor e do dom de si mesmo, que exige deixar de lado as comodidades de uma fé cansada e rotineira para levar Cristo aos demais, abrindo as portas do nosso coração, da nossa vida, das nossas paróquias, movimentos, associações, levando a luz e a alegria da nossa fé. Viver a Semana Santa seguindo Jesus significa aprender a sair de nós mesmos para ir ao encontro dos demais, até as periferias da existência. Há uma necessidade imensa de levar a presença viva de Jesus misericordioso e rico de amor. Queridos peregrinos de língua portuguesa, particularmente os grupos de jovens vindos de Portugal e do Brasil: sede bem-vindos! Desejo-vos uma Semana Santa abençoada, seguindo o Senhor com coragem e levando a quantos encontrardes o testemunho luminoso do seu amor. A todos dou a Bênção Apostólica!

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Papa aos jovens: “Confio-vos a Virgem Maria em sua jornada rumo a JMJ”

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Da Radio Vaticana

Ao término da missa deste Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor, início da Semana Santa, presidida pelo Santo Padre na Praça São Pedro, Francisco, antes da bênção final, fez a oração do Angelus. Na alocução que precedeu a oração mariana, o Pontífice confiou os jovens à Virgem Maria, e o itinerário deles rumo à Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro. A seguir, na íntegra, a alocução do Papa:

“Amados irmãos e irmãs,

No final desta celebração, invoquemos a intercessão da Virgem Maria para que nos acompanhe na Semana Santa. Ela, que seguiu com fé o seu Filho até ao Calvário, nos ajude a caminhar atrás d’Ele, levando com serenidade e amor a sua Cruz a fim de chegarmos à alegria da Páscoa. A Virgem Nossa Senhora das Dores ampare especialmente quem está vivendo situações mais difíceis; lembro de modo particular as pessoas vítimas de tuberculose, sendo hoje o Dia Mundial de luta contra esta doença. E de modo especial entrego a Maria vós próprios, caríssimos jovens, e o vosso itinerário rumo ao Rio de Janeiro. Um bom caminho a todos!”

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Homilia do Papa Francisco na missa do Domingo de Ramos

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Da Canção Nova

Homilia do Papa na Celebração do Domingo de Ramos
Praça São Pedro – Vaticano
Domingo, 24 de março de 2013

Jesus entra em Jerusalém. A multidão dos discípulos acompanha-O em festa, os mantos são estendidos diante d’Ele, fala-se dos prodígios que realizou, ergue-se um grito de louvor: “Bendito seja aquele que vem, o rei, em nome do Senhor! Paz no céu e glória no mais alto dos céus!” (Lc 19, 38).

Multidão, festa, louvor, bênção, paz: respira-se um clima de alegria. Jesus despertou tantas esperanças no coração, especialmente das pessoas humildes, simples, pobres, abandonadas, pessoas que não contam aos olhos do mundo. Ele soube compreender as misérias humanas, mostrou o rosto misericordioso de Deus, inclinou-Se para curar o corpo e a alma.

Este é Jesus. Este é o seu coração que olha para todos nós, que olha as nossas doenças, os nossos pecados. É grande o amor de Jesus. E assim entra em Jerusalém com este amor, e olha para todos nós. É uma cena bela: cheia de luz – a luz do amor de Jesus, aquele do seu coração – de alegria, de festa.

No início da Missa, também nós o repetimos. Agitamos os nossos ramos de palmeira e de oliveira. Também nós acolhemos Jesus; também nós expressamos a alegria de acompanhá-Lo, de senti-Lo perto de nós, presente em nós e em meio a nós, como um amigo, como um irmão, também como rei, isto é, como farol luminoso da nossa vida. Jesus é Deus, mas se abaixou para caminhar conosco. É o nosso amigo, o nosso irmão. Quem nos ilumina no caminho. E assim O acolhemos. E esta é a primeira palavra que gostaria de dizer a vocês: alegria! Nunca sejam homens e mulheres tristes: um cristão não pode nunca sê-lo! Não vos deixeis invadir pelo desânimo! A nossa não é uma alegria que nasce do fato de possuirmos muitas coisas, mas de termos encontrado uma Pessoa: Jesus, que está em meio a nós; nasce do saber que com Ele nunca estamos sozinhos, mesmo nos momentos difíceis, mesmo quando o caminho da vida é confrontado com problemas e obstáculos que parecem insuperáveis, e há tantos! E neste momento vem o inimigo, vem o diabo, disfarçado como anjo muitas vezes, e insidiosamente nos diz a sua palavra. Não o escuteis! Sigamos Jesus! Nós acompanhamos, seguimos Jesus, mas, sobretudo, sabemos que Ele nos acompanha e nos carrega aos seus ombros: aqui está a nossa alegria, a esperança que devemos levar a este nosso mundo. E, por favor, não deixem roubar a esperança! Não deixem roubar a esperança! Aquela que Jesus nos dá.

Mas nos perguntamos: Segunda palavra. Por que Jesus entra em Jerusalém, ou talvez melhor: como entra Jesus em Jerusalém? A multidão aclama-O como Rei. E Ele não Se opõe, não a manda calar (cf. Lc 19, 39-40). Mas, que tipo de Rei é Jesus? Vejamo-Lo: monta um jumentinho, não tem uma corte que o segue, não está rodeado de um exército símbolo de força. Quem O acolhe são pessoas humildes, simples, que têm o sentido de ver em Jesus algo mais; tem aquele sentido da fé, que diz: Este é o Salvador. Jesus não entra na Cidade Santa para receber as honras reservadas aos reis terrenos, a quem tem poder, a quem domina; entra para ser flagelado, insultado e ultrajado, como preanuncia Isaías na Primeira Leitura (cf. Is 50, 6); entra para receber uma coroa de espinhos, uma vara, um manto de púrpura, a sua realeza será objeto de escárnio; entra para subir ao Calvário carregado em uma madeira. E aqui temos a segunda palavra: Cruz. Jesus entra em Jerusalém para morrer na Cruz. E é precisamente aqui que brilha o seu ser Rei segundo Deus: o seu trono real é o madeiro da Cruz! Penso naquilo que Bento XVI dizia aos Cardeais: vós sois príncipes, mas de um Rei crucificado. Aquele é o trono de Jesus. Jesus toma sobre si… Por que a Cruz? Porque Jesus toma sobre si o mal, a sujeira, o pecado do mundo, também o nosso pecado, de todos nós, e o lava, o lava com o seu sangue, com a misericórdia, com o amor de Deus. Olhemos ao nosso redor: quantas feridas o mal inflige à humanidade! Guerras, violência, conflitos econômicos que afetam quem é mais vulnerável, sede de dinheiro, que depois ninguém pode levar consigo, deve deixá-lo. Minha avó dizia a nós crianças: a mortalha não tem bolsos. Amor ao dinheiro, poder, corrupção, divisões, crimes contra a vida humana e contra a criação! E também – cada um de nós o sabe e o conhece – e os nossos pecados pessoais: a falta de amor e de respeito com Deus, para com o próximo e para com toda a criação. Na cruz, Jesus sente todo o peso do mal e, com a força do amor de Deus, vence-o, derrota-o na sua ressurreição. Este é o bem que Jesus faz a todos nós no trono da Cruz. A cruz de Cristo abraçada com amor nunca leva à tristeza, mas à alegria, à alegria de ser salvos e de fazer um pouquinho daquilo que fez Ele naquele dia de sua morte.

Hoje, nesta Praça, há tantos jovens: há 28 anos o Domingo de Ramos é o Dia da Juventude! E aqui aparece a terceira palavra: jovens! Queridos jovens, eu os vi na procissão, quando vocês entraram; imagino-vos fazendo festa ao redor de Jesus, agitando os ramos de oliveira; imagino-vos gritando o seu nome e expressando a vossa alegria por estardes com Ele! Vós tendes uma parte importante na festa da fé! Vós nos trazeis a alegria da fé e nos dizeis que devemos viver a fé com um coração jovem, sempre: um coração jovem, mesmo aos setenta, oitenta anos! Coração jovem! Com Cristo o coração não envelhece nunca! Entretanto, todos sabemos e vós o sabeis bem, que o Rei que seguimos e que nos acompanha é muito especial: é um Rei que ama até à cruz e nos ensina a servir, a amar. E vós não tendes vergonha da sua Cruz! Antes, abraçam a Cruz, porque compreendem que é na doação de si mesmo, na doação de si mesmo, no sair de si mesmo, que se alcança a verdadeira alegria e que com o amor de Deus Ele venceu o mal. Vós levais a Cruz peregrina por todos os continentes, pelas estradas do mundo! Vocês a levaram respondendo ao convite de Jesus “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (cf. Mt 28, 19), que é o tema da Jornada da Juventude deste ano. Vocês a levam para dizer a todos que, na cruz, Jesus abateu o muro da inimizade, que separa os homens e os povos, e trouxe a reconciliação e a paz. Queridos amigos, também eu me coloco em caminho com vocês, na esteira do Beato João Paulo II e de Bento XVI. Já estamos perto da próxima etapa desta grande peregrinação da Cruz. Olho com alegria para o próximo mês de Julho, no Rio de Janeiro! Vinde! Encontramo-nos naquela grande cidade do Brasil! Preparai-vos bem, sobretudo espiritualmente, nas vossas comunidades, para que este Encontro seja um sinal de fé para o mundo inteiro. Os jovens devem dizer ao mundo: é bom seguir Jesus; é bom caminhar com Jesus; é boa a mensagem de Jesus; é bom sair de si mesmo, às periferias do mundo e da existência para levar Jesus! Três palavras: alegria, cruz, jovens.

Peçamos a intercessão da Virgem Maria. Que Ela nos ensine a alegria do encontro com Cristo, o amor com que O devemos contemplar ao pé da cruz, o entusiasmo do coração jovem com que O devemos seguir nesta Semana Santa e por toda a nossa vida. Assim seja.

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Papa Francisco celebrará a Missa da Ceia do Senhor em Instituto Penal para Menores

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Mais uma atitude do Papa Francisco que vai dar o que falar (e que falem mesmo)! O Vaticano anunciou esta manhã que o Papa Francisco celebrará a Missa da Ceia do Senhor (Quinta-feira Santa) no Instituto Penal para Menores de Casal del Marmo, em Roma. A notícia veio do site da Rádio Vaticano.

Como o próprio nome diz, a entidade abriga menores infratores e esta receberá a visita do Santo Padre justo em um dia onde o evangelho fala do amor que devemos ter uns pelos outros, e pelo célebre gesto do Lava-pés.

E para quem pensa que isso é uma novidade na vida do Sumo Pontífice, é preciso saber que enquanto cardeal, todos os anos ele escolhia uma prisão, um abrigo de pobres ou casa penal para esta celebração.

As demais celebrações da Semana Santa serão realizadas conforme o previsto e anunciado pelo Setor de Celebrações Litúrgicas. De manhã, o Papa celebrará na Basílica de São Pedro a Missa do Crisma.

Eu particularmente falando, fiquei muito feliz com esta notícia, pois penso que a Igreja precisa anunciar Jesus Vivo e Vivido aonde mais se precisa. Isto não é progressismo, é evangelho! Alguns certamente ficarão incomodados com este gesto justamente por achar que ser católico é ficar sentado, acomodado com seus livros, pensamentos e conceitos engessados (nada contra a leitura, até porque este blog promove a leitura, porém a nossa fé não se resume a isso). Mas ser católico é bem mais que isso, é sair em busca do outro, ensinar-lhe quem é Jesus Cristo e assim trazê-lo ao seio da Mãe Igreja.

Longa vida ao Papa Francisco!

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Homilia do Papa Francisco na Missa que marca o início do seu Ministério Petrino

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Confesso que não é todo dia que consigo diponibilizar as homilias do Santo Padre na íntegra. É que até as recebo em italiano de forma rápida, mas a tradução para o português leva tempo e como somos trabalhadores nem sempre temos esta disponibilidade. Mas hoje para “Noooooossa alegria”, o Site do Vaticano disponibilizou a homilia na íntegra, traduzida para o português. Ao invés de você ficar ouvindo frases que este ou aquele site deu as palavras do Papa, penso que vale a pena você ler e tirar suas próprias conclusões. Ela está disponível em marron e os grifos são meus. Pax Domini!

SANTA MISSAIMPOSIÇÃO DO PÁLIO E ENTREGA DO ANEL DO PESCADOR PARA O INÍCIO DO MINISTÉRIO PETRINO DO BISPO DE ROMA – Praça de São Pedro, 19 de março de 2013, Solenidade de São José

Queridos irmãos e irmãs!

Agradeço ao Senhor por poder celebrar esta Santa Missa de início do ministério petrino na solenidade de São José, esposo da Virgem Maria e patrono da Igreja universal: é uma coincidência densa de significado e é também o onomástico do meu venerado Predecessor: acompanhamo-lo com a oração, cheia de estima e gratidão.

Saúdo, com afeto, os Irmãos Cardeais e Bispos, os sacerdotes, os diáconos, os religiosos e as religiosas e todos os fiéis leigos. Agradeço, pela sua presença, aos Representantes das outras Igrejas e Comunidades eclesiais, bem como aos representantes da comunidade judaica e de outras comunidades religiosas. Dirijo a minha cordial saudação aos Chefes de Estado e de Governo, às Delegações oficiais de tantos países do mundo e ao Corpo Diplomático.

Ouvimos no Evangelho, que José fez como lhe ordenou o anjo do Senhor e recebeu sua esposa (Mt 1, 24). Nestas palavras, encerra-se já a missão que Deus confia a José: ser custos, guardião. Guardião de quem? De Maria e de Jesus, mas é uma guarda que depois se alarga à Igreja, como sublinhou o Beato João Paulo II:

São José, assim como cuidou com amor de Maria e se dedicou com empenho jubiloso à educação de Jesus Cristo, assim também guarda e protege o seu Corpo místico, a Igreja, da qual a Virgem Santíssima é figura e modelo (Exort. ap. Redemptoris Custos, 1).

Como realiza José esta guarda? Com discrição, com humildade, no silêncio, mas com uma presença constante e uma fidelidade total, mesmo quando não consegue entender. Desde o casamento com Maria até ao episódio de Jesus, aos doze anos, no templo de Jerusalém, acompanha com solicitude e amor cada momento. Permanece ao lado de Maria, sua esposa, tanto nos momentos serenos como nos momentos difíceis da vida, na ida a Belém para o recenseamento e nas horas ansiosas e felizes do parto; no momento dramático da fuga para o Egipto e na busca preocupada do filho no templo; e depois na vida quotidiana da casa de Nazaré, na carpintaria onde ensinou o ofício a Jesus.

Como vive José a sua vocação de guardião de Maria, de Jesus, da Igreja? Numa constante atenção a Deus, aberto aos seus sinais, disponível mais ao projeto d’Ele que ao seu. E isto mesmo é o que Deus pede a David, como ouvimos na primeira Leitura: Deus não deseja uma casa construída pelo homem, mas quer a fidelidade à sua Palavra, ao seu desígnio; e é o próprio Deus que constrói a casa, mas de pedras vivas marcadas pelo seu Espírito. E José é guardião, porque sabe ouvir a Deus, deixa-se guiar pela sua vontade e, por isso mesmo, se mostra ainda mais sensível com as pessoas que lhe estão confiadas, sabe ler com realismo os acontecimentos, está atento àquilo que o rodeia, e toma as decisões mais sensatas. Nele, queridos amigos, vemos como se responde à vocação de Deus: com disponibilidade e prontidão; mas vemos também qual é o centro da vocação cristã: Cristo. Guardemos Cristo na nossa vida, para guardar os outros, para guardar a criação!

Entretanto a vocação de guardião não diz respeito apenas a nós, cristãos, mas tem uma dimensão antecedente, que é simplesmente humana e diz respeito a todos: é a de guardar a criação inteira, a beleza da criação, como se diz no livro de Génesis e nos mostrou São Francisco de Assis: é ter respeito por toda a criatura de Deus e pelo ambiente onde vivemos. É guardar as pessoas, cuidar carinhosamente de todas elas e cada uma, especialmente das crianças, dos idosos, daqueles que são mais frágeis e que muitas vezes estão na periferia do nosso coração. É cuidar uns dos outros na família: os esposos guardam-se reciprocamente, depois, como pais, cuidam dos filhos, e, com o passar do tempo, os próprios filhos tornam-se guardiões dos pais. É viver com sinceridade as amizades, que são um mútuo guardar-se na intimidade, no respeito e no bem. Fundamentalmente tudo está confiado à guarda do homem, e é uma responsabilidade que nos diz respeito a todos. Sede guardiões dos dons de Deus!

E quando o homem falha nesta responsabilidade, quando não cuidamos da criação e dos irmãos, então encontra lugar a destruição e o coração fica ressequido. Infelizmente, em cada época da história, existem Herodes que tramam desígnios de morte, destroem e deturpam o rosto do homem e da mulher.

Queria pedir, por favor, a quantos ocupam cargos de responsabilidade em âmbito económico, político ou social, a todos os homens e mulheres de boa vontade: sejamos guardiões da criação, do desígnio de Deus inscrito na natureza, guardiões do outro, do ambiente; não deixemos que sinais de destruição e morte acompanhem o caminho deste nosso mundo! Mas, para guardar, devemos também cuidar de nós mesmos. Lembremo-nos de que o ódio, a inveja, o orgulho sujam a vida; então guardar quer dizer vigiar sobre os nossos sentimentos, o nosso coração, porque é dele que saem as boas intenções e as más: aquelas que edificam e as que destroem. Não devemos ter medo de bondade, ou mesmo de ternura.

A propósito, deixai-me acrescentar mais uma observação: cuidar, guardar requer bondade, requer ser praticado com ternura. Nos Evangelhos, São José aparece como um homem forte, corajoso, trabalhador, mas, no seu íntimo, sobressai uma grande ternura, que não é a virtude dos fracos, antes pelo contrário denota fortaleza de ânimo e capacidade de solicitude, de compaixão, de verdadeira abertura ao outro, de amor. Não devemos ter medo da bondade, da ternura!

Hoje, juntamente com a festa de São José, celebramos o início do ministério do novo Bispo de Roma, Sucessor de Pedro, que inclui também um poder. É certo que Jesus Cristo deu um poder a Pedro, mas de que poder se trata? À tríplice pergunta de Jesus a Pedro sobre o amor, segue-se o tríplice convite: apascenta os meus cordeiros, apascenta as minhas ovelhas. Não esqueçamos jamais que o verdadeiro poder é o serviço, e que o próprio Papa, para exercer o poder, deve entrar sempre mais naquele serviço que tem o seu vértice luminoso na Cruz; deve olhar para o serviço humilde, concreto, rico de fé, de São José e, como ele, abrir os braços para guardar todo o Povo de Deus e acolher, com afeto e ternura, a humanidade inteira, especialmente os mais pobres, os mais fracos, os mais pequeninos, aqueles que Mateus descreve no Juízo final sobre a caridade: quem tem fome, sede, é estrangeiro, está nu, doente, na prisão (cf. Mt 25, 31-46). Apenas aqueles que servem com amor capaz de proteger.

Na segunda Leitura, São Paulo fala de Abraão, que acreditou com uma esperança, para além do que se podia esperar (Rm 4, 18). Com uma esperança, para além do que se podia esperar! Também hoje, perante tantos pedaços de céu cinzento, há necessidade de ver a luz da esperança e de darmos nós mesmos esperança. Guardar a criação, cada homem e cada mulher, com um olhar de ternura e amor, é abrir o horizonte da esperança, é abrir um rasgo de luz no meio de tantas nuvens, é levar o calor da esperança! E, para o crente, para nós cristãos, como Abraão, como São José, a esperança que levamos tem o horizonte de Deus que nos foi aberto em Cristo, está fundada sobre a rocha que é Deus.

Guardar Jesus com Maria, guardar a criação inteira, guardar toda a pessoa, especialmente a mais pobre, guardarmo-nos a nós mesmos: eis um serviço que o Bispo de Roma está chamado a cumprir, mas para o qual todos nós estamos chamados, fazendo resplandecer a estrela da esperança: Guardemos com amor aquilo que Deus nos deu!

Peço a intercessão da Virgem Maria, de São José, de São Pedro e São Paulo, de São Francisco, para que o Espírito Santo acompanhe o meu ministério, e, a todos vós, digo: rezai por mim! Amém.

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Resumo da Missa que marcou o início do pontificado do Papa Francisco

Papa recebe o anel de pescador das mãos do Cardeal Angelo Sodano.

Papa recebe o anel de pescador das mãos do Cardeal Angelo Sodano.

A Missa que deu início ao pontificado do Papa Francisco teve tudo: Liturgia eficiente e dentro dos padrões, cantos gregorianos, entrega do pálio, do anel, promessa de obediência dos senhores cardeais e sobretudo muita festa para o Sumo Pontífice.

A solene missa de início do pontificado de Francisco começou no interior da Basílica de São Pedro, onde o novo Pontífice entrou para orar perante o túmulo de Pedro. Francisco desceu à cripta da Basílica de São Pedro para rezar junto com os patriarcas e os arcebispos maiores das igrejas católicas orientais presentes à missa. O novo Pontífice se ajoelhou perante o túmulo e orou por alguns minutos antes de incensar o local.

Dois diáconos levaram ao túmulo de São Pedro o pálio e o anel do Pescador, símbolos do poder pontifício, levados à praça. Enquanto isso, os cardeais esperaram ao redor do Altar da Confissão, no centro da Basílica de São Pedro, sob o qual se encontra o túmulo do primeiro Papa.

Após a oração, o Papa, os patriarcas e arcebispos maiores das igrejas orientais e os cardeais sairam em procissão até o altar da Praça de São Pedro, onde teve então início a missa celebrada pelo Papa Francisco.

Durante a missa, ele recebeu o pálio e o anel do Pescador, símbolos do Pontificado. O pálio, entregue pelo cardeal-protodiácono, Jean-Louis Tauran, é uma estola decorada com as cruzes do martírio, confeccionada com lã de cordeiro que simboliza o pastor que cuida das suas ovelhas. Ele mede 2,60 metros de comprimento e 11 centímetros de largura. O anel do Pescador, em prata dourada, leva uma imagem de Pedro com as chaves e jogando as redes para pescar. Francisco o usará até sua morte ou renúncia, quando o camerlengo irá retirá-lo antes de amassar ou anular a fim de que ninguém possa usá-lo e também para simbolizar o final do pontificado.

Depois aconteceu o rito da obediência. Seis cardeais – dois da ordem dos bispos, dois da dos presbíteros e dois da dos diáconos – em nome dos 207 que formam o Colégio Cardinalício demonstraram obediência ao novo Papa.

Pelo menos 132 países enviaram delegações. A presidente (desculpem-me mas o bom português que aprendi na escola me impede de chamá-la de presidentA) Dilma Rousseff participou da missa acompanhada por uma comitiva de ministros e assessores. Estavam presentes também 32 líderes de diversas outras religiões, segundo o Vaticano.

Se você sentiu falta da homilia, aguarde que em breve irei disponibilizar na íntegra para você!

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Vídeo: A primeira homilia do Papa Francisco

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Papa Francisco deixa seu cartão de visitas em sua primeira missa como Sumo Pontíficie

papa_francesco_messa_O Papa Francisco celebrou hoje por volta das 17h (horário de Roma) uma missa privada na Capela Sistina junto aos 114 cardeais eleitores do conclave, bispos, religiosos e religiosas, pessoas ligadas à organização do Conclave, dentre outros convidados. A sua homilia pelo pouco que consegui captar nos jornais italianos e outros meios de comunicação, conseguiu mexer e muito comigo.

As pesquisas mais significativas foram nos sites Radio Vaticano (em italiano), Giornale Il Fatto Quotidiano e Il Messaggero. Quero destacar aqui algumas frases importantes do Santo Padre que teve como fundamento a passagem do Evangelho de Mateus, capítulo 16, onde Jesus diz à Simão Pedro: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mt 16, 18).

primeira-missa papa francisco

  • Caminhar, edificar e confessar são as bases da nossa Igreja;
  • A vida é caminhar e quando paramos de caminhar, algo não está bem;
  • Gostaria que todos nós tivéssemos coragem de caminhar na presença do Senhor;
  • Quando caminhamos sem a Cruz de Cristo, somos do mundo. Podemos ser bispos, padres e cardeais, mas sem a Cruz somos do mundo, e não seus discípulos;
  • Quem não prega o Senhor Jesus, prega o diabo;
  • Se não proclamarmos Jesus, nos tornaremos uma ONG piedosa e não a Igreja – Esposa de Cristo;
  • Quando não se edifica a construção sobre a pedra o que acontece? Acontece o mesmo que acontece com as crianças na praia que fazem castelos de areia e estes como não tem consistência, vêm abaixo com qualquer coisa;
  • Tenhamos coragem de caminhar na presença do Senhor, com a Cruz do Senhor, de edificar a Igreja sob o Sangue do Senhor, derramado na Cruz; e de confessar a única glória, Cristo Crucificado. É assim que a Igreja avançará!

Pois é como dizia um amigo meu, para bom entendedor, pingo do “i” é letra…

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“Deixai a Basílica aberta: Sou um peregrino aqui e quero estar entre os peregrinos”

Papa-Francesco-Santa-Maria-Maggiorecom informações da Rádio Vaticana

Papa Francisco acordou cedo já nesta manhã dirigiu-se até a Basílica de Santa Maria Maior, no centro de Roma, para uma oração a Nossa Senhora, como tinha anunciado ontem aos fiéis nas suas primeiras palavras dirigadas do Balcão central da Basílica Vaticana de São Pedro logo após a sua eleição. As agências de notícias destacam que o Papa não utilizou o automóvel tradicionalmente usado pelos Pontífices com a placa SCV 1, mas sim um veículo com uma simples placa do Vaticano SCV 3578.

Ainda do lado de fora, deu um olé nos jornalistas e saudou estudantes que passavam próximos da Basílica.

Acompanharam o Papa o Prefeito da Casa Pontifícia, Dom George Gaenswein, e o Vice-prefeito da Casa Pontifícia, Leonardo Sapienza. Foi uma visita muito breve, caracterizada exclusivamente pelo recolhimento do Papa Francisco em oração diante do Altar da Madonna Santa Maria Maggiore, que é uma de suas devoções particulares.

O jornal italiano Quotidiano afirmou que na visita, o Papa pediu que não se fechasse a Basílica unicamente para ele, dizendo ser na ocasião apenas um peregrino que desejava estar entre os demais peregrinos:

“Lasciate la basilica aperta – ha detto ai collaboratori approssimandosi a S.Maria Maggiore – sono un pellegrino, voglio andare tra i pellegrini”

Um dos sacerdotes que estava lá é Padre Elio Monteleone, penitencieiro da Basílica de Santa Maria Maior, que declarou à agência Ansa:

“Parecia que ele fosse Papa há muito tempo; estava bem à vontade. Cumprimentou-nos e disse a cada um de nós algumas palavras. Foi muito acolhedor e simples”.

Alguns meios de comunicação estão noticiando que ainda hoje o Papa Francisco deve se deslocar para Castel Gandolfo para encontrar-se com o Papa Emérito Bento XVI, mas os jornalistas italianos afirmam que provavelmente este encontro acontecerá amanhã ou depois em virtude dos compromissos do Santo Padre.

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