Como anda sua afetividade?

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Desde que comecei a postar orações aqui no Dominus Vosbiscum, tenho separado uma parte das manhãs de quarta-feira,  além desta manhã ter sido atribulada eu não sabia qual oração postar… Durante o almoço, mais uma vez o assunto foi afetividade e sexualidade.

Tenho notado que muitas pessoas passam por esses problemas de afetividade e sexualidade, vejo que cada um reage de uma maneira à estes sentimentos, outros simplesmente não reagem.

Por isso, compartilho uma oração pela Afetividade e Sexualidade e lhe chamo a orar por essa área da sua vida também! Peço que não a leia simplesmente a oração, deixe seu coração e mente se acalmar, pense em todas as formas de afetividade e sexualidade que já viveu ou vive, coloque-as no Senhor…

“Senhor, eu meu coloco na tua presença nesse momento. Peço-te perdão por todos os meus pecados do momento presente e  pelos pecados que cometi no meu passado. Faço o propósito de buscar um sacerdote o quanto antes para viver uma boa confissão e receber o sacramento da reconciliação. Entrego-te, a minha afetividade e a minha sexualidade. Recebe, Senhor a minha vida sentimental. Percorra todas as áreas da minha vida. Cura todas as feridas e carências do meu coração. Cura também Senhor todos os traumas desde o período em que eu estava no ventre materno até o dia hoje. Liberta-me de todas as consequências que trago do pecado em mim. As consequências dos meus pecados e dos pecados dos meus antepassados.  Liberta-me, Senhor de todos os espíritos malignos que afetam minha afetividade e a minha sexualidade. Liberta-me de todos os vícios na sexualidade. Perdão, Senhor, por todas as pessoas que já machuquei nessas áreas. Dai-me a graça de perdoar todas as pessoas que me feriram também. Derrama o seu sangue sobre todo o meu ser. Lava-me, purifica-me e liberta-me, no poder do teu nome, Senhor. Amém”

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Bento XVI revela o mistério do corpo nu

Do Portal Zenit

Bento XVI apresentou, na última sexta-feira, a “beleza integral” da sexualidade, que pode ser compreendida ao descobrir o mistério que o corpo humano esconde. O Papa resumiu, com estas palavras, as contribuições mais originais do pensamento de João Paulo II, em sua “teologia do corpo”.

O sucessor de Karol Wojtyla tratou deste tema ao receber em audiência os membros do Instituto Pontifício João Paulo II, centro acadêmico universitário fundado pelo Pontífice polonês na sede da Universidade Pontifícia Lateranense de Roma, por ocasião dos 30 anos de sua fundação. Aquele c

entro foi criado em 13 de maio de 1981, mas João Paulo II não pôde pronunciar suas palavras de anúncio, devido ao atentado provocado pelo terrorista Ali Agca.

Joseph Ratzinger começou recordando que, pouco depois da morte de Michelangelo, o pintor Paolo Veronese foi chamado diante da Inquisição, com a acusação de ter pintado figuras inapropriadas ao redor da Última Ceia.

“O pintor respondeu que também na Capela Sistina os corpos estavam representados nus, com pouca reverência. Foi o próprio inquisidor quem defendeu Michelangelo com uma resposta que se tornou famosa: ‘Você não sabia que nestas figuras não há nada que não seja espírito? Atualmente, é difícil para nós entender estas palavras – reconheceu o Papa – porque o corpo aparece como matéria inerte, pesada, oposta ao conhecimento e à liberdade próprios do espírito. Mas os corpos pintados por Michelangelo estão repletos de luz, vida, esplendor.”

“Ele queria mostrar, dessa maneira, que nossos corpos escondem um mistério – reconheceu o Papa. Neles, o espírito se manifesta e age. Estão chamados a ser corpos espirituais.”

“Se o nosso corpo está chamado a ser espiritual, sua história não deveria ser a da aliança entre o corpo e o espírito? De fato, longe de opor-se ao espírito, o corpo é o lugar em que o espírito habita. À luz disso, é possível entender que nossos corpos não são matéria inerte, pesada, mas que falam – se soubermos escutar – com a linguagem do amor verdadeiro. O corpo, prosseguiu, nos fala de uma origem que nós não conferimos a nós mesmos”. “Podemos afirmar que o corpo, ao revelar-nos a Origem, carrega consigo um significado filial, porque nos recorda nossa geração, que mostra, através dos nossos pais que nos deram a vida, Deus Criador.”

“Somente quando reconhece o amor original que lhe deu a vida, o homem pode aceitar a si mesmo, pode se reconciliar com a natureza e com o mundo. À criação de Adão segue a de Eva. A carne, recebida de Deus, está chamada a tornar possível a união de amor entre o homem e a mulher e a transmitir a vida. Os corpos de Adão e Eva aparecem, antes da Queda, em perfeita harmonia.”

“Há neles uma linguagem que não criaram, um eros radicado em sua natureza, que os convida a receber-se mutuamente do Criador, para poder, dessa maneira, doar-se.”

“A verdadeira fascinação da sexualidade nasce da grandeza desse horizonte que se abre: a beleza integral, o universo da outra pessoa e do ‘nós’ que nasce da união, a promessa de comunhão que lá se esconde, a fecundidade nova, o caminho que o amor abre a Deus, fonte de amor.”

“A união em uma só carne se torna, então, união de toda a vida, até que o homem e a mulher se convertam também em um só espírito. Abre-se, assim, um caminho no qual o corpo nos ensina o valor do tempo, do lento amadurecimento no amor.”

A partir desta perspectiva, concluiu o Papa, “a virtude da castidade recebe um novo sentido. Não é um ‘não’ aos prazeres e à alegria da vida, mas o grande ‘sim’ ao amor como comunicação profunda entre as pessoas, que exige tempo e respeito, como caminho rumo à plenitude e como amor que se converte em capaz de gerar a vida e de acolher generosamente a vida nova que nasce”.

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