Podcast: Como é a relação entre o homem e Deus?

É com muita alegria que anunciamos o retorno dos nossos podcasts! Logo abaixo você confere o primeiro deles e toda vez que você ver esta imagem, saiba que teremos um podcast novo ok?

Podcast: Como é a relação entre o homem e Deus?

No primeiro podcast tínhamos que falar de Deus!

No nosso primeiro podcast vamos falar da complexa história de amor entre Deus e o homem, um amor desigual e ao mesmo tempo tão bonito. E fica a pergunta: Quem é Deus para você afinal? Ficou curioso? Então clica no play abaixo. Não teve curiosidade? Clica assim mesmo! Vai que você gosta…

Baixe e ouça no seu celular, ou envie para os seus amigos!

Agora você pode baixar o podcast para escutar quando quiser ou para enviar para os seus amigos. E se você tiver uma webradio católica e quiser inserir este material na sua programação pode baixar e programação. Mas neste caso fica um pedido: Não edite o arquivo. Coloque o programa na íntegra ok?

:: Para baixar o programa clique aqui.

Dominus Vobiscum

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Formações para o dia de Corpus Christi

corpus christi

Você sabe a Origem da Solenidade de Corpus Christi?

Hoje é um dia muito importante para nós católicos: Dia de Corpus Christi. Mas você sabe a origem dessa data? Sabe o que esta festa representa? Assista ao vídeo e comente se desejar. Você sabe a Origem da Solenidade de Corpus Christi

Corpus Christi:: Um ensinamento dos Padres do Deserto

Hoje, dia de Corpus Christi, quero deixar a todos os irmãos que visitam este blog, como presente, este ensinamento dos Padres do Deserto sobre o Corpo e o Sangue de Cristo. Não tenho a data certa, mas tendo em vista ter sido a história dada como crédito aos Padres do Deserto, acredito que tenha ocorrido […]

Corpus Christi:: Monsenhor Jonas Abib nos fala sobre os mistérios eucarísticos

Existem vídeos que mesmo antigos, são muito atuais. O vídeo que postei abaixo é um exemplo disto: Monsenhor Jonas Abib nos fala sobre os Mistérios Eucarísticos. É um vídeo para assistir várias vezes, seja pelo ensinamento rico, seja para matar as saudades de ver este querido sacerdote falando conosco!

Estudo sobre a Igreja Católica: Por que dizemos que Cristo é a cabeça da Igreja?

Chamamos a Igreja de Corpo Místico de Cristo. Esta definição tem base no que a Igreja Católica Apostólica Romana desde os seus primórdios entende ser o plano de Deus para nós. Santo Agostinho, um dos primeiros bispos da Igreja e depois santo e doutor assim dizia:

“Congratulemo-nos, pois, e demos graças pelo fato de nos termos tornado não apenas cristãos, mas o próprio Cristo. Compreendes, a graça que Deus nos fez, dando-nos Cristo por Cabeça? Admirai e alegrai-vos: nós tornamo-nos Cristo. Com efeito, uma vez que Ele é a Cabeça e nós os membros, o homem completo é Ele e nós […]. A plenitude de Cristo é, portanto, a Cabeça e os membros. Que quer dizer: a Cabeça e os membros? Cristo e a Igreja” [Santo Agostinho, In Iohannis evangelium tractatus 21, 8: CCL 36, 216-217 (PL 35, 1568)]

O Catecismo da Igreja Católica (dos parágrafos 792 a 795) nos ensina que Cristo e a Igreja são, pois, o “Cristo total” (Christus totus). A Igreja é una com Cristo. Isto é de uma beleza e grandiosidade que não tem tamanho. O apóstolo Paulo usa esta expressão para falar sobre Jesus Cristo:

“Ele existe antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem Nele. Ele é a Cabeça do corpo, da Igreja. Ele é o Princípio, o primogênito dentre os mortos e por isso tem o primeiro lugar em todas as coisas.” (Cl 1,18)

O Catecismo ainda afirma que Ele é o Princípio da criação e da Redenção. Elevado à glória do Pai, tem em tudo a primazia, principalmente sobre a Igreja, por meio da qual estende o seu reinado sobre tudo quanto existe.

Esta comparação de Jesus Cristo e a Igreja com a cabeça e o corpo é realmente impressionante! Quando paramos para imaginar que a cabeça é o principal órgão do nosso corpo, ou pelo menos o que nos diferencia dos animais irracionais, é possível fazer uma série de analogias, e delas extrair grandes ensinamentos para nós.

Jesus Cabeça – Liderança.

Comumente dizemos que quando alguém “lidera” algo, ele é o cabeça. Neste caso, o termo “cabeça” consiste em liderança. Jesus é o líder supremo e soberano da Igreja Católica Apostólica Romana. Porém para nós esta liderança é um pouco mais que isso. Ele é o modelo ao qual devemos seguir. É aquele com quem devemos parecer dia a dia. Jesus é aquele que devemos imitar. Ser cristão nada mais é do que imitar a Cristo no dia a dia…

A cabeça pensa. O corpo reage.

Assim como cérebro humano dita o que o restante do corpo deve fazer, Cristo – Cabeça da Igreja – diz ao restante do Corpo o que ele deve fazer, onde e como o corpo deve caminhar. É claro que Ele não aparece a todos e fala a todos. Sua voz se faz ouvir pelo Magistério da Igreja. Se o corpo não responde aos comandos do cérebro, dizemos que ele está doente. Da mesma forma, dizemos que o membro do corpo que não responde a Cristo está em desacordo com a fé.

A cabeça forma. Transforma o corpo.

A cabeça transforma o corpo. Ela comanda. E quando o corpo responde, acontece a transformação. Não é verdade que os médicos dizem que para emagrecer é preciso querer? Também não afirmam que para sair da droga é preciso força de vontade? Da mesma forma, quando o corpo obedece a cabeça que é Cristo, acontece uma transformação: O corpo é introduzido nos mistérios da vida de Cristo e assim associado aos seus sofrimentos como o corpo à cabeça, unidos à sua paixão para ser unidos à sua glória.

A cabeça alimenta o corpo.

Na cabeça está o cérebro que pensa e a boca que alimenta. Por isso dizemos que Cristo distribui ao seu Corpo – que é a Igreja – o alimento que é o seu corpo, e ao mesmo tempo os dons e os serviços pelos quais mutuamente nos ajudamos no caminho da salvação.

“Cabeça e membros são, por assim dizer, uma só e mesma pessoa mística.” (São Tomás de Aquino, Summa theologiae 3, q. 48, a. 2, ad 1: Ed. Leon. 11, 464.)

Devemos ser gratos a Deus por ter a oportunidade de fazer parte do Corpo Místico de Cristo. Continuamos no próximo post!

Pax Domini

Leia também: Por que dizemos que a Igreja é o povo de Deus? | Quais as características do povo de Deus? | Quando somos sacerdotes, profetas e reis?

Estudo sobre a Igreja Católica: Quando somos sacerdotes, profetas e reis?

Precisamos entender bem quando dizemos que o povo de Deus é um povo de sacerdotes, profetas e reis.

Depois de tanto tempo na Igreja é normal observarmos alguns absurdos ensinados em movimentos, pastorais e até em homilias. Um erro gravíssimo que encontro é quando o palestrante ou pregador ensina aos fiéis presentes a noção que ser “Filho de Deus” é algo que impõe uma determinada posição de destaque, privilégio ou superioridade. É fato que muitas vezes esta impressão é passada para “elevar a estima” dos fiéis que tantas vezes está meio derrubada devida a tantos problemas, mas mesmo assim, na maioria das vezes o tiro sai pela culatra e as pessoas acabam acreditando que por serem “filhos e filhas de Deus”, elas tem alguma espécie de privilégio espiritual, ou acham que por serem “filhos e filhas”, Deus tem a obrigação de lhes dar o que precisam na hora que desejam…

A primeira coisa que devemos entender é que todo ser humano se torna filho ADOTIVO de Deus, quando passa a fazer parte do seu Corpo Místico através do Sacramento do Batismo. E isto acontece não pelo mérito da pessoa, mas pela misericórdia de Jesus Cristo que morreu por nós, e nos fez parte de seu Corpo. Ora, se Jesus é a cabeça da Igreja e Deus é Pai da “cabeça”, também é Pai do Corpo. Logo, quando nos tornamos cristãos através do batismo, somos que “enxertados” nesta filiação. Para um pai que adota uma criança, é fato que ele a considera como um filho de sangue, mas sabemos que no caso de Deus, a adoção não nos torna “deuseszinhos”. Não é que Deus agora tenha milhões de filhos. Ele tem um- Jesus Cristo – e nós somos filhos porque fazemos parte do seu corpo (que é a Igreja).

Se existe um sentimento que devemos expressar ao mundo por sermos filhos de Deus, este sentimento é de GRATIDÃO. Devemos sim, ser eternamente agradecidos a Jesus Cristo por esta filiação divina. O cristão católico não tem o direito de exigir nada de Deus alegando ser seu filho. Também não devemos nos sentir superiores aos outros irmãos por que fomos agraciados com esta dádiva. Devemos ao contrário, amá-los e ajudá-los a encontrar o caminho de Deus, para que eles também se tornem seus filhos.

Outro erro comum que encontramos em diversos ensinamentos pastorais é quando se diz que o povo de Deus é um povo de sacerdotes, profetas e reis. Sim de fato o somos. Porém muitas vezes os ensinamentos que nos dão a este respeito são ensinamentos errados, que precisam ser corretamente explicados. E é isso que gostaria de falar com você agora, definindo todos os termos e colocando os pingos nos “i”.

Jesus Cristo é Aquele que o Pai ungiu com o Espírito Santo e constituiu “sacerdote, profeta e rei”. Todo o povo de Deus participa destas três funções de Cristo, com as responsabilidades de missão e de serviço que delas resultam. (CIC§ 783)

Nós como Corpo Místico de Cristo, participamos enquanto povo das três funções que o Pai deu a Jesus Cristo pelo Espírito Santo. É importante que se diga, que nós até somos um povo de sacerdotes, profetas e reis, mas isso se dá quando participamos ativamente do Corpo de Cristo, que é a Igreja.

Sacerdotes – Participamos da missão de Jesus Cristo enquanto sacerdotes, quando a partir do momento em que somos batizados nos consagramos para sermos uma casa espiritual e um sacerdócio santo. Somos um povo de sacerdotes quando oferecemos ao Senhor sacrifícios espirituais para a nossa santificação enquanto pessoas e enquanto comunidade (Igreja).

Existem pessoas que usam este termo para tentar clericalizar tudo e querer que nós leigos façamos as funções dos sacerdotes. O padre tem uma missão particular e não cabe aos leigos excuta-las. Leigo é leigo e padre é padre. Ponto final. Mesmo que um padre queira que o leigo execute esta ou aquela função (que cabe unicamente ao sacerdote) alegando que você pode ser sacerdote, profeta e rei, isto está errado.

Você enquanto povo de Deus se torna um sacerdote, quando você durante o seu dia oferece orações a Deus, quando você ao passar por um determinado sacrifício no seu dia, não esmorece e ao contrário, entrega aquele sacrifício ao Senhor e quando você resiste a uma tentação e permanece distante do pecado, ofertando aquela luta interior ao Senhor como ato do seu amor.

Profetas – Participamos da missão de Jesus Cristo enquanto profeta quando aderimos à fé transmitida aos santos de uma vez por todas de forma completa, e ao invés de questionarmos a doutrina católica, buscamos encontrar nela as respostas e nos aprofundamos no conhecimento da mesma, nos tornando então testemunhas de Cristo no meio deste mundo.

Não somos um povo profético por que saímos por ai anunciando o fim do mundo. Isto é maluquice. Não somos profetas quando saímos por ai apontando os defeitos dos outros. Isso é coisa de fofoqueiro. Não somos profetas porque saímos por ai denunciando as injustiças dos ricos com os pobres e promovendo greves, badernas e quebra-quebra. Isso é coisa de socialista.

Podemos até dizer aos irmãos que não sabemos o dia em que o Senhor irá chegar e que é prudente se preparar porque este dia pode ser amanhã. Podemos também fazer, USANDO DE CARIDADE, uma correção fraterna indo DIRETAMENTE ao irmão e lhe mostrando o que a fé católica lhe diz sobre este ou aquele ato. Podemos (e devemos) cuidar dos pobres, mas não unicamente deles. E em todos os momentos devemos usar o amor, e não atitudes de ódio e revolta.

Enquanto povo de Deus profético, somos chamados a conhecer a doutrina, aderir a ela com fé e mostrar com a vida que somos de Deus.

Reis – Participamos da missão de Jesus Cristo enquanto Rei na função real de Cristo, Rei e Senhor do universo, que se fez o servo de todos, pois “não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida como resgate pela multidão” (Mt 20, 28). Para o cristão, reinar é servi-Lo, em especial nos pobres e nos que sofrem, nos quais a Igreja reconhece a imagem do seu Fundador pobre e sofredor. O povo de Deus realiza a sua dignidade real na medida em que viver de acordo com esta vocação de servir com Cristo.

Não podemos pensar que por sermos com Cristo reis em sua função real, temos que ter regalias, confortos e bens. Isto não é verdade! É certo que pela graça de Deus haveremos de ter bens materiais, momentos de alegria, descanso e conforto. Mas isso devido a nossa luta, ao nosso trabalho, a nossa maneira de organizar as finanças, a diversos outros fatores. Mas não pelo fato de sermos Filhos de Deus, ou vivemos o Sacerdócio Régio de Cristo. E não sou rico e não sou menos filho de Deus do que aqueles que são. Quem segue por este caminho acabará se revoltando com Deus e com os irmãos. E Deus não quer este tipo de coisa para nós.

Para ser rei com Cristo é necessário ser servo. Simplesmente isso!

Espero que este texto tenha elucidado para você alguns pontos importantes sobre a missão do povo de Deus enquanto sacerdotes, profetas e reis. Esero que você continue visitando nosso blog e lembramos que você pode deixar o seu comentário (desde que coloque o nome e o email).

Deus abençoe você e até o próximo post!

Leia também: Por que dizemos que a Igreja é o povo de Deus? | Quais as características do povo de Deus?

Estudo sobre a Igreja Católica: Quais as características do povo de Deus?

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Olá! Ontem começamos um novo estudo: Vamos falar da Igreja enquanto Povo de Deus. No post anterior dissemos que Deus quis salvar os homens, mediante a criação de povo e não de maneira isolada. Dissemos também que Ele escolheu inicialmente um povo, mas que com a vinda de Cristo, este povo passou a ser formado por judeus e pagãos, mediante a sua fé em Jesus Cristo. Bom isto é um breve resumo. Se desejar, leia o texto anterior antes de prosseguir!

Hoje vamos dar mais um passo no nosso estudo e falar das características do Povo de Deus. Eu achei isso muito interessante e gostaria de partilhar com vocês. O Catecismo da Igreja Católica no parágrafo 782 cita alguns pontos que precisam ser observados. São eles:

1. Deus não é propriedade de nenhum povo.

Este é um ponto interessante e talvez o mais importante a ser dito. Nenhum povo é “dono de Deus”. Ao contrário, Deus é que adquiriu e constituiu um povo que se torna povo mediante o seu Filho Jesus Cristo, que faz este povo “raça eleita e nação santa”.

2. Quem faz parte deste povo?

Os membros do povo de Deus não são apontados pelo seu nascimento físico, cor da pele, nacionalidade ou outra característica qualquer. Para ser membro do Povo de Deus é necessário “nascer do alto, da água e do espírito” (Jo 3, 3-5), isto é, pela fé em Cristo e pelo Batismo. Isto é muito importante para nós católicos: O batismo é primeiro passo para que alguém se torne membro deste povo.

3. Quem é o cabeça, o chefe deste povo?

O Povo de Deus é a Igreja (e quando eu falo Igreja eu falo da verdadeira – A Igreja Católica Apostólica), que tem por cabeça (chefe) Jesus Cristo. Assim como a Igreja é o povo de Deus, ela também é chamada de Corpo Místico de Cristo. Por isso afirmamos que Jesus é a cabeça e o seu povo é o corpo místico. Antigamente quando alguém era ungido, o óleo santo era derramado sobre a cabeça da pessoa. Da cabeça, o óleo descia para o restante do corpo. Da mesma forma, da cabeça que é Jesus, flui a unção do Espírito Santo para o resto do corpo.

4. Chamados a liberdade de Filhos de Deus.

O povo de Deus é chamado primeiramente a liberdade dos Filhos de Deus. É preciso entender que esta liberdade não é a mesma que o mundo nos oferece onde tudo pode. Isso é libertinagem. A liberdade dos Filhos de Deus consiste em livremente e conscientemente fazer a vontade de Deus, obedecendo aos seus ensinamentos e cuidando do seu corpo, alma e espírito como um templo no qual reside o Espírito Santo.

5. O Povo de Deus obedece a uma Lei.

O povo de Deus é chamado primeiramente a amar como Jesus amou. Isso quer dizer: Ajudar, servir, promover e perdoar os outros membros do povo de Deus e àqueles que ainda não fazem parte deste povo. Em outras palavras: Somos chamados a amar! Muito embora esta lei seja bonita e talvez até poética, é uma lei dura demais para ser vivida. Não é fácil viver o amor na prática, pois isto requer uma convivência diária, perdão constante e um eterno recomeçar. Como dizia um grande amigo meu: “Quem pensa que é fácil está enganado”. Porém é uma aventura para corajosos que tem no coração o desejo de ser inteiramente de Deus.

6. A missão do Povo de Deus.

A missão do povo de Deus é ser sal na terra e luz no mundo. O povo de Deus é chamado a ser sinal de unidade, esperança e salvação. Somos chamados a ir contra a correnteza do mundo, fazendo as nossas escolhas à luz de Cristo. Nossa missão é mostrar ao mundo que é possível, que tem jeito, que podemos ser felizes mesmo em meio a tanta infelicidade que existe.

7. Sua pátria. Seu destino.

O povo de Deus é chamado a caminhar rumo ao seu destino último: O Reino de Deus, que começa aqui e que será consumado no fim dos séculos. Embora o povo de Deus viva em uma pátria nesta terra, o povo de Deus tem como pátria a Jerusalém Celeste. Por isso dizemos que somos “cidadãos do céu”.

Jesus Cristo chama todos os homens e mulheres para fazer parte do seu Povo Eleito. E não nos custa muito: Basta apenas querer! Aceitar Jesus como seu Senhor e Salvador, visitar a Igreja da sua paróquia, participar da Santa Missa frequentemente, buscar os sacramentos e conversar com outros católicos sobre este desejo são os primeiros passos que devemos dar.

Espero que você tenha gostado do texto! Deus abençoe e até a próxima!

Leia também: Por que dizemos que a Igreja é o povo de Deus?

Estudo sobre a Igreja Católica: Por que dizemos que a Igreja é o povo de Deus?

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Comumente ouvimos a expressão “Povo de Deus” quando alguém se refere às pessoas que frequentam a Igreja. Mas será que o termo é justificado? Será que de fato o povo de Deus diz respeito unicamente as pessoas que vão a Igreja? De onde vem esta expressão?

No blog Dominus Vobiscum que você acabou de acessar, fazemos um contínuo estudo do Catecismo da Igreja Católica, com o objetivo de partilhar com você aquilo que a doutrina da Igreja Católica ensina de uma forma mais simples, sem tantas palavras rebuscadas para facilitar o entendimento de todos. Neste momento estamos estudando especificamente a nossa Igreja, seus termos e expressões. Eis que chega a hora de entender a expressão “povo de Deus”.

Para entender o significado desta expressão, é preciso antes de tudo entender o plano de Deus para a humanidade. O catecismo nos ensina que Deus quis salvar os homens desde o momento em que o pecado entrou no mundo. E para isso Ele com toda a sua inteligência e sabedoria pensou na melhor maneira de fazer isso e chegou a conclusão que ele não deveria realizar esta salvação de forma isolada, mas constituindo os homens em um só povo. O Compêndio do Catecismo da Igreja Católica diz no parágrafo 153:

“A Igreja é o povo de Deus porque aprouve a Deus santificar e salvar os homens não isoladamente, mas constituindo-os num só povo, reunido pela unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo.”

Esta afirmação é tão verdadeira que se tomamos a Bíblia para fazer um estudo sobe o tema, não precisamos ir muito longe para ver que o próprio Deus inicialmente escolheu Israel para ser o seu povo e estabeleceu com ele uma aliança. Quanto mais vamos estudando e avançando na Bíblia, vemos que Deus não desistiu deste povo. Ao contrário, instruiu-o progressivamente, foi mostrando a ele a sua vontade ao longo do tempo e tornando este povo um povo santo.

Porém este povo se tornou mais numeroso com a vinda de Jesus Cristo. Ele que é a Nova Aliança, fez com que judeus e pagãos que se voltaram a Cristo, se tornassem um só povo. Se o povo de Israel se constituía povo pelos laços de sangue, o povo de Deus após a vinda de Cristo se torna povo através de laços espirituais. É o Espírito Santo que faz com que as pessoas de diferentes lugares, povos, raças e nações se tornem um só povo: O Povo de Deus!

É importante dizer que a expressão “povo de Deus” não pode ser usada para justificar pessoas perfeitas e imaculadas. O povo de Deus está a caminho e, portanto é um povo cheio de defeitos como qualquer outra pessoa. A pessoa se torna “Povo de Deus” justamente quando decide assumir Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador e seguir os seus ensinamentos, vivendo os sacramentos e fazendo parte do Corpo Místico de Cristo que é a Igreja. A pessoa não se torna povo de Deus por estar isenta de pecados. Ninguém tem a obrigação de ser perfeito para fazer parte do povo de Deus, afinal Jesus mesmo disse que veio para os pecadores e não para os santos. Porém para fazer parte do povo de Deus é necessário querer ser melhor e ir dando passos, cada um no seu tempo e respeitando seu próprio processo de caminhada.

Portanto, o povo de Deus não é constituído de santos e perfeitos, mas de homens imperfeitos que buscam a perfeição.

No próximo texto sobre o assunto, iremos estudar as principais características do povo de Deus. Se você ainda não faz parte deste povo lindo, seja bem-vindo! Se você já faz parte do povo de Deus em seu Corpo Místico que é a Igreja, Deus te abençoe! É sempre bom encontrar os irmãos aqui neste blog!

Pax Domini

Estudo sobre a Igreja Católica Apostólica Romana:: Sacramento universal de salvação

Igreja Católica

A missão da Igreja é divina: Anunciar e instaurar no meio de todos os povos o Reino de Deus inaugurado por Jesus Cristo até a sua volta. Por isso podemos dizer que ela é na tera o germe do Reino de Deus.

Entendemos o germe como embrião, como a parte da semente que dá origem a planta jovem, como a causa ou origem de alguma coisa. É certo que sabemos que Jesus é a origem de tudo. Mas sabemos que no embrião repousa o DNA daquilo que há de ser. Na Igreja Católica Apostólica Romana, repousa o DNA de Cristo.

O Reino de Deus começa na Igreja e depois se espalha para os quatro cantos da terra. A Igreja é o “start” para a implantação o Reino de Deus. E com isso não quero dizer do espaço físico das igrejas e capelas, mas da Religião Católica Apostólica Romana. A Igreja quanto espaço físico é importante para que os homens se reúnam para prestar culto a Deus. É importante porque ali repousa o Cristo sob a forma do Pão e do Vinho – Santíssimo Sacramento. É importante por que é lá que recebemos a Santíssima Eucaristia que é o alimento para a nossa caminhada rumo a Jerusalém Celeste.

A igreja (espaço físico) não é importante por causa apenas da comunidade. Não é importante para fazermos meros contatos sociais e comerciais. AIgreja não é (e nem pode ser) uma ONG e muito menos um sindicato ou associação de moradores. Não é isso que faz a igreja ser igreja e portanto germe do Reino de Deus. A partir do momento em que os homens a ela se dirigem para prestar culto a Deus, a igreja se torna semente de um mundo novo, pois o visível e o invisível se unem. Ali acontece o mistério salvífico do Pai. Na igreja (espaço físico) que vemos, se torna Igreja quando o aspecto místico e espiritual está presente. Isto é um mistério de fé.

“A palavra grega mysterion foi traduzida em latim por dois termos: mysterium e sacramentum. Na segunda interpretação, o termo sacramentum exprime prevalentemente o sinal visível da realidade oculta da salvação, indicada pelo termo mysterium. Neste sentido, o próprio Cristo é o mistério da salvação: ‘Nem há outro mistério senão Cristo. A obra salvífica da sua humanidade santa e santificadora é o sacramento da salvação, que se manifesta e actua nos sacramentos da Igreja (que as Igrejas do Oriente chamam também os santos mistérios)’. Os sete sacramentos são os sinais e os instrumentos pelos quais o Espírito Santo derrama a graça de Cristo, que é a Cabeça, na Igreja que é o seu Corpo. A Igreja possui, pois, e comunica a graça invisível que significa: e é neste sentido analógico que é chamada ‘sacramento'”. (CIC§774)

Por isso afirmamos sem medo que a Igreja Significa sinal, instrumento da reconciliação e da comunhão de toda a humanidade com Deus, e da unidade de todo o gênero humano. Nela, esta unidade já começou, pois reúne homens de toda a nação, raça, povo e língua.

Eu não sei se você já viveu a experiência de participar de uma Santa Missa no Rito Romano em outra língua que não a sua, seja no inglês, n espanhol, no alemão ou até no latim. Eu vivi esta experiência já e foi muito legal perceber que ainda que eu não soubesse a língua em que a missa estava sendo celebrada, eu sabia distinguir todos os momentos vividos na Santa Missa. Isso por que o Rito é o mesmo! Na Santa Missa todos podem celebrar juntos, viver a fé em harmonia. Nada impede a Igreja de ser sinal do Reino de Deus.

A Igreja é, ao mesmo tempo, sinal e instrumento da plena realização desta unidade, que ainda há de vir. Se você é católico, alegre-se: Você faz parte de uma instituição criada por Deus, linda e cheia de riquezas!

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Livro Maria Sempre Virgem e SantaVeja também o livro do Cadu (Administrador do Blog Dominus Dominus Vobiscum): Maria Sempre Virgem e Santa. Nele você vai encontrar ensinamentos seguros da doutrina da Igreja a respeito da Santíssima Virgem Maria, além das orações mais tradicionais da nossa Igreja à Virgem Mãe de Deus. Vendas apenas pela internet nos sites Clube de Autores e Agbook. Um livro para quem deseja ser mais íntimo de Nossa Senhora.

Estudo sobre a Igreja Católica Apostólica Romana:: Mistério da união dos homens com Deus

Igreja Católica

Nos tempos de hoje, onde se cria uma religião a cada dia que passa, é importante para nós católicos entendermos a verdade sobre a Igreja Católica Apostólica Romana. A nossa igreja não é mais uma, e não pode ser comparada com qualquer uma. A nossa Igreja é a mesma Igreja que Jesus chamou de “Minha Igreja”.

A nossa Igreja (entenda Igreja Católica Apostólica Romana) é a mesma que o próprio Jesus instituiu pensando em algo muito maior do que quatro paredes. A Igreja Católica Apostólica Romana é além de tudo e acima de tudo, sinal da união entre Deus e os homens.

Assim como a aliança é sinal de um compromisso sacramental entre o homem e a mulher, a Igreja é o sacramento da união do homem com Deus.

É na Igreja que Cristo realiza e revela o seu próprio mistério, como a meta do desígnio de Deus: “recapitular tudo Nele” (Ef 1, 10). São Paulo chama “grande mistério” (Ef 5, 32) à união esponsal de Cristo e da Igreja. Porque está unida a Cristo como a seu esposo, a própria Igreja, por seu turno, se torna mistério. E é contemplando nela este mistério, que S. Paulo exclama: “Cristo em vós — eis a esperança da glória!” (Cl 1, 27). (CIC§772)

A Igreja é o projeto visível do amor de Deus pela humanidade. O Senhor Jesus nos ama tanto, que instituiu, fundamentou e deixou para nós a Igreja. Nela o mistério acontece, pois o pão se transforma no Corpo de Cristo, o vinho se transforma em Sangue de Cristo e ambos alimentam a nossa alma. Nela acontece o perdão dos pecados. Ali acontecem os sacramentos. Nós criaturas através do batismo, nos tornamos Filhos de Deus quando passamos a fazer parte do Corpo Místico de Cristo que é a Igreja.

A Igreja é a visualização mais completa da Caridade de Jesus, que ama a Igreja como o esposo ama a esposa. Ele ama com um amor eterno. Por ela sofreu a paixão e derramou o seu sangue. Ele a ama como um Esposo apaixonado:

“Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela, para santificá-la, purificando-a pela água do batismo, para apresentá-la a si mesmo toda glorificada, sem mácula, sem ruga, sem qualquer outro defeito semelhante, mas santa e irrepreensível” (Ef 5,25-27).

Essas palavras expressam o amor profundo de Jesus para com a “sua” Igreja. Esse amor é tão grande e tão fundamental, que Deus quis que cada casal na terra, pelo amor mútuo, refletisse na realidade cotidiana do matrimônio, esse amor. É por isso que São Paulo ao falar aos efésios, do matrimônio, diz que “é grande esse mistério, quero dizer, com referência a Cristo e a Igreja”. A vida cotidiana do casamento nos ajuda a compreender melhor o amor de Cristo para com a sua Esposa – a Igreja – e, vice-versa.

São Paulo, que entendeu profundamente essa maravilha, exortou os maridos a amarem as suas esposas, “como a seu próprio corpo” (Ef 5,28). Com isto, quer dizer também que a Igreja é o próprio Corpo de Cristo. “Quem ama a sua mulher ama a si mesmo” (28). Quem ama a Igreja, ama a Cristo; é a mesma realidade.

O Papa Paulo VI, cujo amor à Igreja era imenso, assim se referiu a ela:

“A Igreja! Ela é nosso amor constante, nossa solicitude primordial, nosso pensamento fixo… Não se ama a Cristo se não se ama a Igreja; e não amamos a Igreja se não a amamos como a amou o Senhor: “Amou a Igreja e por ela se entregou” (Ef 5,25)”.

É preciso destacar o que disse o Papa: “Não se ama Cristo se não se ama a Igreja”, e podemos ir mais longe ainda e dizer: não se conhece a Cristo, se não se conhece a Igreja; não se serve a Cristo, se não se serve a Igreja; não se obedece a Cristo se não se obedece à Igreja; não se sujeita a Cristo, se não se sujeita à sua Igreja, não está na verdade de Cristo quem não está na verdade da Igreja.

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Livro Maria Sempre Virgem e SantaVeja também o livro do Cadu (Administrador do Blog Dominus Dominus Vobiscum): Maria Sempre Virgem e Santa. Nele você vai encontrar ensinamentos seguros da doutrina da Igreja a respeito da Santíssima Virgem Maria, além das orações mais tradicionais da nossa Igreja à Virgem Mãe de Deus. Vendas apenas pela internet nos sites Clube de Autores e Agbook. Um livro para quem deseja ser mais íntimo de Nossa Senhora.

Estudo sobre a Igreja Católica Apostólica Romana:: Igreja Católica visível e espiritual. Humana e Divina

Igreja Católica

Quando falamos da nossa Igreja, é preciso explicar alguns conceitos que são fundamentais a nossa fé. Veja bem, a Igreja Católica é uma instituição fantástica e muito mais complexa do que imaginamos. Ela é algo muito maior que qualquer outra instituição do mundo em todos os tempos. Nenhuma outra instituição durou tanto tempo com o mesmo prestígio. Nem os maiores impérios da história conseguiram a façanha que a Igreja Católica conseguiu. Provavelmente muita coisa mudará no mundo em que vivemos, mas a Igreja Católica permanecerá de pé, por que esta é a vontade de Deus a nosso respeito.

Não se pode realizar uma análise completa da Igreja como olhos puramente humanos, pois existe uma parte dela que é espiritual e portanto invisível. Também não podemos analisá-la com olhos puramente espirituais, pois parte dela é visível e tocamos nela dia a dia. A Igreja Católica Apostólica Romana é visível e espiritual ao mesmo tempo. E esta ligação é tão íntima que mesmo se olhamos os órgãos hierárquicos da Igreja, vemos que diariamente o visível e o invisível convivem em todos os momentos. No dia a dia da igreja, o divino e o humano se tocam, se misturam e se completam.

Se você prestar um pouco mais de atenção nisso, você verá que na própria comunidade paroquial que você frequenta existem diversos momentos onde a Igreja terrestre é ornada com os bens celestes.

A Igreja é simultaneamente humana e divina. Por isso que o cristão precisa basear a sua vida de fé na ação, mas também na contemplação. As duas dimensões da Igreja convivem também em nós.

É importante perceber que a Igreja Católica Apostólica Romana não é mais uma instituição entre tantas instituições. Não é mais uma Igreja entre tantas igrejas que existem por ai. Ela foi instituída pelo próprio Jesus Cristo e com isso se criou algo que começa no céu, toca na nossa humanidade e volta ao Pai.

E por ser assim, ninguém tem o direito de reduzir a nossa Igreja a um grupinho de fiéis, a uma ONG ou a um grupo social. A Igreja é o corpo místico de um Cristo que é verdadeiramente homem e verdadeiramente Deus. Como diz o São Bernardo de Bernardo de Claraval:

Humildade! Sublimidade! Tenda de Cedar e santuário de Deus; habitação terrena e palácio celeste; casa de barro e corte real; corpo mortal e templo de luz; enfim, objeto de desprezo para os orgulhosos e esposa de Cristo! Ela é morena mas bela, ó filhas de Jerusalém; ela que, empalidecida pela fadiga e sofrimento dum longo exílio, tem, no entanto, por ornamento a beleza celeste (São Bernardo de Bernardo de Claraval, In Canticum sermo 27, 7, 14: Opera, ed. J. Leclercq-C.H. Talbot-H. Rochais, V. I (Romae 1957) p. 191.)

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Estudo sobre a Igreja Católica Apostólica Romana:: Divina e Humana, santa e santificadora

Igreja Católica

A cada dia que passa, mais eu tenho a certeza que a Igreja Católica Apostólica Romana é o maior presente que Jesus Cristo deixou para a humanidade. Quando penso na complexidade dela, mais eu me encanto. Sua riqueza é incalculável! Não sei se podemos medir o valor da Igreja Católica, mas basta saber que é o próprio Jesus que a sustenta. Ele a criou e ele se compromete em sustentá-la.

O Catecismo da Igreja Católica nos diz que:

“O Mediador único, Cristo, constituiu e incessantemente sustenta aqui na terra sua santa Igreja, comunidade de fé, esperança e caridade, como um ‘todo’ visível pelo qual difunde a verdade e a graça a todos.” A Igreja é ao mesmo tempo:

– Sociedade provida de órgãos hierárquicos e Corpo Místico de Cristo;
– Assembléia visível e comunidade espiritual;
– Igreja terrestre e Igreja enriquecida de bens celestes.

Essas dimensões constituem “uma só realidade complexa em que se funde o elemento divino e humano”: Caracteriza-se a Igreja por ser humana e ao mesmo tempo divina, visível, mas ornada de dons invisíveis, operosa na ação e devotada à contemplação presente no mundo e, no entanto, peregrina. E isso de modo que nela o humano se ordene divino e a ele se subordine, o visível ao invisível, a ação à contemplação e o presente à cidade futura, que buscamos. (CIC§771)

É preciso entender que estas três dimensões da Igreja são independentes e ao mesmo tempo interligadas. A Igreja em sua complexidade é santa e ao mesmo tempo santificadora. É humana e divina ao mesmo tempo, pois se constitui de santos e pecadores. Não conheço nenhuma instituição no mundo que possua em seu corpo tal complexidade. Nela se fundem o mundo visível e o mundo espiritual, e é justamente por isso que encontramos nela um modelo tão incrível a ponto de caminhar nela.

Quem caminha apenas no mundo visível, vê apenas as falhas, os erros que como já disse anteriormente não são da Igreja, mas dos filhos da igreja. Quem caminha apenas no invisível se perde no ufanismo de seus pensamentos, pois o visível norteia o invisível. A Igreja se confunde em uma só frase: “Pés no chão e coração ao alto!”.

Como dizia São Bernardo:

Ó humildade! Ó sublimidade! Tabernáculo de Cedar e santuário de Deus; morada terrestre e palácio celeste; casa de barro e sala régia; corpo de morte e templo de luz; finalmente, desprezo para os soberbos e esposa de Cristo! És negra, mas formosa, ó filha de Jerusalém: ainda que desfigurada pelo labor e pelado longo exílio, a beleza celeste te adorna. (São Bernardo)

Fazer parte da verdadeira e única Igreja de Cristo é fazer parte de um mistério lindo e transformador! Deus abençoe a você que é Igreja e que ama a Igreja Católica Apostólica Romana!

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