Comissão de Direitos Humanos convida o padre Paulo Ricardo para discutir os direitos do nascituro

Padre Paulo RicardoMais uma boa notícia! E desta vez não apenas para os católicos, mas para todos que defendem a vida desde a sua concepção. O site da Câmara dos Deputados publicou em seu site que a Comissão de Direitos Humanos e Minorias realizará uma audiência pública na quarta-feira (dia 10 de julho), às 14 horas, para discutir os direitos humanos do nascituro. Essa por si só seria uma ótima notícia. Porém o melhor de tudo é que entre os convidados para essa audiência está o Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, que segundo o site é mestre em Direito, junto com representantes dos ministérios da Justiça e da Saúde. O debate ocorrerá no Plenário 9.

O deputado Henrique Afonso (PV-AC), que propôs a audiência, afirma ser necessário “discutir as estratégias internacionais que investem uma grande quantidade de recursos para promover uma cultura de morte no Brasil por meio de organizações não governamentais”. Não conheço o histórico deste deputado, mas devo dizer que nessa ele marcou um ponto importante a favor da vida, pois sabemos da ampla bagagem que o Padre Paulo tem e que certamente será mais um voz de peso a falar em defesa aos nascituros.

“O Poder Legislativo e a sociedade brasileira há muito querem e precisam saber o motivo por tanta pressão pela legalização do aborto no Brasil”, completa Henrique Afonso.

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Aborto: CNBB reage a ministra

Dom Raymundo: ‘Qualquer debate sobre os direitos da mulher não pode excluir os direitos do nascituro’.

Diário do Comércio

Em carta à presidente Dilma Rousseff, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) criticou a posição da nova ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, que defendeu a legalização do aborto no País. “Como sanitarista, tenho que dizer que o aborto é uma questão de saúde pública, e não ideológica. Como o crack, as drogas, a dengue, o HIV, todas as doenças infecto-contagiosas”, disse a ministra na semana passada.

No dia em que assumiu o cargo de ministra, no dia 10 de fevereiro, ao ser questionada sobre as críticas de líderes evangélicos a respeito de sua posição sobre a legalização do aborto, Meniccuci respondeu: “Só quero dizer que o aborto inseguro é a quarta causa de morte materna e quinta causa do SUS [Sistema Único de Saúde]. O governo tem posição em relação a isso que é pública. E vamos trabalhar. Convicção é convicção, como já foi dito pela presidente”.

Reação – Em entrevista à imprensa, ontem, o presidente da CNBB, dom Raymundo Damasceno Assis, informou que a Igreja Católica reitera seu compromisso em “defesa da vida em todo o seu estado natural, desde sua concepção e é absolutamente contra o aborto”. “A vida merece respeito desde o princípio, desde a concepção. Essa é uma questão inegociável”, disse dom Raymundo.

A CNBB anunciou também hoje que a campanha da fraternidade deste ano focará o tema “Saúde Pública”. A campanha será lançada oficialmente no dia 22 de fevereiro, com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Após encerramento da reunião mensal do Conselho Episcopal Pastoral (Consep), dom Raymundo informou que não vai dar publicidade ao teor da carta antes que a presidente Dilma tome conhecimento do texto, mas disse que a posição da igreja é bastante clara.

Veja também > Por uma sociedade que diz NÃO ao aborto

“Não podemos tergiversar sobre esse tema tão importante. A Igreja se preocupa com a maternidade e a paternidade precoces e com a gravidez indesejável. Por isso defendemos políticas públicas para as mulheres em situação de risco”, explicou o arcebispo. “Qualquer debate sobre os direitos da mulher não pode excluir os direitos do nascituro”, acrescentou o religioso.

A CNBB, segundo dom Raymundo, não interfere no direito da presidente de escolher seus auxiliares. “A presidente é livre para escolher seus ministros. Não interferimos nisso. Mas a CNBB estranha que logo no início dos trabalhos a ministra tenha abordado uma questão tão polêmica”, disse. “Há outras questões mais relevantes que precisam ser tratadas pelo governo”, acrescentou o arcebispo.

Questão pessoal – “Ela disse que se tratava de uma posição pessoal, não do governo. Não entramos em questões pessoais, nem em debate ideológico”, completou o secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner. “A CNBB só propõe o fundamental: a defesa da dignidade do ser humano, e por isso não deu uma nota pública sobre a manifestação da ministra”, disse.

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Por uma sociedade que diz NÃO ao aborto

Prometi a mim mesmo que evitaria escrever aqui no blog sobre política. Não que não seja necessário, mas é que a proposta do blog é ensinar sobre catequese e mostrar as pessoas riquezas da nossa Igreja que infelizmente passam despercebidos por nós católicos. Já faz alguns dias que comecei a publicar aqui textos da Igreja Primitiva e os Apotegmas dos Padres do Deserto, coisas que estavam engavetadas há muito tempo.

Porém me senti na obrigação de escrever depois que li dois textos do Reinaldo Azevedo em seu blog e sobretudo depois que vi a movimentação dos católicos no facebook e no twitter. É o que eu sempre digo: Política e religião se misturam, quando os valores que julgamos fundamentais para nossa sociedade são colocados em cheque. Veja os textos que falei clicando aqui e depois clicando aqui

Recentemente nossa presidente que disse na campanha eleitoral ser “contra” o aborto, nomeou professora Eleonora Menicucci como ministra das mulheres. Eu não conhecia essa senhora, mas fiquei abismado quando li uma entrevista da mesma a uma interlocutora chamada Joana Maria e publicada no site da Universidade Federal de Santa Catarina. Não tenho como publicar o link aqui, pois ele foi retirado do site. Quando li, confesso que me senti enojado. Fiquei mal o dia inteiro pensando como uma pessoa pode ser do jeito que essa senhora disse ser. Nem mesmo a Nazaré Tedesco ou a Tereza Cristina das novelas podem ter uma trajetória tão asquerosa. Parte da entrevista você encontra aqui. Pelo menos até darem um jeito de retirar do ar novamente.

Essa senhora foi colocada em um lugar importante do governo: O Ministério da Mulher.

E agora algumas perguntas são colocadas para que alguém possa nos esclarecer: Porque a presidente que disse ser “contra o aborto” coloca alguém desse naipe para defender a mulher? Será que sua promessa de se colocar em neutralidade com relação ao aborto será mantida? Embora a ministra seja do executivo ela tem poder para pressionar o legislativo a impor a descriminalização do aborto?

Agora o que mais me preocupa é a seguinte questão: E nós católicos ficaremos de braços cruzados em relação a isso?

Gostaria de propor aqui no blog que todos os católicos que defendem a vida, deixem aqui suas sugestões a respeito do que nós devemos fazer. Seria interessante marcarmos esse ponto de encontro comentando nesse texto e dando sugestões. De antemão, gostaria de dizer que até sou favorável a um novo twittaço, porém algo de concreto precisa ser feito. E como não sei se os padres e bispos irão se manifestar, acredito que serão os leigos a protagonizarem mais essa reivindicação.

Fico no aguardo das opiniões dos amigos blogueiros, twitteiros e facebookers. Só peço que as sugestões sejam publicadas aqui neste post (não no facebook e nem no twitter) para que todos possam ler e debater a fim de chegarmos a uma posição comum.

Obs.: Esse post é dedicado a defesa da vida e ao combate ao aborto. Não serão aprovados comentários marxistas que defendam o assassinato de crianças no ventre materno.

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